A rotina que se estabeleceu após aquela noite foi uma espécie de sonho febril e delicioso. Nossa casa, antes de um lar comum, transformou-se em um templo secreto dedicado ao prazer, e nós três — minha mãe Helena, Ângela e eu — seus sacerdotes devotos. O triângulo se consolida não apenas como um arranjo sexual, mas como uma entidade viva, pulsante, com suas próprias regras e rituais.
Nossas noites eram sagradas. Depois que minhas irmãs se recolheram a seus quartos, a porta do quarto de minha mãe se trancava, e o mundo exterior deixou de existir. A cama de casal se tornou nosso altar, onde exploramos todas as especificações possíveis. Houve as noites de trio, uma sinfonia de corpos entrelaçados, onde eu era o centro, recebendo e dando prazer em igual medida. Mas também houve as noites a dois. Eu aprendi a diferença entre fazer amor com Ângela e com minha mãe.
Com Angela, o sexo era mais brincalhão, mais experimental. Ela era mais ousada, mais disposta a tentar novas posições, novos lugares. Uma vez, ela me levou até a varanda no meio da noite, sob a luz da lua, e se ajoelhou para me chupar, o risco de sermos pegos adicionando uma camada de eletricidade ao ato. Com ela, eu era o jovem amante, o garoto forte que a satisfazia.
Com Helena, o sexo era mais intenso, mais carregado de significado. Era um ato de rendição e poder, uma celebração de nosso segredo incestuoso. Ela gostava de me dominar, de me chamar de "meu filho" no auge do prazer, de me fazer sentir ao mesmo tempo protegido e possuído. Com ela, eu era o homem da casa, o sucessor de meu pai, o único que poderia satisfaze-la daquela forma.
E então, havia algumas vezes em que eu observava. Descobri que elas também tiveram seus encontros a sós, e o espetáculo de minha mãe e sua melhor amante se entregando uma à outra era uma das visões mais excitantes que eu já presenciei.
Foi em uma tarde de sábado que flagrei. Minhas irmãs estavam no cinema, e eu tinha chegado em casa mais cedo do que o esperado de um encontro com amigos. A casa estava silenciosa, e eu pensei que estivesse vazia até ouvir o som de risadas abafadas vindas da piscina.
Fui até a janela da sala, que dava para o quintal, e o que me vi prendeu no lugar. Na piscina, Helena e Ângela estavam se beijando, seus corpos brilhando sob o sol. As mãos de Angela percorriam as costas de minha mãe, descendo até a bunda fantástica que eu tanto cobiçava, enquanto os seios de Helena pressionavam os de Angela.
Eles não me viram. Fiquei escondido, observando, meu pau aguentando na calça. Helena se sentou na borda da piscina e Ângela se alojou entre as suas pernas.
"Você está molhada, Helena", sussurrou Ângela, e eu pude ouvir claramente. "Será por causa do nosso filho?"
"Sim", respondeu minha mãe, a voz rouca. "Penso nele o dia todo. Penso no pau dele dentro de mim."
Angela riu, um som baixo e sexy. "Ele é um bom garoto. Mas agora é minha vez de cuidar de você."
Ela se abaixou e começou a chupar minha mãe, e eu assisti, hipnotizado, enquanto o corpo de Helena se contorcia de prazer. Minha mão foi para meu pau, e eu comecei a me masturbar, meus olhos fixos na cena diante de mim. Foi quando Angela olhou em minha direção, um sorriso nos lábios. Ela me viu. E em vez de parar, ela fez um gesto para mim, um convite.
Eu saí do meu esconderijo e caminhei até elas, meu pau duro, pulsando. Eles me receberam como se me hospedassem esperando, e a tarde se transformaram em uma orgia de três, sob o sol da tarde, nossos corpos se unindo na água clara da piscina e nas espreguiçadeiras molhadas.
Outra vez, o risco se tornou parte do prazer. Uma noite, eu estava na cozinha, buscando um lanche, enquanto Helena preparava o jantar. Minhas irmãs estavam na sala, imersas em um filme de TV, o som da TV eventualmente como uma trilha sonora para nosso perigo.
