Olá eu me chamo Sônia e meu Marido José, somos um casal de idade ativa, na época que isso aconteceu eu tinha 35 anos e ele estava com 39 anos. Somos casados a 25 anos. Sou morena, seios grandes, 1,75 altura, 80 kls tenho um bumbum farto e coxas grossas. José um homem comum para idade.
Amor a três existe sim
A pousada em Guaratuba tinha aquele ar de refúgio secreto. O cheiro de madeira molhada, o som das ondas e o vento salgado criavam uma atmosfera que mexia com qualquer um. e com nós três, ainda mais. Eu estava debruçada na sacada na varanda, observando o mar, quando José se aproximou por trás, envolvendo minha cintura com calma. O toque dele era suave, excitante e envolvente, José estava excitado, percebi seu pênis muito duro que cutucava minha bunda, minha buceta estava latejando em ver a excitação dele mas havia algo diferente em seu olhar, naquela noite José estava planejando algo diferente, uma mistura de curiosidade, ousadia desejo e permissão. Você sabe que pode falar comigo sobre tudo, não sabe? ele disse, a voz baixa. Sei. eu respondi sentindo o coração acelerar. José respirou fundo, como quem já havia tomado uma decisão. Eu vi como você e Carlos se olhavam hoje na praia. Vocês dois estão planejando algo só os dois? Meu corpo congelou por um instante. Mas José não parecia bravo. O que havia nele era… outra coisa. Acho que é desejo Não precisa ter medo, ele continuou. Eu também gosto da ideia de explorar algo, Mas se você preferir sozinhos tudo bem. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, alguém bateu à porta. Carlos!!! José soltou sua cintura, mas permaneceu ao meu lado, firme, tranquilo demais para alguém que sabia exatamente o que estava prestes a acontecer. Carlos entrou, olhando nós dois com um cuidado tenso, quase reverente. Se não quiserem, eu vou embora agora mesmo, ele disse, sincero. Se quisermos? José respondeu, cruzando os braços, você fica. Mas tudo aqui só acontece com respeito e consentimento. Nada escondido. Nada pela metade. O clima mudou completamente não era mais traição, não era mais culpa. Era um pacto silencioso, carregado de desejo e confiança. Eu senti os dois m observando. A intensidade dos olhares fazia minha pele formigar. José segurou minha mão, entrelaçando os dedos. A escolha é sua, ele disse. Se quiser que Carlos fique, eu fico também. Se Carlos sair eu também saio. Carlos deu um passo à frente, sem tocar, mas deixando sua presença me envolver como uma onda quente que sobe devagar pela praia ao anoitecer. A brisa entrou pela janela. As cortinas balançaram. O mar parecia acompanhar o ritmo lento da tensão. Respirei fundo, sentindo o coração pulsar forte não de medo, mas de liberdade. Eu quero vocês dois aqui, eu disse, num fio de voz carregado de coragem e desejo. José sorriu, aquele sorriso raro que misturava orgulho, entrega e provocação. Carlos fechou a porta atrás de si, com cuidado, como quem está prestes a entrar em um território sagrado. A noite em Guaratuba se tornou densa, vibrante, feita de olhares, de aproximações lentas, de toques permitidos, sugeridos… e de todas as possibilidades abertas pela honestidade entre nós s três. Não havia culpa. Não havia segredo. Havia apenas a promessa de uma noite prazerosa, intensa, madura e totalmente consensual. A porta fechada atrás de Carlos transformou o quarto da pousada em um mundo à parte, onde os ruídos do mar pareciam acompanhar cada respiração de nós três. José se aproximou primeiro. Ele tocou meu rosto com carinho beijou-me, e passou a mão sobre meus seios mas não o toque de rotina, mas o de alguém que está querendo viver algo completamente novo. O olhar dele queimava, não de ciúme, mas de entrega. Quero que você se sinta livre, murmurou José. Carlos estava na nossa fente observando com respeito, mas também com uma intensidade que deixava o ar pesado, elétrico. Ele deu alguns passos, parando perto o suficiente para que eu sentisse o calor da pele dele mesmo sem tocar. Eu segurei a mão de cada um em cada lado.
O gesto simples fiz ambos tocarem no meu seios e um olhar silencioso, como se um acordo invisível tivesse se renovado A partir dali, nenhum de nós recuou. José colocou-se por trás de mim, envolvendo minha cintura com firmeza. O calor do peito dele em minha costas te fez estremecer, seu pênis estava muito duro que forçava minha bunda O perfume familiar, misturado com a adrenalina do novo, parecia me envolver por completo. Carlos ficou na minha frente, tão perto que eu sentia cada exalação dele contra sua pele. Os pelos do seu abdômen fazia sentir fazer Carlos também está muito excitado seu pênis pulsava como um coração apertando em meu clitóris, fazendo minha vagina ficar toda molhada. Posso? — ele perguntou, numa voz baixa e rouca.Foi José quem respondeu, aproximando os lábios do seu ouvido: Ela quer. Eu sei que quer. A mão de Carlos passou por traz do meu pescoço , segurando pelos meus cabelos e me beijos apaixonado desceu beijando meu pescoço lentamente. sem pressa, como quem explora um território proibido com devoção. Os dois me despiram me deixando peladinha, eles me apertaram em meio os dois Os toques era firme, e ao mesmo tempo carregado de vontade. Eu estava entre os dois Cercada. Desejada e Livre. Sentia o cheiro de sexo que paraíva no quarto. O calor dos nossos corpos, o contraste entre o toque mais decidido de José e a aproximação cuidadosa de Carlos criava uma sensação quase hipnotizante. Eles me tocava como se cada reação minha importasse e importava. José deslizou os dedos pela minha vagina, guiando meu corpo levemente para trás, fazendo você sentir o volume do pau de Carlos que crescia na minha bunda cada movimento dele.
Carlos segurou meu queixo com delicadeza, trazendo seu rosto mais perto do dele, sem pressa, sem urgência apenas aumentando a tensão até quase doer de tão deliciosa. Encaixou seu pau em meio as minhas pernas forçando em minha vagina. Eu estava muito molhada, abaixou um pouco se corpo enfiando seu pau na minha vagina por traz colocando vagarosamente tudo em mim, O quarto estava cheio de respirações rápidas, olhares profundos, toques que aqueciam a pele sem precisar ir além. José chupava meus seios batendo uma punheta bem tranquilo fazendo o nosso tesão aumentar. Nós dois… eu sussurrei , sem encontrar as palavras. Nós três, José corrigiu, com um sorriso provocado. Estamos os traz no momento certo será minha vez, enquanto isso Carlos me comia deliciosamente. Eu senti o momento exato em que a noite mudou.
Não foi um toque, nem um beijo, nem uma palavra.
Foi a maneira como nós três nos aproximamos naturalmente, como ondas que se encontram sem pedir permissão E a partir dali, a liberdade tomou conta. As cortinas balançaram com o vento da praia. A cama rangeu levemente. Carlos se coloca em frente a mim volta enfiar seu pau na minha buceta. José se posiciona por traz e seu pau já molhado pela punheta, coloca cuidadosamente em meu cuzinho e novamente eu estou sendo penetrada pelos meus amores.
As risadas baixas se misturaram com suspiros.
E as luzes da pousada foram ficando cada vez mais tênues, enquanto nós nós transamos àquela conexão proibida, inesperada e totalmente consensual.Nada explícito. Nada vulgar.
Apenas o tipo de envolvimento que transforma uma noite comum em algo que ninguém jamais esqueceria.
Guaratuba guardaria o segredo