SHIRLEY, A ANÃZINHA FILHA DA PUTA (SÓ NÃO TÊM TAMANHO ESSA VAGABUNDA)

Um conto erótico de Rico Belmontã
Categoria: Grupal
Contém 5169 palavras
Data: 16/01/2026 15:41:14

I. O Cabaré do Fim dos Tempos

O Cabaré da Enguia, como era conhecido nas vielas escuras de uma cidade decadente qualquer, cheirava a conhaque derramado e perfume da Jequiti. As tábuas do chão rangiam sob o peso de corpos suados, e o ar era denso com gemidos, risadas roucas e o tilintar de moedas trocadas por prazer. Foi ali, entre lençóis manchados e cortinas puídas, que Shirley veio ao mundo, uma anã de olhos espertos e corpo miúdo, mas já com curvas que prometiam problemas. Sua mãe, Madame Enguia, reinava sobre o bordel com punho de ferro e buceta gulosa, uma cafetina que comandava suas garotas como um general e fodia seus clientes como se fosse uma deusa pagã em débito com o diabo. Shirley, fruto de uma única transa descuidada com um anão trapezista de passagem, cresceu vendo o mundo através de uma névoa de luxúria e desespero.

Desde pequena, Shirley se esgueirava pelos corredores do cabaré, espiando pelas frestas das portas. Aos sete anos, assistiu sua primeira orgia: quatro homens e duas prostitutas, uma delas a lendária Rosita Peituda, era ensanduichada por três caras. Rosita, deitada de costas em cima de um cara, com a pica toda enfiada no rabo, chupava o pau grosso de outro enquanto um terceiro cliente a penetrava de frente a sua buceta molhada, que fazia barulhos obscenos. Um quarto homem, bêbado, tentava enfiar dois dedos na xoxota dela junto com a rola que já a penetrava, enquanto a outra puta se masturbava freneticamente, pingando fluidos vaginais no chão e escorregando no próprio muco, caindo com um grito que misturava prazer e vergonha. Shirley, escondida, ria baixinho, fascinada pelo caos.

Madame Enguia, com seus cabelos tingidos de vermelho-fogo e peitos que desafiavam a idade e profissão, era o coração do cabaré. Dizia-se que ela já tinha fodido metade da cidade, e a outra metade sonhava com isso. Sua especialidade eram as performances exóticas: uma noite, coberta de mel, deixou dois marinheiros lamberem cada centímetro de seu corpo enquanto um terceiro a comia por trás, o pau dele entrando e saindo do cu em um ritmo que fazia o quarto tremer. Shirley, então com dez anos, assistiu tudo de um canto, aprendendo que o sexo era poder, moeda e, às vezes, uma piada cruel.

Mas o destino de Madame Enguia foi selado numa noite de tempestade, quando Shirley tinha acabado de fazer 18 anos. A cafetina, famosa pela performance que lhe rendeu o apelido, decidiu arriscar aquilo pela segunda vez. Reuniu três marinheiros bêbados, homens de mãos calejadas e paus duros como mastros, em seu quarto privativo. O ar cheirava a sal marinho e tesão. “Hoje vai ser lendário”, ela riu, nua, com a buceta brilhando de excitação. De um aquário lodento que ficava ao lado da sua cama, ela pegou uma enguia elétrica viva, sua pele escorregadia reluzindo à luz de velas. “Vamos ver se essa danada aguenta o tranco como a outra da primeira vez”, disse, enquanto os marinheiros, já bêbados e rindo como hienas, se preparavam. Um deles a penetrou com força, o pau grosso esticando sua xereca faminta, enquanto outro enfiava a língua em sua boca, engolindo seus gemidos, chupando sua língua. O terceiro, sem saber onde se encaixar, se contentava em esfregar o pinto nos peitos dela. Então, Madame Enguia, com um sorriso maníaco, enfiou a enguia viva na buceta, o animal se debatendo em pânico. O choque veio rápido – uma descarga elétrica que fez seu corpo convulsionar, os olhos revirando, a boca espumando enquanto os marinheiros, sem entender, continuavam batendo punheta e assistindo. Ela gozou com um grito fino e morreu ao mesmo tempo, o corpo tremendo em um orgasmo fatal, enquanto os homens, em um misto de horror e tesão, gozaram juntos, seus jatos de porra caindo sobre o cadáver ainda quente e com espasmos. O cabaré inteiro parou, e Shirley, parada na porta, segurou o riso e as lágrimas, sabendo que sua vida naquele momento tinha mudado para sempre.

