Resolvemos escrever este texto primeiro pois estamos de férias, e acreditamos realmente que ninguém nasce corno ou hotwife, nos tornamos.
O que pretendemos relatar aqui, é a novela de nossas vidas. escrevemos este texto juntos relembrando as melhores partes. E tento quebrar aqui um tabu sobre o tema "corno" ou "cuckold".
Em minha juventude eu tive meu momento comedor, mas qdo encontrei minha esposa eu realmente descobri o que é sexo.
Ela é uma mulher linda, corpo lindo, rosto lindo, boca, personalidade, parceria, mae, e amante.
É um honra e tenho muito orgulho em ser corno de uma mulher como esta.
mas vamos ao que interessa :
Lúcia era simplesmente morena. Morena clara, mignon, 1,54 m de altura, 62 kg de curvas generosas — uma bunda que chama a atenção dos homens pois é empinada, peitos siliconados e firmes que transbordavam qualquer decote, cintura marcada e coxas grossas que balançavam hipnotizantes a cada passo. A cidade toda a desejava. Ela tinha uma sensualidade contagiante, um jeito de andar, de olhar, de sorrir que fazia os homens virarem a cabeça na rua, no supermercado, no condomínio fechado de Sertãozinho onde moravam. Rosto redondo com lábios carnudos, olhos castanhos expressivos e um sorriso malicioso que prometia safadeza sem limites. Aos 53 anos, ela ainda tinha aquela energia de quem sabe o poder do próprio corpo e usa sem pudor.
Luiz era o contraste perfeito: empresário branco, meio gordo, 52 anos, barriga proeminente de quem passa o dia no home office. Tinha dinheiro, estabilidade, a casa confortável no condomínio fechado e um amor incondicional por Lúcia. Mas na cama ele falhava sempre: gozava rápido demais — mal entrava e já acabava —, deixando ela frustrada, insatisfeita, com um vazio que crescia a cada tentativa.
Luiz conheceu o que é sexo de verdade com Lúcia. Ela o ensinou a chupá-la — deitou de costas na cama na primeira vez, abriu as pernas grossas e puxou a cabeça dele pra baixo:
— Lambe, amor… assim… língua no clitóris… devagar… agora mais rápido… isso… não para até eu gozar na tua boca.
Ele aprendeu rápido, obediente. Ela gozava forte, tremendo, molhando o rosto dele inteiro, gemendo alto enquanto ele engolia tudo. Mas quando ele pediu pra chupar os peitos dela, ela riu:
— Não, amor. Esses foram caros. Você pagou apenas para vê-los e não tocá-los. Se você for obediente eu deixo você brincar um pouco... Por enquanto, eles são só pra olhar… e pra outro homem tocar.
(Ela sempre o provocava, o que parecia uma brincadeira entre o casal, era um plano de uma fêmea para adestrar o marido.)
Luiz pagou a melhor clínica em Ribeirão Preto, ficou excitado de ver ela nua e o médico marcando seu corpo para a cirurgia. Quando ela voltou com os peitos maiores, firmes, redondos, ele ficou louco de tesão. A palavra corno era cada vez mais presente na casa deles.
Enquanto namoravam, Lúcia começou a explorar os limites dele. Uma noite, durante uma transa, ela sussurrou no ouvido dele:
— Amor… deixa eu colocar um dedo no teu cu? Todos os homens que eu tive deixavam… é gostoso… você vai adorar.
Luiz hesitou, mas aceitou. Ela lubrificou o dedo, enfiou devagar. Foi instantâneo: o pau dele pulsou forte, e ele gozou em segundos, jatos grossos na barriga dela, gemendo alto de prazer novo. Lúcia riu:
— Viu? Você gostou… agora vai pedir isso toda vez.
E pediu mesmo. Em toda transa, Luiz implorava:
— Coloca o dedo no meu cu, amor… por favor…
Lúcia era maligna. Toda vez que ele gostava de algo na cama, ela viciava ele e depois parava de fazer, deixando ele implorar. Começou a parar de colocar o dedo no cu dele — só quando ele implorava muito, choramingando. Depois parava de novo, rindo:
— Não hoje, corno. Implora mais.
Luiz implorava cada vez mais, submissão crescendo. Ela contava em detalhes todos os homens que teve na vida — 5 no total (os oficiais, como ela dizia). Contava enquanto ele chupava a buceta dela:
— O primeiro foi o namorado que me comeu quando eu tinha 18 anos e era virgem. Um polaco que a família tinha um bar e ele estava no exército. Ele tinha o maior pau que eu já vi na vida… grosso, veiudo, bolas caídas… me arrebentou as pregas na primeira vez. Eu saí sangrando, tive que ir ao médico. Ele metia forte, sem dó, me fazia chorar de dor e prazer ao mesmo tempo. Liberou uma fêmea indomável dentro de mim.
— O segundo tinha um rosto lindo, era pedreiro… pau grande, mãos grossas… me pegava na obra, no carro, no mato, no caminhão do pai dele. A fodia de pé, me encostava na parede da obra ou na carroceria do caminhão, metia forte enquanto eu gemia baixo pra não chamar atenção. Ele me deixava tremendo, pernas moles, depois me largava lá e voltava pro trabalho como se nada tivesse acontecido.
— Depois veio o Gustavo… o melhor sexo da minha vida. A química era incrível… ele me ensinou tudo e mais um pouco sobre sexo. Metia devagar pra me abrir, depois forte, sem pressa. Anal, buceta, boca… tudo. Eu implorava pra ele não parar. Ele me fazia gozar gritando, várias vezes. Ainda sinto saudade dele dentro de mim.
— O quarto foi o Jota, DJ… tesão louco por mim. Sempre no sofá, me comia com a música alta, me fazia dançar enquanto metia. Mas mesmo com Jota, nessa época Gustavo já era noivo de sua atual esposa, mas eu não resistia a ele.
— O quinto… um cara de Ribeirão Preto que peguei numa festa. Eu estava sofrendo pelo Gustavo e bebi demais. Ele deu carona pra mim bêbada… me levou pro canavial e me estuprou sem dó. Eu não tenho muitas lembranças desse fato… só flashes de dor, de ele me segurando forte, metendo sem parar na caminhonete dele. Acordei no dia seguinte já em casa, doendo, confusa… marcada com tapas e batidas na cara. Não me lembro se gozei… mas sei que foi ele. O pau era maior que o teu também.
Luiz ouvia tudo, língua na buceta dela, pau duro latejando, humilhação crescendo. Ela deixava claro:
— Todos tinham pau maior que o teu, amor. Maior, mais grosso, mais duro. Você é o menor que eu já tive.
A submissão crescia. Ela exigia sexo oral toda noite — montava no rosto e dava tapinhas em suas bolas e gozava gritando, molhando a boca toda. Quando permitia penetração (raramente), era só pra ele gozar rápido dentro dela e depois ordenar ele chupar e limpar tudo:
— Lambe, corno. Engole seu leitinho inútil da minha buceta. Isso é o que você faz melhor.
A palavra "corno" virou constante. "Bom dia, corno manso". "Vem limpar, corno". "Olha como você tá sofrendo, corno".
No condomínio fechado, com câmeras em todos os cantos e vizinhos discretos, Lúcia escalava: microshorts minúsculos pela casa, tomando sol nua no quintal mesmo com as câmeras internas e externas, roupas sensuais cada vez mais provocantes. Luiz andava com pau duro o dia todo.
Certa vez, já de pileque, durante uma relação sexual, ela o chamou pelo nome do ex: “Gustavo… mete mais forte… me fode, Gustavo…”.
Ambos gozaram como loucos — ela tremendo no pau dele, ele gozando rápido dentro dela como sempre. Daí pra frente, o nome Gustavo apareceu em todas as transas deles. Ela gemia alto “Gustavo… me fode…”, e Luiz gozava mais rápido ainda, humilhado e excitado.
Nessa época, Luiz teve a ideia de comprar um consolo grande, 18 cm, realista, veiudo. Na primeira vez que colocou todo nela, Lúcia gozou gritando, tremendo, e decretou:
— Chupa minha buceta enquanto o Gustavo me come…
Pronto, agora o consolo tinha um nome GUSTAVO e tinham mais um padrão. Quando não, ele deitava de costas na cama, ela posicionava o consolo um pouco acima do pau de Luiz e eles trepavam — o pau pequeno dele no máximo se atritava com a bunda dela, sem entrar, enquanto o consolo a preenchia toda. Ela gozava chamando ele de corno:
— Isso, me fode... isto é que é pau… me fode, pois, meu marido é um frouxo e gosta de ser corno ... este era o ponto alto do sexto...
Luiz gozava sem botar a mão, só do atrito da bunda dela no pau pequeno, gemendo alto, leite escorrendo pela barriga. Atirar o consolo dava para ver todo o gozo de Lucia escorrer pelo pênis de borracha que agora virou parte ativa da relação deles. Tendo Luiz de dar beijinhos no consolo agradecendo ele pelo prazer gerado na esposa.
Ela decretou:
— Amor eu quero levar nossa relação a outro nível, amo ver você punhetando esta coisinha que vc tem apenas com dois dedinhos, é fofo, mas daqui pra frente vc está proibido de gozar. Você só vai gozar quando eu estiver satisfeita, mas quero um pau de verdade, então quero que vc procure o Gustavo. Eu quero um homem de verdade, chega! Se vira...
Luiz não entendia se era brincadeira ou verdade, ele sofria, mas adorava o sofrimento, andava com pau duro o dia todo, negado, submisso, bolas inchadas, tesão acumulado. Só de abraçá-la ou vê-la nua ficava de pau duro, foram 43 dias assim... até que em uma noite de tortura dele passando creme hidratante nela após o banho e sobre ela com pau esfregando na bunda dele, sussurrou:
— Amor… eu não aguento mais… eu topo.
Lúcia virou sorrindo, puxou ele pelos cabelos dando um beijo molhado de língua disse:
— Ainda não, corno. Aguenta mais. Quando você estiver adestrado, aí sim liga pra ele implorando.
Quase 60 dias de humilhações se passaram, e ela o mandou entrar em contato com Gustavo. Luiz pensou em diversas abordagens, não era fácil... mas já não pensava mais com a cabeça de cima, e estava disposto a seguir. Conseguiu o telefone de Gustavo com um amigo e ligou...
— Alô Gustavo? Tudo bem? Aqui é o Luiz marido da Lúcia, eu queria conversar com você, vc teria um tempinho para um café? Hoje a tarde na padaria Panini?
Gustavo demorou a processar:
— Luiz? Marido da Lúcia?
Luiz rapidamente:
— Isto da Lúcia, acho que vocês namoraram a um tempo atrás!
Gustavo se lembrando:
— Ahhh. sim... mas do que se trata?
Luiz, pensando rápido:
— Preciso de um serviço seu!
Gustavo:
— Serviço?
Luiz:
— Isto eu te explico no café, você pode hoje a tarde?
E assim marcaram na padaria Panini, próximo das 17h... se encontraram, apertaram as mãos.
Gustavo, rapidamente:
— E aí Luiz, como posso ajudá-lo?
Luiz, com o coração disparado, voz tremendo, rosto vermelho de vergonha, olhos baixos, gaguejando:
— Gustavo, o que eu vou te falar não é fácil para mim, então eu vou te pedir sigilo. Estou casado com Lúcia a 6 anos, eu a amo de paixão, não sei viver sem ela, porém — com um sorriso forçado, tentando quebrar o clima, mas falhando miseravelmente — continuou: ela é muita mulher para mim, eu não dou conta dela na cama — já percebendo um sorriso em Gustavo, Luiz sentiu o estômago revirar, mas continuou, voz baixa: ela é incrível e eu... bem... eu gozo muito rápido... sério... muito rápido... não consigo... e isso tem gerado alguns problemas em casa... e sendo assim sendo bem direto, já que somos adultos. Eu queria te perguntar — muito desconfortável, suor escorrendo na testa, mãos suadas apertando a mesa — se eu reservasse um hotel em Ribeirão Preto, bem discreto... você toparia passar uma tarde com ela?
Gustavo impactado pela pergunta e pela situação, sem pensar disse:
— Deixa eu ver se estou entendendo, você quer que eu coma sua mulher é isso?
