Me chamo André, tenho 32 anos, 1 m e 81 de altura 100kg tem a pele branca, cabelos pretos, liso. Eu não posso dizer que estou em forma, mas também não estou tão fora de forma. Pelo menos é o corpo que a maioria das mulheres diz que gosta, não é malhado demais nem é gordo. Do outro lado, temos Rose, minha irmã mais nova, atualmente com 22 anos, 1,65 m, bem branquinha, magrinha, tem seios pequenos, barriga reta e uma Bundinha pequena. Não tem nada de cavala, é aquele corpo linear, se encaixa perfeitamente. Rose faz faculdade, já está no quarto ano de enfermagem, muito estudiosa, mas com uma má sorte danada com homens. Eu acho que o fato de ser uma mulher tão dedicada, meiga e gentil faz ser alvo fácil de babacas e, sempre que podemos, a gente conversa sobre as nossas vidas, às vezes até sobre intimidade. Como a área que atua, ver homens e mulheres sem roupa já é uma coisa comum, então conversar intimidades nunca foi um problema desde mais novos, agora então isso não faz diferença e aí onde a magia começa a acontecer.
Eu e Rose moramos em uma capital na qual o custo de vida é alto, então a gente optou por dividir uma casa e, as despesas consequentemente, a gente tem um convívio de irmãos como qualquer outro. Às vezes, escutava de colegas: “Nossa, sua irmã é gostosa”,“Nossa, sua irmã deve ser uma delícia na cama”, “Essa carinha de santinha engana ninguém”, “Essa sua irmã deve ter uma buceta linda, bem rosinha”. Eu não ficava bravo com os comentários, mas sempre repreendia: “Respeita minha irmã, rapaz”. No mais, era isso que eu falava, até porque minha irmã nunca deu ousadia para amigo ou para qualquer pessoa que eu já havia conhecido nem namorado, ela apresentava, e sempre que eu questionava isso, ela falava que nunca tinha tido nada sério a ponto de me apresentar ou aos nossos pais. Falando deles, moram cerca de 50 km de onde moramos, em uma chácara, e sempre que podemos, a gente vai lá, geralmente nos fins de semana, quando a Rose não tem nada para fazer nem eu.
Eu trabalho na área de TI e presto serviço para várias empresas que fazem parte de um mesmo grupo: são concessionárias, distribuidores, construtoras, entre outros negócios. É uma área que demanda um pouco de tempo, mas depois que eu concluo a parte mais chata, digamos assim, só me preocupo com a manutenção, então é bem tranquilo. Não posso negar que ganho bem. Sempre me dediquei muito aos estudos, deixei um pouco de lado da minha vida amorosa e meio que perdi a prática de chegar e conquistar com as mulheres, então às vezes fico um pouco recluso em casa, ficando às vezes o dia inteiro sentado na frente do computador. E como uma pessoa da área da saúde mora comigo, é inevitável ela se preocupar comigo, até porque ela sabe dos meus segredos mais íntimos, da minha timidez, entre outras coisas. O cuidado dela é sempre para que eu não fique depressivo, uma coisa que é difícil acontecer. Não tenho motivos para ter depressão e ela sabe disso, por isso que eu a tranquilizo.
O ano de 2025 foi um ano no qual achei que seria mais um ano normal, só que não foi, foi o ano que a chave virou, se é que vocês me entendem. Sempre foi muito comum a Rose andar de toalha ou de calcinha e sutiã perto de mim. Isso nunca me causou nada demais porque é a minha irmãzinha mais nova. Eu também tinha essa liberdade de andar de toalha na casa às vezes com um short de dormir que era um pouco mais curto que dava facilmente pra ver meu pau solto lá dentro. Isso nunca havia sido um problema. Eu e Rose sempre fomos muito colados, até porque somos só nós dois de irmãos na família. Quando ela era mais nova, eu 10 anos mais velho que ela, obviamente a gente discutia, mas sempre fomos companheiros de fazer muitas coisas juntos. Já chegaram a perguntar se éramos namorados, o que nos fazia dar muitas risadas.
Ok, seguindo a vida no ritmo que a gente tinha, eu não sei se era por falta de companheiros ou era porque a energia sexual da casa estava muito grande. Começamos a ficar muito colados, mais que o normal. As roupas que ela usava, depois que chegava da faculdade ou dos plantões, começaram a ficar mais justas, onde conseguia facilmente ver todas as curvas, inclusive a sua buceta, que aparentava ser bem chapadinha. Ao reparar isso nela, me despertou um desejo gigantesco em descobrir o que mais aquele corpo escondia: aqueles peitos durinhos, pernas bem torneadas e nem era de academia, era de plantões que ela tirava e passava o plantão todo andando, subindo e descendo a escada. Já que ela começou a fazer o uso dessas leggings, também comecei a fazer o uso de roupas que destacavam tanto o meu pau quanto minha barriga e meu peito. E sempre que dá, ou ela me chama ou eu a chamo pra assistir um filme ou série, e não tem jeito, a gente começa assistindo um em cada canto do sofá. Por fim, ela acaba dormindo se apoiando no meu corpo, sendo que nessa última vez, enquanto eu acariciava seus cabelos e seu rosto, ela apoiou a mão em meu peito e isso inevitavelmente me despertava mais desejos, mas por medo de estar interpretando errado, eu não avançava. Tentava segurar ao máximo pra não ficar de pau duro, o que era impossível, e é claro que ela sentia porque estava apoiada em cima. Isso já havia virado rotina no nosso dia a dia e logo após adormecer, a deixava em sua cama. Dessa vez, eu não só cobri ela como eu fazia todas as outras vezes. Dessa vez, fiquei admirando aquele corpo, agarrei meu pau com força, estava muito duro a ponto de explodir, cobri ela, dei um beijo no seu rosto, fechar a porta devagar e saí doido pro banheiro. Só que nesses momentos de tesão, a gente perde um pouco os limites. Me veio um pensamento na cabeça: o cesto de roupa usada ficava na lavanderia, então antes de começar a tocar uma punheta das mais violentas, eu fui até lá na esperança de encontrar alguma calcinha usada e fui no lugar certo. Lá estava a calcinha que ela havia usado durante o dia. Eu não pensei duas vezes, peguei a calcinha que estava com uma mancha clarinha da lubrificação da buceta dela, dei um cheiro como um cachorro tarado e senti aquele cheiro bem leve de xixi, mas também de buceta. Corri pro banheiro cheirando aquela calcinha, passei a língua e comecei a bater a punhetas mais frenética que eu já havia batido na minha vida. Entre aroma cheio de feromônios daquela buceta e o tesão que eu estava, quando eu já estava perto de gozar, peguei a sua calcinha, enrolei no meu pau e comecei a gozar. Foram vários jatos nela. A gozada foi tão intensa que eu escorei na parede e foi deslizando até o chão. A respiração estava a 1000, as vistas até escureceram e eu fiquei ali por um tempo me recuperando daquela que viria ser uma das punhetas mais gostosas que eu havia batido na minha vida. Eu não sabia se era porque era proibido ou se era porque era minha irmã ou uma junção disso tudo.
Eu nem sei quanto tempo se passou depois daquela loucura toda. Pareciam horas, mas eu sei que passaram apenas minutos. Dei aquela despertada depois daquela gozada que com certeza foi muito boa. Fui para o meu quarto, pensativo em tudo que havia acontecido pra mim. Eu não sei se de fato percebia que a gente se aproximava cada dia mais. Será que era só impressão da minha cabeça ou era recíproco? Talvez fosse só pensamento da minha cabeça, só o tempo ia dizer. Não deixei qualquer vestígio daquele meu primeiro contato com uma roupa íntima dela. Vários dias se passaram e a nossa rotina não mudou. Continuávamos assistindo TV e eu continuava pegando suas calcinhas, me masturbando muito. Já cheguei a me masturbar duas vezes na mesma noite, cada vez ficava mais intenso. Ao chegar em um ponto que virou rotina, mas o meu receio de chegar ou tentar algo ainda não era algo que eu poderia imaginar. O medo de quebrar aquela confiança por apenas um desejo sexual pra mim naquele momento não era viável. Passaram-se alguns meses em que minha rotina estava assim, me masturbando com as roupas íntimas dela, gozando muito mesmo, só que um dia isso não passou a ser mais suficiente. Eu queria de qualquer forma sentir aquele corpo, aquela buceta engolindo meu cacete. Assistindo a uma série que na verdade