Com a morte da mãe, o Cabaré da Enguia ruiu. As prostitutas partiram, os clientes sumiram, e Shirley, agora dona de um casarão velho e vazio, e de memórias sujas, encontrou uma caixa de madeira sob a cama de sua mãe. Dentro, havia bilhetes amarelados, escritos por um anão trapezista chamado Zé Manco, o pai que ela nunca conheceu. As notas falavam de um circo itinerante, de cidades distantes e de noites de paixão. “Ele me fodeu como se o mundo fosse a porra do apocalipse. O que faltava em tamanho sobrava em tesão”, escreveu Madame Enguia em uma linha, com a caligrafia tremida. Shirley guardou os bilhetes no bolso, pegou uma bolsa com poucas roupas e algumas notas, e decidiu partir. O circo, segundo as pistas, estaria em uma cidadezinha a alguns dias dali. Ela não sabia se queria abraçar ou socar o pai, mas sabia que precisava encontrá-lo.

Enquanto saía do cabaré, o vento frio da noite soprava o cheiro de sexo e morte para longe. Shirley, com sua estatura típica do nanismo e sua fome de viver, riu sozinha, imaginando o que a estrada lhe traria. Se o mundo era um palco, ela estava pronta para ser a estrela – ou, pelo menos, para começar a foder até descobrir quem ela era.

II. Primeiros Passos, Primeiros Prazeres

O sol queimava como um carvão em brasa no céu enquanto Shirley caminhava por uma estrada poeirenta, os pés pequenos chutando pedras soltas. Sua bolsa balançava no ombro, cheia de trapos e dos bilhetes amarelados que apontavam para o circo onde Zé Manco, seu pai, poderia estar. Recém adulta, ela carregava no corpo a herança do cabaré: curvas atrevidas, seios que pareciam desafiar sua estatura de anã, e uma buceta faminta que, segundo as garotas de Madame Enguia, “engoliria homens inteiros”. Mas era o brilho nos olhos, um misto de malícia e melancolia, que fazia os passantes virarem a cabeça. Shirley sabia disso e planejava usar cada centímetro de si para encontrar o pai – ou, pelo menos, para se divertir pelo caminho.

Após horas de caminhada, com o suor escorrendo entre os peitos e a poeira grudando nas coxas, ela avistou uma taverna caindo aos pedaços, com uma placa torta que dizia “O Porco Bêbado”. O lugar fedia a cerveja azeda e corpos sem banho, mas Shirley entrou com a confiança de quem cresceu entre gemidos e sexo pago. No balcão, um fazendeiro gordo, com a barba cheia de migalhas de pão e um pau visivelmente duro sob a calça surrada, a encarou com um misto de curiosidade e tesão. “O que uma coisinha fofa como você faz tão longe de casa?”, ele grunhiu com os olhos fixos no decote dela.

Shirley sorriu, subindo com alguma ginástica num banquinho para encará-lo de igual para igual. “Estou procurando um homem. Mas posso me distrair enquanto não acho ele”, respondeu, a voz doce como mel envenenado. Em minutos, ele a levou para um quartinho nos fundos, onde o cheiro de bolor competia com o de desejo. O fazendeiro, chamado Téo, tinha mãos grandes e um pinto ainda maior, grosso como uma vela de sete dias. Shirley tirou a blusa, revelando os seios firmes de uma adolescente, e se ajoelhou, lambendo a cabeça do pau dele com uma lentidão que o fez gemer baixinho. “Porra, garota, onde você aprendeu a fazer isso isso?”, ele balbuciou, enquanto ela engolia o membro inteiro, a garganta profunda trabalhando com a habilidade de quem cresceu vendo Rosita Peituda chupar até três caralhos ao mesmo tempo.

