Minha mãe e sua amiga II

Um conto erótico de Davil
Categoria: Grupal
Contém 2425 palavras
Data: 16/01/2026 14:36:07
Assuntos: Grupal, Incesto

Os dias que se seguiram foram uma tortura deliciosa. Angela e eu nos tornamos amantes secretos, encontrando-nos nas horas mais improváveis: uma rápida transa no banheiro enquanto minha mãe estava no supermercado, uma sessão de sexo oral no carro estacionado em algumas quadras de casa, madrugadas de mensagens de texto picantes que me deixavam com o pau duro e sem condições de dormir. Cada encontro com Angela era mais intenso que o anterior, e meu desejo por ela só cresceu, alimentado pelo perigo e pela exclusão.

Mas havia uma sombra pairando sobre nós: minha mãe, Helena.

Ela não tinha dito nada mais sobre o que viu. Nem uma única palavra. Mas seu comportamento mudou. Ela se tornou mais presente, mais observadora. Seus olhos azuis, antes tão gentis, agora me deixam analisar, me desvendar. Eu a pegava olhando para mim de um jeito estranho, um misto de curiosidade, orgulho e algo mais... algo que eu não ousava nomear, mas que fazia meu estômago dar um nó.

O jogo começou de forma sutil. Uma noite, enquanto eu assistia TV no sofá, ela sentou-se ao meu lado, mais perto do que o habitual. Usava um robe de seda curto, que se abria um pouco quando ela cruzava as pernas, revelando a parte superior de suas coxas.

"Você tem andado diferente, Rafael", disse ela, em voz baixa. "Mais... homem. Gosto disso."

Seus dedos começaram a traçar padrões no meu braço, e meu corpo reagiu instantaneamente. "Obrigado", eu gaguejei, sentindo o rosto esquentar.

"E a Angela...", continua ela, e meu coração parou. "Ela parece mais feliz ultimamente. Mais... satisfeita."

Ela olhou nos meus olhos, um sorriso pequeno nos lábios. "Você tem sido um bom amigo para ela, não é?"

Eu não sabia o que dizer. "Eu... tento ser", consegui responder.

"Seja mais que um amigo, querido", sussurrou ela, e sua mão subiu do meu braço para meu peito. "Seja tudo o que ela precisa."

Ela se afastou então, deixando-me ofegante e confuso no sofá. O que ela queria dizer com aquilo? Era um teste? Uma permissão?

A situação se intensificou. Angela começou a ser convidada para almoços e jantares em nossa casa, e a tensão no ar era palpável. As três refeições se transformaram em um campo de batalha silencioso, um jogo de sedução onde eu era o prêmio.

Em um desses jantares, Angela estava sentada ao meu lado, e debaixo da mesa, sua mão encontrou minha coxa, subindo lentamente. Ao mesmo tempo, minha mãe, sentada em frente a mim, esticou a perna e seu pé descalço começou a subir minha panturrilha. Eu fiquei preso entre as duas, o coração disparado, o pau duro como uma rocha, tentando manter uma conversa normal sobre o tempo enquanto minhas mãos suavam sob a mesa.

"Rafael, querido, você está pálido", disse minha mãe, com um ar de preocupação falsa. "Está se sentindo bem?"

"Estou ótimo", eu menti, a voz um pouco trêmula.

“Angela, você não acha que ele está um pouco tenso?”, perguntou ela, e Angela sorriu.

"Acho que sim. Talvez ele precise de uma massagem relaxante", disse ela, seus dedos se movem mais perto da minha virilha.

Eu mal consigo respirar. Era demais. O jogo estava se tornando insustentável.

O ponto de ruptura chegou numa noite de sexta-feira. Minhas irmãs tinham ido dormir na casa de amigas, e minha mãe "convidou" Angela para "uma noite de filmes". O que inicialmente seria um reunião de amigas acabou se estendendo a mim, por insistência das duas, nós três sentamos no sofá da sala, eu no meio. As luzes estavam apagadas, apenas o brilho da TV iluminando a sala.

