Novos Negócios em Expansão - A Primeira Criação - Parte 2 (prelúdio)

Um conto erótico de SissieHipnose
Categoria: Trans
Contém 2727 palavras
Data: 17/01/2026 14:51:51

Novos sentimentos e novas sensações são sentidas pelo protagonista. Poderá ele mudar os rumos do que o novo destino está traçando?

(Essa é uma história de ficção erótica. Todos os personagens e situações dessa história são fictícios e todos personagens tem mais de dezoito anos de idade. Não existem doenças sexualmente transmissíveis de qualquer tipo no universo dessa história.)

sissiehipnose@gmail.com

Me vesti para sair para minha quarta consulta. A minha camiseta me incomoda bastante no peito, já a minha calça fica muito larga na cintura e mais apertada nas coxas. Já ensaiei algumas vezes uma conversa com Adriana sobre parar esse tratamento, mas não tive coragem de iniciar essa conversa.

Eu sei que a minha barriga está enxuta e magra como nunca antes e não posso me lembrar de ter pesado tão pouco, mas a minha satisfação termina nesses pontos.

O meu corpo está cada vez mais errado. A minha pele está diferente, mais macia e lisa e meus pêlos parecem mais ralos. Os meus peitos estão crescendo e ficando mais arredondados e sensíveis, isso não é certo. O meu cabelo parece estar crescendo de forma mais acelerada que antes. Nada disso é certo.

Chegamos a minha consulta. Indagações e reclamações sobre o tratamento passarem pelos meus pensamentos. Eu pensei em comentar sobre isso com a minha companheira, mas pensar o quão isso a deixaria triste me desestimulou. Ela está muito feliz com o meu tratamento e a minha perda de peso.

Como das outras vezes respondi de forma automática as perguntas do Dr. Samuel. Eu estava pensando pouco nas respostas, até que ele perguntou:

— Está feliz com o tratamento?

Mil vozes em minha cabeça pediram que eu falasse que não expressasse os meus descontentamentos de forma clara. Os meus músculos se enrijeceram. Olhei para o sorriso satisfeito de Adriana e não pude mais encará-la. A minha voz saiu fraca e insegura:

— Eu… eu… não sei.

Olhei mais um momento para a minha namorada. O seu olhar de decepção começou a se formar e rapidamente complementei:

— Eu estou gostando muito, desculpe, é a emoção. Eu nem posso me lembrar de quando pesei o valor que está agora.

Me senti feliz e tranquilo ao ver a expressão de satisfação da minha namorada. Tirei a minha roupa sem pensar muito a esse respeito quando o médico pediu, apenas depois me senti novamente um pouco inseguro.

As mãos do médico deslizaram pelos meus braços me causando arrepios. Eu senti por um momento que deveria comentar sobre a minha sensibilidade anormal, mas o medo de chatear Adriana foi maior.

Uma das mãos do médico apalpou o meu seio. Pego de surpresa, eu não contive um envergonhado gemido. O médico se afastou um pouco e comentou:

— Você deve passar isso nos seios duas vezes ao dia, não importa o horário, mas dê um intervalo de pelo menos quatro horas.

Ele me estendeu um tubo de creme branco sem identificação. A minha boca chegou a abrir para perguntar e hesitei um momento olhando para a minha companheira, depois falei:

— Para que serve isso?

Já escrevendo em seu computador ele respondeu:

— Vai corrigir o crescimento irregular e a sensibilidade alta nos seus seios.

A afirmação me trouxe um grande alívio. Fiquei feliz de não precisar ter feito a pergunta.

Ele me permitiu eu me vestir novamente e como das outras vezes, tomei mais uma dose da injeção. Que bom que o meu tratamento está evoluindo.

***

Novamente eu estava diante daquele homem grande, forte e de voz poderosa, o meu massagista. É impossível não se sentir intimidado em sua presença.

Eu já sabia o que fazer, então assim que ele pediu em já fiquei apenas de cuecas e me acomodei sobre a maca, olhando para baixo.

As suas mãos tocaram o meu corpo. Senti o já conhecido cheiro doce de algum líquido que ele usa, mas havia algo mais.

Senti uma leve ardência onde o massagista está tocando, nada muito forte, mas diferente da minha consulta na semana anterior. Respeitando o profissional, optei por nada comentar por enquanto.