Helena usava uma saia longa e fluida, e quando eu virei para me servir de um copo d'água, ela se encostou em mim. "Estou com saudade", sussurrou ela, seu hálito quente em meu pescoço.
Seu traseiro se pressionou contra minha virilha, e meu pau respondeu imediatamente. "Elas estão aí", eu protestei, minha voz baixa.
"Então seja silencioso", disse ela, e sua mão se moveu para trás, encontrando meu pau duro através da calça.
Ela se inclinou para a frente, apoiando as mãos no balcão, e levantou a saia lentamente, revelando que não usava calcinha. Sua bunda nua me convidava, e eu não resisti.
Liberei meu pau, já duro, e entrei nela por trás, em um único movimento lento e silencioso. Ela gemeu, um som abafado que se perdeu no barulho da TV. "Garoto malvado", disse ela com cara de safada por eu ter metido no seu cú, comecei a me mover, um ritmo lento e profundo, cada golpe calculado para não fazer barulho, para não chamar a atenção. O perigo de sermos pegos por minhas irmãs, a poucos metros de distância, só aumentava a intensidade do momento.
"Meu filho...", sussurrou ela, e eu a fodei ali, na cozinha, enquanto o cheiro do alimento se misturava ao cheiro do nosso sexo, até que ambos gozamos em silêncio, nossos corpos tremendo de prazer e adrenalina.
Mas o segredo, por mais excitante que fosse, não podia durar para sempre. A tensão crescia, a necessidade de uma resolução se tornava mais forte a cada dia. E foi Angela quem tomou a iniciativa.
Certa noite, após um de nossos encontros, ela se sentou na cama, o rosto sério. "Nós não podemos continuar assim", disse ela, olhando para mim e para Helena. "Escondidos, como se estivéssemos fazendo algo errado."
Helena e eu nos olhamos, um silêncio pesado passando entre nós.
"Eu amo você, Helena", continuou Angela, pegando a mão de minha mãe. "E eu amo o Rafael. Mas não quero mais ser sua amante secreta. Quero mais."
Ela se virou para mim. "E você, Rafael. Você é um homem agora. Não pode viver à sombra de nós duas para sempre."
Helena suspirou. "O que você está sugerindo, Angela?"
"Eu estou sugerindo que paremos de nos esconder", disse Angela, sua voz firme. "Eu vou assumir nosso romance. Eu vou me mudar para cá. Vamos ser uma família. E se as pessoas não gostarem, que se danem."
Ela se virou para mim. "E você, meu amor. Você continuará sendo nosso amante, mas também será nosso sobrinho, o filho de Helena, o garoto que mora com sua mãe e sua... tia."
A ideia era ousada, quase louca, mas também fazia um sentido estranho. Era uma solução para nosso dilema, uma forma de nos unirmos publicamente, mantendo nosso segredo no âmago de nossa nova estrutura familiar.
Helena olhou para mim, seus olhos azuis cheios de perguntas. "E você, Rafael? O que você acha?"
Eu olhei para as duas mulheres, as duas mulheres que eu amava, as duas mulheres que me deram prazer e propósito. A ideia de ser o "amante oculto" delas, de continuar nosso jogo sob um novo disfarce, era incrivelmente excitante.
"Eu acho que é a melhor ideia que já tivemos", disse eu, e um sorriso se formou em meu rosto. "Vamos fazer isso."
E assim foi feito. Algumas semanas depois, Angela anunciou a suas amigas e conhecidos que estava se mudando para Casa de Helena e que elas estavam namorando, algumas se afastaram achando um absurdo, mas a maioria achou ótimo para as duas que estavam solteiras. Minhas irmãs estranharam em um primeiro momento, mas como gostavam muito de Angela, no final acabaram achando bom mesmo porque a Angela era mais “jovem” que Helena, gostava mais dos programas delas. E eu na minha posição de rei, não podia ter uma vida melhor com duas rainhas a minha disposição.