Lukas um jovem recém casado com Sofia uma gringa e deusa fintes vivem bem e faziam sexo constantemente, Sofia era insaciável e Lukas não era o suficiente para o apetite dela...
Duas semanas depois, a tensão do incidente na academia já havia diminuído, mas a inquietação em Sofia persistia, disfarçada sob uma fachada de confiança.
Lukas e Sofia se arrumavam para uma festa de colegas da faculdade em uma casa noturna no centro da cidade. Lukas, de camisa preta e jeans, estava terminando de pentear o cabelo quando notou o brilho diferente nos olhos de Sofia. Ela estava deslumbrada em um vestido justo de um verde escuro sedutor.
"Você está absolutamente linda," ele disse, pegando a mão dela para beijá-la.
"Obrigada," ela respondeu, retribuindo o beijo, mas seus olhos vagavam.
A festa estava lotada e vibrante. Música alta, copos coloridos e conversas animadas. Enquanto Lukas estava na fila do bar, Sofia foi ao banheiro retocar a maquiagem.
Quando estava prestes a sair, uma mulher que ela mal conhecia da aula de Literatura, Renata, a interceptou com um sorriso enigmático.
"Sofia," Renata sussurrou, deslizando um pequeno pedaço de papel na mão dela. "Você tem uma energia... diferente. Há uma festa acontecendo no andar de cima, algo mais exclusivo. Eles me pediram para convidar pessoas específicas. Você é uma delas."
Sofia sentiu o pulso acelerar. A curiosidade era esmagadora. Ela abriu o bilhete discretamente. Estava escrito apenas um endereço e uma hora, seguido por uma linha em negrito: "Diversidade é o nosso tempero."
"O que é 'diferente'?" Sofia perguntou, fingindo indiferença, mas o rubor em seu pescoço a traiu.
Renata inclinou a cabeça, os olhos faiscando. "Você sabe. Você exala... vontade. Vontade de sair do óbvio. Pense nisso. É uma experiência, Sofia. Totalmente discreta, totalmente respeitada. Mas... muito excitante."
Sofia engoliu em seco. Ela e Lukas tinham uma vida sexual satisfatória, mas havia um desejo latente nela que ela mal ousava nomear: uma fascinação profunda, quase secreta, por homens negros. A ideia de uma experiência onde a diversidade era o "tempero" atingiu exatamente essa fantasia escondida. Era arriscado, errado, mas a adrenalina tomou conta.
"Eu... vou pensar," ela disse, guardando o bilhete na bolsa.
Ao retornar para Lukas, ele notou sua agitação. "Tudo bem? Você está vermelha."
"Sim, claro! Só o calor da festa," ela mentiu, forçando um sorriso radiante. "Vamos dançar?"
Eles dançaram por mais uma hora. Enquanto Lukas estava imerso em uma conversa com um amigo, Sofia olhou para o relógio. O horário do bilhete se aproximava. A luta interna era intensa: lealdade versus o desejo proibido.
O desejo venceu.
"Amor, preciso de ar. Estou superaquecida," ela disse a Lukas, beijando-o na bochecha. "Vou dar uma volta na quadra e ligar para minha mãe rapidinho. Te encontro aqui em 15 minutos, ok?"
"Claro, vai lá. Mande um abraço para ela," ele respondeu, sem desconfiança.
Sofia saiu, mas não ligou para a mãe. Ela chamou um carro por aplicativo e inseriu o endereço do bilhete. A localização era um loft de luxo a apenas dez minutos de distância.
Ao chegar, ela estava tremendo. Uma mulher a cumprimentou na porta com um sorriso caloroso e a conduziu para dentro. A música era suave, sensual. E o que ela viu fez seu estômago revirar de excitação e nervosismo.
A sala estava iluminada por luzes âmbar e velas. Havia casais, mas havia também grupos de pessoas, alguns se tocando abertamente, outros apenas rindo e bebendo. E, para sua respiração ofegante, havia quatro homens negros em pé perto da lareira, todos esguios e altos, com uma aura de confiança tranquila.
O anfitrião, um homem moreno e charmoso chamado David, se aproximou dela. "Você deve ser Sofia. Bem-vinda. Estamos felizes que você aceitou nosso convite."
"Eu... Sim. Eu aceitei," ela conseguiu dizer.
David sorriu, e Sofia sentiu que ele podia ler sua alma. Ele a levou até os quatro homens.
"Estes são Elias, Marcus, Téo e Kwame," David apresentou, gesticulando. "Eles estão ansiosos para conhecê-la."
