Meu filho tomou Viagra (final)

Um conto erótico de Erikaincest
Categoria: Heterossexual
Contém 1419 palavras
Data: 29/11/2025 06:15:35

No outro dia, na cozinha, fingimos normalidade enquanto Carlos tomava café. Mas quando Rafael entrou descaradamente só de cueca, sua ereção evidente sob o tecido fino, eu senti meu útero contrair como se soubesse o que viria. "Mãe", ele disse com voz rouca demais para ser inocente, "ainda tá assim desde os suplementos". Carlos quase cuspiu o café quando eu, sem hesitar, me aproximei e coloquei a mão no volume na cueca do nosso filho, apertando discretamente enquanto falava calmamente: "Preciso ajudar ele, amor, tá preocupante".

O olhar de puro choque no rosto do Carlos quase me fez rir — quase. Minhas unhas arranharam levemente o tecido molhado da cueca do Rafael enquanto eu explicava ao meu marido, com voz de enfermeira, que "às vezes o corpo jovem reage assim a suplementos novos". Quando me ajoelhei na frente do nosso filho, fingindo examinar, e Rafael soltou um gemido que deixou claro que minha boca estava ocupada demais para diagnósticos, Carlos apenas engoliu seco e virou a página do jornal com mãos trêmulas.

"Acho que tá melhorando", menti para Carlos minutos depois, com os lábios ainda úmidos e o gosto do Rafael na minha língua, enquanto nosso filho se apoiava na pia da cozinha com as pernas abertas e eu massageava seu pau latejante diante do marido. "Mas acho que ele precisa de mais ajuda, amor". Carlos só assentiu, os olhos vidrados na minha mão subindo e descendo no membro do filho, e quando Rafael gemeu meu nome em vez de "mãe", vi o momento exato em que meu marido decidiu que era melhor fingir que não estava entendendo nada.

A cueca do Rafael rasgou facilmente quando puxei pra baixo com mais força do que o necessário, expondo ele inteiro para o pai ver — inchado, pulsando, com veias saltadas que eu conhecia melhor agora do que as do próprio marido. "Você vê como tá vermelho?", expliquei para Carlos, usando o tom clínico que sempre funcionava, enquanto minha outra mão subia para apertar os testículos do nosso filho com possessividade. "Isso pode ser perigoso, precisa de alívio constante". O som que saiu da garganta do Carlos foi algo entre um gemido e um engasgo quando Rafael arqueou as costas e jorrou na minha blusa, quente e abundante.

"E se tentássemos algo mais... direto?", sugeri ao Carlos enquanto limpava o rosto com o pulso, sentindo o sêmen escorrer entre meus seios sob a blusa transparente. Rafael não esperou permissão — empurrou minha cabeça para baixo novamente com uma mão no meu rabo de cavalo, e quando engoli ele até a base, Carlos finalmente soltou um "Jesus Cristo" rouco que fez meu clitóris pulsar de culpa e excitação. "É só cuidado, amor", murmurei entre mamadas, os dedos do Rafael enterrados no meu cabelo enquanto minha língua trabalhava aquele gosto salgado que já me viciara.

A cadeira do Carlos rangeu quando ele se levantou abruptamente, mas em vez de sair, ficou parado ao nosso lado, a respiração ofegante, enquanto o filho dele me usava a boca com uma força que faria eu engasgar amanhã. "Tá vendo como ele tá respondendo?", menti de novo, olhando pra cima e encontrando os olhos escuros do meu marido sobre nós — e no reflexo da janela atrás dele, vi meu próprio rosto: uma esposa de quarenta e poucos anos de joelhos na cozinha, com os lábios inchados e o olhar embaçado de quem já não conseguia mais fingir que isso era só ajuda médica.

Rafael puxou meu cabelo para trás com um movimento brusco que esticou meu pescoço, expondo melhor como ele entrava e saía da minha boca molhada para o pai assistir. "Segura ele, pai", ele ordenou com voz rouca, e o choque na cara do Carlos se misturou com algo mais primitivo quando ele obedeceu — suas mãos grandes e ásperas segurando os ombros do filho enquanto eu lambia a cabeça pulsante, sentindo o salgado escorrendo pelo meu queixo. O gemido que saiu do Carlos então não era mais de negação, era de pura curiosidade mórbida, e eu engoli o filho dele fundo na garganta só pra ouvir os dois homens da minha vida geme­rem em uníssono.

A madeira da mesa da cozinha arranhou meus joelhos des­calços quando Rafael me virou de repente, empurrando meu rosto contra a superfície gelada enquanto rostava o pau latejante entre minhas nádegas. "Você tem que ver isso, pai", ele grunhiu, e eu arquejei sentindo a cabeça dele roçar meu clitóris inchado através da calcinha já encharcada — uma cena calculada pra mostrar ao Carlos exatamente como o filho dele me conhecia agora. Minhas unhas cavaram no form­i­co quando Rafael rasgou minha calcinha com um puxão seco, e o ar gelado da cozinha contra minha pele exposta me fez tremer mais do que deveria sob o olhar fixo do meu marido.

"Segura ela", Rafael ordenou de novo, e desta vez as mãos do Carlos me agarraram pelos quadris com uma hesitação que durou menos que um segundo — seus dedos conheciam esses ossos há vinte anos, mas nunca assim, nunca enquanto nosso filho me empurrava contra ele sem cerimônia. O primeiro empurrão de Rafael dentro de mim foi tão brutal que meu corpo escorregou no suor entre nós três, e Carlos teve que apertar meus pulsos contra a mesa pra me manter no lugar enquanto assistia, hipnotizado, como o pau do filho dele desaparecia na própria mulher.

O cheiro de café queimado se misturou ao do sexo quando Rafael acelerou o ritmo, seus testículos batendo contra meu clitóris a cada investida, e eu vi no reflexo do microondas a expressão do Carlos — uma mistura de horror e fascínio que se dissolveu quando ele involuntariamente se ajustou na calça, aliviando a própria pressão. "Isso ajuda, pai?", Rafael gemeu com malícia, segurando meus cabelos como rédeas enquanto me fodia num ângulo que fazia a mesa ranger sob nosso peso combinado, e eu soube que estávamos todos perdidos quando Carlos, em vez de responder, apenas estendeu a mão para apertar o seio da esposa que o filho dele estava comendo.

Meu orgasmo veio como um raio — violento, involuntário, vergonhoso — e eu gritei contra a mesa enquanto sentia o líquido escorrer pelas minhas coxas, pingando no piso em pequenas poças que refletiam nossa silhueta grotesca. Rafael não parou; pelo contrário, seu ritmo ficou mais brutal quando sentiu minha contração, seus dedos cavando nos meus quadris até deixar marcas roxas, e eu olhei para trás para vê-lo olhando fixamente para o pai, desafiando-o a dizer algo, a fazer algo, qualquer coisa. Mas Carlos só engoliu seco, os olhos fixos no ponto onde nosso filho desaparecia dentro de mim com uma familiaridade que doía mais que a penetração.

A cadeira do Carlos caiu com estrondo quando ele finalmente se aproximou, e por um segundo eu achei que ele ia nos separar — mas suas mãos, em vez disso, se fecharam nos ombros de Rafael, incentivando o ritmo, e o gemido que saiu da garganta dele foi de entrega total. "Você tá vendo como ele tá perto?", sussurrei para o marido, sabendo que ele podia sentir a pulsação do filho através do meu corpo, e quando Rafael finalmente explodiu dentro de mim com um rugido, Carlos segurou nós dois como se fossemos parte de algum ritual doente que ele não conseguia mais negar.

A cozinha cheirava a sexo e café derramado quando nos separamos, e Rafael ficou de pé, ainda ofegante, o pau pingando entre as pernas enquanto olhava para o próprio pai como um predador que acabara de marcar território. Minhas pernas tremiam tanto que precisei me apoiar na mesa, sentindo o líquido quente escorrer pelas minhas coxas — uma mistura dele e de mim que pingou no chão entre nós três como um testemunho silencioso. Carlos só respirava fundo, os olhos fixos na cena, e quando ele finalmente se moveu, foi para limpar o rosto do filho com a própria camisa, num gesto de possessividade que me fez tremer.

Naquela noite, deitada na cama ao lado do Carlos em silêncio, eu sabia que tudo tinha mudado quando ele virou de lado e encarou o teto por horas, a ereção dele latejando visivelmente sob o lençol como um segredo que não podíamos mais fingir que não existia. Na manhã seguinte, encontrei Rafael na cozinha já de pé, nu da cintura para baixo, e quando ele me puxou para o chão pelo pulso, eu não resisti — mas foi a voz rouca do Carlos, vinda da porta, que me fez engasgar com a boca cheia: "Precisa de ajuda com o pau hoje, filho?"

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Comentários

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muito bom esse capítulo , com uma longa, muito excitante , intensa e detalhada cena de sexo entre mãe e filho com o apoio prazeroso do marido , o pai do Rafael. Também achei muito boa essa gradual mudança na atitude do Carlos, primeiro ele fingia que não estava percebendo e parecia até que não estava gostando muito da situação. Mas depois já estava ajudando o filho a transar com a mulher dele, e o pai e marido já estava até gemendo de prazer acompanhando tudo aquilo e sentindo muito tesão vendo a mulher dele traí-lo com seu próprio filho. Ótima história.

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