Depois de curtir a festa com Sebastian, Lucy estava esperançosa com o que havia ouvido dele.
“Só pra deixar claro: quando essa festa acabar, você vai pagar por cada palavra que disse agora”
Como uma boa submissa ela era obediente, no entanto agora tinha o repertório sexual de saber seduzi-lo e provocá-lo, e fez bom uso dele nessa festa, não ultrapassou a nenhum limite que a levasse a uma situação punitiva, mas ele com certeza a devoraria assim que tivesse oportunidade.
E esse momento estava próximo, eles já haviam se despedido das pessoas da festa e Sebastian a segurava firme pela mão enquanto andavam no estacionamento do carro e assim que chegaram ao veículo, Lucy teve seu corpo prensado contra ele.
A lataria gelada do carro contrastava com a pele quente de suas costas, ele agarrou o queixo dela possessivamente, de uma forma que a mantinha com a cabeça erguida, forçando contato visual. Rapidamente percorreu seus olhos pelo ambiente se certificando se havia alguém perto e assim que confirmou que estavam sozinhos usou sua mão livre para atingir o rosto de Lucy com um tapa.
– Sabe por que tá apanhando?
– Por ser uma putinha safada, senhor? – Lucy já sentia seu rosto avermelhado e sua calcinha úmida.
– Por ser a minha putinha safada. – Disse Sebastian dando ênfase na palavra minha. – Exatamente do jeitinho que eu procurava.
Ele a puxou pela cintura, de forma que ela sentiu a ereção dele encostando em sua barriga e a tomou com um beijo bruto, molhado e desesperado finalizando com uma mordida no lábio inferior dela que o fez sentir um breve gosto metálico.
Sebastian sorriu de canto ao vê-la acariciar a parte dolorida de seu rosto, os dois sabiam que ela ficava arrepiada com esse tipo de toque.
Ela adoraria masturbá-lo durante a viagem, mas sabia que ele preferia guardar suas energias para quando estivessem em um quarto, então só esperou ansiosamente esfregando suas coxas uma na outra durante o caminho, e ele apertava o volante com força o suficiente para que seus dedos doessem, só pensava no que faria com Lucy quando chegassem em casa.
O casal prosseguiu com amassos intensos até chegarem ao quarto, e antes mesmo que lhe fosse ordenado, ela já tirava a roupa e Sebastian mal conseguia se atentar em tirar a dele pois toda a vez se distraia ao vê-la despir-se, como se fosse a primeira vez que a estivesse vendo.
Ele sempre se perdia na cintura fina, bunda e seios grandes dela, essas curvas sedutoras juntas de seu cabelo loiro, longo e cacheado, pele branca, olhos azuis e boca rosada e carnuda formavam a armadilha perfeita para ele. Constantemente acabava a olhando de forma tão intensa que a deixava envergonhada, embora gostasse de sentir a admiração dele, mas mesmo tímida ela aguentava ser vista sem cobrir o próprio corpo.
– De joelhos, estou com saudades de usar meu cinto na sua pele macia, e também sinto falta da sua boquinha.
Ela obedeceu de imediato, ele já havia desabotoado sua camisa e calça, Lucy o ajudou a tirar suas peças de roupa mas na hora de remover a cueca sua boca salivava. Ela sempre se surpreendia com o fato de aguentar o tamanho dele, mas ainda sim amava a sensação de tê-lo dentro dela, de perder o ar ao engoli-lo e da sua boca tomada pelo gosto dele.
No entanto, antes que pudesse saboreá-lo um choque metálico atingiu as suas costas, Lucy paralisou por um momento absorvendo o golpe da fivela do cinto, porém Sebastian tocou levemente na nuca dela a puxando para a sua direção e isso a fez entender que deveria continuar.
Ainda recebendo golpes de fivelas em suas costas, ela abriu sua boca e abrigou o máximo que conseguiu do membro dele em sua garganta e fez uma sucção leve até que seus olhos começassem a ficar marejados.
Nesse momento Sebastian soltou o cinto e a segurou pelos cabelos, Lucy se afastou e começou a passar sua língua em movimentos circulares pela cabecinha dele o deixando com a respiração ofegante que ela tanto gostava de ouvir.
