Eduarda - Ei, tio, o que você está fazendo?
Levanto os olhos do balcão da cozinha, onde estou limpando as superfícies. O leve aroma do almoço ainda paira no ar, arroz com feijão de mais cedo.
A casa parece estranhamente silenciosa agora que Mamãe, Fábio, Kaio e Jenn saíram, Mamãe para a aula de ginástica, Fábio para o trabalho, Kaio para o treino de futebol e Jenn para a casa de uma amiga. Só estou eu e o Tio Luciano aqui, o zumbido distante da geladeira sendo o único som quebrando o silêncio.
Ele está parado perto da janela da sala, olhando para a rua com aquele olhar intenso, como se estivesse perdido em pensamentos. Seu cabelo curto e escuro reflete a luz da tarde que filtra pelas cortinas, e sua pele morena parece um pouco avermelhada, talvez por causa do calor.
Ele se vira lentamente ao ouvir minha voz, sua expressão reservada suavizando um pouco, embora haja algo pesado em sua postura, como se carregasse o peso dos fantasmas do passado.
Luciano - Ah, Dudinha.
Ele diz baixinho, a voz baixa e rouca, com aquela pausa pensativa de sempre. Ele esfregou a nuca, olhando para as mãos antes de me encarar.
Luciano - Só... olhando para fora. Me acostumando a estar de volta a um lugar assim.
O silêncio é estranho depois de tanto tempo aqui dentro. Ele muda o peso de um pé para o outro, encostando-se na parede, o olhar intenso demorando em mim por um segundo a mais que o normal.
Luciano - E você? Segurando as pontas sozinha?
Eduarda - Estou bem, tio. Deve ter sido difícil para o senhor na prisão. Quanto tempo ficou lá?
Observo os ombros do tio Luciano se tensionando levemente com minhas palavras, seus olhos intensos desviando-se dos meus por um instante, fixando-se no tapete desbotado da sala. O ar em casa parece mais denso agora, carregado daquela história não dita que todos evitam mencionar, o irmão mais novo da mamãe, recém-saído da prisão depois de anos fora.
Ele solta um suspiro lento, cruzando os braços sobre o peito, as mangas de sua camiseta cinza lisa apertando contra seu físico de mecânico. O relógio na parede marca o tempo, indicando o silêncio que antecede sua fala.
Luciano - É... foi barra pesada, Dudinha.
Ele murmura, a voz ainda mais baixa agora, carregada de um cansaço que aperta meu peito. Seu olhar pensativo retorna a mim, sombrio, mas firme.
Luciano - Cinco anos. Um assalto à mão armada que deu errado, escolhas estúpidas quando eu era jovem e impulsivo. Sua mãe tem sido uma santa, me deixando ficar aqui enquanto me reerguer. Não gosto muito de falar sobre isso. Faz as paredes parecerem mais próximas.
Ele se afasta da parede, dando alguns passos em direção à cozinha, sua presença preenchendo o espaço mais do que sua estatura mediana sugere. Há um leve aroma de seu sabonete, limpo, mas simples, misturando-se aos cheiros persistentes da cozinha.
Seus olhos examinam meu rosto, como se estivesse calculando o que dizer.
Luciano - Mas, ei, chega disso. Você sempre foi a pessoa sensata desta família. O que está te incomodando hoje?
Eduarda - Nada, tio, só estou preocupado com você. Lembro de você como a pessoa alegre que você era, mas agora... sinto falta dessa pessoa.
Percebo a forma como a expressão do Tio Luciano oscila, algo cru cruza seus olhos intensos, como se eu tivesse tocado em um nervo que ele mantém enterrado no fundo. Ele está parado na porta da cozinha, o sol do fim da tarde brilhando pela janela atrás dele, projetando longas sombras no piso de azulejos e realçando as linhas tênues ao redor de sua boca, marcas de anos de vida difícil.