O filme era um romance bobo, mas ninguém estava prestando atenção. Minha mãe, usando um vestido de noite justo que realçava suas curvas, se recostou em mim. "Estou com um pouco de frio", sussurrou ela, e seu braço passou por trás dos meus ombros.

Do outro lado, Angela fez o mesmo, seu corpo quente se colando ao meu. "Eu também", disse ela, e seus dedos começaram a brincar com o meu cabelo.

Eu estava em pânico. Eles estavam se tocando através de mim, seus seios pressionavam meus braços, seus cheiros se misturavam no ar. Meu pau estava duro, pulsando, uma urgência dolorosa.

E então, minha mãe fez o movimento. Sua mão desceu do meu ombro e pousou na minha coxa. Ao mesmo tempo, a mão de Angela subiu do meu cabelo e desceu pelo meu peito até encontrar minha outra coxa. Ambas as mãos começaram a se mover, lentamente, em uníssono.

Eu gemi, um som baixo e rouco.

"Shhh... assist ao filme", sussurrou minha mãe no meu ouvido, seu hálito quente me fazendo tremer.

“É a melhor parte”, acrescentou Ângela, do outro lado, seus dedos se aproximando cada vez mais do meu pau duro.

Eu não aguentava mais. Fechei os olhos, minha cabeça jogou para trás, entregue loucamente.

"Ele parece desconfortável", disse minha mãe, sua mão agora roçando a base do meu pau. "Talvez sua calça está muito apertada."

"Acho que sim", falou Angela. "Deveríamos ajudá-lo a se sentir mais confortável."

Elas se olharam por cima da minha cabeça, um silêncio cheio de significado passando entre elas. Era um acordo. Uma interpretação. Eu que até então não estava entendendo muita coisa, comecei perceber a movimentação.

Minha mãe se inclinou e, com a mão, desabotoou minha calça. O zíper desceu com um rangido alto, e meu pau saltou para fora, duro e pulsando.

"Meu Deus...", sussurrou minha mãe, e seus olhos se arregalaram. "Você é maior que seu pai."

Foi a primeira vez que ela mencionou meu pai daquele jeito, e a frase me chocou. Mas não havia tempo para pensar. Angela se inclinou e lambeu a glande do meu pau, e eu gritei de prazer.

"Você gosta disso, meu filho?", perguntou minha mãe, sua mão envolveu minha base. "Gosta de ser cuidado por duas mulheres?"

Eu só consegui balançar a cabeça, incapaz de falar.

Então, minha mãe fez algo que nunca imaginei que faria. Ela se inclinou e, junto com Angela, começou a me chupar. Duas línguas, duas bocas, me explorando, me possuindo. Uma lambia a glande enquanto a outra chupava minhas bolas. Uma descia o pau todo enquanto a outra sugava a cabeça. Eu olhei para baixo, para o rosto da minha mãe e de Angela, juntas, me dando prazer, e a visão era tão errada, tão proibida, que me levou ao limite quase imediatamente.

"Vou gozar!", gritei, o corpo todo tenso.

Elas não pararam. Pelo contrário, aceleraram o ritmo, e quando eu explodi, elas dividiram porra entre si, algumas gotas caindo em seus rostos, eram só sorrisos.

Fiquei ofegante no sofá, o corpo todo mole, a mente em branco. O que tinha acabado de acontecer?

Minha mãe se limpou a boca e se pronunciou. "Venham", disse ela, e sua voz era firme, de comando. "Quarto. Agora."

Nós a seguimos, como animais hipnotizados, até o quarto dela. Era grande, com uma cama de casal, e cheirava a ela, a seu perfume.

Ela se despiu primeiro, tirando o vestido e revelando seu corpo. Seus seios eram maiores que os de Angela, com mamilos grandes e rosados. Sua bunda era fantástica, redonda e firme. Ela não era “rata” de academia como Ângela, mas, para mim, não era menos interessante. Pelo contrário. Ver minha mãe nua, em carne e osso, era uma fantasia que eu nem sabia que tinha, e agora se tornando realidade.

