Oi gente… sou eu de novo, a Sam. Esse meu outro relato rola uns quatro meses desde aquela primeira vez que o Black me comeu de verdade e mudou tudo na minha cabeça e no meu corpo.
Depois daquela noite eu não consegui mais olhar pra ele do mesmo jeito. Virou uma coisa constante, quase diária. Minha bucetinha parecia que tinha aprendido o cheiro dele, o gosto da língua quente, o peso do corpo dele em cima de mim. Quando eu chegava em casa e ele vinha correndo abanando o rabo, já sentia aquele calor subindo pela barriga antes mesmo de qualquer coisa acontecer.Teve uma tarde, acho que foi numa quinta-feira, que minha irmã avisou que ia trabalhar dobrado e só voltava no outro dia de manhã. Eu já sabia o que ia fazer, obviamente né rsrsrs.
O dia inteiro na escola eu fiquei molhadinha, pensando nele. Cheguei em casa, tranquei tudo, abaixei as persianas da sala e fui direto pro banheiro tirar a roupa. Tomei um banho rápido só pra ficar cheirosinha, mas nem sequei direito o corpo. Deixei a toalha no chão e chamei ele. Black entrou no banheiro já com aquele olhar diferente, aquele que eu aprendi a reconhecer. Nariz empinado, fungando o ar. Eu sentei no chão, abri bem as pernas e chamei ele com voz mansa:— Vem cá, lindinho… vem tratar da sua cadelinha.
Ele veio devagarkkkk, mas quando encostou o focinho na parte interna da minha coxa eu já soltei um gemidinho. A língua dele é grossa e quente… ele lambeu devagar primeiro, como se estivesse provando, depois começou a enfiar mais fundo, lambendo os lábios inteiros, subindo até o clitóris e voltando. Eu segurei as orelhas dele e puxei levemente o focinho contra mim, rebolando na cara dele. Meu Deus… em menos de dois minutos eu já estava tremendo, gozando na língua dele, escorrendo toda na boca do meu cachorro. Mas eu queria mais. Queria sentir ele dentro de mim de novo, queria aquele nó me abrindo toda.Levantei, fui pro quarto da minha irmã (a cama dela é maior e mais alta), joguei uma toalha velha em cima do lençol pra não sujar tudo e me posicionei. De quatro, bunda bem empinada, joelhos afastados, uma almofada embaixo da barriga pra ajudar na altura. Chamei ele de novo. Black subiu quase na hora.
Dessa vez não teve tanta tentativa errada… ele já sabia o caminho. Senti a ponta quente cutucando, escorregando, espirrando aquele líquido pré-gozo que deixa tudo molhado e quente. Eu empinei mais ainda, abri mais as pernas e falei baixinho:— Isso… me fode… me enche toda de novo…
Ele acertou de uma vez. Entrou inteiro numa estocada só. Eu soltei um grito rouco kkkk, meio dor, meio prazer absurdo. Meu corpo inteiro tremeu. Ele já estava quase todo pra fora da capa, grosso, quente, pulsando. Começou a bombear rápido, forte, com aqueles movimentos curtos e frenéticos de cachorro. Eu sentia o nó batendo na entrada da minha buceta a cada estocada, crescendo, inchando. Eu gemia alto, sem me importar mais com vizinho nenhum. Falava sacanagem pra ele como se ele entendesse: — me arregaça… me faz de cadela… me enche de porra…
Quando o nó finalmente passou a entrada, eu senti meus lábios se abrindo ao máximo, uma pressão enorme, quase insuportável… e de repente ele travou. Ficamos grudados. O nó já estava gigante lá dentro, me preenchendo toda, pressionando em lugares que eu nem sabia que existiam. Ele parou de bombear e só ficava pulsando, jorrando por dentro de mim. Eu sentia cada jato quente batendo no fundo, enchendo minha bucetinha até transbordar. Eu gozei de novo… e de novo… uma atrás da outra. Meu corpo inteiro tremia, minhas pernas fraquejavam, eu babava no travesseiro KKKKKKKK.
Acho que fiquei uns 8 ou 9 minutos travada com ele. Durante esse tempo eu sentia o pau dele ainda latejando, soltando mais porra. Quando ele começou a tentar sair, eu senti aquele “pop” molhado de novo, o nó saindo com força, e um rio de porra grossa escorrendo pelas minhas coxas, pingando no chão. Nossa eu desabei de bruços na cama, ofegante, com a buceta aberta, vermelha, inchada, escorrendo porra e baba. Black ficou lambendo devagar, limpando tudo, e eu deixei… deixei ele me limpar inteiro enquanto eu recuperava o fôlego. Depois disso eu fiquei deitada uns 20 minutos, sentindo meu corpo pesado, dolorido, satisfeito. Olhei pro Black deitado do lado da cama, com o pau ainda meio pra fora, vermelho e brilhando… e sorri. Eu sei que isso é errado pra caralho. Eu sei que a maioria das pessoas ia me achar doente, louca, pervertida. Mas a verdade é que… eu não conseguia mais parar. Ele me dava um prazer que nenhum vídeo porno jamais conseguiu nem sonhar em dar. Black era meu. Eu era dele. Toda vez que minha irmã saía pra trabalhar… a cadelinha dele entra em cio de novo. Beijos de zoo pra quem leu até aqui💦🐕
Enfim, é isso. Desde ent eu sou completamente obcecada por zoo, adoro assistir e me tocar pra isso. Tenho meus próprios vídeos de zoo ent quem tiver interesse é so me chamar.
telegram: @SanOliver18