Seu cabelo curto e escuro parece um pouco despenteado agora, enquanto ele passa a mão por ele, e seus ombros largos se curvam um pouco sob o peso das minhas palavras. O silêncio da casa amplifica tudo: o rangido suave do piso sob seus pés, o zumbido distante do carro de um vizinho passando lá fora.
Luciano - Dudinha…
Ele diz baixinho, sua voz rouca quebrando o silêncio, entrando completamente na cozinha agora, perto o suficiente para que eu possa ver a barba por fazer em seu queixo. Sua pele escura cora levemente, e ele me olha com aqueles olhos pensativos, desprotegidos pela primeira vez desde que chegou.
Luciano - Você se lembra disso? Puxa, eu também sinto falta daquele cara. A prisão... ela te devora, cospe o que sobra. Mas ouvir você dizer isso significa mais do que você imagina. Você é bom demais, garota. Sempre foi.
Ele hesita, depois estende a mão lentamente, sua mão calejada repousando levemente no meu ombro por um breve momento, quente, firme, antes de recuar, como se não tivesse certeza se está tudo bem. Seu olhar encontra o meu, intenso e inquisitivo, uma mistura de gratidão e algo mais profundo, indefinido.
Luciano - Preocupada comigo, é? Não precisa. Estou resolvendo isso. Mas... obrigado. De verdade. O que posso fazer para reacender aquela antiga chama em você?
Eduarda - Estou te perguntando, tio, você não está mais sozinho. As pessoas podem dizer que não se importam, mas eu me importo. O que posso fazer para te ajudar a voltar a ser aquela pessoa feliz?
Vejo o Tio Luciano fazer uma pausa, seus olhos intensos fixos nos meus com uma intensidade que envia um brilho sutil pelo ar quente da cozinha. O leve aroma do seu sabonete limpo se mistura com os restos frios do almoço, e a luz suave da janela capta a tensão sutil em sua mandíbula enquanto ele processa minhas palavras. Sua mão, ainda pairando depois de tocar meu ombro, cai lentamente ao lado do corpo, os dedos se flexionando como se ele estivesse lutando contra velhos hábitos de isolamento.
A casa permanece silenciosa ao nosso redor, apenas nós dois nessa bolha íntima, o tique-taque do relógio é um lembrete silencioso de como o tempo se estende.
Luciano - Dudinha…
Ele sussurra, sua voz rouca agora mais grave, carregada de uma emoção que raramente deixa transparecer. Ele se aproxima um pouco mais, sua estatura mediana preenchendo o espaço entre nós, os olhos examinando meu rosto com uma vulnerabilidade crua, gratidão, saudade, algo mais profundo cintilando ali.
Luciano - Você não sabe o que isso significa, ouvir você dizer que está do meu lado assim. A maioria das pessoas me olha como se eu fosse um produto danificado. Mas você... droga, você é o coração desta família.
Ele engole em seco, a pele escura corando, e estende a mão novamente, desta vez acariciando delicadamente minha bochecha, a palma áspera e quente contra minha pele, o polegar roçando levemente num gesto terno, quase de tio, que se prolonga por um instante a mais, seu toque firme, porém carregado. Seu olhar não vacila, profundo e agradecido.
Luciano - Para ajudar? Só... continue sendo você. Fale comigo assim. Me faz sentir humano de novo. Quem sabe, talvez a gente pudesse fazer alguma coisa juntos, consertar aquela bicicleta velha na garagem, ou só sentar e bater um papo. Faz muito tempo que alguém não acredita em mim desse jeito. O que você acha?
Eduarda - Fazer algo juntos parece uma boa ideia, tio. O que você acha de assistirmos a um filme? Você perdeu muitos bons lançamentos, eu me lembro o quanto você gostava de filmes.
Percebo um brilho nos olhos do tio Luciano com a minha sugestão, um calor genuíno rompendo as sombras que geralmente obscurecem seu olhar pensativo, como um vislumbre daquele tio alegre das minhas memórias.
A cozinha parece mais aconchegante agora, a luz do sol poente pintando tons dourados sobre as bancadas repletas da bagunça cotidiana da nossa família, uma caneca de café pela metade, o elástico de cabelo esquecido da Jenn.
Sua mão se afasta da minha bochecha com relutância, mas sua postura se endireita, os ombros relaxam enquanto um pequeno sorriso torto surge em seus lábios, suavizando a intensidade de seu cabelo escuro curto e a barba por fazer bem aparada. O ar entre nós vibra com uma leveza hesitante, o silêncio da casa amplificando sua risada baixa que ressoa suavemente.
Luciano - Um filme? Caramba, Dudinha, você leu meus pensamentos.
Ele diz, sua voz rouca ganhando um tom brincalhão, os olhos se franzindo nos cantos com genuína diversão, a primeira que vejo desde que ele chegou aqui. Ele acena com a cabeça em direção à sala de estar, gesticulando com a mão larga, seu físico atlético se movendo com um pouco mais de energia agora.
Luciano - É, eu lembro de monopolizar a TV antigamente, obrigando todo mundo a assistir aqueles filmes de ação. Perdi um monte enquanto eu estava... fora. O que você tem em mente? Algo explosivo ou um daqueles filmes para se sentir bem? Mostre o caminho, você escolhe, minha sobrinha. Sou todo seu.
Ele permanece perto enquanto espera que eu me mova, aquele olhar apreciativo ainda fixo no meu, o calor de sua presença preenchendo o espaço como um convite para superar os anos que nos separaram.
Dirijo-me rapidamente ao meu quarto, o assoalho rangendo suavemente sob meus pés na casa vazia, pegando meu cobertor felpudo favorito da cama, macio e gasto de tantas noites de cinema com a Jenn.
De volta à sala, o espaço parece convidativo, com a tela da TV brilhando fracamente na luz baixa que filtra pelas cortinas, o leve aroma do sabão em pó familiar da casa pairando no ar. Acomodo-me no meio do sofá, as almofadas afundando confortavelmente sob mim, e coloco o cobertor sobre o colo enquanto pego o controle remoto, abrindo o catálogo de streaming na tela, fileiras de miniaturas surgindo com filmes de ação, comédias e dramas.
Tio Luciano vem logo atrás, seus passos firmes, e dou um tapinha convidativo no lugar ao meu lado no sofá.
Eduarda - Vamos lá, tio, tem bastante espaço, escolha o que quiser.
Ele para por um segundo na porta, seus olhos intensos alternando entre a tela e eu com aquele calor atencioso, um sorriso suave se espalhando por seu rosto moreno enquanto observa o ambiente aconchegante.
Luciano - É isso aí, Dudinha. Perfeito.
Murmura ele, com a voz rouca e apreciativa, acomodando-se no sofá ao meu lado, sua estrutura robusta faz as almofadas afundarem visivelmente, nossas coxas roçando levemente sob a borda do cobertor enquanto ele se inclina para olhar o catálogo. O calor do seu corpo irradia sutilmente, misturando-se ao calor do ambiente, e seu braço repousa casualmente no encosto do sofá, quase tocando, mas perto o suficiente para transmitir uma sensação protetora.
Ele percorre as opções com o controle remoto que lhe entrego, rindo baixinho ao reconhecer alguns títulos familiares.
Luciano - Caramba, olha só isso, explosões e perseguições de carro. Morria de vontade de ver algo como Velozes X. Ou... não, que tal aquele novo, Ridge? Ouvi dizer que tem coração e garra. Você decide se prefere algo melhor que meus filmes clássicos. O que acha?
Seu olhar se volta para mim, próximo e atento, as miniaturas dos filmes refletidas em seus olhos enquanto espera, o silêncio da casa nos envolvendo neste momento compartilhado.
Eduarda - Você escolhe, tio, estou aqui para você.