Angela também se despiu, e as duas mulheres se deitaram na cama, um ao lado da outra. O contraste era hipnotizante. Helena, minha mãe, com sua pele mais clara, seus seios grandes e pesados, sua bunda generosa, uma deusa madura e poderosa. Angela, morena, com seu corpo mais esguio, seios menores e perfeitos, uma ninfa sedutora. E eu, no meio daquele paraíso proibido, o garoto que se tornará homem no centro de seu próprio universo perverso.

"Venha aqui, meu filho", sussurrou Helena, fazendo um gesto com o dedo. "Sua mãe quer te sentir de verdade."

Eu me aproximei, meu corpo tremenda de antecipação. Ela me deixou para cima de si, e meus lábios se encontraram. Foi um beijo diferente do beijo com Angela. Mais lento, mais profundo, carregado de anos de afeto agora transbordando em desejo incestuoso. Sua língua era mais lenta, mais exploradora, e eu a deixei guiar, entregue loucamente.

Enquanto eu beijava minha mãe, senti as mãos de Ângela em mim, explorando minhas costas, minhas nádegas. Sua boca se prendeu em meu pescoço, mordiscando, lambendo, e eu gemi na boca de Helena.

"Você gosta, não é?", disse Helena entre beijos. "Gosta de ter duas mulheres. Uma para te dar carinho, outra para te dar tesão."

Eu só consegui balançar a cabeça, meu pau duro, pressionado a coxa de minha mãe.

"Então nos prove", disse ela, empurrando-me para baixo. "Prove que você é homem o suficiente para nos satisfazer."

Ela se abriu para mim, e eu vi, pela primeira vez, a buceta que me deu à luz. Era linda, com pelos loiros e úmidos, os lábios inchados e rosados, já brilhando de tesão. Me ajoelhei entre as pernas dela e mergulhei.

O gosto era diferente do de Angela. Mais adocicado, mais... familiar. Eu a chupei com fome, minha língua explorando cada dobra, cada centímetro do seu interior. Ela gemia alto, as mãos em meu cabelo, me empurrando para mais perto.

"Sim, meu filho! Aí! Chupa a buceta da sua mãe!", gritava ela, perdida em seu próprio prazer.

Enquanto eu chupava minha mãe, senti Angela se posicionar atrás de mim. Sua língua começou a lamber meu saco, depois subiu até meu cu, e eu gritei de prazer contra a buceta de Helena. Angela começou a me chupar o rabo, a sensação de sua língua em meu ânus enquanto eu dava prazer à minha mãe era quase demais.

“Vem cá, Ângela”, chamou Helena. "Deixa ele te provar também."

Angela deu um beijo em minha mãe e se deitou ao lado de Helena e se abriu. Eu mudei de posição, meu rosto agora entre as pernas da minha amante. O gosto de Angela era mais salgado, mais intenso, e eu a chupei com a mesma fome, sentindo o cheiro e o gosto das duas mulheres misturadas em meu rosto.

Elas se beijavam acima de mim, suas mãos se exploravam, enquanto eu alternava entre as duas, levando-as ao limite com minha língua. Ambas gozaram em minha boca, uma após a outra, seus corpos tremendos, suas gemas preenchendo o quarto.

Agora era minha vez. Meu pau estava duro, atrasado, pronto para entrar.

"Quem primeiro?", perguntei, a voz rouca.

Elas se olharam, um sorriso cúmplice passando entre elas.

"Eu", disse Helena. "Quero sentir meu filho dentro de mim primeiro."

Ela se virou de quatro, oferecendo-me aquela bunda fantástica. Angela se deitou na frente dela, e as duas começaram a se beijar. Eu me posicionei atrás de minha mãe e entrei nela com um único golpe profundo.

