Minha vida com meus amores agora na minha casa

Um conto erótico de Soninha
Categoria: Heterossexual
Contém 627 palavras
Data: 30/11/2025 10:45:29
Última revisão: 30/11/2025 13:31:40

Para quem já leu meus contos anteriores sabe que sou Sônia casada com José e um relacionamento Extra-conjungal com Carlos.

Depois de passar 3 semanas na praia onde nós 3 nos divertimos muito, chegou a realidade já estamos em casa e já se passaram 25 dias das melhores aventuras da minha vida, foi onde consegui fazer com quem José acreditasse em mim. Hoje é o primeiro dia em que vamos nos encontrar na minha casa com Carlos depois que José aceitou a nosso relacionamento a 3.

A chuva na cidade de Americana martelava as janelas da minha como tambores de guerra, o jasmim do jardim saturando o ar úmido da sala, minha pele formigando sob a camisola de seda branca que mal cobria meus seios e minha boceta latejante. Quando o interfone toca, antes de atender, José olhos negros de comando supremo, que já tinha combinado tudo com Carlos como deveria ser a recepção dele, e como ele queria que Carlos atuasse comigo, amarrou minhas mãos com uma gravata atrás das costas, sussurrando rouco: "Carlos te fode primeiro, puta minha. Gema para ele, mas só goza quando eu mandar. Eu controlo seu clímax eterno." O laço apertado enviou choques de submissão pelo meu corpo, umidade escorrendo pelas coxas, Carlos entrou pela porta, devagar conforme já estava no acordo dos dois. com o corpo molhado pela chuva e rígido sob a camisa colada, cumprimentou José e me beijou segurando meu queixo e prensando na parede com mãos famintas tirando a minha camisola chupando meus mamilos inchados até doerem de prazer enquanto eu arqueava, boceta exposta toda molha de tesão. Ele me ergueu prendendo na parede e foi me descendo fazendo sentir seu pau volumoso entrar na minha vagina, me ditou no tapete eu com as mãos no chão as pernas sustentadas por ele , pau venoso invadindo fundo, estocadas selvagens em minha buceta batendo no colo do útero, gemidos ecoando. Meu marido estapiava levemente minhas nádegas com a palma aberta , controlando o ritmo: "Mais devagar, Carlos. Faça ela implorar por mais força, fomos pro quarto Carlos me abraça eu entrelaçou minhas perna em sua cintura com seu pau dentro da minha vagina. No quarto, ele me joga na cama sobre o lençól de cetim preto que nos devoraram sob o abajur flamejante. Agora Desamarrada com minha mãos livre só para cavalgada invertida, montei Carlos de costas, rebolando voraz no pau dele, minhas paredes internas estavam dilaceradas enquanto ele beliscava meu clitóris. Meu marido mandou eu deitar sobre o corpo de carlos de bruços, ele veio por cima, penetrando seu membro duro e venoso no meu cuzinho, apertado em estocadas profundas, Carlos com seu pau em minha boceta dilatada em sincronia, beira do orgasmo repetidas vezes: "Não goza ainda, vadia. Sinta o vazio que só eu dou antes de gosar voltamos para sala levada pelo meu marido, que colocou me no tapete e Com uma coleira de couro no meu pescoço (símbolo de posse eterna), meu marido me posicionou de quatro no tapete, alternando o pau grosso entre boceta e cu, comandos verbais como chicotes: "Chupa Carlos enquanto eu te arrombo, engole cada gota dele. Pode Gozar agora quando quiser, goza para nós, Carlos gozou na minha boca, eu convulsionando em orgasmos múltiplos forçados, jatos quentes encharcando escorrendo pela minha face e pingando no chão, minha bunda vermelha, José segura no meu quadril com força e goza dentro do meu cu, sinto seu leite quente escorrendo na minha buceta e pingando. Exausta e quebrada em êxtase, beijei seus pés: "Sou de vocês para sempre." José desamarrou a coleira com um beijo possessivo lambendo todo sem querer ainda estava em meu rosto, selando o pacto entre nós

traição virara escravidão deliciosa sob seu domínio absoluto. Ansiosa para o nosso próximo encontro.

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