estávamos reprisando, Rose apoiou no meu colo, deitada com a cabeça em uma das minhas coxas. Eu me estiquei no sofá, fazendo com que o rosto dela ficasse um pouco mais próximo do meu pau, enquanto alisava o seu cabelo. Então comecei a pensar em várias coisas que podia fazer com ela, e foi inevitável que meu pau ficou duro como uma rocha. Obviamente, ela percebeu. Sem qualquer vergonha, ela levou a mão no meu pau e falou: “Tem gente que tá animado.” Eu congelei e dei uma pulsada com o pau na mão dela, bem baixinho. Eu cochichei: “Faz isso, não.” E ela apenas continuou segurando. Senti a sua outra mão passando o elástico da bermuda e segurando, puxando meu pau pra fora. Coloquei a minha mão em seus ombros e falei: “O que é que você vai fazer?” “Uma coisa que eu já estou com vontade há bastante tempo.” Começou a bater uma punheta pra mim do jeito que eu estava fazendo com as calcinhas dela. Ela foi acelerando, acelerando. Eu apenas abri as minhas pernas e deixei ela trabalhar. As palavras que saíram da boca dela foram: “Eu vi você com a minha calcinha desse jeito.” Senti um frio na barriga, mas o tesão anulou isso. Ela continuou acelerando e, quando eu ia gozar, ela colocou a cabeça do meu pau na boca dela e, ainda na punheta, comecei a gemer urght!! Urght shhhhh shhhh comecei a gozar, foram uns cinco jatos na boca dela e várias contrações involuntárias. Depois, eu fui relaxando, voltando à realidade.
Ela ainda estava com a cabeça do meu pau em sua boca, sugando até a última gota de porra, acompanhando as últimas contrações que o meu pau dava em sua boca e, sem perder qualquer tempo, segurei e puxei ela pra cima de mim e comecei a beijá-la, a ponto de que quanto mais mergulhávamos naquilo que é muito mal visto pela sociedade, mas que no momento a gente tava se lixando pra isso, queríamos apenas sentir um ao outro. A gente foi tirando a roupa, ficando completamente pelados em cima do sofá, desligando a TV, deixando apenas os Spots iluminando a lateral da sala, uma luz amarelada que deu um contraste muito bom pra tudo aquilo que acontecia. Comecei a trazer o seu corpo mais pra cima, descendo através do pescoço com o dedão e o dedo indicador. Comecei a massagear seus dois seios pontiagudos ao mesmo tempo que sentia suavemente a sua boceta deslizando sobre o líquido de lubrificação que soltava, encostada em minha barriga, fazendo movimentos de vai e vem enquanto eu desci a boca até seu peito, colocando todo o bico e parte do seio dentro da minha boca, fazendo uma sucção. Desci, escorregando com uma das mãos pela sua barriga que já começava a se umedecer de suor, até chegar em sua boceta que, como já era de se esperar, estava muito molhada e era como eu imaginava bem. Chapadinha, só o corte. Fiquei passando o dedo na portinha e no clitóris enquanto eu fazia todos esses movimentos. Ela soltava gemidos e falava: “Eu sabia que você me queria”, “Eu também te queria”, “Desse jeito você vai fazer eu gozar”. Simultaneamente, eu masturbava sua buceta, chupava os seus seios e, quando seus gemidos começaram a ficar muito fortes, eu comecei a diminuir e ela soltou um gemido: “Não para”, então eu falei: “Vou retribuir o que você fez por mim”. Deitei ela, admirando seu corpo e ela completamente em transe, fui descendo até sua boceta e comecei a chupar, bem gostoso. Encaixei na minha boca nela, assim como havia feito em seu peito. Fiz uma solução em seu clitóris bem leve e comecei a passar a língua. Ela gemia forte, arqueava o corpo, uma cena maravilhosa de se ver e eu tava. Assistindo de camarote, ela segurando em meus cabelos, falando muita putaria, inclusive que se masturbava no trabalho pensando em mim. Foi aí que eu fiquei doido. Continuei com aquele movimento na sua boceta até sentir uma lubrificação escorrendo um pouco mais densa que o normal. Então ela começou a mudar o gemido, que ficou um gemido mais forte. Então ela agarrou bem forte nos meus cabelos, apertou o meu rosto contra a sua buceta e gemeu forte, falando “tô gozando”. Começou a ter vários espasmos, sua boceta começava a soltar muita lubrificação, e enquanto as últimas fagulhas do seu orgasmo terminavam, eu fui pra cima dela, dando beijos à sua boca já um pouco gelada por causa de toda aquela respiração, gemidos, mas não ia ficar só naquilo. Aquela noite reservava muito mais.