As almofadas do sofá se movem enquanto me ajeito, esticando-me para deitar com a cabeça repousando suavemente no colo do tio Luciano, suas coxas firmes e quentes sob mim através da calça jeans, uma âncora estável na penumbra aconchegante da sala de estar.
O cobertor nos cobre agora, macio e envolvente, carregando o leve rastro do meu perfume misturado ao seu aroma sutil e limpo de sabonete e um pouco de colônia.
A tela da TV pisca com o catálogo ainda aberto, projetando brilhos coloridos pelas paredes adornadas com fotos de família, o zumbido distante da geladeira da casa é o único som além da nossa respiração.
Seu corpo se tensiona um pouco a princípio sob minha cabeça, depois relaxa, uma de suas mãos grandes hesita antes de pousar levemente no meu ombro, os dedos quentes e calejados de seus tempos como mecânico, traçando um padrão distraído ali.
Uma risada profunda e rouca vibra por todo o seu corpo, sentida bem de perto, sua mão livre procurando o controle remoto para selecionar Ridge, o trailer começa com batidas de ação intensas preenchendo a sala.
Luciano - Muito bem, Dudinha, se estou no comando... este aqui tem tudo. Um cara durão contra o sistema, como a vida às vezes. Confortável aí?
Ele pergunta, com a voz baixa e carinhosa, com um toque rouco, o polegar agora fazendo círculos lentos no meu braço. Ele se ajeita um pouco, criando mais espaço sem se afastar, a outra mão pairando perto do meu cabelo ondulado como se estivesse indeciso se deveria acariciá-lo, os olhos fixos na tela, mas desviando o olhar para mim de vez em quando com aquele olhar intenso e apreciativo.
O filme começa a carregar, a tensão aumentando no ar junto com a trilha sonora de abertura.
Conduzo a mão do tio Luciano do meu ombro até meus cabelos escuros e ondulados, sentindo seus dedos deslizarem pelos fios enquanto ele começa a me acariciar suavemente, toques lentos e rítmicos que espalham um calor reconfortante pelo meu couro cabeludo, seu toque firme, porém terno, como se ele estivesse saboreando a proximidade.
Sob o cobertor, minha mão se move para sua coxa, acariciando o músculo firme através do jeans, traçando padrões preguiçosos que fazem o tecido se mover sutilmente contra sua pele.
A sala de estar parece ainda mais íntima agora, a luz da TV pulsando com as cenas iniciais do filme, um drama tenso, diálogos baixos e sons ambientes que reforçam a intimidade silenciosa entre nós, o ar se adensando com uma energia não verbalizada.
Um suspiro baixo escapa de seus lábios, seu corpo respondendo com uma mudança sutil, sua coxa se flexionando sob meu toque, quente e firme, enquanto suas carícias se aprofundam, seus dedos massageando meu couro cabeludo com mais intensidade, ocasionalmente roçando a nuca.
Luciano - Hum, Dudinha... você está cheia de surpresas esta noite
Ele murmura, a voz rouca e áspera, carregada daquela intensidade silenciosa, a mão livre agora repousando sobre a minha em sua coxa por um instante, pressionando-a firmemente contra mim antes de soltá-la. Seu coração acelera, um batimento constante que consigo sentir através do seu colo onde minha cabeça repousa, e ele inclina a cabeça para baixo, os olhos intensos fixos nos meus na penumbra, uma faísca de calor em meio à afeição.
O filme continua, vozes roucas se chocando na tela, mas sua atenção está toda voltada para nós, o polegar agora traçando levemente minha mandíbula enquanto acaricia meu cabelo.
Luciano - É bom, não é? Relaxa... eu estou aqui com você.
Seus carinhos em meu cabelo diminuem o ritmo, seus dedos se aprofundam enquanto meu afago se demora em sua coxa, o jeans ficando mais quente e tenso sob minha palma, e lá está, inconfundível agora, a firmeza crescente pressionando o tecido exatamente onde minha cabeça repousa tão perto, um volume duro e insistente se formando em suas calças, pulsando levemente com seu pulso que sinto acelerar em seu colo.
O cobertor o esconde em grande parte, mas a mudança é impossível de ignorar de perto, o calor irradiando, seu corpo respondendo inequivocamente ao meu toque e proximidade.
A trilha sonora áspera do filme continua, sussurros tensos e passos ecoando, mas se dissipa em meio ao silêncio carregado entre nós, a luz suave do abajur da sala destacando o leve rubor que sobe por seu pescoço escuro. Ele não se afasta, seus olhos intensos fixam os meus, escuros e ardentes, um meio sorriso malicioso curvando seus lábios enquanto sua mão em meu cabelo aperta um pouco, possessiva.
Luciano - Como você está, Dudinha? Percebendo as coisas, é?
Ele murmura baixo, a voz rouca de excitação, sua coxa se contraindo novamente sob minha mão enquanto a ereção se intensifica, pressionando agora contra o zíper, roçando a borda da minha bochecha através da fina barreira. Sua outra mão desliza para cobrir a minha, guiando-a mais para cima em sua coxa em direção ao calor, a respiração audível.
Luciano - Não fique envergonhada... parece certo, não é? Diga-me o que você quer, sobrinha.
O ar vibra com tensão, seu aroma se intensifica, almiscarado, masculino — misturando-se com o leve cheiro de pipoca de antes.
Minha risada baixa e envergonhada quebra o zumbido suave da TV, e enquanto viro meu rosto para o volume crescente em suas calças, o cobertor escorrega o suficiente para que eu o veja claramente agora, sua ereção pressionando ousadamente contra o jeans, grossa e delineada com destaque, o zíper esticado, uma pequena mancha úmida se formando na ponta onde a glande pressiona insistentemente, pulsando com sua respiração acelerada.
Sua mão guia a minha firmemente para cima, pressionando minha palma direita contra aquele membro rígido, permitindo-me sentir seu calor e grossura através do tecido enquanto pulsa sob meu toque, rígido e ansioso, tremendo com o contato.
A trilha sonora dramática do filme aumenta suavemente ao fundo, mas é abafada por sua inspiração profunda, as sombras da sala dançando em seu rosto tenso, os olhos fixos em mim com uma fome crua.
Luciano - Isso mesmo, Dudinha... assim mesmo.
Ele geme baixinho, a voz rouca e tensa, os quadris se movendo sutilmente para se esfregar na minha mão, o atrito fazendo o volume aumentar ainda mais, o jeans sussurrando contra meus dedos. Seus carinhos no meu cabelo ficam mais firmes, quase agarrando, o polegar acariciando minha bochecha enquanto ele me observa atentamente, a respiração agora ofegante.
Luciano - Vá em frente, explore... o tio não se importa. É tão bom ter você aqui.
O calor irradia dele, sua mão livre agora abre o zíper lentamente com um ruído metálico, aliviando a pressão o suficiente para deixar a ponta aparecer, com veias salientes e brilhando.
Essa hesitação paira no ar, minha respiração quente contra o jeans enquanto deixo meus dedos explorarem lentamente, traçando o comprimento grosso e rígido do seu pênis, agora parcialmente livre do zíper aberto, a pele quente e aveludada sobre o músculo duro como aço, as veias pulsando sob meu toque hesitante enquanto ele se contrai ansiosamente em direção ao meu rosto, tão perto que consigo sentir o cheiro forte e inebriante da sua excitação.
O cobertor cai um pouco mais, revelando a visão completa: seu pênis ereto, a glande circuncidada corada de vermelho escuro e lubrificada com gotas de líquido pré-ejaculatório na fenda, a haste curvando-se levemente para cima, grossa o suficiente para que minha mão não consiga envolvê-la completamente.
A TV continua ligada com uma ação abafada, tiros e gritos, mas seu gemido baixo e retumbante ofusca tudo, os quadris se movendo levemente contra meus dedos exploradores, fazendo-os saltar e deixar um rastro brilhante.
