Ao sairmos do restaurante passamos rapidamente no apartamento de Yana para buscar alguns itens pessoais dela e seguimos para minha casa.
Ao chegarmos, coloco o carro na garagem e vejo que Yana havia cochilado no trajeto. Estava linda ali ao meu lado, os mamilos eriçados ainda marcavam o tecido do vestido.
Acaricio seu rosto, a beijo e a desperto dizendo:
- Acorda minha putinha linda... Vamos entrar, chegamos...
Yana me olha sonolenta ainda e diz:
- Estou acabada... Amo a forma como o Senhor faz as coisas meu dono!
Entramos em casa pela garagem mesmo.
A casa estava limpa e cheirosa como eu havia orientado a faxineira, que devia ter saído ainda a pouco, o café da tarde já estava posto.
Falo com Yana:
- Minha cadelinha... Você precisa de um bom banho... A Rita deixou a banheira preparada antes de sair, mas antes vamos para o chuveiro para te limpar direito...
Yana concorda e seguimos para o banheiro da suíte. De fato a banheira estava preparada com a água quente, sais, essências, velas aromáticas. Simplesmente perfeito! Eita caprichou...
Rita trabalha pra mim há dois anos, sabe minhas preferências, o padrão que gosto... Trabalhou quase dez anos em um hotel de luxo. Dobrei seu salário. O ponto alto de Rita, além da qualidade impecável do serviço, é sua discrição...
Tiro minha roupa e desnudo Yana. A pego pela mão e entramos no box. Com o sabonete líquido neutro que Ox havia me indicado, começo a banhar minha escrava.
Começo lavando seu rosto, pescoço.
Vou descendo para as tetas.
Lavo delicadamente. Os mamilos rosa-claros além de entumecidos estão um pouco inchados por conta dos piercings. Sigo as orientações de Ox, não quero que inflame ou infeccione.
A cada toque Yana se derrete e suspira... Palavras são desnecessárias.
A perfeição do corpo dela é fascinante. Linda, alva, rosada... Os olhos verdes ora penetrantes ora tenros...
Ninguém imaginaria que uma beldade dessas pudesse ser tão pervertida, depravada e sádica (isso descobriria quando levei Yana para treinar uma nova submissa) horas depois de entregar suas virgindades e implorar para ser escrava, para ter um dono...
Termino de lavar suas tetas e desço, costelas, ventre, coxas... A buceta exige um pouco mais de atenção e cuidado devido aos piercings. O vibrador, apesar de desligado ainda está dentro...
Vou para trás dela passo para os ombros, costas, nádegas, parte interna das coxas...
Agora chegou o momento da higienização íntima, com cuidado, delicadeza...
Seu corpo jovem e virginal passara por abusos nas últimas horas que mulheres experientes com o dobro da sua idade não suportariam... E hoje à noite ainda tínhamos compromisso, reservei para nós uma cabine aquário no clube num show restrito a poucos membros...
Me abaixo e afasto as coxas de Yana expondo a bucetinha. Com cuidado removo o vibrador. Um suspiro mais intenso seguido de um gemido profundo.
Yana está encharcada, não do banho, mas ainda muito excitada. O grelo está inchadíssimo destacando ainda mais o piercing, sua buceta que antes era de um rosa claro, agora está um rosa avermelhado intenso.
Os grandes lábios inchados também devido aos piercings recentes.
Higienizo conforme Ox orientou, também passo um pouco do cicatrizante.
Faço com que Yana se vire. Abro as nádegas da minha linda submissa calipígia, bem ao centro, alojado, está o plug. Dessa vez não sou delicado.
Com um puxão firme retiro de uma só vez. O cu não se fecha imediatamente, permanece aberto.
Apoiada com as mãos no vidro do box Yana geme alto e chorosamente. Arqueia o corpo. Saem porra, fezes e um resto de sangue em jato. Yana não consegue se segurar e também defeca. Constrangida Yana choraminga:
- Me perdoe meu dono... Não consegui segurar mais...
Acaricio sua bunda e digo:
- Não se preocupe minha vadia linda... Seu dono está cuidando de você...
Debaixo do chuveiro mesmo aplico um enema nela e deixo que saia tudo e ela fique limpa.
Pego Yana no colo e a deito na banheira, ligo a hidromassagem e digo:
- Relaxe e descanse... Aproveite o banho...
Yana:
- Obrigada senhor sua putinha não merece tanto...
Volto para o chuveiro, termino meu banho. Boa parte dos dejetos já tinham descido pelo ralo, com a ducha direciono o restante.
Me seco, ligo uma música ambiente bem suave e deixo Yana na banheira.
Vou até o carro e trago as compras e os itens pessoais para dentro.
Me sirvo um whisky duplo, acendo um charuto e relaxo um pouco na poltrona da sala...
Continua...