Sofia sentiu um calor intenso subir pelo seu corpo. Os homens a saudaram com sorrisos sedutores e acolhedores. A fantasia era real. A tensão da academia havia sido apenas um prelúdio para essa rendição secreta.
Kwame estendeu a mão, seus dedos longos e fortes. "Vamos conversar perto da piscina, Sofia. Diga-nos o que te trouxe até nós."
Sofia pegou a mão dele, o toque causando um arrepio imediato. O medo havia desaparecido, substituído pela aceitação eletrizante de seu próprio desejo.
"O que me trouxe aqui," ela sussurrou, olhando para os olhos profundos dele, "é exatamente o que estava escrito no bilhete. A vontade de sair do óbvio."
Ela se deixou ser conduzida, sabendo que estava traindo a confiança de Lukas, mas incapaz de resistir ao chamado íntimo e potente que a puxava para a escuridão daquela noite. A festa era uma miragem. O verdadeiro evento estava começando agora.
Lukas sentiu um nó se formar em seu estômago. Não era ciúmes simples, mas uma mistura tóxica de surpresa, humilhação e uma ponta de excitação confusa que ele não queria admitir.
Enquanto Sofia o arrastava pelo braço, a bunda maciça dela balançando de forma provocante, ele tentava manter a compostura. Ele observou o grupo no canto—quatro ou cinco homens grandes, fortes e extremamente confiantes, cujos olhos estavam fixos na entrada, ou melhor, em Sofia.
"Claro, Sofia. Vamos ver se vale a pena," Lukas respondeu, tentando soar casual, mas sua voz estava um pouco mais rouca do que o normal. Ele apertou a mão dela que estava em seu braço, um gesto possessivo.
O homem alto e musculoso, com uma camisa justa que mal continha a amplitude de seu peito, destacou-se do grupo e avançou como um predador. Ele tinha um sorriso descarado e penetrante.
O sussurro que ele trocou com Sofia foi rápido, íntimo, e instantaneamente acendeu o fogo nos olhos dela. A testa de Lukas se franziu em confusão, mas antes que ele pudesse exigir saber o que havia sido dito, Sofia se virou para ele, a expressão diabólica e cheia de um desejo recém-descoberto.
"Bem, bem... Parece que a noite ficou muito mais interessante, mi amor," ela ronronou, sua voz baixa e cheia de luxúria.
Lukas forçou-se a sorrir, mas sentiu que parecia mais uma careta. "O que foi isso, Sof? Algum tipo de piada?"
Ela ignorou a pergunta, inclinando-se para ele. O hálito quente dela em sua orelha era uma provocação deliberada.
"Aqueles caras ali..." Ela fez uma pausa dramática. "Eles estão promovendo uma festinha exclusiva na sala dos fundos. Disseram que ouviram falar de mim — aparentemente, a notícia se espalha rápido quando você é abençoada com um corpo como o meu, hein?" Ela piscou de um jeito que não era fofo, mas perverso.
A adrenalina corria nas veias de Lukas, misturando raiva e curiosidade. Ele tentou se afastar levemente, desconfortável com a intensidade da atenção deles e a reação dela.
"Isso é ridículo, Sofia. Não vamos a lugar nenhum com estranhos," ele tentou argumentar, a voz tentando impor autoridade que ele sabia que ela desafiaria.
Então ela passou o dedo lentamente pelo peito dele, as unhas raspando sua camisa com uma leveza torturante, e a declaração de guerra veio:
"A questão é a seguinte, no entanto... Eles me querem só para eles. E depois de dar uma boa olhada naqueles belos espécimes? Estou pensando que talvez eu deva aceitar." Ela umedeceu os lábios de forma predadora.
Lukas sentiu o sangue subir à sua cabeça. A rejeição aberta, o desprezo pelo relacionamento deles, era uma dor aguda. "Sofia, você está falando sério? O que diabos é isso?"
Ela o encarou, o olhar implacável e dominante. "Eu sei o que você está pensando: 'E eu, Sof?' Mas sejamos honestos, papi — você não conseguiria me satisfazer como esses garanhões conseguem." Ela segurou o queixo dele com uma condescendência que o fez ranger os dentes.
"É a sua chance de ter um gostinho de como é ser... exposto." O sorriso dela não era de amor ou carinho; era de poder e transgressão. "Fique aqui, divirta-se. Ou espere. Mas eu vou para o quarto dos fundos."
Ela se afastou um passo e lançou um último olhar sobre o ombro, o convite na boca sendo o golpe final.
"E não se preocupe, querido. Eu te conto os detalhes... se sobrar energia."
Sofia então se virou, e com um balançar deliberado de quadris, marchou em direção ao homem alto, que a aguardava com uma satisfação silenciosa e triunfante. Lukas ficou parado, o braço ainda formigando onde ela havia o agarrado, o coração batendo forte, observando sua namorada desaparecer na escuridão daquela "festa exclusiva" e o segredo que ela havia acabado de revelar.
A adrenalina de Lukas transformou-se em uma névoa densa, dominada pelo calor e pelo cheiro do perfume de Sofia. Quando a mão dela agarrou sua garganta, a submissão não foi uma escolha, mas uma reação instintiva à força e à autoridade dela. O aperto não o sufocou, mas foi suficiente para calar qualquer protesto.
"E então, Lukas? Vai ser um bom garoto e me deixar ter um pouco de diversão sem você? Ou eu preciso colocá-lo no seu lugar primeiro?" A voz dela era rouca, um sussurro perigoso que dançava no limiar da ameaça e da promessa.
A respiração dele tornou-se superficial e rápida. Os olhos dela, ardendo em luxúria e agressão, eram um desafio que ele não conseguia enfrentar. O corpo dela pressionado contra o seu era uma parede de calor e poder, e a rebolada sutil contra a virilha dele era um golpe final na sua resistência. O gesto de apalpar a própria bunda, enfatizando a grandeza e a firmeza que logo pertenceriam a outros, foi o momento de quebra.
A humilhação era um eletrochoque, mas o desejo que se misturava a ela era inegável, confuso e avassalador. Ele sentia a derrota, mas também uma estranha expectativa.
"Mmmm, já sinto que aqueles grandes paus pretos vão me alargar taaaanto..." ela gemeu baixinho, os olhos fechados por um instante na fantasia perversa, antes de voltar a encarar Lukas com intensidade.
Lukas engoliu em seco, a saliva áspera. Ele não tinha força para lutar contra a correnteza que os arrastava para a transgressão.
"Tudo bem... Você pode ir, mas me coloque no meu lugar," ele conseguiu dizer, a voz baixa e quebrada, a rendição explícita.
Um sorriso cruel e triunfante se espalhou pelo rosto de Sofia.
"Isso sim que é atitude, puta. Você está aprendendo qual é o seu lugar."
Com um movimento brusco e inesperado, ela o empurrou contra a parede fria do corredor lateral, a força de seu corpo o imobilizando. A humilhação física era total. Em um instante, ela rasgou a camisa dele—botões voaram e quicaram no chão—e as mãos calejadas dela vagaram pelo peito dele com uma possessividade avassaladora.
"Já que você pediu com tanta educação, deixe-me lembrá-lo de quem é o chefe..."
O beijo dela foi brutal e dominante. Não havia ternura; era um ataque. Ela mordeu o lábio inferior dele com força suficiente para sentir o sabor metálico do sangue antes de se afastar com uma risada cruel.
"Mmm, eu sinto o cheiro do medo em você. Bom. Agora observe com atenção, porque é assim que uma mulher de verdade se parece."
Sofia se afastou com um floreio dramático, o quadril enorme balançando a cada passo. O volume de sua bunda era uma declaração enquanto ela marchava em direção à sala dos fundos, a porta escura se fechando atrás dela, engolindo-a.
Lukas permaneceu encostado na parede, o peito nu e a boca sangrando levemente, o coração acelerado. Ele era uma testemunha humilhada, abandonado na antessala da luxúria dela.
O quarto dos fundos era um contraste chocante com o barulho vibrante da festa. A iluminação era baixa, vermelha e azul, vinda de algumas luminárias de chão e velas aromáticas que preenchiam o ar com um perfume de sândalo e baunilha. O chão estava forrado com almofadas e cobertores de pele sintética, e havia uma enorme cama king size que parecia ser o altar daquela noite.
Os quatro homens — Elias, Marcus, Téo e Kwame — estavam em semicírculo perto da cama, parecendo ainda maiores e mais imponentes à luz fraca. Todos já estavam sem camisa, exibindo físicos esculpidos, com a pele escura brilhando sob o calor do ambiente.
Quando Sofia entrou, o silêncio que se seguiu não foi de timidez, mas de expectativa intensa. Era um palco para a rendição.
O primeiro a se mover foi Kwame, o líder tácito. Ele não falou, apenas a encarou com um sorriso lento e predador, seus olhos fixos no balançar de suas nádegas. Sofia parou no centro, exalando confiança e desafio.
Ela lentamente estendeu a mão para o fecho lateral de seu vestido verde. O tecido, que estava apertado em seu corpo, deslizou suavemente e caiu no chão em uma poça sedosa. Ela estava vestindo apenas uma lingerie preta de renda minúscula, que fazia seu corpo parecer ainda mais volumoso e saboroso.
"Bom," disse Elias, a voz rouca. "Então você veio para ser a nossa convidada de honra."
Sofia não respondeu com palavras. Ela caminhou diretamente até o grande Marcus, o mais largo e musculoso dos quatro, e colocou as mãos sobre os bíceps dele, deslizando-as até os ombros. Ela se inclinou e sussurrou algo que fez Marcus rir alto, um som grave e excitante.
O ritual começou.
Marcus a levantou sem esforço e a colocou na cama, onde as almofadas afundaram sob o peso dela. Elias e Téo se aproximaram, seus olhares famintos.
Téo, o mais jovem, ajoelhou-se na beira da cama e começou a beijar a parte interna das coxas dela com uma reverência lenta e sensual. Sofia jogou a cabeça para trás, o gemido de prazer escapando de seus lábios.
Enquanto isso, Marcus tirou o resto da lingerie dela. Ele agarrou seus quadris e a levantou ligeiramente, expondo-a para os outros. O ar ficou pesado com o cheiro de suor, perfume e excitação.
Kwame se ajoelhou à frente dela. Seu corpo, mais esguio, mas incrivelmente forte, posicionou-se entre as pernas abertas de Sofia. Ele a encarou, o olhar não de luxúria cega, mas de adoração ao objeto de seu desejo.
"Você é magnífica," ele murmurou, e o comentário pareceu atingir a essência do desejo secreto de Sofia.
O quarto encheu-se de respirações ofegantes e sons úmidos. Os quatro homens a tocavam simultaneamente, explorando cada curva e reentrância de seu corpo com a mesma intensidade. Elias beijava seus seios fartos, Téo continuava a trabalhar a parte interna das coxas dela, enquanto Marcus massageava suas nádegas firmes, preparando-a.
Sofia não era passiva. Ela gemia, gritava e ditava a intensidade.
"Mais! Me toquem! Me usem!" ela implorava, a voz distorcida pelo prazer.
Kwame, então, assumiu o centro do palco. Ele se levantou, a sombra de seu corpo maciço caindo sobre ela, e ela olhou para cima com uma expectativa selvagem.
O ato foi uma explosão de força, prazer e entrega. O gemido de Sofia transformou-se em um berro gutural enquanto o desejo latente dentro dela era finalmente saciado. A cama rangia em um ritmo constante e poderoso, pontuado pelos sons de corpos úmidos se chocando.
Os outros três não ficaram parados. Eles a tocavam e beijavam, a energia coletiva elevando o prazer de Sofia a alturas insuportáveis. Ela era o foco, o centro de um turbilhão de carne, suor e desejo.
Em meio ao caos, ela abriu os olhos, o olhar nublado de prazer. Ela podia ver as formas escuras dos homens em movimento sobre ela, ao lado dela, e a compreensão de que seu desejo proibido estava sendo realizado de forma tão absoluta a inundou com uma felicidade perversa e triunfante.
Ela era a rainha, e eles eram seus adoradores. E, naquele momento, o mundo lá fora, a festa, e a figura humilhada de Lukas, não existiam mais. Havia apenas a realidade crua e potente daquele quarto.
Lá dentro, o ar era denso, pesado com testosterona e a promessa de excessos. Sofia sentiu a eletricidade do ambiente assim que a porta se fechou. Seu olhar varreu o cômodo e parou imediatamente nos quatro homens.
Eles não estavam apenas nus; eles estavam prontos. Quatro ereções monumentais, escuras e brilhantes, já pingando o líquido viscoso da excitação, eram um espetáculo que superava qualquer fantasia que ela já tivera. Um sorriso largo, faminto e incontrolável, rasgou seu rosto.
"Deus meu... Vocês não estavam brincando. Mmmm, acho que isso vai ser muita diversão," ela murmurou, a voz já embargada pela antecipação.
Sem a menor hesitação, Sofia despiu-se. O vestido de seda verde caiu, revelando cada centímetro de seu corpo latino, impecável e musculoso. Os homens soltaram um groznido coletivo de apreciação profunda. Seus seios fartos balançaram livres, e seu traseiro gigantesco e tonificado, agora totalmente exposto, parecia desafiar a gravidade.
