Até as últimas consequências - MARÇO

Um conto erótico de Big Mac/ Juliana
Categoria: Heterossexual
Contém 7023 palavras
Data: 17/01/2026 16:47:40
Última revisão: 17/01/2026 18:33:53

“Meu deus, o que eu fiz?” a cena na sala se repetia em looping na minha cabeça. “Eu senti raiva. Muita! Mas também uma sensação de posse, de retomar o que é meu. De amor! Mas como poderia? Eu a segurei pelo pescoço! Ela... Ela chorou! Ela achou que eu fosse bater nela! E mesmo assim, eu nunca havia visto ela gozando daquele jeito!” Sentia meu estômago embrulhando, minhas temporas doíam como se um sino badalasse dentro da minha cabeça. Sentia meus olhos arderem e uma ânsia que crescia e me deixava nauseabundo. O meu comportamento, minha atitude... Tudo me fez lembrar do dia no sobrado, quando eu vi baterem nela. “o que há de errado comigo?! Como eu pude ser tão cruel?” A verdade é que só agora o verdadeiro efeito desse acordo maluco começava a me alcançar. E eu me sentia... Desconfortável.

O carnaval aquele ano foi bem no início de março. Aproveitei que teríamos somente uma semana antes da festa começar e me refugiei no trabalho. Mas juliana não facilitou. Ela tentava a todo custo terminar o que foi começado e eu com a alma e a mente devastada por entender o que ela me pedia. Não quis dividir aquilo com ninguém, nem com Raoni e Ivete, pra não tirá-los da viagem deles( que aliás, depois me contaram que mudaram os planos e foram pra arraial, pra casa de um casal de amigos e se divertiram muito sem sair de casa, se é que me entendem), nem Jane, que havia se tornado não só uma professora como uma amiga e confidente. Foi um período esquisito e bem ruim mas pareceria um paraíso perto do que março me reservava.

Na quinta antes de começar as festas, a chamei pra conversar. Ela estava animada. Creio que pensava que íamos fazer alguma coisa juntos mas se foi isso, a notícia que dei não seria boa. Estava de bermuda. Não usava mais as minhas cuecas desde que quase a violentei. Evitava me expor como antes mas estava sentado com postura ereta e o pé apoiado sobre a coxa. Ocupando espaco sendo notado, parecendo ainda maior do que era. Jane me ensinou isso e até hoje não consigo deixar de me fazer notar. Mandei que se sentasse, o que fez quase que de imediato.

-- não vamos passar o carnaval juntos. Vou sair com uns amigos e quero que faça o mesmo. Divirta-se com as meninas. – disse enquanto a encarava.

O desapontamento em seu rosto foi sentido.

-- eu esperava que a gente ficasse em casa... Vendo algo... Tentando, sabe? – dizia com a voz transbordando decepção.

-- é mas não vai acontecer. Curta com suas amigas. E cuidado. Especialmente com a Raquel. – falei já me levantando e a deixando na sala.

Eu a mimava durante todo nosso relacionamento. O fazia por puro egoísmo. Porque eu adorava vê-la feliz. Adorava escutar aquela risada alta e estridente e sua animação. Mas agora... Parecia que tudo o que eu fazia era feri-la. Nunca havia feito ficar tão triste e angustiada durante os quatro anos que passamos juntos do que durante esses dois meses. Mas dessa vez, não era apenas demonstracão de poder. Era senso de preservação. Juliana é linda. Passar o carnaval com ela significava conviver com pessoas possivelmente a cantando e... Bem... Eu perdi o controle antes. Precisava entender o que estava acontecendo comigo e perto dela parecia que eu desaprendi a raciocinar.

-- você quer que eu vá pro carnaval sozinha? Quer testar minha fidelid- interrompi.

-- eu quero que você se divirta. Não é uma teste de nada. – minha voz saiu mais dura do que eu queria.

Ela ficou calada por um tempo me olhando.

-- eu esperava que a gente se divertisse junto – ela veio mais pra perto, se ajoelhando na minha frente com as mãos nas minhas coxas – eu esperava que a gente se divertisse como no nosso primeiro carnaval juntos – sorria como uma criança arteira.

Nosso primeiro carnaval juntos... Era uma lembrança distante mas muito prazerosa. Compramos mantimentos e não saímos de casa. Fazia um calor quase sobrehumano lá fora. E dentro de casa também. Fizemos amor por cinco dias ininterruptamente. Ao ponto de, na quinta feira após quarta feira de cinzas, a buceta dela tava tão inchada e vermelha e meu pau igualmente irritado, que quando se tocaram, ardeu tanto que quase choramos.

O toque dela nas minhas coxas nuas fez meus pelos se arrepiarem. Ela começou a subir as mãos até meu abdômen. Seu toque quente querendo despertar meu corpo e eu vacilo. Suas mãos sobem pelo meu peito e ela senta no meu colo. Ela conhece meu corpo. Ela conhece os botões certos e como maneja-los. Isso reaviva vontades e memórias. Eu quase fechei os olhos, entregue, mas me seguro desesperado à minha consciencia. Ela senta sobre meu pau e eu lembro. Lembro do encaixe perfeito de nossos corpos. Meu corpo também recorda, e meu braço envolve sua cintura a puxando mais pra mim como se quisesse fundir nossos corpos. Sua cabeça repousa sobre meu ombro.