Os seus toques foram se intensificando aos poucos. Dessa vez me preocupei menos em conter os meus gemidos. Com vergonha penso o quanto eles são gostosos. É inevitável me perder nas sensações.

O toque diretamente na minha bunda fez os meus músculos se enrijecerem involuntariamente. A sua voz foi suave quando ele pediu para eu relaxar e tentei fazer isso. Seus dedos deslizaram algumas vezes sob a minha cueca o que me deixou bastante desconfortável. A ideia de um homem, mesmo sendo um profissional, tocando numa parte tão íntima é assustador.

Fiquei mais aliviado e menos exposto quando ele pediu para eu me virar. A sua massagem recomeçou na parte de cima.

Gemi quando ele inesperadamente tocou o meu peito. O seu olhar continuou profissional e eu tentei me conter, sem sucesso, enquanto ele massageou essa minha parte sensível.

Com intensa vergonha desviei o meu olhar para o outro lado. O seu toque em meu peito continuou, como se ele nunca fosse passar para outra parte.

As ondas de prazer se tornaram cada vez mais intensas. Uma parte minha queria pedir para ele parar, mas não consigo.

Uma onda de choque percorreu o meu corpo com uma força extrema. Parece impossível, mas senti o melado entre as minhas pernas. Eu tive um orgasmo.

Eu queria me levantar e me esconder. Queria deixar esse lugar o quanto antes. O meu corpo relaxado não se moveu, como se interromper a massagem por qualquer razão fosse um pecado mortal.

Pouco depois ele terminou, sem nada comentar do esperma presente na minha cueca. Ele deve estar irritado, mas foi profissional e felizmente nada comentou.

Me vestindo, percebi que estou sem pêlos corporais nos braços, pernas e no meu peito. Eles já estavam parecendo ralos, mas agora estão ausentes. O que esse massagista fez?

Eu me retirei o mais rápido que pude, me sentindo muito mal com a situação. Como vou poder contar isso para Adriana? Como vou explicar o meu corpo sem pêlos?

***

Me sentindo muito envergonhado e inseguro eu mostrei o meu corpo sem pêlos para a minha namorada. Eu sempre tive poucos pêlos corporais, mas isso é muito distante da minha situação atual.

Ela não demonstrou qualquer surpresa ou irritação com a situação. Suas mãos passaram pelo meu corpo e elogiaram a maciez da minha pele. Pelo contrário, ela me empurrou sobre a nossa cama e inesperadamente começou a chupar meu seio.

Eu perdi o fôlego. A sensação da sua boca me tocando é ainda melhor que o toque de uma mão.

As suas mãos tocaram e acariciaram o meu pênis. Por um momento fiquei chateado por ele não estar ficando rígido a algum tempo, mas as ondas de prazer desviaram o meu foco.

A mão de Adriana deslizou do meu pinto e de forma leva acariciou a minha bunca e depois a minha região anal. Eu falei:

— Espera, não…

Ela me conteve de forma mais agressiva que o normal. A sua voz foi autoritária quando ela se afastou do meu peito um momento e falou:

—Cala a boca!

Os seus dedos tocaram a minha região anal de forma mais intensa. Ela quase chegou a me querer me penetrar em alguns momentos, os meus músculos reagem involuntariamente, mas seu toque nessa área é prazeroso.

Não demorei para chegar num anormal, mas intenso, novo orgasmo no mesmo dia. As forças me faltaram por um momento. Ela não me deixou descansar e deitando ao meu lado e tirando a sua calça com pressa falou:

— Agora você vai me servir.

Eu corri sobre ela já buscando a sua deliciosa xoxota para sentir o seu sabor.

***

Terminei a limpeza e arrumação no nosso quarto. Eu gosto do meu horário de limpar arrumar a casa.

Eu parei por um momento e segui para o closet da minha esposa. Algo parecia me atrair para ele.

Abri a gaveta das calcinhas sexy da minha esposa. Peguei uma delas e colocando-a sobre o meu rosto senti por um tempo o seu delicioso perfume.

Eu queria sentir mais dela. Eu sabia o que queria fazer, mas hesitei por algum tempo. Seria terrivelmente constrangedor se a minha companheira perceber algo.

Cedendo ao desejo tirei a minha roupa e vesti a bonita calcinha. Ela serviu razoavelmente bem, embora não parecesse apropriada para o volume na frente.

Por um momento abri a sua gaveta pessoal da sua mesa de apoio. Eu já sabia o que encontraria lá e olhei por um momento para o seu grande vibrador de cor escura. A mistura de sensações e sentimentos é confusa e logo desvio o olhar e fecho a gaveta.

Não resisti a ficar com a calcinha por um tempo e me apreciar. A sensação de bem estar com ela é gigantesca. A minha esposa só voltaria do trabalho a noite, mas segurei o meu desejo de ficar o dia todo vestido com ela. A retirei e a acomodei na gaveta da melhor forma que pude. A minha namorada nada deveria perceber de anormal. A vergonha dessa situação me atingiu de forma forte. Por quê eu fiz isso?

***

Adriana estava entretida na leitura em seu tablet quando eu servi o café da manhã. Ela gosta muito de ovos com bacon que infelizmente eu não posso comer.

Eu nunca estive tão magro, as minhas roupas estão muito largas, vou precisar de novas. Mas me sinto sem músculos e mais fraco, até pensei em fazer uma academia para me fortalecer e ganhei uma bronca de Adriana, pois um dos objetivos do tratamento foi não precisar ir a uma academia.

A minha blusa larga ajuda a esconder os meus seios, o que seria impossível com algo mais justo, mas a calça está muito irregular. Felizmente já faz um tempo que não preciso sair de casa.

Vendo as minhas tentativas infrutíferas de manter a minha calça larga no lugar a minha companheira falou:

— Isso não vai dar certo. Você tem algo menor?

Eu neguei, já estava tentando com a minha calça de menor cintura e com meu menor cinto. Ela mexeu em seu guarda-roupa falando:

— Eu vou tentar algo.

Adriana jogou uma calça bege do meu lado. Um pouco receoso eu a vesti, já imaginando o quanto ela seria unissex.

O material da calça é estranho do que já usei e deixa as minhas canelas expostas. A cintura parece querer ficar no lugar errado. A minha namorada fez elogios, mesmo eu sabendo que a calça ficou feminina demais. Depois me mandou tirar a blusa e me arrumou outra branca com tamanho bem menor que a minha.

A blusa ficou curta, quase querendo expor a minha barriga, e não deixou eu esconder o tamanho dos meus seios, mas ficou ideal nos braços, embora as mangas sejam estranhas. Um pouco inseguro falei:

— Não sei, o meu peito, ele parece tão exposto. Você não tem algo mais largo?

Adriana impôs o seu ponto de vista:

— Besteira, e apenas vamos na consulta, depois vemos roupas novas para você.

Mesmo inseguro eu estava com poucas opções e acabei cedendo, já pensando que mais tarde poderíamos ir ao shopping, mesmo que eu ficasse no carro esperando.

***

Pela primeira vez reparei o quanto o Dr. Samuel parece bonito e bem apessoado. Eu me peguei sorrindo para ele e depois passei a tomar cuidado, ou ele poderia ter ideias erradas sobre a minha pessoa.

Eu gostei de seus toques tirando as minhas medidas e não consegui segurar um sorriso quando ele acariciou os meus peitos. Depois mexeu um pouco no computador e falou, se dirigindo mais para Adriana:

— Algo em torno de 90% do nosso objetivo corporal foi alcançado, mas pelas suas informações ainda vamos precisar fazer ajustes em alguns aspectos.

Eu olhei para a minha companheira pensando que informações seriam essas. A minha atenção nisso foi tirada quando ele se voltou nitidamente na minha direção e falou:

— Temos algo importante a tratar, Sr. João. O débito na conta de vocês foi rejeitado.

Eu demorei um pouco para compreender as suas palavras. Depois me voltei para Adriana que parecia insegura ao falar:

— Desculpe Doutor, o meu companheiro ficou desempregado recentemente, eu aguardava alguns bônus e uma promoção que não saíram. Acredito que podemos resolver se nos der algumas semanas.

As informações de deixaram surpreso. Eu havia enviado alguns currículos e feito alguns contatos com conhecidos, mas nada levou a algo palpável ainda. Eu nunca tinha visto o olhar do médico tão sério. Ele comentou com um olhar preocupado.

— Isso é totalmente irregular, mas eu sou uma pessoa compreensiva. Retomaremos esse assunto na semana que vem. Interromper o tratamento agora pode ser muito prejudicial.

Eu parei de pensar sobre isso quando ele preparou e depois aplicou a minha injeção semanal. É bom estar no tratamento.

***

Eu esperei Adriana tocar no assunto, mas isso não aconteceu. A lembrança da rejeição do pagamento do médico na nossa conta corrente aparece às vezes no meu pensamento.

A minha companheira já estava terminando a sua refeição matinal e logo sairia correndo para o trabalho. Eu me enchi de coragem e perguntei:

— Eu me lembrei agora sobre as palavras do Dr. Samuel. Estamos sem dinheiro para continuar o tratamento?

Ela largou a xícara de café sobre a mesa e o seu olhar foi sério. Ela explicou:

— Eu estou analisando as nossas opções, não se preocupe.

Eu me senti inseguro em fazer novas perguntas e ela se levantou, deixando claro que o nosso assunto havia chegado ao final. Ela beijou os meus lábios de leve e com a sua saída eu segui lavar a nossa louça do café da manhã.

***

Preparei e levei um Old Fashioned para Adriana. Ela estava na sala, conversando no celular com alguma amiga.

Com a minha chegada com o seu drink ela se despediu encerrando a sua conversa. Eu arrumei a bebida na mesinha ao seu lado e aguardei me posicionando a certa distância. Ela tomou um gole e sorrindo falou:

— Está ainda melhor que o último, você está se superando.

O elogio me deixou contente, mas eu realmente tento melhorar em tudo a cada dia, sempre pesquisando novas receitas e preparações culinárias, mantendo o nosso lar o mais limpo e organizado possível e tentando fazer o máximo para deixar a minha companheira satisfeita.

Ela deu toques leves no espaço ao seu lado enquanto parecia beber uma porção generosa de sua bebida, depois falou:

— Vem aqui.

Com o seu pedido eu me acomodei ao seu lado. Eu tenho sentido que devo evitar sentar junto na mesma refeição ou ao lado no sofá, e embora dormimos juntos, isso me incomoda um pouco.

A sua mão deslizou pela minha perna me causando uma onda de arrepios. Antes que os nossos lábios se unissem ela falou:

— A sua pele está tão macia e gostosa.

Por um momento pensei nos novos cremes corporais que Adriana havia me pedido para usar diariamente após o banho. Eu não tinha gostado muito deles no início.

O sabor dos lábios da minha companheira são os melhores do mundo. Uma das suas mãos exerce mais pressão sobre as minhas coxas, enquanto a outra mão desliza no meu peito sobre a minha blusa. As sensações são ótimas.

Ela tira a minha blusa e seu olhar percorre o meu corpo por um instante. O seu olhar predador me deixa inseguro por um momento. Eu sei que meu corpo está errado, mas é difícil pensar nisso.

Ela tira a sua blusa e suas mãos apertam os meus seios com mais força. A onda de prazer me invadiu e eu gemo com a prazerosa sensação.

Ela puxa a minha cabeça para os seus seios. Eu gosto de ser conduzido. É bom ser conduzido. Eu sei o que devo fazer e os chupei com vontade, fazendo Adriana gemer.

A minha companheira retira o seu shorts e a sua calcinha. Eu sei o que ela quer e a minha cabeça segue em direção a sua vagina. Eu preciso dela. Eu me delicio com o seu cheiro e o sabor como se fosse o último dia da minha vida.

Adriana geme e se contorce um pouco as vezes. Eu sou bom nisso e conheço os seus pontos sensíveis. Ela não demora a pressionar mais a minha cabeça em suas pernas e explodir em um orgasmo.

Eu adora dar prazer para ela.

***

Continua…

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Foto de perfil de SissieHipnoseSissieHipnoseContos: 93Seguidores: 101Seguindo: 3Mensagem Trabalho com tecnologia da informação e sou escritor amador nas horas vagas. Adoro contos envolvendo tecnologias diversas, feminização (principalmente forçada), mulheres dominantes, lavagem cerebral, controle mental e ficção científica. Obrigado a todos que acompanham e comentam meus contos. Se quiser conversar ou trocar ideias o meu e-mail se encontra na maioria dos meus contos.

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