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Depois de Casado - Perdi o Anel.

Da série Depois de Casado
Um conto erótico de Kzdo Sgl
Categoria: Homossexual
Contém 1195 palavras
Data: 04/12/2025 23:01:26
Última revisão: 31/08/2026 09:22:32
Assuntos: Anal, Casado, Gay, Homossexual

Oi, pessoal...

Vou contar uma história que aconteceu em junho de 2013 e que, até hoje, lembro com muitos detalhes.

Atualmente tenho 41 anos, sou casado e moro a uns 50 km de Belém/PA. Mas, naquela época, eu tinha 28 anos, era casado e já tinha um filho.

Desde adolescente eu tinha curiosidade sobre ficar com homens. Já tinha brincado sozinho com alguns objetos, mas uma coisa era certa: a curiosidade de sentir um pedaço de carne me invadindo estava ali e a vontade só aumentava.

O problema era a coragem.

Até que um dia a oportunidade apareceu.

Eu estava em Belém fazendo um treinamento pela empresa onde trabalhava. Estava longe de casa, sozinho, sem conhecidos por perto... ou seja, era a situação perfeita para fazer uma coisa que eu provavelmente não teria coragem de fazer estando na minha cidade.

Depois do curso, voltei para o hotel, entrei no bate-papo do UOL e fiquei algumas horas conversando.

Até que apareceu um cara de uns 44 anos.

A conversa começou normal, mas logo foi para sexo. Acabei contando que tinha curiosidade, que queria experimentar e que nunca tinha ficado com homem.

Ele pareceu interessado e combinamos de nos encontrar.

E aí começou o nervosismo.

Cheguei ao ponto combinado e ele mandou mensagem dizendo que chegaria em uns cinco minutos.

Rapaz... aqueles cinco minutos pareciam uma eternidade.

Minha barriga estava gelada. Eu queria ir, mas ao mesmo tempo pensava: "Que porra eu estou fazendo?"

Até que chegou uma mensagem dele dizendo onde estava e descrevendo o carro.

Na mesma hora, travei.

Minha cabeça dizia "vai".

Minha curiosidade dizia "vai".

Mas minhas pernas diziam "fica aí mesmo".

Fiquei alguns segundos parado, até que ele mandou outra mensagem. Respirei fundo e fui.

Enquanto caminhava até o carro, parecia que todo mundo estava olhando para mim e sabendo exatamente o que eu estava indo fazer.

Finalmente cheguei.

Entrei no carro e nos apresentamos.

Ele disse que era bombeiro.

Percebendo que eu estava muito nervoso, começou a conversar sobre assuntos comuns, sem pressão nenhuma. Aos poucos fui relaxando.

Depois a conversa voltou para o sexo e contei novamente que era minha primeira vez.

Ele pareceu tranquilo e foi me deixando cada vez mais à vontade.

Quando percebi, já estávamos chegando a um motel.

Aí o nervosismo voltou com força.

Mas ele continuou tranquilo e foi me acalmando.

Pouco depois, já estávamos sem roupas. Eu um moreno escuro, 86kg, 1.78 alt. Ele um moreno claro, corpo atlético e um pau de uns 17cm (normal).

Foi aí que a ficha começou a cair de verdade:

"Caralho... eu realmente vou fazer isso."

Ele foi me orientando e eu fui descobrindo, na prática, coisas que até então só conhecia da imaginação.

Fez eu ficar de joelhos e pegar no seu pau, depois apoiou minha cabeça em sua mão e foi direcionando sua pica em direção a minha boca.

Eu sabia teoricamente como seria, mas uma coisa é imaginar e outra é estar ali, vivendo aquilo.

Tudo era novidade.

Depois veio a preparação.

- tem certeza que quer isso? me perguntou tranquilamente.

- Não sei, mas já estou aqui... Respondi com um nervosismo imenso.

Ele me colocou de quarto, passou o gel no meu cuzinho que estava super trancado e também se preparou. Quando senti o gel frio, tive aquela sensação estranha de estar gelado por fora e pegando fogo por dentro.

Meu desejo estava falando mais alto que o medo.

Eu sabia que, depois daquele momento, minha curiosidade finalmente seria respondida.

Fiquei de quatro e ele se posicionou atrás de mim.

Colocou uma mão na minha cintura e começou a esfregar e empurrar na minha entrada, sentia minhas pregas se abrindo e sua cabeça entrando lentamente em meu anel virgem. .

Eu estava extremamente contraído. Nervoso pra caralho.

Ele percebeu e foi com calma.

No começo eu sentia apenas aquela pressão diferente, mas de repente veio uma dor muito forte.

Meu corpo travou sozinho.

Tentei me afastar, mas ele me segurou e pediu para eu ficar calmo.

- Calma, só foi a cabeça...

- relaxa, que vc vai gostar..

E foi exatamente o que fiz.

Fiquei alguns minutos parado enquanto ele me acariciava e esperava eu me acostumar.

Aos poucos, fui relaxando.

E aí aconteceu uma coisa que me surpreendeu:

A dor começou a diminuir.

Comecei a perceber que estava conseguindo suportar.

Depois ele continuou devagar, sempre observando minha reação.

E eu ali se quatro com um bombeiro empurrando sua mangueira em meu rabo e o fogo só aumentando. E aquilo que começou com medo foi, aos poucos, se transformando em prazer.

Foi aí que minha cabeça mudou.

Eu já não estava pensando em fugir.

Eu estava querendo continuar e comecei a tentar rebolar naquela vara que me invadia e me rasgava ao meio.

Ele foi aumentando o ritmo aos poucos e meu corpo começou a acompanhar.

Quando percebi, já estava completamente envolvido e ele estocava com força em meu botãozinho, era um misto de dor e prazer e aquele pau parecia não ter fim.

Depois mudamos de posição, ele me colocou na posição de "Frango assado" e a intensidade aumentou ainda mais chegando ao ponto de tirar toda a pica e depois enfiar tudo de uma vez...

Eu me acabava naquele enorme pau - mal sabia eu que ainda experimentaria maiores - Foi uma experiência que até hoje é difícil explicar.

Eu simplesmente me deixei levar.

Depois de quase uma hora levando rola, ele começou a diminuir o ritmo até parar.

Fiquei alguns instantes tentando entender tudo o que tinha acabado de acontecer.

Quando finalmente terminou e saiu de meu cuzinho recém aberto senti um vazio, um vento entrar por meu buraco que se fechava lentamente. Veio aquela mistura de alívio, cansaço, vergonha e satisfação.

Eu tinha realmente feito aquilo.

Minha primeira vez com um homem tinha acontecido.

Depois nos vestimos e saímos do motel.

Ele perguntou o que eu tinha achado.

Falei que estava ardendo bastante, mas que tinha gostado.

E o safado ainda soltou:

"Se quiser repetir, é só me procurar."

Eu, todo cheio de certeza, respondi que não.

Disse que aquilo tinha sido apenas uma curiosidade, que eu já tinha realizado meu desejo e que estava satisfeito.

Ele apenas sorriu.

E então falou uma coisa que ficou na minha cabeça:

Depois que você experimenta pica, é difícil esquecer.

Naquele momento achei que ele estava apenas querendo me provocar.

Mas o filho da puta estava certo.

Consegui ficar quase dois anos sem repetir.

Quase.

Porque a curiosidade voltou.

E voltou mais forte.

Depois dessa primeira experiência, acabei vivendo outras aventuras. Com o tempo, experimentei homens mais bem dotados, cheguei a ficar com um de 23 cm e até cheguei a pagar por sexo.

Hoje, olhando para trás, vejo que aquela tarde em Belém foi o começo de uma fase da minha vida que eu jamais imaginaria viver.

E olha que aquela foi apenas a primeira história...

Ser casado torna tudo muito mais complicado, principalmente para arrumar oportunidades e conseguir sair sem levantar suspeitas.

Mas uma coisa eu descobri naquele dia:

depois que a curiosidade é experimentada, ela dificilmente vai embora.

Tenho outras histórias reais dessa época e, se o pessoal gostar, em breve conto mais algumas.

Abraço!

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Comentários

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É como é bom dar o cuzinho chupar um pau até sair leite. Lembro de quando moleque um vizinho me comia quase todo dia.

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sou casado também adoro dar cuzinho pena que é difícil um casado dar cuzinho renatoalcindo764@gmail.com

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Eu era solteiro quando fui comido pela primeira vez aos 18 anos. Hoje casado e com 57 anos também adoro dar pra coroas casados pauzudos. Seria um sonho reencontrar o dono do meu cabaço. casbi37@hotmail.com

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Nunca ninguém desconfiou, descobriu??

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Desconfiar penso que sim. Descobrir acho que não. E esse continua sendo meu maior medo.

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Esse é o problema, depois da primeira é um caminho sem volta!!!

O desejo de ser enrabado sempre!!!

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Fui da só por curiosidade....

E já se vai mais de 10 anos levando pica

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Comecei cedo mas foi mais ou menos assim tb num cinemão da minha cidade

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Você tem razão, mesmo casado, e 50 anos após a primeira vez, nunca deixei de dar. Simplesmente não consigo viver sem pau (hoje c/65 anos). Também uso garotos de programa pauzudos, e nunca namorei homem, nem quero.

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Há um mês fiquei com um GP tatuado, dotadão, versátil e super carinhoso em Goiânia. Apaixonei! Continuamos conversando até hoje. Pena que não posso viajar pra lá tão cedo!

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Adorei o seu conto e posso de dar algumas dicas, vamos conversar? caso interessar é só retornao ao meu emil e me lembrar do conto: euamoavida2020@gmail.com

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