Oi, pessoal...
Vou contar uma história que aconteceu em junho de 2013 e que, até hoje, lembro com muitos detalhes.
Atualmente tenho 41 anos, sou casado e moro a uns 50 km de Belém/PA. Mas, naquela época, eu tinha 28 anos, era casado e já tinha um filho.
Desde adolescente eu tinha curiosidade sobre ficar com homens. Já tinha brincado sozinho com alguns objetos, mas uma coisa era certa: a curiosidade de sentir um pedaço de carne me invadindo estava ali e a vontade só aumentava.
O problema era a coragem.
Até que um dia a oportunidade apareceu.
Eu estava em Belém fazendo um treinamento pela empresa onde trabalhava. Estava longe de casa, sozinho, sem conhecidos por perto... ou seja, era a situação perfeita para fazer uma coisa que eu provavelmente não teria coragem de fazer estando na minha cidade.
Depois do curso, voltei para o hotel, entrei no bate-papo do UOL e fiquei algumas horas conversando.
Até que apareceu um cara de uns 44 anos.
A conversa começou normal, mas logo foi para sexo. Acabei contando que tinha curiosidade, que queria experimentar e que nunca tinha ficado com homem.
Ele pareceu interessado e combinamos de nos encontrar.
E aí começou o nervosismo.
Cheguei ao ponto combinado e ele mandou mensagem dizendo que chegaria em uns cinco minutos.
Rapaz... aqueles cinco minutos pareciam uma eternidade.
Minha barriga estava gelada. Eu queria ir, mas ao mesmo tempo pensava: "Que porra eu estou fazendo?"
Até que chegou uma mensagem dele dizendo onde estava e descrevendo o carro.
Na mesma hora, travei.
Minha cabeça dizia "vai".
Minha curiosidade dizia "vai".
Mas minhas pernas diziam "fica aí mesmo".
Fiquei alguns segundos parado, até que ele mandou outra mensagem. Respirei fundo e fui.
Enquanto caminhava até o carro, parecia que todo mundo estava olhando para mim e sabendo exatamente o que eu estava indo fazer.
Finalmente cheguei.
Entrei no carro e nos apresentamos.
Ele disse que era bombeiro.
Percebendo que eu estava muito nervoso, começou a conversar sobre assuntos comuns, sem pressão nenhuma. Aos poucos fui relaxando.
Depois a conversa voltou para o sexo e contei novamente que era minha primeira vez.
Ele pareceu tranquilo e foi me deixando cada vez mais à vontade.
Quando percebi, já estávamos chegando a um motel.
Aí o nervosismo voltou com força.
Mas ele continuou tranquilo e foi me acalmando.
Pouco depois, já estávamos sem roupas. Eu um moreno escuro, 86kg, 1.78 alt. Ele um moreno claro, corpo atlético e um pau de uns 17cm (normal).
Foi aí que a ficha começou a cair de verdade:
"Caralho... eu realmente vou fazer isso."
Ele foi me orientando e eu fui descobrindo, na prática, coisas que até então só conhecia da imaginação.
Fez eu ficar de joelhos e pegar no seu pau, depois apoiou minha cabeça em sua mão e foi direcionando sua pica em direção a minha boca.
Eu sabia teoricamente como seria, mas uma coisa é imaginar e outra é estar ali, vivendo aquilo.
Tudo era novidade.
Depois veio a preparação.
- tem certeza que quer isso? me perguntou tranquilamente.
- Não sei, mas já estou aqui... Respondi com um nervosismo imenso.
Ele me colocou de quarto, passou o gel no meu cuzinho que estava super trancado e também se preparou. Quando senti o gel frio, tive aquela sensação estranha de estar gelado por fora e pegando fogo por dentro.
Meu desejo estava falando mais alto que o medo.
Eu sabia que, depois daquele momento, minha curiosidade finalmente seria respondida.
Fiquei de quatro e ele se posicionou atrás de mim.
Colocou uma mão na minha cintura e começou a esfregar e empurrar na minha entrada, sentia minhas pregas se abrindo e sua cabeça entrando lentamente em meu anel virgem. .
Eu estava extremamente contraído. Nervoso pra caralho.
Ele percebeu e foi com calma.
No começo eu sentia apenas aquela pressão diferente, mas de repente veio uma dor muito forte.
Meu corpo travou sozinho.
Tentei me afastar, mas ele me segurou e pediu para eu ficar calmo.
- Calma, só foi a cabeça...
- relaxa, que vc vai gostar..
E foi exatamente o que fiz.
Fiquei alguns minutos parado enquanto ele me acariciava e esperava eu me acostumar.
Aos poucos, fui relaxando.
E aí aconteceu uma coisa que me surpreendeu:
A dor começou a diminuir.
Comecei a perceber que estava conseguindo suportar.
Depois ele continuou devagar, sempre observando minha reação.
E eu ali se quatro com um bombeiro empurrando sua mangueira em meu rabo e o fogo só aumentando. E aquilo que começou com medo foi, aos poucos, se transformando em prazer.
Foi aí que minha cabeça mudou.
Eu já não estava pensando em fugir.
Eu estava querendo continuar e comecei a tentar rebolar naquela vara que me invadia e me rasgava ao meio.
Ele foi aumentando o ritmo aos poucos e meu corpo começou a acompanhar.
Quando percebi, já estava completamente envolvido e ele estocava com força em meu botãozinho, era um misto de dor e prazer e aquele pau parecia não ter fim.
Depois mudamos de posição, ele me colocou na posição de "Frango assado" e a intensidade aumentou ainda mais chegando ao ponto de tirar toda a pica e depois enfiar tudo de uma vez...
Eu me acabava naquele enorme pau - mal sabia eu que ainda experimentaria maiores - Foi uma experiência que até hoje é difícil explicar.
Eu simplesmente me deixei levar.
Depois de quase uma hora levando rola, ele começou a diminuir o ritmo até parar.
Fiquei alguns instantes tentando entender tudo o que tinha acabado de acontecer.
Quando finalmente terminou e saiu de meu cuzinho recém aberto senti um vazio, um vento entrar por meu buraco que se fechava lentamente. Veio aquela mistura de alívio, cansaço, vergonha e satisfação.
Eu tinha realmente feito aquilo.
Minha primeira vez com um homem tinha acontecido.
Depois nos vestimos e saímos do motel.
Ele perguntou o que eu tinha achado.
Falei que estava ardendo bastante, mas que tinha gostado.
E o safado ainda soltou:
"Se quiser repetir, é só me procurar."
Eu, todo cheio de certeza, respondi que não.
Disse que aquilo tinha sido apenas uma curiosidade, que eu já tinha realizado meu desejo e que estava satisfeito.
Ele apenas sorriu.
E então falou uma coisa que ficou na minha cabeça:
Depois que você experimenta pica, é difícil esquecer.
Naquele momento achei que ele estava apenas querendo me provocar.
Mas o filho da puta estava certo.
Consegui ficar quase dois anos sem repetir.
Quase.
Porque a curiosidade voltou.
E voltou mais forte.
Depois dessa primeira experiência, acabei vivendo outras aventuras. Com o tempo, experimentei homens mais bem dotados, cheguei a ficar com um de 23 cm e até cheguei a pagar por sexo.
Hoje, olhando para trás, vejo que aquela tarde em Belém foi o começo de uma fase da minha vida que eu jamais imaginaria viver.
E olha que aquela foi apenas a primeira história...
Ser casado torna tudo muito mais complicado, principalmente para arrumar oportunidades e conseguir sair sem levantar suspeitas.
Mas uma coisa eu descobri naquele dia:
depois que a curiosidade é experimentada, ela dificilmente vai embora.
Tenho outras histórias reais dessa época e, se o pessoal gostar, em breve conto mais algumas.
Abraço!