Peguei a minha mulher com outro cara em uma barreira policiar.

Um conto erótico de MORGANA CIGANA
Categoria: Heterossexual
Contém 1824 palavras
Data: 11/12/2025 19:41:51
Última revisão: 27/04/2026 22:50:44

PEGUEI MINHA MULHER EM UMA BARREIRA POLICIAL

Sou PM, 45 anos, casado há 17 anos. Meu turno era meia-noite às 6h. Gostava desse horário porque dava pra aproveitar dia pra fazer serviço em casa.

Sogro mora com nós há seis meses.

Deby trabalha na secretaria de obras, segunda a sexta.

Há tempos desconfiava de atitude dela. Tava estranha, sempre no telefone, me evitando. Faziam semanas que não transava, e quando rolava era rápido, sem graça, sem emoção nenhuma. Eu ligava madrugada pra saber se tava bem, mas ela parou de atender. Quando chegava casa, ela tava dormindo. Notei umas manchas roxas no pescoço e na bunda, mas engoli seco, não queria achar que tava sendo corno.

Uma vez cheguei casa, entrei banheiro fazer número dois. Ela tava dormindo pelada, não me viu. Quando fui jogar papel no cesto, vi vários papéis enrolados, todo melado, úmido. Achei que fosse assoada de nariz, mas depois descobri: era resto de porra, ela tinha se limpado depois de levar uma foda gostosa.

Sexta-feira, noite clara. Saí casa 23h, fui pro quartel. Recebemos denúncia de racha, bagunça e bebida na divisa com outra cidade, bairro perigoso, zona de invasão. Saímos três moto. Chegamos lá, rua vazia, ninguém mais. Voltando pro quartel, avistei um casal de moto parado perto de parque abandonado. Tavam se agarrando muito, se beijando com vontade.

Ele nos viu, falou algo pra ela. Ela colocou capacete na hora. Abordamos eles. Ele ficou papo com agente, ela ficou de capacete, quieta. Mandei ela tirar capacete pra identificar. Ela enrolou, não queria obedecer. Meu colega gritou firme, ordenou que tirasse logo. Ela ficou nervosa, tremida.

Olhei pra silhueta, parecia muito com minha mulher. Quando ela tirou capacete... levei um choque! Era Deby! Minha própria mulher! Ela baixou cabeça, não teve coragem de me olhar.

— O que fazem aqui lugar deserto e perigoso? — perguntei seco.

— Ela precisava fazer xixi... vínhamos de barzinho, agora tamos indo casa — disse ele.

— Onde moram?

— Rua Agnaldo Ribeiro, bairro João Afonso.

Era MEU endereço! Fiquei olhando ela com ódio e desprezo.

— Tavam transando aqui no mato?

— Não senhor... só ficamos no bar, depois fomos motel namorar um pouco...

Ela olhou pra mim assustada, ficou muda, não abriu boca. Pedi documento dele. Tava tudo certo. Era funcionário público, trabalhava junto com ela. Ele não sabia que eu era marido dela.

— Pode ir embora.

— Como assim? E minha namorada fica com vocês? — perguntou ele.

Chamei ele canto, baixei voz:

— Sou marido dela. Se não quiser apanhar muito, some daqui agora.

Ele ficou branco, caiu o mundo na cabeça, ligou moto e foi embora rápido. Meus colegas não entenderam nada.

Mandei ela ir embora a pé. Saímos viatura, deixamos ela lá sozinha, 1h da manhã.

Três horas da manhã, celular toca. Era ela.

— Amor... me perdoa... tô perdida, não tenho dinheiro pra voltar... tô com muito frio...

Falei pro Tenente Gomes que precisava sair resolver problema. Ele me olhou, sorriu safado:

— Vou junto. Sei que é sua mulher que tava com aquele moleque. Vamos lá.

Fomos viatura. Ele ficou falando pra eu ter calma, não fazer besteira.

Chegamos onde ela tava. Desci, ela entrou viatura.

— Como tá? — perguntou Tenente.

— Com muito frio...

Ele tirou jaqueta dele e cobriu ela. Eu não falei nada até chegar quartel. Ficamos escritório uns tempo. Ela só me olhava, cara de quem tava arrependida de ter me traído.

5h da manhã, Tenente falou que ia levar nós casa. Ela ficou banco trás. Chegamos casa, convidei ele entrar tomar café. Ela foi direto quarto.

— Quer que eu fique contigo até você se acalmar? — perguntou ele.

Tava muito nervoso.

— Fica aí um pouco mais, por favor.

— Tem algo mais forte que café aí? — perguntou ele rindo.

— Tem whisky, cerveja, vinho...

— Perfeito! Você precisa beber pra descontrair com essa situação.

Ficamos bebendo e conversando. Ele bebeu sete latão de cerveja, eu tomei quatro dose de whisky. Já tava bem bêbado, cabeça rodando.

— Realmente ficou chateado com ela? — perguntou ele.

Pensei bem, olhei pra ele:

— Não acha que sou louco ou corno manso... mas confesso pra você... fiquei muito excitado sabendo que ela saiu pra foder com outro cara. Meu pau duro só de imaginar ela abrindo perna pra outro.

Ele sorriu, ficou quieto um pouco.

— Ano passado, eu e minha falecida esposa fizemos uma aventura com um cara. Durou seis anos. Nossa vida melhorou muito depois disso. Casamento precisa de fogo, de novidade.

Fiquei olhando ele, mente fervilhando pensamento sujo, imagens obscenas.

— Já vou indo...

— Não! Fica até clarear! Preciso te contar umas coisa... uns desejo que tá passando cabeça agora...

Ele me olhou esperando.

— Tô com vontade de ver ela sendo comida por outro cara... quero ver ela apanhando de pau... quero ver ela gozando muito... preciso falar isso pra alguém que entenda.

Nisso Deby entrou sala.

— Tô muito nervosa... preciso falar contigo...

Me levantei, fui cozinha sem responder nada. Fiquei lá pensando: "Será que ela ia querer fuder com o Tenente? Será que ele ia gostar de meter nela? Será que eu deixo?" Cabeça a mil, confusão total.

Voltei sala. Ela tava sentada no sofá, ele tava alisando rosto dela, fazendo carinho. Ele me olhou, fez sinal pra eu ficar calmo. Saí novamente, fui quarto. Fiquei pensando: "Será que ele entendeu? Será que vai rolar?"

Desci de novo. Vi cena que me deixou duro na hora: Ele tava com mão aberta dentro da calça dela, dedo todo enfiado na bucetinha dela, acariciando devagar. Ela tava toda mole, cabeça pra trás. Ele me viu, não parou não. Fez sinal: "Posso continuar?"

Balancei cabeça: SIM.

Ele começou beijar rosto dela, subiu mão, pegou peito, apertou. Ela não falou pra parar não. Ele agarrou pescoço dela e beijou boca com tudo, beijo quente, língua entrando. Ela começou passar mão na calça dele, sentiu volume enorme.

Ele se levantou, abriu zíper, puxou pau pra fora. Ela fez sinal de não com cabeça, tipo "não pode não". Cheguei perto na hora.

— Pode continuar... pode fazer tudo que quiser com ela... — falei seco.

Ele tirou calça e camisa, ficou peladão. Que pau! Mesmo tamanho que o meu, mas muito mais grosso, cabeçudo pra caralho, veioso. Ela olhou pra mim, esperando ordem. Fiz sinal pra ela baixar e chupar.

Ela sorriu safada, se ajoelhou no meio das perna dele, abriu boca e enfiou todo pau goela abaixo. Começou chupar com vontade, gemendo com pau na boca.

— Vamos subir pro quarto! — falei.

Eles se levantaram. Pau dele tava duro feito pedra. Ela deu beijo nele, olhou pra mim com cara de quem tava amando tudo. Seguramos mão um do outro e subimos.

Entramos quarto. Ela pulou no meu pescoço, sussurrou ouvido:

— Eu esperava por esse dia há tempo... te amo muito, muito, muito...

Ela começou tirar minha roupa rapidinho. Fiquei pelado também, pau tava duro doendo. Ela se ajoelhou, chamou ele pra ficar lado meu. ELA FICOU CHUPANDO NÓS DOIS AO MESMO TEMPO! Passava boca num, depois no outro, babando muito.

Chamei ela pra cama. Ela deitou entre minhas perna, começou me chupar, empinou bundinha pra cima.

— Mete nela! — falei pra ele.

Ele se posicionou atrás, ficou pincelando cabeça do cacete na bucetinha dela, todo melado.

— Posso ir sem camisinha? — perguntou ele baixo.

— Pode sim! Nós dois doamos sangue semana passada, tá tudo limpo!

Ele encaixou e METEU TUDO DE UMA VEZ SÓ!

— AAAAAHHHH! CARALHO! — gritou ela.

Ele começou socar devagar, fundo, gemendo forte. Depois acelerou, PÁ! PÁ! PÁ! Estocada tão forte que ela não conseguia mais me chupar, corpo todo balançando.

Eu tava curtindo muito ver meu Tenente, meu amigo, enchendo minha mulher de porra. Cena mais excitante da vida! Meu pau nunca ficou tão duro. Ele me olhava, sorria, falava com boca seca:

— Nossa... que buceta boa... que gostosa... ela aperta muito...

Ela rebolava muito, jogava bunda pra trás encontrando estocada dele.

Não aguentei vontade.

— Troca de lugar comigo! Quero meter também!

Saí, ele ficou lugar meu. Ela falou:

— Não quero mais chupar não... quero sentir os dois dentro de mim ao mesmo tempo! Quero os dois paus me enchendo!

Ela nunca tinha falado isso! Ela sempre foi certinha, só teve um namorado antes mim. Mal sabia eu que aquele filho da puta que peguei ela já tinha feito dupla penetração nela, ela já era toda aberta, toda treinada pra receber dois de uma vez.

