> Pessoal, como recebi muitas mensagens e comentários pedindo mais um capítulo, percebi que tinha mais um pouquinho que eu gostaria de contar a vocês sobre essa família. Sei que disse isso da última vez, mas chegamos ao fim da história, aqui encerramos essa série que eu me excitei demais escrevendo! Obrigado por acompanharem! Continuem lendo as outras, prometo que farei o meu melhor.
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A luz do sol invadiu a sala da casa de madeira sem pedir licença. Eram 07:30 da manhã, e o calor de Ilhabela já começava a cozinhar o telhado.
Bruno acordou primeiro.
Não foi um despertar romântico de filme. Foi físico, dolorido. Seu pescoço estava travado em um ângulo ruim contra o braço do sofá de vime. Sua boca tinha gosto de cabo de guarda-chuva — uma mistura de cerveja choca, saliva seca e o sabor metálico e salgado do corpo da mãe que ele não tinha escovado dos dentes.
Ele abriu os olhos, piscando contra a claridade. A primeira coisa que viu foi o teto de madeira. A segunda foi o peso sobre seu peito.
Cristina estava deitada sobre ele, o lado esquerdo do rosto esmagado contra seu esterno, a boca entreaberta, um fio de baba escorrendo pelos pelos do peito dele. Ela estava nua. A luz do dia não perdoava: mostrava as estrias prateadas nos seios fartos, a flacidez suave da barriga, a mancha roxa de um chupão no pescoço que ele nem lembrava de ter dado.
Do outro lado, espremida entre ele e o encosto do sofá, estava Patrícia. Ela dormia de costas para ele, em posição fetal. A camiseta dele, que ela ainda vestia, estava subida até a cintura. A bunda dela estava exposta, branca e redonda.
Mas o que prendeu o olhar de Bruno não foi a nudez. Foi a sujeira.
A coxa interna de Patrícia estava manchada com um rastro seco e escuro: sangue. O sangue do hímen rompido, misturado com os fluidos dele e dela. No sofá bege, logo abaixo do quadril de Cristina, havia uma poça seca e dura, com bordas amareladas — a mistura de sêmen e lubrificação que tinha escorrido dela durante a noite.
O cheiro na sala era denso. Cheiro de canil. Cheiro de sexo confinado, suor velho, maresia e corpos que transaram até a exaustão.
Bruno tentou se mexer. O movimento acordou Cristina.
Ela não se assustou. Não puxou um lençol para se cobrir. Ela abriu os olhos inchados, olhou para o teto, piscou duas vezes e então levantou a cabeça para olhar o filho.
— Bom dia — ela disse. A voz dela era um lixa, grave e arrastada.
— Bom dia — Bruno respondeu, a garganta seca.
Cristina se apoiou no cotovelo, os seios pesados balançando livremente, os mamilos marrons e largos olhando para ele. Ela passou a mão no rosto, limpando o sono. Depois, olhou para baixo. Olhou para o pau de Bruno, que repousava mole sobre a coxa, cercado de pelos emaranhados e crostas de gozo seco.
— A gente fez uma bagunça — ela comentou, sem nenhum traço de culpa. Havia apenas uma constatação prática na voz dela.
Patrícia se mexeu, soltando um gemido de dor.
— Ai... minha bunda... — ela resmungou, virando-se.
Quando ela viu a mãe e o irmão acordados, olhando para ela, parou.
Esse era o momento do teste. O momento em que a vergonha deveria entrar, em que elas deveriam correr para o banheiro, chorar, dizer que foi o vinho.
Patrícia olhou para Bruno. Olhou para o sangue seco na própria coxa. Olhou para a mãe nua em cima dele.
E sorriu. Um sorriso preguiçoso, de gata que comeu o canário.
— Que sede — Patrícia disse, sentando-se no sofá e coçando a buceta por cima da camiseta, sem a menor cerimônia.
A normalidade daquilo foi mais chocante do que o sexo em si. A família tinha morrido naquela noite. O que tinha nascido no lugar era uma matilha.
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— Eu preciso de um banho — Cristina anunciou, levantando-se do sofá.
Ela ficou de pé na sala iluminada. À luz do sol, ela era uma mulher real de 45 anos. Havia celulite nas coxas, vasinhos nas pernas. Mas havia também uma imponência sexual que nenhuma garota de 20 anos teria. A buceta dela estava inchada, os lábios vermelhos e abertos, ainda úmidos.
— Vamos todos — Bruno disse, levantando-se também. O pau dele balançou, pesado. Ele sentiu uma pontada de dor na base — reflexo do excesso da noite anterior —, mas era uma dor boa. De uso.
Eles caminharam em fila indiana até o banheiro pequeno da casa. Ninguém se preocupou em fechar a porta.
O box era apertado. Cristina entrou primeiro e ligou o chuveiro. A água fria bateu no corpo dela, e ela gemeu alto.
— Vem — ela chamou, estendendo a mão para os filhos.
Bruno entrou. O espaço ficou minúsculo. O corpo dele encostou no da mãe molhada. Patrícia se espremeu na frente dele.
Eles estavam colados. Pele, água, sabonete.
Cristina pegou o sabonete. Começou a ensaboar o peito de Bruno. As mãos dela eram firmes, funcionais, mas carregadas de posse.
— Lava as costas da sua irmã — ela ordenou.
Bruno obedeceu. Ensaboou as costas de Patrícia. Desceu as mãos para a bunda dela. Sentiu a textura da pele, a firmeza. Seus dedos escorregaram para a fenda. Patrícia se empinou contra ele, esfregando a bunda no pau dele, que começava a dar sinais de vida, acordando com a água fria e o contato.
— Tá ardendo — Patrícia reclamou quando a água bateu na buceta dela, lavando o sangue seco. A água no chão do box ficou rosada por um momento.
— É normal — Cristina disse, virando Patrícia de frente. — Deixa a mãe ver.
Ajoelhou-se no chão molhado do box. Não como uma serva, mas como uma médica — ou uma veterinária cuidando da cria. Ela abriu as pernas de Patrícia. Inspecionou a entrada vagina inchada e lacerada.
— Tá machucadinho — Cristina diagnosticou, passando o dedo com sabonete delicadamente. — Mas vai cicatrizar rápido. O Bruno não teve pena.
— Não teve mesmo — Patrícia concordou, olhando para o pau do irmão que agora estava meia-bomba, roçando no ombro da mãe ajoelhada.
Cristina olhou para o pau diante de seu rosto. O cheiro de sabonete limpava o almíscar, mas a memória do gosto ainda estava lá.
Ela abriu a boca e lambeu a cabeça do pau, sob a água corrente. Uma lambida rápida, de reconhecimento.
— Pronto — ela disse, levantando-se. — Agora estamos limpos. Mais ou menos.
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Eles saíram do banho molhados, sem se secar direito. Ninguém vestiu roupa. A nudez tinha se tornado o uniforme oficial da casa.
Foram para a cozinha. A mesma cozinha onde, dias antes, a tensão era feita de olhares furtivos e palavras não ditas. Agora, tudo estava exposto.
Bruno foi para o fogão fazer café. Ele estava nu, de costas para elas. Os músculos das costas se moviam enquanto ele mexia na cafeteira. As nádegas contraíam quando ele mudava o peso de uma perna para a outra.
Cristina sentou-se à mesa de plástico, as pernas abertas, relaxada. Patrícia sentou-se no colo da mãe.
Sim, no colo da mãe. Como uma criança grande.
Cristina abraçou a cintura da filha, descansando o queixo no ombro dela. As duas nuas, pele com pele, peito com costas. A mão de Cristina pousou distraidamente na coxa de Patrícia, perto da virilha.
— Tô com uma fome de leão — Patrícia comentou, pegando um pão do saco.
— Você gastou muita energia — Cristina riu, mordendo a orelha da filha.
Bruno virou-se com a garrafa térmica e as xícaras. Ele colocou na mesa. O pau dele, agora flácido mas pesado, balançava a centímetros do rosto de Patrícia.
Ele não se afastou. Ele se inclinou para servir o café, e a cabeça do pau roçou no braço de Patrícia.
Ela não recuou. Ela virou o rosto e beijou a cabeça do pau. Um estalo seco.
— Bom dia, Tripé — ela disse, rindo.
O apelido. O callback. A confirmação de que o ciclo estava fechado.
Bruno sorriu. Não aquele sorriso de menino provocador da cidade, mas um sorriso de homem dono do território. Ele pousou a mão na cabeça da irmã, acariciando o cabelo molhado, e depois na nuca da mãe.
— Bom dia, minhas putas — ele disse, com carinho.
Cristina não se ofendeu. Ela sorriu, os olhos brilhando ao tomar o café preto.
— Senta aqui, filho — ela indicou a cadeira vazia. — Come. Você precisa repor as energias. Hoje o dia vai ser longo.
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Depois do café, a energia mudou. Não havia mais a urgência bêbada da noite, nem a curiosidade nervosa. Havia apenas a certeza da posse.
Eles não precisaram combinar. Aconteceu na mesa mesmo.
Cristina empurrou Patrícia para frente, fazendo-a debruçar na mesa, o rosto em cima das migalhas de pão.
— O Bruno ainda não gozou hoje — Cristina observou, olhando para o filho. — E ele acordou duro de novo no banho.
— É... — Bruno confirmou, aproximando-se por trás da irmã. — Mas a Patty tá machucada. Não dá pra enfiar nela agora.
— Tem outros buracos — Cristina disse, prática. — E tem a mãe.
Ela se levantou e contornou a mesa. Ajoelhou-se no chão, atrás de Bruno.
— Põe nela só a cabecinha, filho. Só pra provocar. A mãe cuida do resto.
Bruno encostou o quadril na bunda da irmã. O pau dele, revigorado pelo café e pela cena, estava duro de novo. Ele esfregou a cabeça na fenda da bunda de Patrícia, lubrificando com a própria pré-excitação.
— Abre as pernas, Patty — ele mandou.
Patrícia obedeceu, afastando os pés.
Bruno não penetrou a vagina. Ele encaixou o pau entre as coxas dela, bem na parte alta, roçando nos lábios inchados mas sem forçar a entrada. Começou a fazer um movimento de fricção, roçando a glande no clitóris dela.
Patrícia gemeu, a boca amassada contra a toalha de mesa.
— Isso... gostoso... — ela murmurou.
Atrás dele, Cristina começou a trabalhar. Ela lambia as bolas do filho. Chupava o saco escrotal solto, puxando a pele com os dentes. As mãos dela apertavam as nádegas dele, cravando as unhas, incentivando a estocada.
Era uma centopeia humana de prazer incestuoso. Patrícia na frente recebendo a fricção, Bruno no meio fodendo as coxas da irmã, Cristina atrás devorando o filho.
A luz do sol iluminava tudo com uma clareza cirúrgica. Mostrava os poros, os pelos, a saliva, o suor que começava a brotar de novo. Não havia sombras para esconder a imoralidade. E era justamente essa clareza que tornava tudo mais excitante. Eles estavam fazendo aquilo sob o olhar de Deus e do sol, e não se importavam.
— Eu quero gozar na cara dela — Bruno disse de repente, a voz alterada.
— Na cara de quem? — Cristina perguntou, parando de lamber as bolas dele.
— Da Patty. Eu quero pintar a cara dela.
Cristina levantou-se.
— Vira ela.
Bruno puxou Patrícia pelos ombros. Ela se virou na mesa, sentando-se na beirada, as pernas abertas, olhando para cima.
Bruno se aproximou. O pau dele estava latejando, roxo, a cabeça inchada parecendo um cogumelo venenoso.