A conversa estava tensa dos dois lados. Luiz sentiu um nó na garganta, o desconforto era palpável, como se o ar da padaria tivesse ficado mais pesado. Voz quase sumindo:
— É...
Gustavo, agora com um tom mais alfa, cruzando os braços, olhando fixo nos olhos de Luiz, como quem avalia um subordinado:
— Ela sabe disso?
Luiz, baixando ainda mais a cabeça:
— Sim, a ideia é dela...
Gustavo, inclinando o corpo pra frente, voz firme e dominante, já se sentindo o macho alfa:
— Nossa... não sei o que dizer... me pegou de surpresa. Mas me diz aí, você curti esta história de ser corno? é isto? — disse a palavra "corno" com um sorriso sarcástico, fazendo Luiz se encolher na cadeira — por que eu? Ela tem saudade do meu pau ou o quê? Se abre porra ! Conta tudo, vai. Seja homem...
Luiz, rosto queimando, voz tremendo mais:
— Ela... ela,,, é foda dizer isto.. mas ela fala de você sempre... diz que você era o melhor... que você a fez gozar como ninguém nunca fez... que você aguenta horas... enfim não é fácil para mim... Depois de um silencio na mesa com Luiz olhando para baixo e Gustavo olhando para ele incrédulo, Luiz disse: Eu a amo, e tenho sim muito tensão em ser corno! aceito ser corno para ve-la satisfeita. Pra ela ser feliz.
Gustavo riu baixo, inclinando pra trás na cadeira, tom possessivo e superior:
— Então é isso... amor de pica fica!. Tá bom, corno ... Já que você curti, quer eu te chame de corno daqui para frente ? Meio que debochando disse ! Ta ai eu topo comer sua esposa, topo. Mas vai ser do meu jeito. Não quero você assistindo ! Você não é viado é ?
Luiz olhando nos olhos dele, sem saber o que dizer disse : Não claro que não porra !
Gustavo já emendando . - Você vai pagar tudo ! posso ficar sexta das 13:00 as 17:00. Ok ?
Luiz, olhos no chão, voz submissa:
— Entendi... pode deixar ... obrigado, Gustavo. Eu cuido de tudo.
Gustavo, batendo na mesa com a mão, voz alfa:
— Fechado... temos um acordo !
Eles se despediram, Gustavo apertou a mão de Luiz, Luiz saiu da padaria tremendo, pau duro na calça de tanto desconforto e humilhação, mas excitado ao mesmo tempo.
Luiz abriu a porta do sobrado no condomínio fechado de Sertãozinho com as mãos tremendo. O sol já estava baixo, o ar quente e parado da tarde interiorana entrando pela sala. Ele fechou a porta devagar, como se qualquer barulho pudesse denunciar o que tinha acabado de fazer. O coração batia tão forte no peito que ele sentia na garganta. A calça social fina do home office estava molhada na virilha — pré-gozo vazando sem parar desde que saiu da padaria Panini. O pau duro latejava dolorosamente, roçando no tecido a cada passo, mas o desconforto era maior que o tesão: vergonha pura, humilhação que queimava a pele.
Lúcia estava na sala, deitada de bruços no sofá, pernas dobradas pra cima, short de lycra curtíssimo subindo até quase mostrar a bunda empinada e as polpinhas. O top cropped tinha subido um pouco, revelando a cintura marcada e a parte de baixo dos peitos siliconados. Ela tinha um taça de vinho tinto na mão, o terceiro da tarde, olhos castanhos brilhando de curiosidade e impaciência quando viu ele entrar.
— E aí, corno? — perguntou ainda tendo um pouco de duvida se aquilo era verdade ou uma brincadeira de casal, ela com voz manhosa, virando de lado devagar, o short subindo mais, expondo a curva da bunda. — Ligou pro Gustavo? Ele topou?
Luiz parou na porta da sala, mãos suadas apertando a alça da pasta do notebook, rosto vermelho como brasa, suor escorrendo na testa. O pau pulsava forte na calça, vazando mais pré-gozo só de ouvir a palavra “corno” na voz dela. Ele abriu a boca, mas as palavras travaram. O desconforto era físico: estômago revirado, pernas moles, garganta seca. Mas o pau traidor não mentia — estava duro como pedra, latejando de vergonha e excitação.
— Amor... ele... ele topou — murmurou, voz baixa, quase inaudível, olhos fixos no chão, incapaz de encarar ela.
Lúcia abriu um sorriso largo, malicioso, os lábios carnudos se curvando de vitória. Ela se sentou devagar no sofá, pernas abertas, o short marcando a buceta lisinha por baixo (sem calcinha, óbvio). Colocou a taca de vinho na mesinha e se inclinou pra frente, peitos siliconados quase escapando do top.
— Topou mesmo, você esta falando serio ? Conta tudo, corno manso. Como foi? Ele riu da tua cara? Te chamou de corno na padaria ele é bem debochado! Olha pra mim... tá de pau duro só de falar disso, né? Mostra aqui... deixa eu ver o estrago que isto fez em sua cabeça.
Luiz sentiu o rosto queimar mais. Deu um passo pra dentro da sala, mãos tremendo. O pau marcava a calça fina, a cabeça inchada deixando uma mancha úmida visível.
— Foi... foi tenso, amor. Eu... eu disse que você precisava de um homem de verdade... que eu gozo rápido demais... que não dou conta. Ele ficou surpreso no começo, mas depois... depois ele aceitou. Disse que você é fantástica, que te viu outro dia no centro e você tá incrível gostosa demais... ele disse que curtiu a situação. Me chamou de corno na cara... disse “relaxa, corno” eu topo comer sua esposa, temos um acorod!
Lúcia riu alto, uma risada rouca e triunfante. Levantou do sofá, rebolando devagar até ficar na frente dele, peitos quase encostando no peito dele. Passou a mão devagar pelo peito dele, desceu até apertar o pau duro por cima da calça, sentindo o pré-gozo molhar o tecido.
— Meu Deus, Luiz... olha isso aqui... tá latejando, vazando... você entregou sua esposa pra outro homem e ainda gozou na cueca de tesão. Patético... mas delicioso. Conta o resto. Ele falou mais? Falou o que mais de mim ? Você disse que seu pau é o menor que eu vi na vida ? Se não deixa que eu digo para ele isto ... kkkk
Luiz tremia inteiro, voz quebrada, olhos marejados de vergonha:
— Sim... ele riu... cruzou os braços, me olhou como se eu fosse um subordinado... disse “você curte esta história de ser corno?”... me chamou de corno de novo... disse que não quer eu assistindo... perguntou se eu sou viado... eu disse que não... ele apertou minha mão com força na despedida... disse que vai ser do jeito dele... que eu pago tudo... que fica sexta das 13h às 17h... que eu marco o hotel...
Lúcia apertou mais forte o pau dele, esfregando devagar, sentindo o pré-gozo escorrer pelos dedos dela.
— Meu Deus .. Luiz ... é serio mesmo ? olha como você tá excitado. Você ficou lá na padaria, gaguejando, suando, olhos baixos, pedindo pro ex-amante da sua esposa foder ela... e ele aceitou. Aceitou te chamar de corno na cara. Aceitou te mandar preparar tudo. E você... você agradeceu. Voce esta falando serio mesmo ? Não brinca comigo !
Ela se aproximou mais, sussurrando no ouvido dele, hálito quente de vinho e tesão:
— Se for verdade mesmo... Voce é o homem de minha vida ! Não o macho de minha vida, mas o homem de minha vida. E sabe o que eu mais gostei? É você ter coragem de assumir isto e ir falar com ele. Como vai ser ? Ixê tenho que fazer as unhas, me depilar, fazer o cabelo, maquiar, comprar um cinta liga branca ele adora branco em mim . Voce vai comprar uns vinhos, cervejas ... vai vai esperar no hall do hotel ou vai para casa ?
Lucia estava elétrica e não parava de falar !
Luiz gemeu baixo, pau pulsando na mão dela, quase gozando só do toque e das palavras. Lágrimas escorriam silenciosas pelo rosto dele, mistura de vergonha absoluta e tesão incontrolável.
— Amor... eu... eu não aguento... — sussurrou, voz quebrada, corpo tremendo.
Lúcia riu de novo, soltou o pau dele e deu um tapa leve na cara dele, depois um beijo rápido e possessivo na boca.
— Não goza agora, corno. Você só goza quando eu mandar... ou após o Gustavo me foder como eu preciso. Mas hoje... hoje você vai dormir negado. Vai deitar do meu lado com pau duro, e me ajudar a pensar em tudo, tem que ser uma tarde especial Voce vai sofrer mais um pouco mais... até eu decidir que você tá adestrado o suficiente.
Ela virou as costas, rebolando até o quarto, deixando ele ali parado na sala, pau duro latejando, pré-gozo escorrendo pela calça, coração disparado de vergonha, tesão e submissão absoluta.
Luiz era uma confusão de sentimentos, ora excitado ou triste.
Ele escolheu o Hotel ibis Ribeirão Shopping. Fez a reserva pessoalmente com ela, e na ida ao Shopping levou ela para comprar um cinta-liga branca e depilar, a viu experimentar, agora já era quase 70 dias se gozar... já não tinha nenhum pudor em ser submisso, e como se o cérebro tivesse esperma em vez de neurônios.
Pela manha na sexta a agenda estava complicada, a levou para fazer cabelo e maquiagem. E ambos nervosos chegaram ao hotel as 11. Check-inn dois cartões magnéticos, subiram se instalaram ... colocou os vinhos e as cervejas para gelar no mini frigobar do Ibis.
As 12:40 super ansioso, até pensou de pedir para desistir, mas qdo olhava para ela, linda, morena, salto alto, cinta liga branca contrastando com a cor dela, o pau não ajudava.... o brilho nos olhos dela, a empolgação ... ele chegou a conclusão que devia isto a ela.
Ela percebendo, deu um beijo de língua molhado nele, e segurando seu pau disse: Voce é o homem de minha vida ! Te amo !
Ele: simplesmente disse: eu te amo muito, e soltou mais baixo um aproveite.
No hall do hotel, pensava em onde sua vida foi parar, ate que viu Gustavo.
Se levantou nervoso, se cumprimentaram rapidamente e Luiz se levantou devagar, estendeu a chave magnética, tentou falar “quarto 405, cuide bem dela ... ela é a mulher da minha vida”, mas as palavras travaram. Olhos lacrimejando, rosto vermelho, ele baixou a cabeça. Gustavo pegou a chave, deu um tapa firme no ombro e murmurou:
— Relaxa, corno. Eu cuido dela direito. Volta às 20h, pois eu mudei meus planos falei para minha esposa que iria tomar umas com meus amigos hoje.
Gustavo subiu. Luiz ficou no hall uns minutos, lágrimas escorrendo, pau latejando na calça. Depois foi pra Sertãozinho, passou as horas imaginando tudo.
Segundo Lucia, Gustavo abriu a porta as luzes estavam apagadas e ela a esperava deitada na cama king size, Ele rapidamente tirou a roupa e uma mão foi direto na pepeka dela, se beijaram e já a penetrou a foda foi selvagem desde o inicio, um misto de saudade e tesão animal, ele cravava fundo nela sem dó não trocaram palavras só saia palavrões, ela gemia como se estivesse no CIO.
Gustavo — Estava com saudade né, sua safada… você nunca me esqueceu safada... você gosta de minha rola, sempre gostou… você é minha!
Lúcia gozou 3 vezes, tremendo, gritando o nome dele. E ele a pois para cavalgar já enfiando dois dedos no cu dela:
— Eu estava com saudade desse cu apertado, vou de foder inteira hoje...
Ela tentou tirar a mão dele, pois ele estava rasgando ela, mas ele segurou as duas mão dela e continuou ...
- Não vai dar um de dama agora, quero rasgar você...
Ela já não mais tentava de defender ... apenas torcia para ele gozar... ele a levantou de pé com ela em seu colo continuou a meter sem dó, depois a colocou em uma cadeira e ai socando apertava o seu pescoço a chamando de safada e empurrou tudo gozando dentro dela.
Ainda em cima dela apenas sentiram a respiração um do outro e os batimentos acelerados dos corações.
Ele a levantou e deitaram na cama sem dizer nada!
Ela sobre o peito dele agora pensava na vida e ele ainda não acreditando ... não se passaram nem 5 minutos e ele pegou a mão dela e direcionou para o pau.... que já dava sinais de vida !
Ele disse quero comer seu rabo...
Ela assustada pelo jeito bruto dele (afinal fazia 6 anos de sexo gentil com o marido e agora ele quase a partiram ao meio), mas maliciosa com sempre... ela disse:
Deixa eu aproveitar um pouco deste pau! Tentando esgotar ele para que ele não tivesse energia para comer a rabo dela.
E assim o fez... Ficou de 4 e começou a chupar... a cabeça, depois tentando colocar o máximo na boca, depois o saco.. ele mandou ela se virar e ficando de 4 para ele ainda chupando, ele pode explorar mais seu rabo, tentando agora 3 dedos sem dó...
Sempre que podia ela dizia: Nossa que pau gostoso parece que ele cresceu mais desde que namorávamos !
Ele : Desde que eu te comia sua safada... vc deve estar acostumada com rola pequena.
Ele ficou de pé e ela de joelhos na cama, ele dava uma surra com o pau no rosto dela, dizendo lembra que vc gostava disto !
Não aguentando mais ele gozou.... pela segunda vez e ela engoliu tudo !
Não trocaram muitas palavras, ficaram abraçados em silencio, extasiados.
Ele se levantou abriu o vinho e começou a puxar conversa com ela e entender o casamento dos dois. Falaram de tudo...
Gustavo comentou que a esposa dele, engordou... que já não tem mais fogo na relação ! filhos ... vendas de carros... lembraram de qdo namoravam e que Gustavo foi com Lucia para Goiania de ônibus buscar um carro e dormiram no hotel em frente da rodoviária. Lucia falou o qto amava Luiz, da vida boa que tinha... do pequeno dote dele, e ate assumiu que desde o primeira transa dela com o Luiz ela deu um trato nele, terminando dizendo que dei um chá de buceta nele!
Nisto o vinho e as cervejas já falavam mais alto, e GUSTAVO disse querer comer ela por trás, ela o convenceu que não seria bom, mas puxando ele para o sofá, sentou de frente para ele sobre o pau e assim ficaram agora um pouco mais moderado, aproveitando todo o pau socado nela, ele chupava os peitos siliconados dela, dois dedos ainda socados no rabo, beijo, tapas xingamento ate ele gozar pela 3 vez.
Ele se levantou matou mais uma cerveja, lavou o pau na pia, se despediram sem prestar contas... e saiu ! ele mandou um zap a Luiz dizendo que estava feito.
Gustavo saiu às 19h30. Lúcia apagou.
Luiz chegou às 20h, coração disparado, entrou no quarto escuro, viu ela deitada meio de bruços, admirou o corpo e a bunda dela, tirou a roupa e deitou de conchinha com ela, pau duro encostando na bunda marcada. Ela resmungou algo mas voltou a dormir e acordaram às 22h. Luiz pediu comida, levou ela pro banheiro.
No box, água morna, Lúcia sorrindo de realização. Luiz lavou ela. Ela abriu as pernas:
— Olha isso, amor (agora com medo e respeito ela não o chamava mais de corno)
— Luiz, deixou escapar. Agora eu sou amor né?
— Quer que eu te chame de corno?
— Sim, então da uma olhada como esta minha pepeka ! ta ardendo muito !
Luiz apenas sofria, beijava ela sentindo o gosto estranho. Ficaram se pegando e namorando no banheiro ate tocar a campainha com o pedido dos lanches deles.
Ele saiu rápido, enrolado na toalha pegou os pedidos e voltou ao banheiro, enxugou ela, e agora seguindo o ritual dele,, começou a passar creme hidratante nela, olhando as marcas de mordidas nas costas, pescoço e notou o quanto a pepeka dela estava inchada. Ela pediu que ele desse alguns beijinhos para passar !
E assim ele o fez ....
Porem o ardor era enorme, ele sugeriu pedir alguma pomada em uma farmácia local, e ela rapidamente disse que na bolsa dela tinha Nebacetin e que ela trouxe pois sabia que ia precisar!