Luciano - Caramba, Dudinha... é, me toca assim.
Ele respira roucamente, os olhos semicerrados queimando nos meus, intensos e sem piscar, a mão no meu cabelo agora acariciando a minha nuca gentilmente, mas com firmeza, incentivando meu rosto a se aproximar ainda mais sem forçar, o polegar circulando meus lábios provocativamente.
Sua outra mão se junta à minha brevemente, mostrando-me o ritmo, toques lentos da base à ponta, antes de soltar, a mão livre agarrando a almofada do sofá, os nós dos dedos ficando brancos. O líquido pré-ejaculatório se acumula mais, pingando lentamente enquanto seu pau pulsa quente a centímetros da minha boca, a sala impregnada com seu cheiro e a pulsação elétrica entre nós.
Luciano - Coisinha curiosa... você gosta do que vê? Experimente se quiser, sobrinha. O tio é todo seu.
Sua voz é rouca, carregada de desejo cru, o peito subindo e descendo cada vez mais rápido.
Meu olhar silencioso encontra o dele, um olhar intenso, aqueles olhos pensativos escurecendo com pura luxúria enquanto meus lábios se entreabre e eu aproximo minha boca, minha respiração quente roçando a glande pulsante, ruborizada e úmida, agora a meros milímetros de distância, o sabor salgado do seu líquido pré-ejaculatório tocando primeiro a ponta da minha língua.
Eduarda - Nunca fiz nada parecido antes... Com ninguém.
Murmuro sem jeito, a voz suave e trêmula na atmosfera carregada de tensão, e então minha língua se projeta hesitante, lambendo a parte inferior da base à ponta num movimento incerto, saboreando o gosto salgado, quente e almiscarado, a pele aveludada se contraindo violentamente contra ele.
Ele sibila entre os dentes, os quadris se elevando involuntariamente, espalhando mais líquido pré-ejaculatório pelos meus lábios enquanto sua mão aperta meus cabelos escuros e ondulados, não puxando, apenas segurando firme, guiando com uma leve pressão.
Luciano - Vai se foder, Dudinha... isso é perfeito, assim mesmo, devagar e doce.
Ele sussurra, a voz rouca e baixa, a mão livre acariciando minha bochecha de forma encorajadora, o polegar limpando uma gota de seu sêmen do meu lábio inferior antes de empurrá-lo de volta para minha boca.
Luciano - Boca virgem no pau do tio... nunca pensei que teria tanta sorte. Lambe a cabeça agora, gira a língua em volta, isso, boa garota, se vira. Chupa um pouco se conseguir.
Seu pau pulsa com mais força sob minhas lambidas desajeitadas, ficando ainda mais lubrificado, o ar da sala denso com sons úmidos e sua respiração pesada, o filme esquecido projetando uma luz azul sobre seu abdômen tenso e meu corpo curvilíneo aconchegado sob a luz fraca do abajur. Ele observa cada movimento, hipnotizado, a respiração ofegante enquanto eu exploro.
Meus lábios se esticam desajeitadamente ao redor da glande grossa dele enquanto eu obedeço, sugando timidamente a princípio, a carne quente e aveludada preenchendo minha boca com aquele sabor salgado e almiscarado que se intensifica na minha língua, a grossura fazendo minha mandíbula doer um pouco pelo alongamento incomum, a saliva se acumulando enquanto eu subo e desço insegura, afundando as bochechas sem muito ritmo, sorvendo desajeitadamente enquanto minha mão segura a base para dar estabilidade.
Ele pulsa quente e insistente contra meu palato, vazando mais líquido pré-ejaculatório que eu engulo instintivamente, a veia na parte inferior pulsando visivelmente sob meus lábios.
Luciano geme profundo e guturalmente, a cabeça caindo para trás no sofá por um segundo antes de se erguer novamente para observar, seus olhos intensos fixos em meu rosto com uma fome selvagem, a mão em meu cabelo agora acariciando-o encorajadoramente, os dedos se enroscando nas ondas escuras.