Ela gemeu alto, um som de dor e prazer. "Meu Deus! Você é grande!", gritou ela, enquanto Angela segurava seu rosto e a beijava.

Comecei a foder minha mãe com força, com um ritmo selvagem. Cada golpe era uma afirmação, uma transgressão. Era tudo o que eu tinha fantasiado e mais. A sensação de estar dentro dela, de vê-la reagir aos meus empurrões, era indescritível.

"Me fode, meu filho! Me fode como sua cadela!", gritava ela, e suas palavras só me deixavam mais louco.

Angela, por baixo, lambia os seios de Helena, enquanto uma de suas mãos descia para se masturbar. O trio estava completo, uma sinfonia de corpos e prazeres.

Depois de um tempo, Helena me pediu para parar. "Agora a vez dela", disse ela, ofegante. "Quero ver você fodendo nossa amiguinha."

Eu me virei para Angela, que já estava de quatro, esperando por mim. Entrei nela com a mesma força, e ela gemeu, seu corpo mais magro se movendo com meus empurrões.

"Sim! Fode-me, Rafael! Me fode enquanto a putinha da sua mãe assiste!", gritava ela.

Helena se sentou na cabeceira da cama, as pernas abertas, os dedos brincando com sua própria buceta enquanto observava. "É isso, meu filho. Dê bem para ela. Mostra quem é o macho da casa agora."

O jogo de poder, a humilhação, a excitação... tudo se misturava em uma única explosão de sentidos. Eu fodi Angela com todas as minhas forças, minhas mãos em suas nádegas, meu olhar fixo em minha mãe se masturbando.

"Vou gozar!", gritei.

"Nela!", ordenou Helena. "Goza dentro dela! Deixa ela cheia da porra do meu filho!"

E eu obedeci. Jorrei dentro de Angela, ondas de prazer me percorrendo, meu corpo tremendo. Quando terminei, caí sobre ela, exausto.

Não tive tempo para descansar. "Ainda não acabou", disse Helena, se aproximando. "Você ainda não me provou de verdade."

Ela me empurrou para deitar de costas e se montou em mim, seu corpo pesado e quente. Com um movimento lento, ela me guiou até seu cu.

"Me fode no rabo, meu filho", sussurrou ela, seu rosto a poucos centímetros do meu. "come meu cú como eu ví você comendo o dela."

Ela desceu devagar, seu ânus se abrindo para eu receber. A sensação era incrível, mais envolvente que sua buceta, mais intensa. Quando eu, ques não tinha descansado da gozada em Angela, estava completamente dentro dela, ela começou a se mover, um ritmo lento e profundo que me deixou sem fôlego.

"É meu", sussurrou ela, seus olhos azuis fixos nos meus. "Você é meu. Meu filho, minha amante, meu homem."

Angela se aproximou e começou a beijar Helena, suas mãos em seus seios. O trio estava completo novamente, um ciclo de prazer e poder que não parecia ter fim.

"Me enche, meu filho", implorou Helena. "Enche o cu da sua mãe com sua porra."

Depois de um tempo eu explodi mais uma vez, dentro dela, meu corpo tremendo sob o dela, um rio de prazer correndo por mim.

Quando terminamos, os três caíram na cama, exaustos, suados, cobertores de fluidos e cheiros. O silêncio era pesado do que fizemos.

Eu olhei para as duas mulheres, uma de cada lado de mim. Minha mãe, que agora era também minha amante. Angela, minha amante, que agora compartilhava meu leito com minha mãe. O triângulo foi formado, e eu não fui centro.

Não havia mais volta. Éramos uma família diferente agora, unida não apenas pelo sangue, mas pelo desejo, pelo segredo, por um amor tão proibido que só podia ser verdadeiro. E enquanto eu caía no sono, entre os corpos das duas mulheres que eu mais amava, eu sabia que meu mundo nunca mais seria o mesmo.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 30 estrelas.
Incentive Davil a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários