- Aviso de Ficção, Classificação Etária e Uso de Inteligência Artificial
Esta história foi criada com o auxílio de inteligência artificial e, como tal, pode conter imprecisões, inconsistências narrativas ou erros ocasionais de continuidade, interpretação ou estilo.
Todos os personagens, eventos e situações retratados nesta história são inteiramente fictícios. Qualquer semelhança com pessoas reais, ou com acontecimentos do mundo real, é mera coincidência ou tem caráter exclusivamente paródico.
Todos os personagens apresentados na narrativa são maiores de idade e retratados como adultos responsáveis por suas próprias ações.
- História
Meu nome é Eduarda Romero, mas quase ninguém me chama assim.
Para a maioria das pessoas sou Duda. Para minha irmã caçula, sempre fui Dudinha, e confesso que esse apelido acabou grudando em mim de um jeito que nem consigo mais estranhar.
Sou morena, de cabelos escuros e ondulados que descem pelos ombros, e sempre ouvi dizer que tenho o famoso “corpo violão”. Não sei se isso é sorte ou peso… às vezes atrai olhares que eu nem quero. Mas aprendi a conviver com isso.
Cresci em uma casa simples, mas cheia de histórias, emoções e laços que moldaram quem eu sou hoje.
Moro com minha mãe, Luciana Romero, uma mulher forte, decidida e incrível. Ela tem pele branca, cabelo escuro e liso, e um corpo tonificado de quem leva a academia muito a sério. Luciana sempre foi meu porto seguro. Ela me criou praticamente sozinha, porque meu pai biológico nos abandonou quando eu ainda era apenas um bebê. Não tenho lembranças dele… só as histórias que minha mãe conta.
Depois, entrou em nossas vidas Fábio Romero, meu padrasto, mas, para mim, sempre foi muito mais que isso. Ele é alto, forte, de pele levemente bronzeada e barba bem cuidada. Trabalha como técnico em elétrica, é paciente, trabalhador e sempre fez de tudo para nos proteger. Quando se casou com minha mãe, ele não hesitou: me registrou como filha legítima e me criou como se eu fosse dele desde o primeiro dia. Eu devo muito a ele.
Com o tempo, nossa família cresceu. Veio meu irmão Kaio Romero, o irmão do meio, alto, moreno claro, cabelos cacheados, sempre com fone no ouvido, apaixonado por esportes, video games e tecnologia. Ele é brincalhão, mas tem um bom coração.
E então veio minha caçula, Jennifer Romero, ou como eu a chamo: Jenn. Ela tem pele parda, cabelos escuros e ondulados e um corpo comum. Desde pequena ela sempre foi doce, sensível e muito ligada a mim. Foi ela quem começou a me chamar de Dudinha, e eu retribuí apelidando-a de Jenn.
Por ser a mais velha, aprendi cedo o que era responsabilidade. Muitas vezes cuidei dos meus irmãos, ajudei minha mãe e amadureci mais rápido do que gostaria. Ainda assim, sempre tentei manter minha leveza, meu sorriso e minha capacidade de amar.
Nossa vida seguia tranquila, quase previsível… até que tudo mudou com a chegada de um novo morador.
Meu tio Luciano Romero, irmão mais novo da minha mãe, havia acabado de sair da prisão e precisava de um lugar para ficar. Minha mãe, mesmo com receio, decidiu acolhê-lo.
Luciano é um homem de estatura média, pele morena e olhar intenso, um daqueles olhares que parecem carregar segredos. Tem cabelo curto e escuro, fala pouco e sempre parece estar pensando em algo que não quer compartilhar. Ele trabalhou como mecânico antes de ser preso, mas nunca explicou direito o que aconteceu lá dentro.
No começo, tudo parecia normal. Nós nos adaptamos à nova rotina, cada um seguindo sua vida.
Até que chegou um dia em que fiquei sozinha em casa com Luciano.
Minha mãe saiu para resolver coisas do trabalho.
Fábio estava ocupado fora.
Kaio tinha ido encontrar amigos.
E Jenn estava com uma prima.
A casa estava silenciosa… silenciosa demais.
Eu estava na sala quando percebi que Luciano me observava de um jeito estranho.
Foi nesse momento que algo aconteceu.
Algo que eu jamais poderia imaginar.
E que mudaria tudo entre nós…