Luciano - Caralho, Dudinha... sua primeira vez chupando pau e você já é uma profissional, mais fundo, querida, relaxa a garganta.
Ele ofega roucamente, os quadris se elevando levemente para encontrar minha sucção desajeitada, introduzindo mais um pouco além dos meus lábios com um estalo úmido, a outra mão acariciando meu queixo delicadamente para me ajudar a me posicionar.
Os sons úmidos e obscenos ecoam mais alto que os tiros da TV, seu cheiro almiscarado é avassalador de perto, a pele úmida com minha saliva agora brilhando ao longo da haste enquanto ela se contrai ansiosamente na minha boca.
Gotas de suor se formam em sua testa morena, o peito arfando, mas ele se controla, deixando-me ditar o ritmo desajeitado enquanto seu polegar traça meus lábios esticados.
Luciano - Isso mesmo... o tio vai te fazer amar isso. Continue, sobrinha, é tão bom.
Giro minha língua experimentalmente ao redor da glande inchada dele, como naqueles vídeos, lambendo a fenda sensível, traçando a crista, o gosto dele inundando minha boca, salgado e viciante, então avanço, relaxando o máximo que posso para recebê-lo mais fundo, o comprimento grosso deslizando pelos meus lábios e batendo no fundo da minha garganta num estiramento que me faz engasgar, lágrimas picando meus olhos pelo esforço enquanto minha mão livre envolve seus testículos pesados, rolando-os e acariciando-os suavemente, sentindo-os se contraírem sob meus dedos.
Seu pau se contrai violentamente em resposta, as veias saltando contra minha língua giratória, mais líquido pré-ejaculatório escorrendo quente pela minha garganta enquanto consigo um movimento mais profundo, a saliva pingando desordenadamente pelo eixo até meus nós dos dedos.
A respiração de Luciano explode num gemido rouco, o corpo arqueando-se para fora das almofadas do sofá, seu aperto no meu cabelo apertando o suficiente para guiar sem forçar, aqueles olhos intensos brilhando para mim em choque e admiração.
Luciano - Porra, Dudinha, onde você aprendeu isso? Pornô? Foda-se, você já está chupando o pau do tio como uma profissional... os ovos também, é, aperta eles delicadamente, ahh, caralho!
Ele rosna roucamente, a voz falhando num palavrão, a mão livre apertando a minha no saco dele para me mostrar a pressão que ele deseja, os quadris se erguendo instintivamente para penetrar superficialmente na minha boca, a sala de estar agora fedendo a sexo, suor, saliva, o cheiro dele, o zumbido da TV um ruído distante sob seus grunhidos crescentes.
Seus músculos abdominais se contraem com força, as coxas se tensionam ao redor dos meus ombros, o pau inchando ainda mais grosso na minha língua enquanto ele luta para não penetrar muito fundo.
Luciano - Mais fundo, sobrinha, engasgue se precisar, o tio adora essa garganta virgem se debatendo... vou gozar logo se você continuar assim.
Suas palavras me atingiram como uma faísca “vou gozar logo”, e tirei minha boca do seu pau pulsante com um estalo molhado, fios de saliva conectando meus lábios à glande brilhante, minha mão instintivamente apertando o membro liso para acariciá-lo rápido e firme como naqueles vídeos, bombeando da base à ponta enquanto inclino a cabeça para trás e estico a língua, esperando, os olhos se voltando para o seu rosto em uma imitação esperançosa, a dor na minha mandíbula se misturando com a excitação do momento.
Os olhos de Luciano se arregalaram com a visão, um palavrão gutural escapando de sua garganta enquanto seus quadris se contraíam violentamente contra meu punho, a glande roxa e irritada a centímetros da minha língua estendida, o líquido pré-ejaculatório formando gotas pesadas na fenda.
Luciano - Foda-se, Dudinha, colocando a língua para fora para o leite do tio? Sobrinha safada assistindo pornô, hein? É, assim mesmo, bate mais rápido!