Ele agarrou o cabelo loiro dela com mais força a fazendo voltar a engolir todo o membro dele, para Lucy a posição em que se encontrava dava a vista perfeita de Sebastian, o peitoral definido dele com as costas levemente inclinadas para frente, a boca carnuda e rosada dele entreaberta e seus olhos verdes que iam ficando semi cerrados na proporção em que o prazer ia aumentando, nessa posição ele parecia ainda mais dominante.
Ele também gostava de vê-la daquele ângulo, os olhos azuis que iam ficando lacrimejantes na medida em que Lucy perdia o fôlego, os peitos que pareciam ainda maiores e a bunda empinada, ela se tornava ainda mais submissa naquela posição, com ele controlando a velocidade dela a puxando pelos cabelos.
Lucy já estava com o gosto salgado do pré gozo dele em seus lábios, e com as veias do pau de seu dominador crescendo em sua garganta se preparou para engolir a porra dele, ela já estava perdendo o ar até que Sebastian teve seu orgasmo.
Lucy ainda estava de joelhos, recuperando seu fôlego quando as mãos dele enxugaram suas lágrimas, porém assim que ele notou a expressão de alívio no rosto dela a acertou com um tapa na cara que a pegou de surpresa.
– Fica de quatro e no chão minha putinha, ainda estamos longe de acabar. – Disse Sebastian pronunciando a palavra putinha de maneira quase carinhosa.
Lucy obedeceu, estar com o gosto dele em seus lábios era um combustível para a chama dela.
– Vá até o armário, pode escolher o brinquedo para que eu te faça um carinho.
Os olhos de Lucy brilharam com a ideia, para ela ver os itens de spanking de Sebastian trazia a mesma sensação que a protagonista do filme “Bonequinha de Luxo” tinha ao olhar a vitrine de uma loja da Tiffany.
E assim como a personagem de Audrey Hepburn sonhava em usar jóias de diamantes, Lucy desejava ardentemente experimentar o chicote mais infame que ela havia visto nas coisas dele.
Ela sabia que Sebastian havia comprado aquilo recentemente e a ideia de que ele pensou naquele brinquedo exclusivamente para usar nela fez um calor intenso se espalhar por seu corpo. Era um chicote bastante intimidador. O cabo, com cerca de dez centímetros, liso, firme, com uma ponta arredondada que denunciava o mecanismo de vibração oculto sob o botão discreto na base. Mas o que realmente chamava a atenção de Lucy eram as tiras: filetes de metal, flexíveis e revestidos por pequenas pérolas brancas distribuídas ao longo de toda a extensão.
Ela enxergava aquele objeto como uma mistura de algo ameaçador, mas ainda sim glamouroso e elegante, e esse era o mesmo olhar que a moça tinha por Sebastian.
E apesar de ter acabado de gozar, assim que viu Lucy de quatro segurando o cabo daquele chicote entre os dentes, Sebastian já sentia seu pau pulsar novamente.
Ele a posicionou de quatro e de costas por cima dele, e isso dava a Sebastian uma vista muito privilegiada da bunda perfeita e da buceta encharcada de Lucy.
– Vou fazer você se arrepender de ter escolhido esse chicote. – Sussurrou deixando sua respiração bater contra o clitóris dela, a deixando ainda mais excitada.
O som das tiras cortaram o ar, antes de atingir a pele de Lucy, que apesar de ter sido acertada com uma força moderada deixou escapar um gemido um pouco mais alto que seu habitual, pois além do peso do metal do chicote as pérolas a acertavam como pedras.
Não era a posição mais prática para Sebastian a espancá-la, então ele acabava atingindo Lucy de forma aleatória, tanto na bunda quanto nas costas.
Porém Sebastian não a havia colocado naquela posição por acaso. A pele de Lucy já ardia com marcas roxas e quando se deu conta das intenções dele ao sentir o toque úmido e lento da língua dele entre suas pernas. O choque de prazer a atravessou tão rápido que ela quase perdeu o equilíbrio ao arquear suas costas doloridas.
Mas aquilo foi apenas uma provocação calculada.
Antes que Lucy pudesse se entregar a sensação de prazer, Sebastian afastou seus lábios da buceta dela e retomou o chicote, dessa vez com menos aviso, e mais precisão, surpreendendo Lucy que estava com os músculos de seu corpo mais relaxado, de forma que os novos golpes a deixaram ainda mais dolorida, exatamente da forma que Sebastian havia planejado.
