Fala pessoal! Estou de volta com mais um conto. Peço perdão pela demora, mas espero não deixar faltar nada para vocês!
No segundo dia acordamos tarde! A brincadeira do dia anterior ainda estava na minha mente, pois Aninha era uma ninfetinha fantástica e sou se comportar muito bem na foda. Levantei umas 10.30 e já passava muito da hora que tínhamos combinado com Jennifer e Rodrigo, mas não me preocupei com isso, apenas fui acender a churrasqueira e preparar algumas coisas para o almoço. Enquanto preparava, comi algumas frutas e fiz um prato com frutas, queijo, presunto e torrada para Amanda, levando na cama e acordando a minha amada.
Pra quem não nos acompanha, nossa descrição:
Eu sou Tinho, tenho 38 anos, 1,86 de altura, 96kg, faço exercícios com frequência. Minha namorada é Amanda, 37 anos, 1,65m, magra, 48kg, pele numa tonalidade marrom bem clarinha, com o bumbum empinado e redondo, seios médios e marquinhas de sol que eu fico louco, principalmente aquele v que faz em cima da bunda, que parece estar indicando o local do paraíso. Nosso casal amigo mais íntimo é composto por Rodrigo, 38 anos, estudamos juntos, 1,72m, magro, mas o corpo sarado. Sua noiva, Jennifer, é parecida com Amanda, um pouco mais alta, mas mais sarada, pernas bem torneadas e bumbum redondo, resultado de muita academia, que não falta por nada. Amanda iniciou também na academia e seu corpo tem se desenvolvido bem, mas nada como o de Jennifer, com seus mais de 10 anos de academia.
Desci de volta para a churrasqueira e preparei alguns cortes até umas 11.30, quando escuto um carro chegando perto da porteira, no mesmo instante que Amanda sai em direção a churrasqueira. Era o carro dos nossos convidados. Fui abri para eles e logo todos os três saíram do carro. Nos cumprimentamos, quando Jennifer já chega me beijando na boca e Amanda a Rodrigo fazem o mesmo, todos com selinho. Kelly nos olha e diz:
- Nossa! Já começam assim!
- Já começamos não, continuamos assim! Aqui tem muita história, mas fica somente entre nós! Entendido? – Respondi com um olhar sério.
Kelly arregala os olhos pra mim: - Entendido doutor!
Situações como a nosso exigem discrição e eu não ia deixar uma recém-chegada achar que aqui é desorganizado. É uma putaria organizada, que preserva todos os envolvidos, se ela quisesse participar, teria que saber se comportar. Enquanto ela respondia, eu já caminhava na direção dela, cheguei bem perto dela e senti ela gelar e se arrepiar. Olhei fundo nos olhos dela para ela entender minha seriedade. Coloquei a mão em seu queixo e a fiz levantar na minha direção. Kelly é uma negra, da bunda arrebitada, siliconada, cintura fina, 1,64m de altura, olhos cor de mel, um tesão de mulher, se não fosse homem! Ela se entregou naquele momento, dei um selinho nela e me virei pra abraçar Rodrigo. Eu e ele saímos rindo e conversando como se não tivesse acontecido nada.
Parece que eu tinha surtido um bom efeito em Kelly, porque todos estavam olhando pra nós quando eu me virei e ela ficou paralisada me vendo sair com Rodrigo.
As meninas foram colocar seus biquinis e eu e Rodrigo já estávamos só de calção. Eu literalmente só de calção e Rodrigo ainda devia vestir uma sunga por baixo. 5 minutos e já estávamos todos na área a churrasqueira, mulheres e boneca tomando sol, drinks sendo preparados por Rodrigo e Amanda, eu cuidando das carnes. Até que Jennifer pede:
- Amor, passa protetor em mim!
Rodrigo: - Amor, comecei agora as bebidas, mas o Tinho passa!