Ela se levantou, tirou a saia e montou em Téo como uma amazona em miniatura, a buceta molhada deslizando sobre o pau dele com um som úmido que se espalhava pelo quarto. Cada estocada era um sismo: Shirley rebolava, os quadris pequenos movendo-se com uma força que desmentia seu tamanho, enquanto Téo agarrava seus peitos, apertando os mamilos até ela soltar um gemido rouco. “Fale aí, seu gordão filho da puta, têm notícias de um circo com um anão trapezista?”, ela perguntou, sem parar de quicar, com as perninhas curtas fazendo um ótimo trabalho, o clitóris roçando na base do pau dele, mandando choques de prazer pelo corpo. Téo, perdido entre o tesão e a confusão, gaguejou: “Vi um... uns anos atrás... Zé Manco, acho... num circo em São Bento...eles sempre voltam pra lá” Shirley apertou a boceta em torno do pau, arrancando um urro, e acelerou, concentrando o vai e vêm na glande até ele gozar com um jato quente, esguichando porra dentro dela, que logo lhe escorria pelas coxas enquanto ela ria, o orgasmo próprio explodindo como fogos de artifício.

Téo desabou na cama, ofegante, o coração parecendo prestes a explodir. Shirley, ainda nua, limpou o sêmen com uma fronha velha e anotou “São Bento” num pedaço de papel. “Valeu, grandão”, disse, dando um beijo na boca do gordo e um tapa na barriga dele, que respondeu com um grunhido de exaustão. Ela vestiu as roupas, sentindo o calor pegajoso entre as pernas, e saiu do quarto rindo do absurdo. O fazendeiro, agora meio desmaiado, murmurou algo sobre “anã do satanás”, enquanto Shirley voltava à estrada, o sol ainda queimando, mas o coração leve. São Bento era a próxima parada, e se precisasse foder mais meia dúzia de homens para encontrar Zé Manco, ela faria isso com prazer – e, quem sabe, com um pouco mais de libidinagem.

III. A Caravana do Caos

A estrada para São Bento era um tapete de terra esburacada, com o sol castigando a nuca de Shirley como um algoz impiedoso. Suas pernas curtas, porém incansáveis, a levaram até uma clareira onde uma caravana de mercadores acampava, as carroças formando um círculo ao redor de uma fogueira crepitante. O ar cheirava a couro, especiarias e testosterona, e os homens – uma dúzia de negociantes barbudos, de pele queimada e mãos calejadas – ergueram os olhos quando Shirley apareceu, a sainha curta revelando coxas grossas, um pouco tortas, e o decote prometendo pecados com juros. “Boa noite, senhores”, ela anunciou, a voz carregada de malícia. “Alguém aqui ouviu algo sobre um circo com um anão trapezista?”

Os mercadores trocaram olhares, alguns rindo, outros já com os paus endurecendo sob as calças. O líder, um homem chamado Rufino, com barriga de cerveja e um cavanhaque seboso, deu um passo à frente. “Se você quer informações, pequena, vai ter que pagar o preço dela”, disse, esfregando a virilha. Shirley sorriu, os olhos brilhando como os de uma loba. “Então vamos negociar”, respondeu, desabotoando a blusa e deixando os seios saltarem livres, os mamilos duros e pontudos como flechas. Em minutos, a clareira virou um palco de putaria insana, e Shirley, o centro de uma orgia homérica que faria o próprio Dionísio corar.

Ela se ajoelhou no chão, a terra grudando nos joelhos, e Rufino foi o primeiro, enfiando o pau grosso na boca delicada dela. Shirley chupava com voracidade, a língua dançando na cabeça do membro enquanto engolia até a garganta, os olhos lacrimejando de esforço e prazer. Outro mercador, um jovem de olhos famintos, se posicionou atrás, levantando a saia dela, colocando a calcinha de lado e enfiando o pinto na xoxotinha encharcada, cada estocada fazendo seus peitos balançarem e arrancando gemidos abafados. Um terceiro, mais ousado, lubrificou o dedo com saliva e forçou a entrada no cu virgem de Shirley, que gritou de surpresa, mas logo rebolou, abraçando a invasão. “Porra, que anãzinha gulosa!”, exclamou Rufino, enquanto os outros mercadores formavam um círculo, paus em punho, se masturbando e gritando encorajamentos como se fosse um espetáculo de luta livre.

A cena virou um caos de corpos. Shirley, agora deitada sobre uma manta, era fodida em todos os orifícios: Rufino na boca, o jovem que socava firme na buceta, e o terceiro martelando a pica dentro do cu dela em um ritmo brutal, o pau dele esticando a parede do reto até o limite. Os outros se revezavam, alguns gozando em seus peitos, outros esfregando paus duros nas coxas dela, deixando rastros de porra e suor. “Falem do circo, seus escrotos!”, Shirley gritava entre gemidos, a voz falhando de tanto tesão. Um mercador, ofegante, balbuciou: “Zé Manco... vi ele em São Bento... há poucas semanas... no circo...” Outro, gozando no rosto dela, completou: “Eles vão pra lá de novo... mês que vem...” Shirley riu, a cara ensopada de porra, enquanto seu próprio orgasmo explodia como uma granada, a buceta com contrações involuntárias apertando o pau dentro dela como uma prensa, arrancando urros do jovem mercador que gozava gala grossa e quente dentro da xoxota apertada e toda arregaçada de pica.

Mas o ápice veio com um toque de comédia. Um mercador bêbado, tentando se juntar à suruba, tropeçou numa corda que segurava uma carroça. A estrutura desabou com um estrondo, rolando colina abaixo e espalhando sacos de grãos pela clareira. Os outros homens que batiam punheta, pararam, alguns com paus ainda duros, outros rindo histericamente enquanto corriam nus para tentar salvar a carga. Shirley, nua, coberta de porra e terra, caiu na gargalhada, o corpo tremendo de prazer e do absurdo. “Vocês são um desastre!”, ela gritou, limpando o rosto com a água de um balde.

Recuperada, ela vestiu as roupas e anotou a pista: São Bento, mês que vem. Os mercadores, exaustos, ofereceram uma carona até a próxima vila, mas Shirley recusou. “Prefiro andar e gastar um pouco de energia porque eu não sei quando será a próxima orgia”, disse, piscando. Enquanto se afastava, o cheiro de pica ainda grudado na pele, ela ouviu os homens discutindo quem pagaria pela mercadoria perdida. A estrada à frente era longa, mas Shirley sabia que, com sua bucetinha safada e o seu charme, nenhuma porta – ou zíper – ficaria fechado por muito tempo.

IV. O Lenhador e a Lama

A floresta que separava Shirley de São Bento era um labirinto de árvores centenárias e chão úmido, o ar pesado com o cheiro de musgo e chuva recente. Seus pezinhos afundavam na lama, mas ela seguia, os bilhetes de Zé Manco queimando em sua bolsa como um mapa para o destino. O sol mal atravessava as copas, e o silêncio era quebrado apenas pelo canto de pássaros e pelo pensamento de Shirley, que oscilava entre a esperança de encontrar o pai e a lembrança pegajosa da orgia com os mercadores. Sua buceta e cu ainda ardiam de leve, um lembrete quente do caos da clareira, mas ela sabia que a estrada exigia mais do que memórias – exigia ação.

Perto do entardecer, com a lama grudando nas coxas e a saia manchada, Shirley avistou uma cabana de madeira tosca, com fumaça subindo da chaminé. Um lenhador, alto como uma árvore e com músculos que esticavam até quase rasgar as mangas da camisa xadrez, rachava lenha do lado de fora, o machado cortando o ar com um silvo. Ele parou ao vê-la, os olhos castanhos arregalando-se diante da anã de curvas generosas, o decote úmido de suor revelando seios que pareciam implorar por mãos fortes e calejadas. “Perdida, pequena?”, perguntou, a voz grave como trovão. Shirley sorriu, deixando a bolsa cair no chão. “Perdida não, só... curiosa. Sabe alguma coisa sobre um circo com um anão trapezista que se apresenta nessa região?”