Quando finalmente parou, Lucy respirava como se tivesse corrido uma maratona, com sua pele quente e arrepiada e com seus lábios em carne viva marcados por mordidas em uma tentativa falha de abafar seus próprios gemidos. O silêncio que se seguiu foi quase tão intenso quanto os golpes, com o cômodo preenchido apenas pela respiração ofegante de ambos, até que Sebastian segurou firme os quadris dela e os puxou aproximando-a do seu rosto com a boca que já salivava de desejo antes de sua língua sequer encostar na intimidade de Lucy.
Ele se esforçou bastante para não abocanhá-la de uma vez, pois por mais que sua vontade fosse grande, Sebastian sempre priorizava provocar Lucy, pois para ele impulsividade significava falta de controle e tudo que ele mais odiava era não estar na posição dominante. Lucy pôde sentir o sorriso dele através da respiração batendo contra a sua buceta, e a excitação dela aumentou ainda mais quando Sebastian mordeu a parte interna de sua coxa.
Ele começou o oral devagar, mapeando cada pedaço dela ao percorrer sua língua lentamente fazendo movimentos de vai e vem pelos pequenos e grandes lábios, até chegar no clitóris, em que depois de lamber em círculos começou a sugar, aumentando a pressão de sua sucção conforme a excitação de Lucy ia crescendo.
Não demorou muito para que ela gozasse na boca dele, e enquanto ofegava e as pernas tremiam, Sebastian adaptava o chicote para a sua segunda função, tirando as tiras que eram removíveis, e ficando somente com o cabo. E ainda recuperando-se do orgasmo, Lucy foi surpreendida quando foi penetrada.
– Não sei se foi motivada a escolher esse chicote pelas tiras ou pelo cabo, mas espero que aguente ele agora. – Disse Sebastian ligando o aparelho em uma potência mínima.
Lucy murmurou alguma coisa em resposta, uma espécie de “Sim senhor” que nem ela própria conseguia entender já que naquele momento seus próprios pensamentos soavam incompreensíveis a si própria, a única ideia que não havia se esvaído de sua mente, era que por mais que o vibrador estivesse bom queria sentir o pau dele.
Porém, mesmo muito próxima dele, a diferença de altura entre os dois dificultava na hora de fazer um 69, então se contentou em masturba-lo, e ele que já estava duro teve que se esforçar bastante para não se desconcentrar de seus propósitos com ela.
E Lucy, que já recebia bastante estímulo do vibrador, com as vibrações cada vez mais intensas e o ritmo da penetração mais acelerado, foi surpreendida pela língua dele em seu cu, o que a fez automaticamente “piscar” na boca de Sebastian.
Ele resolveu mudar as posições antes que ela perdesse o pouco de energia que ainda tinha e a colocou por baixo dele, já encaixando para iniciar um “Papai e mamãe”.
– Chupa, deixa bem babado. – Disse direcionando o vibrador já desligado ao rosto de Lucy.
Para ela era muito mais fácil fazer isso do que pagar boquete em Sebastian mas havia subestimado a tarefa, pois era difícil se concentrar enquanto ele dava estocadas ritmadas em sua buceta.
Além disso, ele aproveitava a posição para bater no rosto dela, apertar o pescoço e morder seus seios e tudo isso junto do barulho dos gemidos abafados de Lucy já eram o suficiente para levá-lo ao clímax, porém ainda tinha planos para ela naquela noite.
Então virou Lucy bruços, com travesseiros embaixo de sua barriga para que o quadril dela se mantivesse empinado, ela não havia percebido isso ainda mas o objetivo dele era poupá-la de tanto esforço físico para manter-se naquela posição para que dessa forma guardasse sua força para o que estava por vir.
Lucy quase chorou, um aperto se espalhou em seu peito no momento em que Sebastian saiu de dentro dela, estava com tanto tesão ao ter a buceta bombeada por ele que por um segundo se esqueceu como era viver sem o ter dentro de seu corpo.
Ele sorriu silenciosamente ouvindo o gemido manhoso que sua submissa deixou escapar e aproximou a boca da bunda dela, depositou um mordida forte em um lado das nádegas e depois enfiou o rosto entre elas, percorrendo a língua nas pregas dela.