Luiz passou a pomada, dedo deslizando suave na pepekinha inchada, antes pequena, agora bem aberta. Lúcia ficou de quatro, empinando a bunda:
— Olha meu rabo… tá aberto? As dedadas do Gustavo pareciam rasgar tudo… será que eu ainda aguento o pau dele atrás ? Ele não tem dó… tenho medo de me rasgar mesmo… o que você acha, corno?
Luiz, nu, pau latejando livre, pré-gozo pingando no chão, murmurou:
— No passado ele já comeu ?
— Ela, claro eu já te falei isto !
— Luiz meio frustrado : então qual o problema ?
— Nossa, vou te chamar só de amor daqui para frente, não vai mais ser o meu mansinho como eu gosto !
Luiz – Desculpa amor, e que preciso gozar !
Ela, Se vc for bonzinho, vc goza Jajá !
Ele passou Nebacetin nas bordas do ânus dilatado, sentindo cada centímetro sensível.
Lúcia se virou, sentou na borda da cama, puxou ele pra perto, pediu para ele ficar de pé.
E punhetando ele muito devagar, chamando ele corno, começou a brincar com o anus dele...
Luiz gozou como um animal nos peitos dela !
Ela, Obrigada por cuidar de mim, meu corno manso. Por ter topado ser isso.. te amo, isto sim é prova de amor ! Agora me limpe que estou com fome, anda !
Comeram na cama. Antes de dormir, Lúcia quis um DR.
— Amor… como nosso casamento vai ser daqui pra frente?
Luiz, voz tremendo, mas sincera:
— Olha eu te amo, eu gosto de cuidar de você, te mimar, te proteger, gosto da ideia de ter uma mulher safada. Mas eu sei que não dou conta de você... Eu já pensei muito sobre o assunto e até gosto de ser corno. Tenho medo de se envolverem emocionalmente.
Lúcia sorriu, olhos marejados.
— Nossa eu nunca vi uma prova de amor assim, você é lindo.. te amo mesmo.
Se beijaram e deitaram na cama de conchinha e antes de apagar, ela sussurrou:
— Pronto… agora dorme, meu marido corno que amo muito. Amanhã você liga pro Gustavo. Seja gentil com ele, agradeça… Se você quer continuar com isto este é seu papel, você quer ?, não quer?
Luiz assentiu, excitado e submisso.
— Quero, amor… eu topo.
Mas na manhã seguinte, quando ligou pra Gustavo, Luiz travou. Voz baixa, sem graça:
— Bom dia, Gustavo… eu queria agradecer por ontem. Ela tá radiante. Mas… precisamos de um tempo agora pra ver como fica nossa relação… foi tudo muito rápido e intenso… temos uma vida, família, amigos…
Gustavo, meio frustrado:
— Tempo? Eu também tenho família, Luiz. Mais beleza… a gente dá um tempo. Tenho certeza que vc vai ligar !
Luiz desligou, aliviado mas culpado. Lúcia acreditava que ele ia marcar a próxima. Quando contou, ela ficou surpresa, depois irritada, mas aceitou:
— Tá bom, corno. Vamos ver como fica. Mas não esquece: eu ainda preciso de sexo
De volta ao condomínio fechado, Lúcia escalou a tortura. Microshorts minúsculos pela casa, tomando sol nua no quintal mesmo com câmeras, roupas sensuais provocantes. Quando tomava pileques, judiava do corno:
— Olha como você tá sofrendo, corno… pauzinho latejando o dia todo. Quer gozar? Liga pro Gustavo. Marca a próxima. Você só volta a gozar quando marcar uma nova rodada com ele.
Luiz andava com pau duro o dia todo, negado, submisso, bolas inchadas, tesão acumulado. Se masturbava com dois dedos no banheiro gemendo baixo, mas parava antes de gozar. Toda noite, pau duro encostando na bunda dela, sussurrava:
— Amor… eu não aguento mais… eu topo eu ligo para ele...
— Ainda não, corno. Aguenta mais. Quando você estiver adestrado, aí sim liga pra ele implorando.
Esperamos que vocês gostem, e se gostarem escrevemos mais capítulos desta maravilhosa jornada!
