A Melhor Comida!

Um conto erótico de Sobre Rodas
Categoria: Heterossexual
Contém 1002 palavras
Data: 17/01/2026 10:51:01

Natacha e Márcio eram como muitos outros casais: amor, brigas, ciúmes e preocupações com a falta de dinheiro. A única diferença era que Márcio usava uma cadeira de rodas. Eles estavam juntos há sete anos, e com o passar do tempo, a rotina foi desgastando o relacionamento, deixando Natacha preocupada com os problemas do desemprego, ao ponto de negligenciar o tempo e a intimidade com Márcio.

Certa manhã, ao acordar cheio de desejo, Márcio acariciou Natacha, claramente demonstrando sua vontade de estar com ela. Mas Natacha, ainda sonolenta e preocupada com o que o dia traria, o rejeitou gentilmente.

— Agora não, amor. Nem acordei direito.

— Poxa, Natacha, de novo?

(Só para esclarecer a curiosidade de muitos: Sim, cadeirantes também têm ereções e fazem sexo.)

Márcio se sentiu frustrado, novamente. Calado e com uma expressão de descontentamento, ele se arrumou e saiu de casa. Natacha, por sua vez, levantou-se e colocou um vestido que Márcio adorava—aquele vestido florido de alcinhas finas, já surrado pelo tempo, que valorizava as curvas de sua figura generosa.

Ela ligou a música para se animar e começou a cuidar dos afazeres domésticos: varrer, lavar, estender a roupa e, por fim, preparar o almoço.

Enquanto isso, Márcio rodava pela cidade, refletindo sobre sua vida. Sentia-se inseguro e questionava o amor de Natacha, chegando até a pensar se ela poderia estar interessada em outra pessoa. Ele foi até a praia para clarear as ideias e, lá, encontrou um amigo, Fábio.

Márcio desabafou, compartilhando suas preocupações. Fábio, com um sorriso compreensivo, ouviu atentamente e respondeu:

— Relaxa, cara. Isso é normal. Vocês caíram na rotina, são sete anos juntos!

Depois de uma longa conversa, Márcio decidiu voltar para casa, já próximo da hora do almoço. Quando ele chegou, Natacha estava na cozinha, cortando temperos. Ela apenas olhou para trás e disse:

— Oi.

— OiMárcio ficou na porta da cozinha, observando-a. Seu olhar percorreu o corpo dela, sentindo o desejo crescer dentro de si ao imaginá-la em situações íntimas. Ele se aproximou lentamente, parando atrás dela e perguntou:

— O que você está fazendo?

— O almoço.

Márcio começou a acariciar a cintura dela. Natacha não reagiu, então ele continuou, sentindo o calor do corpo dela através do tecido fino do vestido.

— Tá com cara que vai ficar gostoso.

— Vai sim.

Ele levantou o vestido de Natacha, revelando suas curvas. Começou a beijá-la nas costas, enquanto suas mãos exploravam o corpo dela. Natacha respirou fundo e parou de cortar os temperos, tomada pelo desejo crescente.

— Que foi? — perguntou ele, notando a mudança em sua respiração.

— Nada — ela respondeu, quase ofegante.

A posição de Márcio, sentado em sua cadeira de rodas, colocava seu rosto na altura perfeita para ele continuar sua exploração. Ele beijou a bunda de Natacha, que usava uma calcinha azul de renda que ele adorava. Ela gemia suavemente, deixando-se levar pelo momento.

Ele enfiou o dedo pela lateral da calcinha, acariciando-a com delicadeza. Natacha estava molhada, entregue ao prazer que ele lhe proporcionava. Quando ele retirou o dedo e o levou à boca dela, ela sorriu, saboreando o gosto.

— Realmente, essa comida está deliciosa.

Ela se virou, sentou-se no colo dele, e eles se beijaram apaixonadamente. O desejo entre eles era palpável, como se as preocupações do mundo tivessem desaparecido naquele instante.

Natacha levantou-se rapidamente.

— Onde você vai?

— Trancar a porta.

Enquanto Natacha se afastava, Márcio se posicionou perto da mesa da cozinha. Quando ela voltou, apagou o fogo das panelas e sentou-se novamente em seu colo. Ele tirou os seios dela do vestido, chupando-os com vontade. Os gemidos de Natacha

encheram o ambiente, e entre chupões, ele passava a língua levemente nos bicos, intensificando seu prazer.

— Quero te chupar — disse ele, ansioso.

— Hummm... — ela respondeu, sentando-se na mesa e abrindo as pernas.

Márcio tirou sua calcinha e começou a chupá-la, fazendo-a gemer cada vez mais alto. Ele variava entre lambidas e chupões, explorando cada centímetro do corpo dela. Natacha se entregava completamente, perdendo-se nas sensações que ele provocava.

Depois de um tempo, Natacha sugeriu:

— Vamos para o quarto?

— Vamos.

Ela foi na frente, rebolando a bunda para ele enquanto caminhava. Márcio a seguiu, com os olhos fixos em seu corpo. Quando chegaram ao quarto, ele se transferiu para a cama com a ajuda dela, que ajeitou suas pernas.

Com Márcio deitado, Natacha sentou-se novamente em seu colo, agora esfregando-se contra ele, aumentando ainda mais o desejo de ambos. Ela começou a beijá-lo, descendo pelo peito e, finalmente, chupando-o com dedicação. Márcio fechava os olhos, entregando-se ao prazer que ela lhe proporcionava.

Depois de um tempo, ela parou para tirar a bermuda dele e voltou a chupá-lo, agora com ainda mais vontade. Márcio estava no limite, e Natacha percebeu, subindo no colo dele e guiando o pau até dentro dela.

— Hummm... Delícia — ele murmurou.

Eles se entregaram à paixão, gemendo e xingando um ao outro, como se estivessem explorando seus limites. Natacha cavalgava com intensidade, enquanto Márcio alternava entre apertar a bunda dela e beijar seus seios, deixando marcas de sua paixão por todo o corpo dela.

Finalmente, Natacha anunciou:

— Vou gozar!

Márcio observava cada movimento dela, encantado com a maneira como o prazer tomava conta de seu corpo. Quando ela finalmente gozou, tremendo de satisfação, ele a segurou com força, sentindo-se realizado.

— Eu te amo! — sussurrou ela, ainda ofegante.

— Eu também te amo!

Depois de um momento de descanso, ela se levantou e masturbou Márcio, que, pouco depois, também atingiu o clímax, espalhando seu prazer pelo corpo dela.

Natacha limpou as mãos nas roupas espalhadas pela cama e se deitou ao lado dele, trocando beijos e declarações de amor. Depois de alguns minutos, ela olhou para o relógio e percebeu que já era quase três e meia da tarde.

— Tenho que terminar o almoço.

Márcio sorriu e disse:

— Essa foi a melhor comida que você poderia ter me dado.

Ela sorriu de volta, abraçando-o e beijando-o carinhosamente. O almoço virou janta, e o resto da tarde, eles passaram juntos na cama, envolvidos em uma intimidade renovada.

Autor: Sobre Rodas

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Sobre rodas a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários