O policial da abordagem

Um conto erótico de Baixinha
Categoria: Heterossexual
Contém 2108 palavras
Data: 29/11/2025 14:19:29

Olá pessoal, fiquei muito feliz que gostaram do meu primeiro relato, vim dar continuidade como prometido.

Bem, vamos lá, para quem não leu o primeiro, me chamo Ana, sou de uma cidade pequena e fui pega transando fora do carro por 4 policiais, dentre eles um que me viu crescer e aquilo me excitou.

Vamos lá, no outro dia, uma segunda feira, fui trabalhar normalmente, um pouco chateada e me sentindo culpada por ter sentido tesão em ter sido flagrada e ter mostrado minha bucetinha para os policiais, meu namorado chorou muito, me culpou e meio que pesou na minha cabeça por eu ter feito ele gozar na frente dos caras. Como sempre tive uma criação rígida, eu estava descobrindo o que gostava e o que não gostava, agora parecia que ter gostado do que fiz era errado e me sentia culpada.

Entrei no turno das 6:30, dia movimentado, calor pra caramba, por baixo do jaleco eu sempre ficava com um top discreto por ele ser quente, era uma prática comum no meu trabalho, os meninos mesmo as vezes apenas tapavam o bico do peito com blood stop e trabalhavam sem camisa por baixo do jaleco.

Próxima do horário de almoço eu sentia ser observada, mas, na correria, não dei muita atenção. Cada vez que olhava para rua parecia que sempre via uma viatura ou moto da Rocam, porém, pensei que era apenas coincidência já que estava pensando muito no que tinha acontecido.

A tarde passou e às 15:00 bati minha digital para ir embora, tirei o jaleco e de mochila estava subindo na minha moto, apenas de top e calça preta quando uma mão rápida tirou as chaves do contato, ao olhar pra cima assutada me deparei com um dos caras da noite anterior, me cumprimentou com um sorriso cheio de malícia, eu queria chorar quando o vi, fiquei roxa de vergonha e cumprimentei de volta baixinho. Ele perguntou se eu tinha dormido bem e eu respondi que sim, ainda de olhos baixos. Logo ele colocou a mão no meu ombro, dei um pulo de susto, ele riu e disse que tinha ido até lá para me acalmar, pois o que tinha acontecido na noite anterior já tinha acontecido várias vezes com ele, que não era novidade, e que o antigão que estava com eles ficou preocupado por conhecer como fui criada. Dei uma breve relaxada e pedi para não espalharem entre eles (o que é impossível pois PM sempre conta tudo um pro outro) para não chegar aos ouvidos do meu pai que também era da segurança pública. Ele sorriu, disse que se fosse outra pessoa pediria algo em troca do sigilo mas como era eu, não falaria nada, já que sabia que eu não era uma "putinha" como eles sempre encontram. Confesso que ouvir isso me deu um tesão surreal na hora, os bicos dos meus seios quase furavam o top.

Ele percebeu minha inquietação enquanto agradecia e tentava disfarçar e perguntou se tinha batido algum bentinho mais frio para meus seios estarem "acesos" daquela forma. Coloquei as mãos por cima, cruzando os braços e disse que precisava ir. Ele me estendeu as chaves da moto mas segurou quando tentei pegar, olhou fundo nos meus olhos e disse que qualquer coisa que eu precisasse eu poderia ligar, tentei dizer que não precisaria, mas mesmo assim ele insistiu e me enfiou um papel com o número dele na minha mão.

Excitada e com medo saí correndo dali, mas anotei o número, não sabendo bem o motivo.

Na terça feira a noite meu namorado foi em casa, saímos para conversar e ele começou a chorar novamente falando do assunto, sinceramente eu me irritei, odeio ver homem chorando por motivo besta, me brocha totalmente. Comecei a ser ríspida, falei que não tinha motivo para chorar, que um deles até me procurou pra me acalmar sobre. Ele ficou bravo, me chamou de puta, que tinha percebido que não era normal o que eu tinha feito e que queria terminar, fiquei em choque, namorávamos a dois anos e era a primeira vez que ele me tratava assim. Não teve conversa e fiquei ainda mais brava e concordei com o término batendo a porta do carro e certa de que iria para a casa a pé mesmo para dissipar a raiva.

Chorei no caminho e no meio disso uma viatura me abordou, pediu documentos, quando retornaram com minha CNH após falarem no rádio vieram com um sorriso sacana me liberando e perguntando se eu estava bem, na hora não percebi e logo saí.

Naquela mesma semana o antigão foi ao meu trabalho, foi atendido e ao final do meu turno lá estava ele me esperando, a paisana, queria conversar. Fui para a outra calçada falar com ele pedindo desculpas e dizendo que não iria acontecer mais, contei que havíamos terminado e pedi perdão, claro, ele me consolou, falou o quanto meu namorado tinha sido imaturo e infantil para a idade dele, que eu não tinha merecido afinal sexo só se faz daquela forma quando há consenso. Concordei e comecei a me sentir melhor. Logo ele estava elogiando meu corpo, meu esforço em dois empregos, minha dedicação aos estudos, relembrando tempos de quando eu era criança, enfim. Fiquei leve.

Ele me perguntou se eu queria dar uma volta, disse que não sabia se seria certo, afinal ele era casado, na lábia, ele me convenceu, claro, no fundo eu estava com tesão mas não queria admitir. Demos uma volta pelas redondezas conversando, já mais solta, falávamos besteira, ele dizendo que "com todo o respeito" mas tinha ficado com inveja da mamada que eu ele tinha visto, fui me excitando e quando percebi estávamos entrando num motel, ele mostrou a funcional para a recepção que deixou entrar sem pagar nada, ali caiu a ficha que eu estava entrando num abatedouro.

Parece coisa de destino, estava gelada, queria transar com ele mas tinha medo, ele era casado e eu preocupada com o pecado, ele me acalmou, disse que estava tudo bem, que poderíamos apenas ver TV (ahan, eu ensopa como estava era só questão de minutos pra estar na rola dele).

Entramos, fiquei tensa, ele ligou a TV mas canal nenhum pegava, ligou na recepção, pediu umas cervejas e petisco.. bebíamos e já mais soltinha acabei aceitando uma das investidas de beijo, eu, com 21 aninhos beijando um cara de 46 me deu um tesão desgraçado. Que beijo gostoso, que pegada deliciosa. Fiquei com mais raiva do meu ex que agora eu descobria que mal tinha pegada. O cheiro da minha bucetinha molhada invadiu o quarto e ele sentindo, investiu em beijos no meu pescoço, orelha.. quando chegou aos meus seios viu o quanto eu era sensível, aí é que esse homem ficou louco, me colocou de frente pra ele sentada em seu colo na cama e mamava meus seios com uma fome absurda. Não queria gemer, mas era impossível.

Senti seu pau latejando embaixo de mim, meus seios babados, aquela mão firme segurando meu cabelo expondo meu pescoço enquanto a outra me abraçava pela cintura quase que dando toda a volta em mim.. gemi gostoso e ele percebeu o sinal neon que eu queria dar.

Consegui me desvencilhar e fui pro banho, tentar acalmar os ânimos. Quando voltei ao quarto, firme de que iria pedir para ir embora, encontrei ele com a rola na mão, grandeza grossa, linda, cabeça vermelhinha como um pirulito de morango, aqueles braços deliciosos com veias aparentes, as mãos grossas de trabalho, um corpo lindo com aquela barriguinha de cerveja bem discreta. Não teve como, voei para a cama e caí de boca naquela pica, que pica deliciosa, era difícil engolir, eu engasgava, chorava, tinha ânsia mas não parava, com uma mão ele segurava meu cabelo sorrido enquanto com a outra bebia sua cerveja, aquilo me deu ainda mais tesão. Me segurando com a boca no pau dele me fez ir acompanhando seus movimentos até ele levantar e eu ficar de joelhos, nisso ele suspirou e com a voz rouca de tesão me pediu "agora você vai me mamar igual estava mamando quando te peguei minha putinha, me mama gostoso já que o fraco do seu ex não consegue lidar com a vadiazinha que ele tinha". Eu gelei, mas o tesão e o álcool fizeram a vontade de mamar sobressair ao sentimento de estar fazendo algo errado.