O lenhador, chamado Jonas, limpou o suor da testa e riu. “Circo? Talvez. Mas aqui só tem lenha e solidão. Quer entrar um pouco?” Shirley não perdeu tempo. Dentro da cabana, o cheiro de pinho misturava-se ao de masculinidade crua. Ela tirou a blusa, os mamilos endurecendo no ar fresco, e puxou Jonas para o chão, onde uma manta puída servia de cama. “Vamos negociar informações”, sussurrou, desabotoando a calça dele. O pau de Jonas saltou livre, grosso como um tronco, com veias que pareciam intestinos de tão grandes. Shirley lambeu a cabeça, saboreando o sal do suor, antes de engoli-lo inteiro, a boca esticada ao redor do membro enquanto Jonas gemia, as mãos grandes agarrando os cabelos sedosos dela.

Ela se levantou, tirou a saia e montou nele devagar, a boceta encharcada engolindo aos poucos o pau com facilidade até engoli-lo por inteiro, apesar do tamanho. “Quero que você me arrombe toda, lenhador”, ordenou, rebolando com uma força que fazia o chão tremer. Jonas obedecia, socando com uma brutalidade que arrancava gritos de Shirley, a xota apertada pulsando a cada estocada. Os seios dela balançavam, batendo no peito dele, e o som molhado do sexo enchia a cabana, misturando-se aos grunhidos de Jonas. “Conheci um anão... Zé Manco...”, ele conseguiu dizer entre gemidos, “num circo... há uns anos... vai pra São Bento em alguns dias...” Shirley acelerou, o grelo inchado e visguento grudando na base do pau dele, o prazer subindo como um tsunami. Mas o chão, escorregadio de lama trazida pelos pés dela, traiu Jonas. No auge do coito, ele tentou mudar de posição, escorregou e caiu com um estrondo, a perna torcendo num ângulo errado. “Merda!”, ele gritou, enquanto Shirley, ainda montada, ria alto, o orgasmo explodindo mesmo com o caos.

Nua, coberta de suor e com o sêmen de Jonas escorrendo pra fora da vulva, Shirley ajudou o lenhador a se levantar, rindo do absurdo enquanto ele xingava, mancando. “Você é um desastre, grandão”, ela disse, amarrando um pano na perna dele. Jonas, entre gemidos de dor e risadas, confirmou: “São Bento, garota. O circo tá indo pra lá.” Shirley anotou a pista, vestiu-se e saiu da cabana, o cheiro forte do sêmen dele e de pinho grudado na pele. A floresta parecia rir com ela, e enquanto caminhava, a lama ainda grudando nos pés, Shirley sentiu que a estrada, com seus prazeres e incidentes, estava apenas começando a revelar seus segredos.

V. A Cidade do Pecado

São Bento era uma cidadezinha esquecida pelo tempo, com ruas de paralelepípedos mal alinhados e casinhas que pareciam desmoronar sob o peso do tédio. Shirley chegou ao meio-dia, o sol escaldante fazendo sua pele brilhar de suor, a saia colada nas coxas grossas e o decote deixando pouco à imaginação. O circo, segundo as pistas, montaria suas lonas em dois dias, mas Shirley não era do tipo que esperava de braços cruzados. Seus olhos brilhavam com a promessa de caos, e sua buceta, ainda inchada das fodas na estrada, parecia vibrar com a ideia de conquistar a cidade inteira. “Dois dias?”, pensou, rindo sozinha. “Tempo suficiente pra foder esse lugar até tudo virar pó.”

Sua primeira parada foi na prefeitura, um prédio decrépito onde o prefeito, um homem magro de bigode fino chamado Sr. Almeida, assinava papéis com o mesmo entusiasmo de quem já desistiu da vida. Shirley entrou sem bater, subiu na cadeira à frente dele e abriu dois botões da blusa, os seios quase saltando. “Ouvi dizer que um circo vem pra cá, Sr. Prefeito. Sabe se têm um anão trapezista nele?”, perguntou, a voz melíflua. Almeida engoliu em seco, o pau endurecendo sob a mesa. “Talvez... mas o que uma anãzinha linda como você oferece em troca dessa informação?” Shirley sorriu, pulou sobre a mesa, espalhando papéis, e puxou a calça dele. O pinto murcho ganhou vida quando ela o chupou, a boca gulosa trabalhando com uma precisão que fez Almeida gemer como um adolescente. “Porra, que anã safada do caralho!”, ele gritou, enquanto ela lambia as bolas e engolia o pau até a garganta. Minutos depois, ela estava de quatro sobre a mesa, a buceta encharcada recebendo estocadas furiosas, os documentos oficiais voando enquanto Almeida gozava pra todo lado, jatos de porra manchando relatórios fiscais. “O circo... Zé Manco... chega em dois dias”, ele ofegou, caindo na cadeira, exausto. Shirley, limpando o sêmen do queixo, anotou a informação e saiu, deixando o prefeito desmaiado sobre uma pilha de papéis timbrados manchados de esperma.