O cu de Lucy piscava ao redor dos lábios dele, e no momento em que ele inseriu um dedo lubrificado dentro dela, a moça começou a se questionar o porquê de seu dominador estar fazendo tanta questão de prepará-la, já que não era nem um pouco do feitio dele fazer isso antes de fude-lá naquele buraco.
Entretanto, preferiu aproveitar a jornada do que refletir com profundidade a respeito disso, e isso contribuiu para que sua musculatura interna relaxasse e aguentasse com tranquilidade três dedos da mão enorme de Sebastian dentro dela.
Ele ficou satisfeito ao perceber que os músculos do ânus dela haviam se afrouxado, então retirou os dedos dali e removeu o vibrador da boca de Lucy, que deixou um rastro de saliva escorrer pelos seios ao ter a boca livre. Com ela distraída, ele começou a inserir lentamente o vibrador no cu dela.
Lucy estava com o corpo tranquilo e por ser acostumada a penetrações anais mais brutas recebeu o objeto dentro de si com facilidade, porém rapidamente foi surpreendida por Sebastian que também começou a forçar a entrada dela com seu pau.
Ela fez um gemido choroso e mais alto que seu habitual, por reflexo debateu-se em uma tentativa falha de tirá-lo de dentro dela, mas como Lucy não falou a palavra de segurança e nem demonstrou resistência maior, ele continuou a penetração, conseguindo encaixar sua glande.
– É só relaxar que a dor diminui. – Sussurrou ele com as mãos a puxando pelos cabelos. – Só tome cuidado para não relaxar muito, porque se não vai parar de doer e sem dor não tem graça para você.
A pele de Lucy arrepiou mais ainda ao ouvir aquilo, ela sabia que era verdade, e também faria o esforço que fosse para fazê-lo gozar, então rebolou contra ele para obter mais prazer e assim conseguir aguentar mais do pau dele dentro dela.
– Vai acabar me partindo ao meio desse jeito. – Disse Lucy, que apesar de gemer chorosamente gostava bastante da ideia.
Sebastian soltou uma risada baixa contra a nuca dela, parou a penetração por um segundo, deixando-a sentir o peso da glande dele pressionando, esticando-a devagar e deixando a vibração média a estimular.
– Te partir ao meio é pouco minha putinha, eu vou te abrir e te fazer sentir cada centímetro meu ao mesmo tempo em que esfolo seu cu com o brinquedo que você mesma escolheu.
Ele depositou um chupão forte no pescoço dela marcando a pele branca com um hematoma arroxeado, e ao notar o músculo do ânus dela se dilatando ao redor do seu membro, intensificou a estocada, e com metade dele dentro dela, as lágrimas de Lucy molhavam a fronha do travesseiro em um choro silencioso pois apesar de amar anal e a vibração estar gostosa, aguentar apenas seu dominador já não era uma tarefa fácil, e em uma dupla penetração anal era mais difícil ainda, uma queimação profunda e constante surgia na entrada dela que se espalhava pelo seu intestino e isso era como se seu cuzinho apertado estivesse sendo forçado a se abrir além do que ela achava possível. O vibrador já dentro dela, rígido e zumbindo sem parar, ocupava espaço, pressionava as paredes internas e criava um atrito causando tanto dor quanto prazer. Era como se estivesse sendo rasgada de dentro para fora, mas ao mesmo tempo preenchida de um jeito tão completo que o corpo inteiro dela reagia com arrepios, suor frio e lágrimas, entretanto a sua buceta latejava estando vazia e escorrendo de tesão.
E apesar da dor aguda percorrendo seu corpo a cada vez que ele ia mais fundo, seu grelo pulsava e a vibração a deixava com muito mais tesão mesmo sem ser tocada ali.
Sebastian não tinha pressa para estar dentro dela, ele avançava milímetro por milímetro, parando de vez em quando para deixar que ela se acostumasse ou apenas ter a sensação do cu dela se contraindo e relaxando em volta dos dois objetos. Uma mão dele apertava firme a nádega marcada, abrindo mais, enquanto a outra segurava a base do vibrador, mantendo-o no lugar e às vezes girando levemente para aumentar a pressão interna.