Eu já estava terminando de cortar algumas carnes que estavam prontas, o fogo estava baixo, não ia queimar as que eu tinha acabado de colocar. Terminei os cortes, lavei as mãos e fui servir Jennifer e Kelly de carnes e passar protetor na minha amiga. As duas estavam de bunda pra cima, e que bundas lindas. Não tinha como saber que Kelly era homem se não a visse nua. Seu corpo tinha muitos traços femininos. Desamarrei a parte de cima do biquini de Jennifer e comecei meus trabalhos, passava bronzeador enquanto fazia massagem. Eu queria mesmo provocar pra putaria começar logo. Fui descendo e, quando cheguei na cintura, pulei pra os pés e fui subindo. Jennifer abriu as pernas para permitir meus trabalhos e eu me aproveitei pra me aproveitar dela. Apalpei bastante sua bunda e ela começou a suspirar. Passei mais óleo nas mãos e comecei a massagear seu anel e sua bocetinha. Seus gemidos se tornaram audíveis e Kelly começou as nos observar. O tesão de Jennifer era palpável e logo ela gozava.
Rimos os três quando percebemos o que aconteceu. E nesse momento escutamos gemidos vindos de lá de dentro. Rimos mais ainda. Olhei pra Kelly e perguntei se precisava de bronzeador também, ao que ela só sorriu e tirou o cabelo das costas. Fiz o mesmo processo que em Jennifer. Comecei nas costas e passei rapidamente para os pés. Quando fui passar bronzeador nas pernas, ela já abriu bem pra me dar espaço, tanto que deu pra ver a cabeça do seu pau já inchado aparecendo embaixo dela. Subi pra bunda e massageei bem logo passando para seu cuzinho. Kelly suspirava e rebolava nos meus dedos.
Desamarrei a parte de cima de baixo do biquini que ela usava e joguei longe. Ela se virou pra me chupar e eu me deitei em seu lugar, Jennifer correu pra chupar a amiga e logo Rodrigo e Amanda se juntaram a nós. Amanda trocou de lugar com Jennifer que veio sentar na minha cara e mandou Rodrigo se posicionar na sua frente pra ser chupado. Já estávamos numa putaria intensa até que Amanda nos chama para entrarmos. Coloca eu e Rodrigo sentados no sofá com Kelly no nosso meio e todos somos chupados por Amanda e Jennifer que se revezam nos três paus. Kelly começa a passar a mão na minha barriga e na de Rodrigo, e vai descendo até nossos paus, onde sua mão divide lugar com a boca trocada de nossas parceiras. Jennifer parecia que tinha sonhado 1001 noites com eu pau, pois chupava com uma volúpia que eu nunca tinha visto.
Amanda matava sua saudade do nosso amigo, dando um trato nele que o fazia se contorcer. Quando sentia que ele ia gozar, ela parava e chupava Kelly, que delirava com a boca da minha Amanda em seu pau. Jennifer também revezava entre eu e Kelly, e a amiga trans não tirava os olhos do meu pau. Eu sabia que uma hora ela ia pedir e não sei se eu ia dizer sim, até provocar foi tranquilo, mas não queria ir além não.
Jennifer se levanta e senta no meu colo, de frente pra mim, meu pau na porta da sua boceta, babado e pronto pra entrar, ela me olha nos olhos. Não podíamos negar um certo sentimento de desejo entre nós dois, sentimento percebido por Amanda, mas que não gerava ciúmes nela, ou pelo menos ela fingia que não gerava. Entretanto, era só isso que existia da minha parte: desejo. Não queria outra pessoa comigo que não fosse Amanda e Jennifer sabia disso muito bem. Acredito que isso era o que nos dava mais cumplicidade. Sem ciúmes entre os casais, apenas cumplicidade e muito, muito prazer.
Logo Jennifer foi descendo devagar, me olhando nos olhos, um beijo lento surgiu, uma rebolada longa e lenta fazendo meu pau entrar com suavidade naquela boceta apertada e molhada. O jogo de cintura de Jennifer, jogando os quadris pra frente e pra trás permitiam que nosso beijo se desenrolasse com cada vez mais intensidade. Ao nosso lado, novos gemidos de voz grossa, eram Kelly e Amanda chupando Rodrigo que se contorcia no sofá pra não gozar. Jennifer acelerou os movimentos e gozou me olhando nos olhos, que sensação gostosa.
Me levantei e coloquei ela de quatro no sofá, com a cabeça virada para o pau de Rodrigo. O casal trocou um selinho enquanto eu metia com vontade na esposa do meu amigo. Kelly se levantou, e se sentou no colo de Rodrigo de uma vez só e começou a quicar lentamente enquanto Amanda a chupava. A cena era muito excitante. Um sexo quente rolando na sala de estar com dois casais e uma trans gostosa. Kelly não tirava os olhos de como eu comia a Jennifer e as duas começaram a gemer juntas, cada vez mais alto.
Amanda virou de costas para Kelly e sentou no pau dela. Agora todos os paus estavam socados em alguém. Ficamos assim um bom tempo. Jennifer já tinha gozado umas duas vezes e gritava dizendo que ia gozar novamente, Amanda estava se masturbando pra conseguir gozar. Quando Jennifer gozou, puxei Amanda pra mim e deixei Jennifer com o marido e a trans. Jennifer, ficou de quatro e mandou o marido meter. Enquanto ele se aprontava, Kelly foi pra trás dele e se encaixou nele. Estava feito o trenzinho. Deitei no chão e coloquei Amanda no meu colo, ela começou a cavalgar olhando nossos amigos transarem daquela forma e a primeira a gozar foi Kelly, seguida de Rodrigo, que caíram no sofá exaustos. Comecei a socar, de baixo pra cima, em Amanda e ela gemia alto. Dois minutos e ela já anunciava que iria gozar, o que acontece com ela deixando uma poça em cima de mim.
Só eu não tinha gozado, ao que Amanda fala: - Goza no cu da Kelly! Ela tava desejando esse pau desde que entrou aqui na sala!
Kelly me olha lambendo os lábios e eu não respondo nada, já ia me levantar quando Jennifer e Amanda pulam em cima de mim, me beijando e alisando meu pau. Beijo uma e outra alternadamente, até que sinto uma mão meu pau segurando ele pra cima. Era Kelly! Senti a cabeça do pau encostar num corpo que foi envolvendo ele aos poucos e logo eu estava com o pau atolado no cu de Kelly.
Kelly rebolava como uma profissional. Tinha marquinhas de biquini que a deixavam bem feminina. Seu anelzinho era apertado e macio, praticamente mastigava meu pau. Meu tesão, que fez menção de ir embora, agora voltava com tudo. Coloquei minhas mãos em sua cintura e enterrei com tudo o que eu tinha. Kelly gritou, mas não dei ouvidos. Virei um animal e meti naquela boneca como um animal furioso e incansável. Naquele estado eu poderia demorar muito pra gozar, mas me concentrei aos poucos e logo senti o gozo vindo. Acelerei ainda mais o ritmo derramei tudo dentro do rabo gostoso de durinho daquela mulata.
Quando terminamos, nos recompomos, tomamos banho e voltamos pra piscina. As meninas só com a parte de baixo do biquini e eu e Rodrigo só de calção. Jennifer veio me fazer companhia na churrasqueira e chegou comentando:
- Menino, quase que tu mata minha cabeleleira!
Eu : - Eu precisava gozar e ela tem um anelzinho gostoso!
Jennifer: - Mais do que o meu?
Eu: - Quer me complicar não é?
Jennifer: - Eu sei que o melhor pra você é sempre o de Amanda!
Eu: - Depois do dela, vem o seu, com certeza!
Jennifer: - Esse segundo lugar eu aceito sem reclamar! Mas seu pau é o mais gostoso da minha vida, mais do que o do Rodrigo!
Eu: - Vou dar umas dicas ao meu parceiro!
Jennifer: - Kkkkkk eu prefiro que você mostre como faz!
Ela tava com saudade das nossas transas. Apesar de ainda ficarmos, com autorização dos nossos parceiros. Mas eu ia matar essa saudade mais tarde.
Durante a nossa conversa, vejo alguém se aproximando e mando Jennifer entra na piscina, o que ela faz sem perguntar. Quando se aproxima eu vejo quem era: Aninha, uma menina de 19 anos, que eu conhecia desde pequena, mas agora ganhava traços de mulher. Olhos cor de mel e, no meio, quando a luz batia, ficavam verdes, muito lindos. Seios pequenos a médios, durinhos, coxas bem torneadas, bumbum arrebitado, cintura fina, cabelos lisos, magrinha daquelas que o corpo se desenvolve pela vida no campo, natural mesmo, muito linda. Amanda e eu transamos muito gostoso com ela no conto passado.
Ela se aproxima sorridente e vem falar comigo, da distância que eu a avistei, provavelmente não viu as meninas sem a parte de cima do sutiã. Todas estavam na piscina e ela nem olha pra lá, vem direto falar comigo. Tava linda, vestidinho florido, soltinho, rodado, acima do joelho, tomara que caia. Um brilho no olhar, acho que procurando o que encontrou ontem. Perguntei:
- O que traz essa menina tão linda aqui!
Ana: - Meus pais saíram e eu tava sozinha lá. Pensei em vir ficar um pouco aqui, se você deixar!
Eu: - Hoje é dia de brincadeira de adultos, não é coisa pra um bebê lindo como você. – falei firme, mas tentando parecer doce.
Ana: - A brincadeira de ontem não foi de adulto?
Eu: - Hoje ela tá mais pesada!
Ana deu um olhada em volta e percebeu as meninas na piscina. Jennifer e Amanda já estavam na escada saindo e vindo em nossa direção. Rodrigo podia ser visto lá dentro na cozinha e já nos olhava também. Foi aí que Ana viu as meninas sem a parte de cima do biquini e ficou corada na hora. Amanda vem com um sorriso cumprimentar ela e a abraça forte, depois dá um selinho na boca dela, ao que ela corresponde, Jennifer faz a mesma coisa e Ana, apesar de se assustar, repete o cumprimento que fez com Amanda. Amanda a convida:
- Bora pra um banho de piscina?
Ana: - Não trouxe roupa de banho, vou buscar!
Amanda: - Pra quê? – diz isso já tirando a parte de baixo do biquini e Jennifer faz a mesma coisa.
Amanda se junta com Jennifer e tiram a roupa da menina que me olhou assustada, eu disse:
- Parem as duas! Vão pra piscina que eu vou conversar com ela.
Amanda e Jennifer foram pra piscina rindo e cochichando entre si. Ana tinha ficado só de calcinha. Eu pedi pra ele vir pra perto de mim. A área da churrasqueira tinha a churrasqueira conjugada a uma bancada, de forma que quem estivesse operando a churrasqueira ficava “separado” de quem estava na piscina, isto por causa da bancada. Quem estava na churrasqueira ficava num espaço que de um lado tinha o acesso, de outro a bancada, de outro a churrasqueira e de outro uma parede onde ficava um freezer onde estavam as bebidas. A bancada tinha um nível mais baixo, em mármore onde dispunha de uma cuba com torneira, um cooktop, e um espaço onde eu preparava as carnes. O nível mais alto era usado pra colocar os pratos e pra o pessoal que sentava nos bancos ficar bem apoiado, pois eram bancos altos, banquetas.
Chamei Ana pra perto e ela pegou a roupa e, quando ia vestir, eu falei:
- Se vestir a roupa, pode ir embora, que a brincadeira vai ter acabado pra você antes de começar. Se quiser ficar, primeiro fica do jeito que tá. Eu estou no comando aqui e nada vai te acontecer, mas vai ter que me obedecer.
Nos olhamos olho no olho e senti que ela ganhou confiança de que estava protegida. Dobrou a roupa e colocou em cima da bancada no nível mais alto. Chegou perto de mim e me abraçou novamente, seus seios colaram no meu corpo, aquele corpinho de menina, ninfeta do campo, era muito lindo. Nos olhamos nos olhos e demos mais um selinho. Comecei a falar:
- Ana, tem mais regras pra hoje do que nunca, você entende?
Aninha: - Sim! É só dizer, vou fazer o que você mandar!
Abri um sorriso: - Ótimo! Primeiro: o que acontecer aqui, morre aqui! Ninguém precisa saber o que acontece na nossa vida privada! Segundo: maior respeito pelas pessoas que estiverem aqui, principalmente quando se tratar do marido de outra pessoa (falei isso já pra ela ficar ciente de que Amanda dava os limites de até onde aquela ninfeta poderia ir comigo)! Terceiro: dê uma boa olhada ao seu redor, o que quer que seja que você ache que pode acontecer aqui, nós fazemos muito mais, se você achar que não vai dar conta, a hora de sair é agora. Ninguém vai te julgar por isso não, nem vai ficar com medo ou com raiva. Você não disse nada sobre a noite de ontem, sabemos que não vai dizer sobre hoje ou sobre qualquer outra coisa. Quarta regra: se ficar, vai me obedecer! Sem reclamar! Isso inclui eu fazer com você uma coisa que eu não fiz ontem!
Ana escutou tudo com a maior atenção. Quando eu falei desse detalhe na quarta regra, ela pareceu não entender no início, mas logo ela mudou o semblante pra surpresa e preocupação. Olhou pra mim corada e respondeu:
- Eu topo, mas tem uma condição! Você tem que ser carinhoso, porque nunca fiz nada atrás, nem dedo, a não ser você ontem! E você nem penetrou.
Eu: - Fechado! Quer começar por esse ponto? Vamos eu você e Amanda resolver isso, que tal?
Ana: - Pode ser...
Eu: - Pode ser ou vamos?
Ana olhou nos meus olhos e falou com confiança: - VAMOS!
Ana tava só de calcinha, seus olhos estavam brilhando de um jeito diferente. Eu acho que ela se encantou com nossa liberdade e queria muito experimentar um pouco mais. A confiança que Amanda e eu passamos pra ela, ela nos contou depois, deixou ela a vontade pra experimentar tudo o que pudéssemos ensinar. Ana vestia uma calcinha
Eu: - Primeiro eu quero que você faça o seguinte, tire essa calcinha e entre na piscina com as meninas! Sem frescura! Se divirta e, quando eu chamar, vem pra gente resolver esse teu problema!
Ana entrou na água com as meninas e ficaram conversando e brincando. Daqui a pouco todas estavam dando selinho umas nas outras. Ana beijou Kelly que a segurou pela nuca e deu um beijo mais demorado, o qual Ana correspondeu. Como os corpos não ficaram grudados, acredito que Ana não percebeu onde estava se metendo. Rodrigo ia e via com bebidas para as meninas, o que as fez ficar mais soltinhas, mas ele não demonstrou interesse em Ana. Acredito que ele encontrou o equilíbrio que queria com Jennifer e Kelly.
Deixei elas brincarem durante uma hora mais ou menos e chamei pra almoçar. Era aproximadamente 15hrs. Ana vestiu uma calcinha de biquini de Amanda. Amanda e Jennifer colocaram a parte de baixo do biquini e fomos almoçar. Terminado o almoço, chamei Amanda e Ana pra deitar comigo e nossos convidados foram pra o outro quarto.
Ao entrar no quarto, já fomos nos pegando e logo as duas gatas estavam me chupando gostoso. Pedi pra Ana sentar na minha cara enquanto Amanda me chupava, ela sentou virada pra Amanda, continuaram dividindo meu pau. Ficamos assim uns 5 minutos e eu já estava preparando o anel de Ana pra ser inaugurado. Mandei Ana vir me cavalgar e, enquanto ela se ajeitava, disse:
- Vida, hoje vamos inaugurar o anel da Aninha! Deixa ele prontinho pra mim!
Amanda deu um sorriso safado, puxou Ana pelos cabelos e deu um beijo de língua nela. Pegou coisas na gaveta pra ajudar e começamos os trabalhos. Ana cavalgava com força, estava sedenta de rola, seus gemidos saiam desinibidos, altos, com tesão. Ao lado, também escutávamos gemidos, hora de Jennifer, hora de Rodrigo, hora de Kelly. Amanda começou lubrificando o cuzinho de Aninha toda vez que ela diminuía o ritmo. Quando percebeu que ela já estava mais relaxada, conseguiu introduzir um plug com facilidade. A ninfeta delirou nesse momento. Coloquei ela de frango assado na borda da cama e eu, em pé do lado de fora, comecei a meter em sua boceta e Amanda, deitada ao seu lado, beijava, acariciava, masturbava nossa gostosa. Aquela situação tava me dando muito tesão. Quando Ana gozou, reduzi a velocidade e fui tirando o plug também. Nessa mesma posição, já apontei meu pau pra o cuzinho da nossa moreninha e fui emburrando. Amanda passava lubrificante no meu pau pra entrar mais fácil, eu continuava empurrando, as expressões de Ana, variavam entre dor e tesão. Uma cara de dor mordendo o lábio inferior. Quando meu pau passou da metade, tirei até ficar só a cabeça e coloquei novamente quase todo. Ela deu um grito nessa hora. Perguntei se queria que parasse, mas ela disse que não, que me queria. Amanda olhou pra mim e sorriu.
Amanda levantou a cabeça dela e colocou em seu colo, segurou uma das mãos da menina e colocou a outra mão dela no meu peito. O rosto dela corou ainda mais. Ela trocou olhares com Amanda e disse:
- Estou amando estar com vocês! Queria que isso nunca acabasse...
Sorrimos.
Amanda se curvou e deu um selinho colado nela. Eu aproveitei e enfiei meu pau até entrar tudo e encostar meu corpo no dela. Ana soltou um gemido abafado pelo selinho e o beijo tinha evoluiu pra um beijo de língua com direito a tudo. Quando elas pararam coloquei a mão de Amanda na boceta dela e me curvei pra beijá-la. Ana se entregou ao meu beijo rapidamente e suspirava com os pequenos movimentos que eu fazia. Retomei minha posição e comecei a meter com mais ritmo, aumentado aos poucos. Amanda lubrificava ainda mais, o que ajudava na penetração. Ana já não tinha mais cara de dor, só de tesão e prazer. Em pouco tempo eu já macetava com vontade e ela gritava de tesão.
Mudamos de posição, me deitei e coloquei Ana sentada no meu pau. Ela já atolou de uma vez meu pau no cuzinho com uma sentada firme e lenta. Amanda sentou na minha cara e ficamos assim até que Amanda gozou. Fazia tempo que ela não gozava tão intenso no oral. Ela se levanta e vai no quarto dos nossos amigos. Coloco Ana de quatro e penetro sem dó. Amanda volta e dá a boceta pra ela chupar, enquanto nos diz que nosso amigos estão se divertindo muito. Amanda manda eu deitar e colocar Ana sentada no meu pau de costas pra mim. Meu pau já entrava com toda facilidade no rabo daquela ninfeta linda. Amanda faz ela se deitar em meu peito e desce pra chupar ela, depois de um minuto ela levanta e é aí que vejo que ela está com uma calcinha com o um pênis de borracha acoplado, ela coloca na boceta de Ana e, sem pedir licença, mete tudo. O pênis era menor e mais fino que meu pau, mas Ana começa a delirar de prazer, falando várias sacanagens e gozando duas vezes seguindo, caindo desfalecida. Paramos por aí e esperamos nossa ninfeta se recuperar.
Ana começa a voltar a si depois de uns 5 minutos e me olha com desejo, dá um pulo em cima de mim e começa a rebolar. Meu pau, que já tinha amolecido, começar a ficar duro rapidamente. Eu ainda não tinha gozado. Ana fala pra Amanda:
- Nunca tinha nem pensado nisso! Ter duas rolas pra mim! Foi delicioso!
Amanda sorri, beija ninfeta e fala:
- Tem muito o que aprender, mas você vai sair daqui sabendo tudo! Continuem aí que eu já volto!
Amanda sai e Ana já encaixa meu pau e começa uma cavalgada forte no meu pau, parecia querer acabar com um tesão acumulado de anos. Acho que as transas com o namorado nunca foram assim. Amanda volta pra o quarto trazendo o trio amigo. Kelly estava de calcinha pra não assustar nossa ninfeta. Amanda fala:
- Amiga, agora você vai provar dois paus de verdade!
Amanda posiciona Rodrigo atrás de Ana e começa a chupá-lo. Jennifer bem me beijar e Kelly fica se revezando entre Amanda e Rodrigo. Dois minutos e Rodrigo já está se posicionando no cuzinho de Ana e penetrando com firmeza. Ana chora, grita, geme, mas não se entrega. Logo estava sendo currada por Rodrigo e macetada por mim. Ela rebolava cada vez com mais vontade. Teve um momento que eu e Rodrigo ficamos parados e deixamos ela rebolar sozinha. Só o movimento que ela fazia deixava a foda muito gostosa. Seu gemido tava muito alto e eu olho pra ela e digo:
- Tá fazendo muito barulho, coloca a rola aqui na boca dela Rodrigo!
Ele sai, lava o pau no nosso banheiro e volta, coloca o pau na boca dela e ela continua gemendo abafado. Vejo Amanda preparando Kelly e abro a bunda de Ana. Hoje ela ia fazer literalmente de tudo! Kelly se posiciona atrás dela coloca o pau do cuzinho dela. Empurra com tudo e Ana geme alto e goza na hora. Rebola com força e goza novamente.
Ana: - Como é gostoso! Caralho! Mete em mim Tinho! Mete em mim Amanda! Me dá essa rola Rodrigo!
Ana não tinha percebido que era Kelly atrás dela. Ficamos assim uns 3 minutos, até que Rodrigo gozou! Eu comecei:
- Faz a gente gozar sua putinha safada! Nessa idade e já mete desse jeito? Gostosa do caralho! Mete pau nessa boceta e nesse cuzinho mete! Tá gostoso tá?