Ele segurou a base e começou a bater o pau na cara da irmã. \*Slap. Slap.\* Batia na bochecha esquerda, na direita. Batia nos lábios dela.
Patrícia ria e tentava morder.
— Tá achando graça? — ele rosnou.
Ele segurou o cabelo dela e começou a foder a boca dela. Não era um boquete carinhoso. Era foda de face. Ele entrava e saía, usando a garganta dela como uma buceta. Patrícia engasgava, os olhos lacrimejando, baba escorrendo pelo queixo, mas as mãos dela apertavam as coxas dele, pedindo mais.
Cristina assistia de pé, ao lado, masturbando-se furiosamente com uma mão e apertando o próprio mamilo com a outra até ficar branco.
— Vai, Bruno! Dá leitinho pra sua irmã! — Cristina gritava, como uma torcedora na arquibancada do inferno.
Bruno acelerou. O prazer era agudo, visual. Ver a irmãzinha engasgando no seu pau, a mãe se tocando ao lado... era o topo do mundo.
— Abre a boca e põe a língua pra fora! — ele ordenou, tirando o pau.
Patrícia obedeceu. Língua estendida, olhos fechados, esperando.
Bruno mirou. E disparou.
O jato foi forte. Grosso. Branco perolado.
Atingiu a testa dela. O olho. O nariz. A boca.
Ele cobriu o rosto da irmã com sua essência.
Cristina se aproximou no momento final.
— Deixa um pouco pra mim! — ela pediu, se ajoelhando rápido e aparando as últimas gotas com a boca aberta, embaixo do queixo de Patrícia, lambendo o que escorria do pescoço da filha.
As duas mulheres lambiam o mesmo gozo. A mãe limpando a cara da filha com a língua, recolhendo o sêmen do filho como se fosse néctar.
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Meia hora depois.
Eles estavam na varanda da frente. Bruno estava sentado na rede, balançando devagar. Ele vestia apenas o short de banho, desabotoado.
Cristina estava sentada numa cadeira de plástico, com uma canga amarrada na cintura, mas os seios de fora. Ela fumava um cigarro — um hábito que tinha largado há anos e retomado naquela manhã.
Patrícia estava deitada no chão de madeira, tomando sol na bunda nua, lendo uma revista velha que achara na estante.
A vizinha da casa ao lado — uma senhora idosa que varria a calçada — passou e olhou para a varanda.
Viu a família. A mãe seminua fumando. O filho largado na rede com cara de dono. A filha pelada no chão.
A vizinha franziu a testa, chocada, e apressou o passo.
Cristina viu. Ela tragou o cigarro, soltou a fumaça para o alto e riu.
— A vizinha não gostou — ela comentou.
Bruno olhou para a velha se afastando.
— Foda-se a vizinha — ele disse, com calma.
— É — Patrícia concordou, virando a página da revista sem olhar. — Foda-se a vizinha.
Cristina olhou para os dois. Seus filhos. Seus amantes. Sua tribo.
— Ainda temos três dias — ela lembrou, apagando o cigarro no chão com o pé descalço. — O que a gente vai fazer pro almoço?
— Você — Bruno respondeu, olhando para a mãe com um sorriso predatório. — No almoço o prato principal é você, dona Cristina.
Cristina sentiu a buceta contrair, molhando a canga.
— Então é melhor eu ir temperar a carne — ela disse, levantando-se e caminhando para dentro da casa, rebolando devagar, sabendo que dois pares de olhos — um masculino e um feminino — estavam colados na sua bunda.
Bruno levantou-se da rede e foi atrás dela.
Patrícia largou a revista e foi atrás dele.
A porta da casa de madeira se fechou. Mas as janelas ficaram abertas. E quem passasse na rua, dali a pouco, ouviria os sons de uma família que tinha descoberto que o inferno, na verdade, era muito mais divertido que o céu.
***
[Fim]