Depois de longos minutos inteiros de uma tortura deliciosa que afetava ambos, ele encaixou tudo, e com o quadril colado contra a bunda dela, Lucy soltou um soluço de alívio e dor, mas seus olhos pesaram como se estivesse prestes a desmaiar de tantas sensações. Nunca havia sentido seu corpo tão preenchido.
Sebastian ficou assim por um tempo, imóvel, só respirando pesado, deixando-a processar o que estava acontecendo. Depois começou movimentos lentos, suas estocadas eram profundas e o pau deslizava ao lado do vibrador.
Lucy, enlouquecida, havia agarrado os lençois com tanta força que as juntas de sua mão estavam brancas.
– Agora goza pra mim, com esse cu lotado, sem que eu toque essa buceta molhada que tá lambuzando a cama.
Ele aumentou um pouco a potência do vibrador com um toque no botão, e ao mesmo tempo deu um tapa forte na nádega já marcada e isso somado a ordem dele foi o suficiente. O corpo dela convulsionou violentamente e o ânus piscando em volta do pau dele e do brinquedo, como se quisesse expulsar e ao mesmo tempo sugar os dois mais fundo. A onda de prazer foi tão intensa que por segundos ela perdeu a noção de tudo, como se o mundo fosse resumido em dor, prazer e Sebastian.
Quando os tremores começaram a diminuir, ele desligou o vibrador com calma e o retirou devagar, deixando um vazio momentâneo que deixou Lucy parcialmente aliviada, mas não por muito tempo pois depois de puxar o pau para fora ele começou a bombear com toda a força que podia dentro dela se movimentando com violência.
– Agora vou te comer como a puta que você é. Só com o meu pau te rasgando até você não aguentar mais.
– S-sua. – Tentou falar Lucy com a voz fraca e quase inaudível.
– Minha o que? – Sebastian inclinou o corpo sobre o dela, o peito suado colado nas costas marcadas pelo spanking, uma mão subindo para agarrar os cachos loiros e puxar a cabeça dela para trás com força. A outra desceu entre as pernas dela não para tocar a buceta, mas para apertar a parte interna da coxa, abrindo mais, dando mais espaço para ele meter ainda mais fundo.
– Sua putinha. – Disse ela o mais alto que conseguia.
Ele acelerou ainda mais, e o pau foi engrossando dentro dela, as veias pulsando enquanto ele se aproximava do clímax. Lucy apesar de estar fraca, sentiu o corpo responder antes mesmo da mente e outro orgasmo veio de repente, a deixando fraca de forma que ela só conseguiu se manter na posição graças ao travesseiro e as mãos dele.
Vê-la assim foi o que bastou para que Sebastian a enchesse o corpo dela com seus jatos de porra.
Por fim, desabou sobre as costas dela, os dois ficaram por um tempo em silêncio ofegante de prazer e cansaço, De certa forma Sebastian não queria sair dali nunca, mas infelizmente suas necessidades fisiológicas às vezes não estavam de acordo com as suas necessidades psíquicas.
E ao notar que Lucy estava com dificuldade para respirar por conta do peso do corpo dele jogado sobre ela, saiu devagar, com cuidado, observando com um sorriso possessivo o jeito que o cuzinho dela pulsava, vermelho e dilatado, vazando um pouco da porra dele. Virou-a de lado com delicadeza, puxando-a para os braços, limpando as lágrimas do rosto dela com os polegares.
– Minha putinha perfeita. – Murmurou ele, a voz rouca e satisfeita, a puxando para um beijo.
– Para todo e qualquer momento, serei sua putinha perfeita. – Disse Lucy ao interromper o beijo por falta de fôlego.
– E a loirinha que eu amo também. – Falou Sebastian a beijando no topo da cabeça com ela aninhada em seu peitoral.
Lucy não respondeu, ela apenas sorriu para ele os dois estavam tão conectados que sem que verbalizasse, ele já sabia que havia se tornado uma tatuagem no coração dela.
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Aviso ⚠
[Estarei encerrando a história “Ride or die” em breve, farei apenas um ou dois capítulos e conto com vocês, deixem nos comentários fetiches/práticas que gostariam de ver serem praticados por Lucy e Sebastian nos próximos contos]