Mamei por quase uma hora, maxilar todo travado, ele já tinha gozado na minha boca mas cuspi, nunca tinha bebido, ele riu e continuou metendo a rola na minha garganta sem parar. Naquele momento percebi que ele deveria ter tomado um comprimidinho.

Quando cansou de me foder a boca, me pegou no colo, levantou meu corpo fazendo sentar eu seu tronco com ele em pé e foi chupando minha buceta, que tesão, estar no alto, sendo segurada por um cara daqueles e vendo no espelho do teto a cabeça dele entre minhas pernas enquanto meu rosto estava todo vermelho de tanto engasgar.

Fomos pra cama e ele veio me chupando mais, acho que foi uma das melhores chupadas da minha vida, e olha que já dei pra muitos gente depois disso, chupava com carinho, enfiava a língua dentro da minha bucetinha e elogiava o quão pequena ela é, falava o quanto tinha tido tesão em mim naquele dia e que desde então sabia que precisava me comer, eu confirmei o tesão falando que só tinha mostrado a bucetinha pra eles por ter ficado louca de tesão enquanto eles me olhavam, sem dizer uma palavra ele subiu e enfiou toda aquela rola em mim, gritei, uma lágrima caiu, me senti literalmente fodida, enquanto tentava acostumar com aquele mastro ele pegou o celular, disse que iria melhorar tudo ainda mais, logo estava em chamada de vídeo com os colegas da ronda e mostrando o pau enterrado na minha bucetinha enquanto eu tentava esconder o rosto. Ele me deu um tapa na cara, gemi involuntariamente, ele riu e gritou para os amigos "estão vendo o quanto a putinha aqui tem potencial? O babaca terminou com ela por conta da mamada e agora ela tá conhecendo homem de verdade, agora ela é nossa". Aquilo me excitou de um jeito que comecei a rebolar e gemer no pau dele pedindo pra ele meter mais, ele ria e mostrava tudo para os caras que assoviavam, me chamavam de gostosa, dizendo que eles seriam os próximos, eu gemia, fiquei de quatro, implorei pela pica dele.

Ele finalizou a ligação e me arregaçou, meteu em mim de 4, de papai e mamãe, frango assado, de ladinho, em pé, na mesa, nunca tinha sido fodida como fui, estava no céu gozando sem parar. O cara metia tão gostoso na minha bucetinha toda esticada que me deu um squirt, na hora eu não entendi o que era, ficou tudo muito molhado, ele viu que eu não sabia o que era e orgulhoso me explicou. A cara de tesão e orgulho por ter dado o primeiro squirt pra uma novinha era impagável, claro, como boa putinha, retribui rindo e pedindo mais pau, mais rola, mais tudo. Ele tinha acabado de gozar e enquanto eu limpava o pau dele meu ex ligou, eu não iria atender mas ele quis, atendi com o pau na boca, meu ex pedia uma conversa, dizia que pensou melhor, que queria voltar, estava no viva voz, o antigao socando minha boca de leve e rindo, fiquei com raiva novamente do meu ex, percebi todo o prazer que o mundo podia me oferecer e que não era nem parecido com as fodas fracas dele que me deixavam insatisfeita, disse que não queria mais e que eu já tinha encontrado coisa melhor, ele surtou e enquanto gritava comigo meu antigao começou a meter mais fundo, só se ouvia meu "Glub,glub, aahhh" no telefone. Percebendo o que estava acontecendo ele finalizou dizendo que tinha nojo de mim e desligou, o antigao me puxou pra cima me fazendo sentar na cara dele enquanto me chupava, eu de bucetinha vermelha toda inchada e fodida não parava de gozar. Quando acabamos a esposa dele ligou, ele começou a falar com ela normalmente enquanto dedilhava minha bucetinha e devolvia os dedos melados pra eu chupar. Finalizamos ali essa nossa primeira vez e ele me deixou onde estava minha moto, claro que como boa putinha fui com a boca no pau dele o caminho todo.

Bem, ficou longo, mas espero que tenham gostado, por favor me dêem feedbacks pra saber se estou escrevendo bem, se estou conseguindo passar o tesão que foi tudo isso. Se gostarem posto os próximos. Beijos nas rolas e nas bucetinhad.

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