Na padaria da esquina, o cheiro de pão quente misturava-se ao de desejo quando Shirley entrou, atraindo os olhares do padeiro, um homem robusto chamado Miguel, e de sua esposa, Clara, uma mulher de curvas generosas e olhos curiosos. “Quero pão... e talvez algo mais”, disse Shirley, piscando. Em minutos, os três estavam nos fundos da padaria, farinha voando como neve enquanto Shirley chupava a buceta peluda de Clara, a língua dançando no clitóris inchado, passeando pelos pentelhos, enquanto Miguel socava na buceta dela por trás, o pau grosso arregaçando a xoxota sem piedade. Clara gemia, empinava a bunda com os seios cobertos de farinha de trigo, enquanto Shirley alternava entre lamber a esposa e beijar o marido, o trio colapsando em um orgasmo triplo que deixou o chão pegajoso e a padaria em desordem. “Zé Manco... o trapezista anão... tá com o circo”, Miguel murmurou, enquanto Clara, rindo, confirmava: “Chegam em dois dias.” Shirley, com farinha grudada no cabelo e porra escorrendo pela racha, agradeceu com um beijo triplo e partiu.

A praça central foi onde o caos atingiu proporções épicas. Shirley, agora uma lenda sussurrada entre os moradores fofoqueiros, atraiu uma multidão curiosa ao entardecer. “Quem quer saber o que uma anã de cabaré pode fazer?”, gritou, tirando a blusa e ficando apenas de saia, os seios brilhando ao sol poente. Homens e mulheres, jovens e velhos, formaram um círculo, e a suruba começou. Shirley era o centro de um redemoinho de febre carnal: um ferreiro socava a pica na sua buceta, o pau grosso como um martelo, enquanto uma costureira sugava seus mamilos, e um comerciante enfiava o pinto na boca dela, gemendo enquanto ela chupava com fome. Outro homem, um bêbado chamado Zeca, tentou sodomizá-la, mas gozou cedo, o jato acertando o próprio pé, e caiu no chão chorando de vergonha, arrancando risadas da multidão. Shirley, incansável, rebolava entre paus e línguas, a xoxota e o cu sendo fodidos em revezamento, enquanto mãos a apalpavam e bocas a chupavam. A praça virou um mar de corpos, com gozos explodindo como vulcões em erupção, e Shirley, confeitada de porra, suor e mijo, ria alto, o prazer misturado ao absurdo da cena.

Quando a orgia terminou, com metade da cidade exausta de tanto foder, e a outra metade ainda se masturbando nas sombras, Shirley juntou suas roupas e se sentou numa fonte, limpando o corpo com água fria e lavando suas roupas. A confirmação veio de todos os lados: Zé Manco estaria no circo, em dois dias. Ela sorriu, o coração acelerado pela espera e pelos orgasmos múltiplos. São Bento, agora marcada por sua passagem, nunca seria a mesma, e Shirley, com a buceta ainda latejando de tanto levar rola e um sorriso nos lábios, sabia que a cidade era apenas um aperitivo para o que viria.

VI. O Encontro Amargo

O circo chegou a São Bento com uma fanfarra de trompetes desafinados e carroças rangendo, as lonas coloridas se erguendo como um oásis de sonhos empoeirados. Shirley, com o corpo ainda quente da orgia na praça e o cheiro de sexo grudado na pele, observava da borda da cidade, os olhos fixos nas barracas que prometiam o encontro com Zé Manco, o pai que ela nunca conheceu. A espera a consumia, mas a ansiedade não a impedia de rir do absurdo de sua jornada – uma trilha de paus, bucetas e pistas desconexas que a trouxera até ali. Com uma saia limpa e os seios mal contidos pela blusa, ela caminhou até o acampamento circense, pronta para o que viesse, fosse um abraço ou um soco.