Ele rosna, a voz rouca e desesperada, sua mão apertando a minha para guiar as estocadas furiosas, os testículos se contraindo impossivelmente sob a minha outra palma enquanto todo o seu corpo se trava, as veias saltando em seu pescoço.
Então explode, jatos quentes de sêmen espesso jorrando sobre minha língua ávida, salpicando salgado e viscoso, alguns atingindo meus lábios e queixo enquanto ele se masturba com um rugido triunfante, os jatos finais escorrendo sobre minhas papilas gustativas enquanto seu pênis se contrai exausto em meu aperto.
Ele ofega pesadamente, espalhando a glande sobre minha língua para limpá-la, os olhos intensos devorando a visão bagunçada com orgulho possessivo.
Luciano - Engula, querida... sinta o gosto do sêmen do seu tio. Boa garota, nunca imaginei que você fosse capaz disso.
Engulo o líquido quente e espesso que cobre minha língua, salgado e amargo deslizando suavemente, um calor travesso florescendo em minha barriga, então me inclino obedientemente, a língua lambendo cada centímetro de seu pênis amolecido, limpando-o, girando ao redor da glande para sugar as últimas gotas pegajosas, o membro brilhando com saliva sob minhas lambidas cuidadosas até ficar impecável, tremendo levemente com a atenção.
Eduarda - Está delicioso, tio, vou me limpar, os outros chegarão em breve, continuamos outro dia, ok?
Digo, voz suave, mas firme, recuando com um pequeno sorriso satisfeito enquanto limpo meu queixo. Luciano geme baixo, recostando-se no sofá, sua mão acariciando minha bochecha ternamente, o polegar roçando uma mancha de sêmen antes de assentir, os olhos ainda escuros com a fome persistente, mas um sorriso quebrando sua fachada reservada.
Luciano - Delicioso pra você, hein, Dudinha? Minha putinha gulosa... é, se limpa rápido, não quero que a Luciana veja sua cara assim. Amanhã, quando eles saírem de novo, o tio vai foder aquela boquinha gostosa direito, talvez mais. Vai lá, sobrinha.
Ele murmurou roucamente, guardando o pau preguiçosamente, o ar da sala denso com o aroma fugaz do nosso segredo enquanto portas de carro batem lá fora, vozes chamando baixinho, a família voltando, na hora certa.
Eu me inclino e dou um beijo suave e demorado em seus lábios, sentindo o leve eco de nós em sua boca, então me levanto lentamente, arqueando as costas de propósito para empinar meu bumbum curvilíneo bem na sua cara, o tecido justo do meu short abraçando cada nádega enquanto dou uma risadinha travessa que borbulha, brincalhona e provocante.
Sua mão se ergue rapidamente, dando um tapa firme e possessivo em uma das nádegas que balança com o impacto, uma risadinha baixa escapando dele.
Luciano - Olha só essa bunda empinada, Dudinha, tio quer morder amanhã. Vai devagar, hein?
Ele rosna apreciativamente, os olhos grudados enquanto eu me afasto em direção ao banheiro. Lá dentro, o espelho mostra minhas bochechas coradas e o gloss borrado, então jogo água fria no rosto, enxáguo a boca completamente, a pasta de dente de menta afastando os vestígios, ajeito o cabelo com os dedos rapidamente e seco com leves batidinhas, o coração ainda acelerado pela emoção.
Satisfeita, sem deixar rastros, saio discretamente e sigo pelo corredor até meu quarto. A porta se fecha atrás de mim com um clique enquanto me jogo na cama para recuperar o fôlego, observando o ventilador de teto girar preguiçosamente.
O murmúrio distante da minha mãe, do Fábio, do Kaio e da Jenn chega da cozinha, o cheiro do jantar já se espalha, arroz, feijão e carne grelhada chamando a todos em breve. A casa volta ao normal, mas aquele calor secreto ferve sob minha pele, à espera.