Ana: - Tá gostoso demais! Vou gozar novamente! Esse pau grosso na minha boceta tá me matando! Esse pau no meu cu parece de verdade!
Eu: - É por que é um pau de verdade filha da puta!
Ana olha pra trás e vê que Kelly é trans e fica meio que em choque. Dou um tapa em seu rosto de forma que ele vira pra mim e começo a incentivar ela a fazer movimentos de rebolado o que faz Kelly gozar rapidamente e encher o cuzinho dela de porra. Aninha revira os olhos, quando sente isso. Sua boceta aperta meu pau, sinto que vou gozar, mas não consigo gozar. Quando Kelly sai, coloco Ana de cócoras no meu colo, ela ainda revirava os olhos, a respiração pesada, o peito saltando, eu meto com força de baixo pra cima e ela grita e fala:
- Vai safado! Cachorro! Me come!
Eu: - Como sim sua puta safada! – coloco minhas mãos em seu pescoço fazendo uma coleira e aperto um pouco.
Ana: - Caralho, cachorro gostoso!
Eu: - Eu sou o que?! – dou um tapa com uma das mãos em sua cara e volto a fazer a coleira.
Ana: - Um cachorro gostoso do caralho!
Eu: - Então você é uma cachorra! Uma cadela safada! – mais um tapa e o rosto dela já ficava vermelho de tesão!
Ana: - Sou sua cadela! A cadela da Amanda!
Amanda sorri, dá uma tapa na bunda dela com força e entra no jogo:
- Isso! A cadelinha do casal! – mais um tapa da munda dela.
Ana: - Vou gozar de novo!
Eu: - Goza no meu pau filha da puta gostosa do caralho! Minha delícia! Cachorra safada! Goza que vou encher sua boceta de leite!
Amanda:- Goza cadela! Goza no mau do meu macho! Goza num macho de verdade!
Ana: - CARALHOOOO!
Amanda: - Puta! Safada! Cachorra! Vai ser nossa cadelinha de agora em diante! Tira leite desse caralho tira! Tira leite do pau do patrão! Manda ele encher tua boceta de leite, manda!
Ana: - Aíííííí!!! Enche minha boceta de leite Tinho! Me dá leitinho, me dá!
Eu: - Toma cadela! Toma leite!
Gozei junto com Aninha. Amanda gozou do lado falando conosco e sendo bolinada por Jennifer que estava paralisada assistindo tudo. Fazia tempo que não gozava tão fartamente. Ter aquela ninfeta e Amanda ali do lado foi muito foda pra mim.
Nos deitamos todos na nossa cama de casal e ficamos só deitados mesmo. Depois fomos nos organizando. O trio amigo foi pra seu quarto se organizar. Ana foi tomar banho no nosso chuveiro, seguida por Amanda. Deu pra ouvir as duas rindo debaixo da água. Eu fui por último, entrei e elas não saíram, começamos a trocar beijos e carícias. Ana saiu e ficamos eu e Amanda. Colei ela na parece e peguei num beijo gostoso. Ela se entregou, desci para chupá-la e ela começou a fazer juras de amor:
- Você é o meu homem! Não quero mais nenhum outro! Sou muito feliz contigo!
Eu: - E eu sou feliz com você! Tenho tudo o que preciso com você e não quero nada mais!
Amanda: - Te amo!
Eu: - Te amo!
Peguei ela no coloco, no ar, coloquei na sua boceta e meti em pé, trocando beijos e carícias. Logo o som que fazíamos ecoava pelo quarto, nos enxugamos e fomos terminar na cama. Chegando lá, Ana se masturbava de olhos fechados ouvindo os gemidos de Amanda. Amanda se debruçou sobre ela e começou a chupá-la, ficando de quatro pra mim. Entrei com tudo naquela boceta e gozei mais uma vez junto com Amanda, que fazia Ana gozar em sua boca. Elas vestiram uma calcinha cada. Ana mandou mensagem pra os pais que estaria na minha casa pra não ficar só em casa. E eu também mandei uma mensagem confirmando. Nos deitamos, eu no meio das duas, e fomos tirar um cochilo.
O segundo dia foi muito agitado. Ficou bem longo, mas espero que gostem!
Até o próximo!