A noite caiu, e o circo irradiava vida: malabaristas jogavam tochas, palhaços tropeçavam em baldes, e o cheiro de pipoca queimada misturava-se ao de suor e excitação. Shirley perguntou por Zé Manco, e um domador de leões, com cicatrizes no rosto e um volume suspeito na calça, apontou para uma tenda nos fundos. Lá, ela encontrou um anão de meia-idade, com cabelos grisalhos e um olhar cansado, balançando numa rede enquanto fumava um charuto. “Zé Manco?”, perguntou Shirley, o coração batendo forte. Ele a encarou, os olhos estreitando. “Quem quer saber?” A voz era rouca, carregada de desconfiança. “Sou Shirley. Sua filha. Madame Enguia... ela morreu.” Zé Manco cuspiu no chão, o charuto tremendo nos lábios. “Filha? Não tenho filha. Some daqui, anãzinha, antes que eu te jogue na jaula dos leões.”

As palavras cortaram como faca, mas Shirley, forjada no cabaré, não recuou. “Você me deve respostas, seu velho filho da puta”, retrucou com os olhos faiscando. A tensão explodiu em um confronto verbal, com Zé Manco negando-a com desprezo, chamando-a de “resto de uma foda ruim” e mandando-a desaparecer. Shirley, com lágrimas nos olhos mas o queixo erguido, saiu da tenda, o coração partido e a raiva borbulhando. Mas a dor não a paralisava – ela a transformava. Se Zé Manco não queria ser pai, ela faria o circo inteiro sentir o peso de sua existência.

Naquela noite, o acampamento virou palco de uma orgia tão caótica que até os leões rugiram de inveja. Shirley, movida por um misto de mágoa e tesão, seduziu primeiro um malabarista, puxando-o para uma carroça. Ela chupou o pau dele com fúria, a boca gulosa engolindo cada centímetro da rola, enquanto ele gemia, deixando cair as bolas de malabares. “Mete em mim, agora!”, ela ordenou, e ele a penetrou na buceta lambuzada, as estocadas fazendo a carroça balançar como um navio em tempestade. Uma contorcionista se juntou, nua, lambendo os mamilos de Shirley, beijando sua boca, enquanto enfiava dedos na própria buceta, gemendo alto. Um palhaço, com maquiagem por finalizar, entrou na dança, enfiando a piroca no cu de Shirley, que gritou de prazer e dor, o corpo esticado ao limite enquanto era fodida em todos os orifícios. A cena virou um redemoinho de carne: mais artistas se aproximaram, paus duros e bucetas úmidas, e Shirley, no centro, era lambida, chupada,estapeada e penetrada por todos os lados, os gemidos se misturando às risadas histéricas. Um trapezista gozou no rosto dela, o sêmen escorrendo como tinta, enquanto uma dançarina esfregava a buceta nos seios de Shirley, deixando um rastro pegajoso.

O clímax do bacanal circense veio com um toque tragicômico: um dos malabaristas, tentando impressionar, jogou uma tocha acesa, que caiu numa lona e começou um pequeno incêndio. Os artistas, no meio do gozo, correram para apagar as chamas com os extintores, alguns ainda com paus duros balançando, enquanto Shirley ria, nua, coberta de porra e lágrimas, o corpo tremendo de prazer e luto. “Que circo de merda!”, gritou, enquanto ajudava a jogar água na lona, o riso misturado ao choro pela rejeição do pai.

Exausta, Shirley se limpou com um pedaço de lona chamuscada, o coração pesado, mas a mente clara. Zé Manco podia renegá-la, mas ela não precisava dele. A estrada a ensinara que o prazer era o seu poder, e São Bento, agora marcada por sua passagem, seria seu novo palco. Com o circo ainda fumegando e os artistas ofegantes, Shirley juntou suas coisas, pronta para transformar a cidade em algo maior – e mais sujo – do que qualquer cabaré.

VII. O Novo Cabaré

O céu de São Bento ardia em tons de laranja enquanto Shirley, com o corpo ainda pegajoso da orgia no circo e o coração machucado pela rejeição de Zé Manco, caminhava pelas ruas da cidadezinha. A dor da negação do pai pulsava em seu peito, mas a anã de curvas impossíveis não era de se render ao sofrimento. Se o cabaré de Madame Enguia fora seu berço, São Bento seria seu trono – um palco onde o prazer reinaria supremo, e o absurdo da vida seria celebrado com risos e orgasmos. A cidade, já marcada por sua passagem, tremia sob o peso de sua presença, e Shirley sabia que dois dias de espera haviam transformado o lugar num caldeirão de desejo pronto para transbordar.

Ela vendeu o casarão que sua mãe lhe deixara de herança na sua cidade natal e começou no coração da sua nova cidade, numa taverna que outrora fora apenas um ponto de bêbados melancólicos, mas que agora, sob seu comando, se tornaria o Cabaré da Shirley. Com um vestido minúsculo que mal continha os seios e a buceta ainda úmida das últimas trepadas, Shirley subiu no balcão, atraindo olhares de todos os cantos. “Hoje, São Bento vai trepar comigo!”, gritou, arrancando a roupa e ficando nua, a pele brilhando de suor e tesão. A multidão – homens, mulheres, comerciantes, lavradores, até o padeiro Miguel e sua esposa Clara – rugiu em aprovação, e o caos erótico começou.

Shirley era o epicentro de uma orgia monumental, uma tempestade caótica de lascívia que engoliu a taverna. Um ferreiro de mãos calejadas a levantou como se fosse uma boneca, enfiando com ela suspensa o pau grosso na buceta delicada enquanto ela chupava o pinto de um comerciante, a boca nervosa engolindo cada centímetro com gemidos abafados. Clara, a esposa do padeiro, se juntou, lambendo o clitóris de Shirley enquanto Miguel agora fodia o cu da anã, o pau dele esticando-a com uma mistura de dor e prazer que a fazia gritar a cada estocada violenta. “Mais, seus putos, me fodam todos os meus buracos!”, ela ordenava, rebolando entre os corpos, os seios balançando enquanto mãos, línguas e paus esperando uma oportunidade para penetrar seu cu, buceta e boca. Uma lavadeira, com os cabelos soltos e a xoxota encharcada, esfregou-se nos seios de Shirley, gozando com um grito que ecoou pela taverna, enquanto um bêbado, sempre ele, tentando participar, tropeçou numa cadeira e caiu, ejaculando no chão e arrancando risadas histéricas da multidão.

O chão da taverna ficou escorregadio de porra, suor e cerveja derramada, e o ar cheirava a sexo e liberdade. Shirley, incansável, passava de um parceiro a outro, a xana e o cu sendo arrombados em revezamento, enquanto ela lambia bucetas e chupava paus, o corpo coberto de toda sorte de fluidos como uma tela viva. Um jovem aprendiz, tímido até então, ganhou coragem e a penetrou por trás, o pau pequeno mas ansioso fazendo-a rir entre gemidos. “Vai, garoto, me fode como homem. Não importa o tamanho da varinha e sim a mágica que ela faz. Mete, porra!”, ela provocou, e ele gozou em segundos, o rosto vermelho de vergonha e prazer, enquanto a multidão aplaudia o espetáculo tragicômico.

Quando a orgia atingiu seu ápice, com metade da cidade nua e exausta, Shirley subiu novamente no balcão, o corpo brilhando de porra e suor, os cabelos grudados no rosto. Ela ergueu uma caneca de cerveja, rindo alto. “À Madame Enguia, que morreu gozando eletrocutada por um peixe, e a Zé Manco, que nunca vai saber o que perdeu!”, gritou, brindando ao céu. A multidão rugiu, alguns chorando, outros rindo, todos fodidos – literal e figurativamente – pela anã que transformara São Bento em seu reino de luxúria. A taverna, agora um cabaré de prazeres sórdidos, pulsava com vida, e Shirley, no centro de tudo, sabia que havia encontrado seu lugar.

Enquanto a noite caía, com gemidos ainda ecoando pelas ruas, Shirley olhou para a multidão, o coração leve apesar de tudo. A rejeição do pai era uma ferida, mas o prazer era seu remédio. São Bento, com seus corpos entrelaçados e risos bêbados, era agora seu lar – um cabaré eterno onde ela reinaria, rindo e gozando até o fim dos seus dias.

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