Ela sentou por cima dele, encaixou pau dele na buceta, sumiu tudo dentro. Fiquei olhando ela cavalgando gostoso, ele chupava peito dela. Cheguei atrás, tentei encaixar meu pau junto na mesma boceta. No começo saiu o dele, mas segurei firme, encaixei os dois e fui empurrando devagar até entrar tudo.

Caralho! Ela tava muito aberta mesmo! Dava pra sentir pau dele roçando no meu lá dentro! Ele ficou meio parado, mas eu comecei socar forte. Ela enlouqueceu, gritava muito, rebolava que nem doida:

— ISSO! ENCHE EU TODA! DOIS PAU DENTRO DE MIM! QUE GOSTOSO! ME FODEM!

Vi que ele tava difícil de mexer lá dentro, então mandei ela ficar de quatro. Saí, deixei ele curtir sozinho. Ele é violento mesmo, metia que nem animal, fazia ela gritar muito. Ficamos revezando, um de cada vez, enchendo ela de porrada.

Na minha vez, fiquei em pé, mandei ela virar costas pra ele. Ele ergueu perna dela abrindo tudo, eu encaixei e fui socando com raiva, com tesão. Depois trocamos novamente.

Resolveu mudar tudo. Ela sentou no meu pau, buceta em cima mim. Ele foi por trás, encaixou pau no cuzinho dela! Ela sentiu dor, gritou:

— AIII! DOÍ! É MUITO GROSSO!

Eu raramente fodia o cu dela, então era estreito. Ele não teve pena, meteu força, entrou tudo. Eu chupava peito dela, sentia ela tremer muito, gozando forte, leitinho escorrendo tudo minhas perna.

Ele olhou pra mim, fez sinal:

— Vou gozar! Vou encher esse rabo de porra!

Ele encaixou fundo, socou curto e forte, até o último centímetro, e disparou muito leitão dentro do cuzinho dela.

Depois eu virei ela de lado, fiquei fodendo buceta bem gostoso, poucos segundo eu gozei também, enchendo ela muito.

Ficamos todos caídos no colchão, respiração ofegante.

— Nossa... nunca imaginei que era tão bom assim... — falou ele todo feliz — Melhor foda da vida!

Ela deu beijo nele, beijo mim, e foi banheiro. Entramos lá também, mas não rolou mais nada. Ele foi embora, falou:

— Tô aqui esperando próxima vez... pode chamar sempre.

Depois que ele saiu, perguntei pra ela:

— Quanto tempo tu tava tendo caso com aquele moleque da moto?

— Foi primeira vez, amor! Juro! Só conversava com ele, ele nunca tinha tempo. Dia que ele apareceu livre, fomos motel... mas ele é uma merda! Problema de gozar rápido, pau pequeno pra caralho, não servia pra nada! Ele só tava me levando casa mesmo.

Ela olhou pra mim safada:

— Você e o Tenente é que são homem de verdade! Pau grande, sabe foder!

Desde dia, nós encontramos ele mais três vez. Fodemos muito, muito mesmo. Faz três mês que não rola, mas casamento tá perfeito! Tudo melhorou, amor aumentou, tesão só aumenta!

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Foto de perfil de  Gipsy sexy Gipsy sexyContos: 111Seguidores: 236Seguindo: 23Mensagem Casado, 45 anos, branco, hetero, tenho boa criatividade, tenho um filho gay, não tenho problema de escrever nem um tipo de conto..

Comentários

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só lembrando pra quem não tem a mínima consideração pelos trabalhos feitos pelos escritores deste site, o nosso trabalho é exclusivo pra entretenimento de todos nós, portando sejamos pelo menos educados nas postagens de reclamações, somos todos amigos, somos todos amadores, estamos trabalhando as vezes horas pro seu prazer, pro seu entretenimento, se não se agradar, exponha com educação as coisas que vcs não gostaram, acho que assim cada escritor pode trabalhar melhor por vc. obrigado e desculpa pelas ásperas palavras.

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Só se foi a 1ª vez com êsse comedor porque antes o Côrno Frouxo Burro pegou papel higiênico sujo de pôrra no banheiro da sua casa depois que sua esposa dormiu.😒👎🏾

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Moreno 44 anos, higiênico, casado (esposa não sabe de nada), 1,72alt, 78kg, pau grosso e cabeçudo, e curto muito brincar bem gostoso com a esposa na presença do marido. Tenho preferência por casais maduros e esposas evangélicas. Vc casada que o marido não te dá carinho, quer uma aventura com muito sigilo pode me chamar. Maridos que gostam de limpar a esposa e o macho serão bem vindos. Sou discreto e exijo discrição e sigilo. (16)98172-5343 Araraquara-sp ricardosantos4344@gmail.com

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Mais do mesmo, um marido corno manso e trouxa, casado com uma mulher vagabunda e mau caráter, esse marido vai ser corno manso pro resto da vida, vai viver comendo o resto dos outros, pelo comportamento dela provavelmente já era puta de outro a muito tempo

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Mais um conto diferente, parabéns mesmo.

Eu fiquei pensando será se ela falou a verdade pra ele, será se eles não estavam fudendo a algum tempo?

Kkkk

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Que loucura meu, que historia excitante.

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