De sopetão, eu despertei. Eu anseava por aquele momento mas ainda estava preso a minha Juliana, a menina que eu idolatrava e idealizava. Apesar do gesto familiar, acordei do ardil antes que cedesse. Foi quando ela passou a sussurrar e alisar meu pau por cima da bermuda é que percebi seu real intento. E aquilo me enfureceu. Manipular o meu desejo como ela vinha tentando era uma coisa. Era esperado. Tornar um repetido ato de carinho, uma memória, em armadilha. A tirei de cima de mim. Olhei pra ela com os olhos endurecidos e sombrios. Ela se encolheu no sofá.

-- vou sair. Volto mais tarde e esteja em casa. Saí com um sorriso que não chegava aos olhos.

Saí de casa puto. Pra vocês pode parecer besteira mas o que ela fez... Como ela fez... A primeira vez que disse “eu te amo” pra ela, foi bem parecido. Ela estava sentada no chão com o note sobre a mesinha de centro enquanto eu estava no sofá. Sabe quando um gesto simples desencadeia toda uma situacão? Ela estava concentrada estudando com os cabelos soltos e prendeu-os atras das orelhas. Foi só isso. E naquele momento eu sorri. E algo se agitou em mim, meu coração disparou enquanto eu olhava minha namorada sentada no chão de short e top, bagunçada, suada, sem maquiagem... Eu quis passar o resto da vida ao lado dela. Queria vê-la assim pra sempre. Propiciar uma vida feliz pra ela.

-- eu te amo... – as palavras rolaram da minha boca mais rápido do que eu raciocinei.

E então... Ela fez exatamente o que ela acabou de fazer, tentando me seduzir e corromper a memória mais bonita que eu tinha de nós dois. A memória de que um dia eu acreditei que a gente viveria em nosso mundo, sendo feliz, constituindo nossa família. Ela queria ser fudida. Eu daria isso a ela. Não do jeito que ela queria mas faria isso. Eu me destruiria mas ia levá-la comigo.

Liguei para Priscila e Camila. Não usaria Carol pra isso e não queria que Jane visse meu pior. Ela... Me apeguei a Jane. Se tornará uma grande amiga e sei o quão decepcionada ela ficaria se soubesse o que eu faria. As meninas estavam sempre juntas e dessa vez não foi diferente. Em dois toques, Camila atendeu.

-- nossa, a que devo a ligação dessa delicia? – disse Priscila, debochada.

-- não tenho tempo a perder. Quero fuder você e a Camila. Os as duas ou nenhuma. – minha voz grossa indo diretamente no centro de prazer daquelas putinhas.

-- e você vai dar conta de nós duas?

-- 30 minutos em frente a academia. – desliguei.

Fui andando para frente da academia com a cabeça fervendo. Como ela pode fazer aquilo? Eu era um mar furioso acertado por um furacão de confusão. Uma tristeza profunda se abatia sobre mim. Logo após alguns minutos, uma raiva desmedida e talvez desproporcional me fazia querer gritar. E quando ela ia embora, meu corpo reagia, excitando-se, lembrando o toque dela. E quando passava, meu coração me traia, revelando o quanto eu ainda a amava. Sinceramente, não lembro o caminho mas sei que quando cheguei em frente a academia, as meninas estavam lá, lindas, sexies, prontas pra guerra. A minha guerra.

Camila vestia um top azul e um short saia preto. As cores escuras realçavam sua corzinha branca. Seu abdômen reto e liso era lindo e aquelas coxas firmes e roliças eram um atrativo tão gostoso que só perdiam pra sua bunda grande empinadinha. Seu corpo com um cheiro particularmente excitante de suor e perfume de baunilha. Já Priscila usava um macacão branco tão apertado que rapidamente notava-se a falta de calcinha.

Me aproximei com um sorriso torto. Passando meus braços pela nuca delas, que se assustaram em um primeiro momento mas relaxaram quando viram quem era. As mãos de ambas foram direto para meu peito ou abdômen. Deixei que se deliciassem pelo meu corpo descaradamente, enquanto descia as mãos para a bunda delas e as apalpava com gosto, motivado pela raiva.

-- vocês sabem que vou acabar com vocês duas, né? – disse com um sorriso malévolo. Não pude deixar de notar aquele brilho ébrio, de tesão, nos olhos das duas.

-- sabemos que você vai tentar!! – disse Priscila cheia de tesão e me desafiando.

Dei um beijo em Camila que se desfez em meus braços. Sua língua esmagada contra a minha enquanto minha boca a devorava. Ela punha a mão em meu rosto não para carinho mas procurando um ritmo ou ao menos descanso. Sentia seu corpo esquentar e sua pele macia toda arrepiada. Resolvi responder Priscila quando percebi que ela se remexia, quase implorando pelo mesmo tratamento de Camila.

-- vamos fazer uma aposta: se eu não der conta, eu dou O. QUE. VOCES. QUISEREM. – elas se entrelolharam e sorriram. Um sorriso cheio de promessas sacanas. – porém se perderem. Esses rabos deliciosos deram só meus.

Camila deu um sorriso contido e senti um tremor percorrer seu corpo. Sua mão que repousava em meu abdômen o apertou e por um pequeno momento sua respiração falhou. Ela já tinha aceitado antes de responder. Ela esperava por aquilo. Ela anseava pelo meu pau naquele rabo grande e branquinho. Eu ri quando constatei isso e quando constatei também que havia virado um grande comedor. Pois no mesmo momento que soube que a menina com cara de santinha já tinha dado aquele cuzinho, percebi pela expressão de dúvida e receio que Priscila nunca tinha feito.

-- parece que a coragem sumiu... – debochei.

Ela me encarava com entre a dúvida e a impertinência. Ergueu o queixo com um sorriso incerto. Larguei Camila e a puxei pra mim pela nuca. Nunca com força mas sempre com autoridade, posse. Ela não conseguiu resistir e a beijei também. Diferente do que esperava por sua personalidade mais espevitada, Priscila entou um beijo lento mais cadenciado, quase romântico. Isso não servia pra mim. Eu havia virado um predador e assim como fiz com Camila, minha língua dominava com força sua boca. Sentia seu gosto, novo, doce, delicado. Quando me afastei ela respirou fundo e eu ri, perverso.

-- você vai pedir pra eu comer esse cuzinho. Eu te garanto. – ela riu, temerosa e rumamos pra casa de Juliana.

Entramos aos beijos. Os três. As meninas já tinham tirado minha camisa antes de entrarmos e quando abri a porta, o solavanco foi tão forte que ela bateu na parede, fazendo um grande estrondo. Encostei a porta, cego, com Priscila chupando minha língua e Camila mordiscando meu peito. Camila tirou ontopliberando aqueles seios branquinhos de auréolas e mamilos rosados. Minha boca encheu de água assim que vi aquelas preciosidades. A puxei pela cintura, tirando-a do chão, tomando o que era meu, e levei a cabeça diretamente aqueles seios firmes, dando uma chupada forte no bico já durinho. Camila gemeu deliciosamente. Priscila se afastou enquanto beijava minhas costas e tirava apressadamente o macacão, ficando completamente nua. Levei minha mão diretamente a sua buceta que pelo tato era pequena e de lábios finos. Ela estava completamente melada e seu corpo se arrepiou e ela gemeu ante meu toque. Ajudei Camila a tirar seu shortinho, deixando as duas nuas. As duas abaixaram e começaram a tirar meu short. Camila mordeu os lábios ao ver o tamanho e Priscila briu a boca, surpresa. Ambas vieram com fome ao meu pau. Lambendo pelos lados e eventualmente se beijando enquanto sentia aquelas bocas famintas tentando me devorar. Coloquei as mãos em suas cabeças e então ela chegou. Ju.

-- Marcus?! – sua voz já estava embargada e seus olhos marejados.

As meninas se assustaram e eu as segurei, fazendo meu pau deslizar entre as bocas das duas putinhas.

-- continuem, putinhas. Vão parar quando eu mandar. – minha voz saiu dura, inquestionável. Elas se olharam e tentaram alcançar Juliana com os olhos mas tinha algo de primal naquela cena, algo de selvagem e em pouco tempo larguei suas cabeças e elas continuaram sozinhas

-- você. – disse olhando pra Juliana – senta no sofá e aprecie.

Ela caminhou tropega até o sofá e se jogou nele, se enconhendo no canto mais distante mas sem tirar os olhos de nós. As lágrimas rolavam naquele rosto que tanto amava. Ela já ia se preparado pra mim. Vestia uma camisola rosa semi transparente e uma lingerie com cinta liga também rosa. Vê-la daquele jeito fez meu pau pulsar forte, arrancando gemidos de Camila que já engolia a cabeça da minha rola e tentava empurra-la o mais fundo que conseguia na garganta. Priscila estava entre minhas pernas, lambendo e chupando meu saco.

Tirei meu pau da boca de Camila o segurando pelas base. Com a outra mão puxei seu cabelo pra trás fazendo seu rosto virar-se pra cima e comecei a bater com o pau em todo seu rosto enquanto olhava para Juliana com um sorriso cruel. Camila ora fazia bico, pra colocava a língua pra fora, absorvendo o impacto. A levantei e a beijei . Um beijo cheio de tesão. O beijo de Camila era delicioso. Comparável somente ao de Juliana que assistia a tudo choramingando e incrédula.

Eu não sabia o que estava fazendo mas sabia que aquilo era muito errado. A sensação que tinha era que era um caroneiro dentro do meu próprio corpo. Eu não me reconhecia. Me sentia quebrado por dentro. Ver Juliana sofrendo me consumia de uma forma muito pior do que eu imaginava que aconteceria. Sentia meu coracão sangrando e minha consciência berrava de dentro de uma jaula silenciosa e invisível.

Peguei Priscila e a coloquei pra chupar meu membro. Com ela, fui um pouco mais cruel.

-- não quero suas mãos no meu pau, putinha. Coloque as mãos pra trás e só use a boca. – aquela voz que não era a minha ordenava sem espaco para contestação.

Eu vi Priscila se tremer de excitacão enquanto me olhava com os olhos afogados de desejo. Ela pôs as mãos para trás e começou a me chupar. Primeiro com um chupão forte e estalado na cabeça depois foi engolindo o que dava. Quando começou a recuar, segurei sua cabeça pela nuca. Forçando aos poucos meu pau mais fundo em sua boca. Ela arregalou os olhos e me olhos mas não fez força para tirar. Quando eu vi que estava quase sufocando, tirei o pau. Ela chorava e tossia mas tão logo parou de tossir, olhou pra mim, abriu a boca e pôs a língua pra fora. E eu ri. Um sorriso nefasto e de pura prepotência. A puxei pela nuca novamente e fui empurrando meu pau em sua boquinha macia e gulosa. Comecei a fodê-la fazendo a baba escorrer e aquele barulho profundamente delicioso “gwah gwah gwah”.

Enquanto isso, virei Camila para Juliana e enfiei a mão entre suas pernas. Aquela bucetinha tava quente, inchada. Carente por um carinho e melada implorando atenção. Esfreguei o grelo com precisão cirúrgica, pressionando com firmeza e movimentando os dedos com calma, apreciando o show. Camila olhava Juliana mas jogava a cabeça pra trás, apoiando em meu peito, gemendo deliciosamente como uma vadia, Com sua respiração descontrolada. Ela gozava fácil ou Jane havia me treinado muito bem. Eu a masturbava enquanto olhava pra Juliana com um sorriso cruel. Abaixei até o ouvido de Camila.

-- eu não mandei você gozar, putinha. Se gozar sem a minha permissão vai se arrepender. – falei alto o bastante pra Juliana nos ouvir. Aquela voz estranha, grossa como um trovão, imperativa. Era eu mas... Eu me sentia um impostor

Camila me olhou assustada mas o tesão era maior. Ela apertava as coxas esmagando minha mão. Colocou a mão pra trás buscando apoio na minha nuca para que não caísse ou cedesse. Mordia os lábios até quase machucá-los para me obedecer. Eu parei, deixando que ela respirasse um pouco e tirei Priscila do meu pau, que a essa altura já aguentava pouco mais da metade. Levantei ela pelo queixo e beijei sua boca.

-- boa cadelinha. – ela sorriu, orgulhosa. – agora deite-se pra que eu possa recompensá-la. E você, putinha, chupe os peitos e a língua dela.

Priscila deitou-se imediatamente. Camila se ajoelhou do lado da amiga e começou a chupar e mordiscar aqueles mamilos duros de tesão. Priscila gemia alto e seu corpo arquejava com beijos e chupões da amiga. Abri suas pernas e vi sua bocetinha totalmente depilada. Brilhava de tão melada. Abri aquela preciosidade com os polegares e dei a primeira lambida. E foi como ver uma pessoa tomar uma descarga elétrica. Os pelos se arrepiaram e os membros ficaram espasmodicos. Ela gemia alto e Camila a beijou. Repeti a ameaça.

-- se você gozar, cadelinha, você vai se arrepender. – a voz dura, ameaçadora. Ela afastou o beijo de Camila e concordou rapidamente, demonstrando entendimento.

Voltei a baixar e lamber sua buceta. Passava a língua dura do cuzinho até em cima, arrancando gemidos. Voltei a abrir com os polegares e lambia e sorvi o mel de cada espaço, de cada buraco. Enfiava a língua e a possuía como se beijasse sua boca. Ela puxava minha cabeça e apertava as coxas, fazendo uma força descomunal pra não gozar. Fiz tudo sem tocar no clitóris pois tinha algo em mente. Quando tirei a cabeça do meio das pernas de Priscila, vi a cena que me destruiu por completo. Eu berrava dentro do meu ser, tentando tomar consciência de tudo aquilo mas parecia já ser tarde pra mim.

Juliana aí da estava no sofá. Ela me encarava com os olhos lacrimejando. Mas uma de suas mãos apalpavam o seio por cima da camisola, que tinha uma das alças arriadas e a outra estava no meio de suas pernas, esmagando o clitóris sob a calcinha visivelmente molhada. Ela fechou as pernas quando seu olhar encontrou o meu, apertando as mãos e o seu próprio sexo. Eu gritava em meu âmago, implorava pra que ela não fizesse aquilo mas minhas palavras não a alcançavam e tudo que eu via foi o sorriso cruel e vitorioso que nasceu em meus lábios enquanto a observava.

-- agora é sua vez, putinha. Troca com ela. Quero sentir seu gosto e seu cheiro. – disse ficando de joelhos e puxando Camila pra um beijo pra dividirmos o gosto da amiga. E ela chuva minha língua com vontade.

Camila tomou o lugar da outra e pude apreciar sua xota naquele momento. E era condizente com Camila. Rosinha com um lindo e bem aparado retângulo de pelos em cima. Ela tinha um perfume incomum. Era doce, era sutil, era tentador. Fiz o mesmo ritual que fiz com Priscila mas devorei-a com muito mais intensidade. Seu corpo se contorcia e ela gemia. Ordenei que Priscila sentasse em seu rosto e ela se assustou. Seu susto só não foi maior do que a surpresa de Camila pedindo por aquilo. Era uma cena divinamente profana. Aquelas duas mulheres gemendo e alucinando enquanto tinham prazer. Juliana se tocava ainda por cima das roupas.

O gosto de Camila era ainda melhor que seu cheiro. Sua buceta jorrava um líquido quase viciante, quase tão bom quanto de nossa espectadora. Lambi e chupei tanto quanto ela chupava a amiga. Lambi do seu cuzinho até em cima, tendo cuidado de não tocar no clitóris dela também. Beijava aquela maravilha, enfiando a língua profundamente e sorvendo tanto quanto fosse possível todo o mel que ela me dispunha. Camila rebolava prazerosamente na minha língua e tinha seus gemidos abafados pela buceta de Priscila, que gemia e beliscava os mamilos enquanto a amiga lhe chupava com voracidade. Saí do meio das pernas de Camila.

-- deita de frente pra ela, cadelinha. Quero vocês se beijando. – não precisei mandar duas vezes.

Priscila saiu de cima de Camila e deitou-se em cima dela. As duas começaram a se beijar com volúpia e um tesão que fizeram meu pau doer com a pulsação. Não era só o beijo. Os corpos suados se esfregavam, os seios eram esmagados e as mãos trabalhavam de maneira exploratoria com esmero e carinho. Era um espetáculo lindo. Eu ia fazer algo muito gostoso e ia levar aquelas duas ao orgasmo ao mesmo tempo. Me meti no meio das pernas de ambas e enfiei meu pau entre elas, esfregando-o diretamente na buceta das duas. Naquela situação, meu pau roçava diretamente o clitóris das duas. Elas estavam tão molhadas que meu pau deslizava como se estivesse dentro delas. Elas genial uma na boca da outra e procuravam apertar o abraço pra sentir ainda mais o contato. Eu apertava a bunda durinha de Priscila quando as liberei.

-- gozem agora, minhas putinhas. Gozem que eu quero fuder essas bucetas com vontade.

As duas pararam o beijo e começaram a gemer alto. Diziam frases ao mesmo tempo e não consegui entender. Priscila ergueu o corpo, rebolando e pressionando meu pau, intensificando o contato. E logo vieram os orgasmos. Avassaladores. Camila tensionou o corpo em um lindo enquanto esguichava violentamente. Seu gemido era alto e longo enquanto seus olhos fechados curtiam o nirvana recém alcançado. Priscila também arqueou o corpo jorrando uma infinidade de líquido sobre a barriga e seios da amiga com o bônus de ter meu peito pressionado contra suas costas e minha mão apertando levemente seu pescoço. Foi uma cena lindíssima. E Juliana assistiu a tudo calada, com a mão pressionada entre as pernas e os mamilos tão duros que pareciam que iriam furar a camisola.

E então eu as fudi. Com força. Com raiva. Enquanto observava Juliana que em algum momento, passou a se masturbar abertamente enquanto me encarava e via a cena. Arranquei alguns outros orgasmos das duas. A buceta de Priscila era quase virginal pro meu pau, aguentando todo ele heroicamente, Priscila desfaleceu de tanto gozar e, conforme o previsto, após ver Camila gozando com meu pau inteiramente socado no cuzinho, pediu que fizesse o mesmo com ela. Foi o único momento que fui humano naquele dia. Tive a decência de ser carinhoso e cuidadoso com o bumbum virgem da menina. Ainda sim, depois que ela acostumou com todo meu pau dentro de si, meti fundo e com força, gozando no rostinho lindo dela. Camila me surpreendeu em muitos aspectos. Ela era mais centrada e mais inteligente do que Priscila que era mais velha que ela. Depois de deixar as duas completamente arregaçadas, com as bucetas inchadas, cu detonado e cara gozada, mandei que fossem ao banheiro tomarem um banho pra irem embora, ficando na sala somente eu e Juliana.

Juliana havia gozado silenciosamente pelo menos duas vezes. Eu via o sofá molhado, sua pele arrepiada estava visivelmente sensível. Durante toda aquela tarde de sexo, juliana não tirara os olhos de mim mas nunca mostrando raiva. Era excitação. Tesão. E vergonha. E ciúme. E humilhação. Naquele momento, era um poço sem fim de sentimentos contraditórios e desconexos. A cada segundo que mantinha meu olhar sobre ela após o término, minha consciência parecia retornar. O olhar dela agora, ainda que voltado pro chão, me mostrava o monstro que eu havia virado. E perceber que dentro daquela farândula de sentimentos que eram as expressões de Juliana existia amor e admiração, fizeram meu estômago revirar.

Não falamos nada. Apenas nos olhávamos. Foram longos minutos até que as meninas desceram nuas pois suas roupas ficaram jogadas pela sala. Priscila se vestiu animadamente, renovada pelo banho mas Camila... Era nova demais e por isso a julguei mal. Ela nos olhou e percebeu que existia algo ali. Algo bem ruim e sufocante. Eu as acompanhei até a porta. Priscila foi na frente e quando estava distante o bastante de nós, Camila tocou no meu rosto gentilmente.

-- olha pra mim... – eu olhei. Eu. Não aquele monstro.

Ela sorriu. Um riso luminoso e gentil.

-- eu adorei transar com você mas precisava saber se aquela gentileza ainda vivia aí... – me deu um estalinho e correu pra alcançar Priscila, saltitante e feliz.

E esse foi o momento mais humano de todo o meu mês de março. Isso foi só o coneço. O carnaval ainda nem tinha acontecido e tudo o que eu queria era sumir e me afastar de todos. Camila com aquele gesto simples e despretensioso havia me trazido de volta e senti o peso de toda a ação daquela tarde. Eu não queria voltar pra dentro do casa porque eu sabia que possivelmente seria a última vez que entraria nela mas não tinha nada a se fazer. Respirei fundo e voltei.

Juliana estava nua no sofá, a minha espera. E aquilo magoou tanto quanto ou mais que a traição. Ela era linda. As curvas perfeitas. Coxas torneadas, barriga lisinha, bunda arrebitada, seios médios. Aquele sorriso que sempre chega aos olhos e agora um cabelo um pouco mais curto que o habitual mas ainda sim grande. Ela não era uma mulher. Era uma obra de arte. Que eu idealizei. E agora eu começava a ver as rachaduras na minha Vênus. Ela se aproximou ansiosa mas eu pus a mão a frente, evitando que chegasse a mim.

-- a gente precisa conversar. – meu tom de voz era brando. O meu normal era assim. Foi a primeira vez em muito tempo que ela me percebeu.

Seus olhos perderam aquele brilho de excitação. Na verdade, naquele momento, ela pareceu ter notado allgo. Passei por ela e fui para o banho. A casa inteira cheirava a sexo. Tomei um banho demorado entre o medo e o desespero. Senti meus músculos relaxarem mas sentia o peso do que viria a seguir.

Voltei pra sala vestido com uma bermuda e camiseta. Ela estava com a camisola de agora pouco. Olhei pra ela... Tão linda... Tão... Destrutiva. Percebi que nunca ia deixar de ama-la naquele momento mas eu queria sobreviver. Sentei no sofá ao lado dela.

-- Ju, o acordo acabou. E eu não vou ficar. – disse meio aéreo.

Ela arregalou os olhos ainda inchados e sua expressão rapidamente se moldou em dor e sofrimento.

-- no dia que você foi me procurar... No dia do parque... Eu já tinha te perdoado. Eu tava me enganando, me fazendo de bobo, inventando desculpas pra não voltar correndo. Lógico que eu tava com raiva! Mas eu tava com mais raiva de mim. Eu fui traído porque não fui o bastante pra você, porque não atendi as suas necessidades. Me senti incapaz pra caraleo... – respirei enquanto ela olhava pro chão.

-- então quando você falou eu inventei a pior merda possível pra que eu não cedesse tão fácil. O primeiro golpe que recebi foi você ter aceitado. Assim como eu ainda tenho pesadelos e ainda vejo as marcas de Daniel em você, pensei que você jamais aceitaria me dividir com alguém, porque eu só queria ser seu... Isso sempre me bastou. Mas novamente, eu preferi mentir pra mim e dizer que ia fazer disso uma experiência positivo e ainda ia te castigar no caminho. Mas não contava do maior ferido ser eu de novo. – sentia um vazio em mim que era estranho. Parecia que algo tava morrendo.

-- eu aprendi mas me perdi. Me destruí. Me tornei uma predador. Eu olho pras mulheres como objetos, como pedaços de carne. E pro meu desespero, quanto mais eu me torno essa pessoa deplorável, mais apaixonada por mim você fica! E só aí eu percebi... Seu problema nunca foi minha falta de atitude. Seu problema é que meu amor por você era gentil, era confiante, era suporte. E quando lembrei dos seus ex namorados, quando vi o que o Daniel fez e o que eu estava fazendo, eu percebi que o que você queria era que eu me tornasse um abusador. Alguém pra oprimir pra te ferir. Porque essa é a linguagem de amor que você entende! Eu tentei, Ju. De verdade eu tentei. Eu te amei ao ponto de quase me destruir pra tentar te fazer feliz, pra que você me achasse o bastante. Mas eu não posso mais.

Eu sentia minha cabeça zumbindo mas por fora eu tava calmo. Ela apenas me olhava com incredulidade e lagrimas no olhos. Seus músculos estavam tensos, seus dedos tamborilavam nervosamente o sofá enquanto eu falava. Ela tentou me tocar mas me afastei e levantei.

-- eu adoro seu sorriso, adoro suas piadas, adoro tudo em você, e espero que a gente continue amigos porque eu não quero mais. Eu não posso mais. Me perdoa, Ju, mas eu não quero ser esse ser tão ruim! Eu te amo! Mas eu não vejo saída pra nossa situação e depois de hoje, eu não sei mais o que poderia ser feito pra nos humilhar ainda mais! Eu deliberadamente agi pra magoar a pessoa mais importante da minha vida!! ESSA COISA NÃO SOU EU!!!

Não houve tempo pra ela falar. Nem peguei minhas coisas, só peguei meu telefone e fui embora.

-- adeus, Ju. Espero que eu ainda te veja de novo. Muito melhor e muito feliz!

Eu a beijei. E foi deliciosamente triste. Sentir seus lábios de novo contra os meus, temperados com o sal das lágrimas. As mãos percorrendo da minha nuca ao meu rosto. Talvez um pedido silencioso para que eu fique. Nossos lábios se separam uma última vez. Eu não quero ir. Desfaço o toque dela. Eu não quero ir. E vou embora. Mas eu quero sobreviver. E assim acaba o acordo. Acabou. E daí pra frente foi ladeira abaixo.

Eu precisava ter aquele homem. Cada dia que passava, aquele olhar de desdém misturado a posse me deixava elétrica. Ele me queria mas só o faria quando quisesse e não quando eu precisasse. Então tentei quebrar ele. Eu precisava daquele pau lindo e gostoso dentro de mim. Então, desde o dia que ele acabou comigo eu o tento. Ando com trajes mínimos, deixo que me flagre nua, falo indiretas de duplo sentido. E ele resiste. Resiste e me olha com posse. Ele é meu dono. E isso me deixa completamente melada.

Tentei seduzi-lo da maneira mais crua é bruta, me jogando pra cima dele e fui humilhantemente escaneada. Mas ainda sim, ele me amava. Sentia em casa toque involuntário, em cada olhar roubado, em cada sorriso escondido. Sentia o olhar dele me queimar mesmo a boca dizendo pra me afastar. E que boca. Eu precisava senti-la novamente o quanto antes. Já não transava há quase um ano.

Apesar do que Marcus viu, ele julgou errado. Julgou muito mal. Eu entendo que fiz parecer que havia mantido um caso tórrido com Daniel por meses mas a verdade é que trepamos em apenas quatro ocasiões. Ele me fazia me sentir desejada de um jeito que Marcus nunca fez. Ele não pedia permissão. Ele me agarrava, me roubava beijos, me espremia na parede até eu ceder. Ele me punia, me batia e me chamava pelo que eu era: uma piranha traidora. Aquilo parecia certo. Aquela posse que ele demonstrava apesar de não ter. Prova disso foi que a única vez que insultou meu amor, paramos de nós falar por meses. Depois ele tentou e foi mandando vídeos antigos das vezes que transamos e acabei cedendo uma última vez. A verdade é que depois que ele tentou humilhar Marcus, eu perdi o tesão.

Marcus sempre... Foi meu príncipe encantado. Ele cuida de mim mesmo quando não mereço. ele ama mesmo agora, no meu pior mimento. Ele devota um respeito que hoje sei que não faço jus. Eu me sentia uma deusa perto dele mas isso era frio, distante. Ele olhava com reverência, nunca como alguém Igual. Ele nunca ligou que eu saísse com minhas amigas, nunca se importou. Parece que eu tinha um eterno vale night. Sentia falta do Big Mac impetuoso, o que arrebentou um homem por mim. A verdade, é que ele me olhava mas nunca me viu. Só via minha aparência, só via o que ele queria ver e ignorava todo o resto. Não foram poucas as vezes que quis que ele me arrastasse de uma festa como fez no baile de pré carnaval, ou que gritasse comigo como fez quando começamos a namorar. Ele ficou frio... Distante...

Um dia, não aguentando mais a vontade de ser possuída por ele, eu... Eu sei o que fiz. E pensei ter dado certo. Eu... Conspurquei a memória dele. A minha também mas eu precisava. Direcionei a conversa pro sofá... Dizia besteiras ao pé do seu ouvido. Dizia que o amava, como na primeira vez que disse isso a ele. Só que fui afobada. Na minha ânsia de querê-lo dentro de mim, assim que ele se entregou, em vez de beija-lo, eu apertei seu pau com força enquanto o olhava pulsar e lambia os lábios. Ele levantou rápido. Rápido demais. Disse que esperasse ele voltar que me traria uma surpresa.

De todos os homens que já tive, Marcus é especial por uma série de motivos. Ele é de longe o mais lindo deles. Ele não era só uma pessoa gentil, era um amante gentil, procurando sempre me dar meus orgasmos tanto quanto eu quisesse. Tinha uma resistência absurda, podendo ficar transando por horas. Já ficamos e foi incrível. Meu namorado nunca me fudeu. Ele... Ele me adorava. Meus orgasmos eram intensos mas eram... Diferente... Hoje sei que é porque com ele, não era só meu corpo que gozava. Minha cabeça ficava leve. Meu coração cheio. Com ele, cada pedacinho de mim gozava. Eu me preparei praquilo de novo. O tempo que ele demorou, coloquei a camisola que ele gostava, a lingerie que deixava ele louco. Sabia que hoje ele ia me destruir. No fim, eu não estava errada.

Quando escutei a porta bater, saií correndo. Estava pronta pra ele. Minha buceta estava tão melada que a calcinha não dava conta e logo ficou escura. Meu corto todo vibrava e esquentava diante das possibilidades que fantasiava. Porém nenhuma delas envolvia ele entrando em casa com duas piranhas a tira colo. E elas estavam prontas pra consumí-lo mas não tinham força ou estômago pra isso. Eu fiquei arrasada. Nunca me senti tão humilhada, tão escaneada... Tão excitada. Ele me mandou assistir do sofá e o que vi foi o espetáculo mais perversamente delicioso que já vi. Marcus não havia se tornado um bom amante. Ele havia se tornado o melhor. Ele dominou nós três. Não era mais só sua voz e seu olhar. Sua presença intimidadora, seu cheiro selvagem.

Ele brincou com as duas até fazê-las explodir no orgasmo mais forte que já vi. E ele viu. Ele me viu arfando. Me viu apertando as coxas. Eu chorava de ódio, de desespero, mas eu gozava sem me tocar. Aquele pau era pra estar em mim mas era quase poético vê-lo destruindo aquelas duas piranhas. Elas quase entrarem em estado letárgico tamanha a força do gozo. Mas ele já sabia como acordá-las. Roçando aquela cabeçorra na entrada das duas. Elas rebolavam e gemiam. Ele começou a meter nelas naquela posição. Não foi gentil. Não foi meu Marcus. Foi aquele Deus do sexo que me arrancou um orgasmo com força, me espremendo na parede.

Ele devorou as meninas. A que mais sofreu foi a menina de cabelo liso. Ele não teve pena dela e não sei como não quebrou seu quadril. O som ensurdecedor do púbis dele chocando-se violentamente com a bunda dela me deixou em transe. Ela não conseguia falar. Ele a enforava, diferente do que fez comigo. E toda vez que ela tava quase gozando, ele soltava e dava um tapa em seu rosto, e os orgasmos vinham como cachoeiras. Ela gritava insandecida. Mas o que realmente me magoou foi a outra menina.

Durante toda a destruição com a menina de cabelo liso ele me olhava e ria. Ria da minha submissão, da minha cara de tesão, do fato de estar esfregando meu grelo violentamente e gozando com todo o prazer que ele estava dando aquela menina. Era vergonhoso e humilhante mas eu rezava pra que em algum momento ele largasse aquela piranha e fizesse comigo exatamente igual. Mas com a outra... Foi posse. Essa outra, durante todo o tempo que ele castigou a amiga, ela o beijava. Mordia seu peito. E as únicas vezes que ele tirava os olhos de mim era quando ela o chupava quando o pau saia de dentro da amiga.

Ele a comeu com vontade mas parecia ter algo mais. Ela sentou em seu colo e ela rebolava forte, com uma mão na nuca e outra no peito dele. Os olhares... Ela capturava o olhar dele. E o que me destruiu foi perceber que o que ele estava fazendo ali, se não era, era quase o amor que fazíamos. Seus olhos estavam perdidos e ele parava de bater e humilhar como fazia com a outra. Eu continuei esfregando meu grelo, mas agora ele doía. Não aguentava mais gozar e o fazia pra me machucar, sabendo que tava perdendo meu único amor. Ele fudeu o cu dela de ladinho enquanto ela segurava em sua nuca. E despejou todo seu precioso sêmen dentro dela. Mas a minha humilhação não estava completamente.

Quando a outra menina viu o que ele fazia, deitou-se atrás dele e começou a beijar a nunca do meu homem, sussurrando alguma coisa. Parece que só aí l, aquele predador voltou.

-- fala alto, cadelinha. Pede que nem puta. – ele ri. Um riso que esfriou minha alma mas irrigou meu sexo.

-- por favor, come meu cuzinho como comeu o da Mila... – ela falava tímida mas sua voz e seus olhos transbordavam desejo.

Ele levantou, deixando Mila deitada de bruços, apoiando o rosto nas mãos enquanto observava. Ele puxou a menina pelo cabelo e a colocou do meu lado! Toda empinada. Ele lambeu, chupou e deidou. Tanto a buceta quanto o cu daquela piranha. Ela gemia descontrolada. Perguntava pra mim com um riso debochado como eu aguentava aquilo. Eu tava morrendo de raiva. Dele e delas! Mas a única vontade que tinha era de continuar me machucando esfregando meu grelo. Ele puxou a cabeça dela e começou a meter. Vi a dor passar pelo seu rosto. Ele perguntou como ela estava. Não era preocupação. Queria ouvir. Ela disse que doía então ele afrouxou a pegada e disse que ia parar. Ela gritou “NÃO!! CONTINUA COMENDO MEU CUZINHO!! EU QUERO ESSE PAU INTEIRO DENTRO DA MINHA BUNDA!!!” . E ele riu. Voltando a meter continuamente.quando entrou tudo ele mandou que ela colocasse a mão por baixo e quando ela sentiu, teve seu primeiro gozo anal. Ele, olhando pra mim, fez ela dizer o que queria. COME MEU CUZINHO!!! ARREBENTA MEU CU, GOSTOSO!!! ACABA COM A TUA CADELINHA!!!

Depois ele a castigou fez ela implorar pra ser arrombada e ela fez. A fez se chamar de puta, de cadela. Ele batia na bunda e no rosto dela com vontade. Ele destruiu as duas mãos essa com certeza foi a que saiu mais machucada.quando foi gozar, me deu a cereja do bolo. Ele levantou e veio pra minha frente, a centímetros do meu rosto. Eu juro que pensei que pelo menos isso eu ganharia mas ele puxou a cabeça da menina e mandou eu olhar. Ele gozou por toda a cara da garota e ela ao fim sugou o pau dele até tirar a última gota. Eu estava moral, física e emocionalmente destruída. Ele mandou que fossem tomar banho. A Mila o beijou quando foi pegar a outra menina e levá-la ao banheiro. E ele ficou olhando pra mim. Eu gozada, humilhada, destruída, excitada. A expressão dele era confusa. Difícil de ler.depois que elas foram embora ele pediu que aguardasse na sala. Já não era a mesma pessoa. Fiquei lá, toda descabelada. Chorando pelo que agora sabia que tinha feito.

Quando ele voltou, esfregou toda a realidade na minha cara. Eu não conseguia responder. Parecia que tinha um bolo na minha garganta. Eu estava paralisada vendo o homem da minha vida em prantos se despedindo de mim. Eu tentei alcança-lo mas ele evitou meu toque, quebrando ainda mais meu coração. Eu podia ver a dor em seus olhos. Eu podia ver... O amor por mim, pela gente... Morrer. E isso me mostrou que estava acabado. Eu. Ele. Nós não existiria mais. Ele foi embora e durante semanas eu só chorei. Eu matei a pessoa mais gentil do mundo porque eu era disfuncional. Eu acabei com a minha vida e com a minha felicidade. E isso tudo antes do carnaval.

O mês passou e eu mal me alimentava. Algumas amigas vieram me ver entre elas, alguém que eu não esperava. Ivete. Foi ela que me levantou. Me fez acordar pra vida. Ela me fez procurar uma psicóloga, me matricular em uma academia e voltar a trabalhar. Eu me culpava pelo que fiz e desde então não sabia notícias de Marcus e quando perguntava pra Ivete, ela dizia que eu devia me concentrar em me cuidar e deixar o Marcus pra outra ocasião. Ivete... Até onde eu saiba era namorada do Raoni, mas a relação deles sempre foi aberta e agora eu sabia o por quê ele se apaixonada por ela. E Marcus também. E eu. A gentileza genuína.

No fim do mês, acabei esbarrando com Marcus em um evento. Ele estava lindo mas seus olhos... Pesados, sofridos. Quando me viu, revelou surpresa. E eu vergonha.. sentia sua falta. Mais do que eu gostaria. E ele riu. Um riso que não via desde os tempos de faculdade. Desde a época que éramos só amigos. E eu quis aquilo de novo pra mim. Eu iria lutar por ele mas agora, do jeito certo.

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Comentários

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Muito bom sabia que esse acordo era um erro , agora vamos ver se haverá um recomeço correto , ainda tenho muito nhas duvidas

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A partir de agora, serão os dois contando a história. Vai ser uma puta experiência nova tentar contar o ponto de vista de uma mulher.

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Chorei de novo... Mas agora ela realmente está começando a ficar bem.

Terapia, tempo, quem sabe... Acho que pode dar certo, fiquei muito feliz, como acabou o acordo, Marcus parou de se machucar e Juliana finalmente começou a se levantar, quem sabe, de verdade.

Mesmo se não terminarem juntos, agora ao menos ela têm chance de ser feliz de verdade.

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A gente entra pra ler uns negócio excitante e saí chorando... Auhauhauh prometo que se eu escrever uma próxima série, será algo leve... Auhauh

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