Ela caminhou até eles com a confiança de uma rainha. "Quem está pronto para adorar este culo perfeito?"
Não esperando por uma resposta — a resposta estava em seus olhos e em seus paus duros — Sofia curvou-se com um movimento fluido e deliberado. Suas mãos agarraram as coxas, abrindo suas nádegas para expor a intimidade quente: seu ânus apertado e rosado e sua boceta brilhante e úmida.
"Venham pegar, papis."
Os homens não desperdiçaram um segundo. Como predadores sobre a presa, eles desceram sobre a carne exposta de Sofia, apalpando e estapeando suas nádegas gigantes de forma áspera e possessiva. O cheiro de suor e excitação se intensificou.
Dois deles — Marcus, o mais largo, e Elias, com um corpo mais longo e flexível — posicionaram-se atrás dela. Eles esfregaram as cabeças grossas de seus paus enormes contra a entrada molhada dela e o orifício franzido, o prelúdio da invasão.
"Aaahh, sim, caralho!" Sofia gritou, impulsionando os quadris para trás com avidez, buscando o contato. "Me deem, seus putos grandões! Arruínem meus buracos com esses paus monstruosos!"
Os dois eixos, imensos e inflexíveis, empurraram além de seus anéis apertados, alargando-a de forma obscena e dolorosamente prazerosa. Sofia jogou a cabeça para trás em um êxtase ensurdecedor, penetrada profundamente por duas hastes enormes simultaneamente, esticando-a de uma maneira que parecia impossível.
"Ohhh, Deus meu...! Tão grande... Me destruam, seus animais!"
Seu corpo tremia sob a invasão dupla. O prazer era uma onda de dor e fogo que a consumia. Seus gemidos encheram o quarto, uma música primal de submissão e satisfação.
O quarto girava em torno do corpo de Sofia, que se tornara o centro do universo deles. Enquanto os dois homens a penetravam com força rítmica e brutal, os outros dois — Kwame e Téo — se ocupavam de sua boca e seios, garantindo que cada nervo de seu corpo estivesse em chamas.
A fantasia mais secreta de Sofia não era apenas real; era avassaladora, e ela se entregou à maré de prazer sem reservas.
Sofia estava completamente perdida na sensação. O ruído da batida forte e úmida da carne em contato era a única música, e ela era a vocalista rouca daquele coro de luxúria.
"Sim, sim! Arrebentem meus buracos de puta suja! Mais forte! Mais rápido!"
O pedido era uma ordem, e os homens a obedeceram com um fervor selvagem.
Um deles, com um aperto firme e inabalável em seus quadris, começou a investir em sua boceta profunda com velocidade e intensidade. Suas bolas pesadas batiam contra o clitóris dela a cada impulso, eletrizando-a. O outro, atrás, concentrava-se em seu ânus, afastando as nádegas para mergulhar em suas entranhas de forma implacável e profunda.
Os olhos de Sofia reviraram-se, a língua pendendo em um estado de pura bem-aventurança carnal. O mundo se resumia ao choque e à penetração.
"Ah ah ahhh! Não parem! Vou gozar nesses paus de negros gordos! Pintem minhas entranhas de branco! Me encham até a borda!"
O suor escorria por seus músculos tonificados enquanto seu corpo tremia com a violência da surra dupla. Os homens a fustigavam com mais ímpeto, determinados a levá-la ao limite. Os paus maciços martelavam seus lugares mais recônditos, agitando suas entranhas.
"Aguenta, sua puta imunda! É para isso que seus buracos gananciosos foram feitos!" grunhiu um deles, a voz rouca pelo esforço.
O corpo voluptuoso de Sofia convulsionou violentamente quando um orgasmo arrasador a atingiu.
Sua boceta se contorceu descontroladamente em espasmos fortes, esguichando seu gozo feminino por toda a extensão das hastes pulsantes dos homens e respingando no chão. Totalmente esgotada, Sofia desabou para a frente, ainda empalada pelos dois paus, tremendo e gemendo nos choques subsequentes de seu clímax. A fúria da invasão havia dado lugar à paz temporária da satisfação absoluta.
Apesar da exaustão do clímax avassalador, Sofia não estava nem perto do fim. Ainda empalada nos paus pulsantes dos homens, ela olhou para trás com uma expressão atordoada, porém profundamente satisfeita. Sua maquiagem estava borrada, e seus cabelos estavam selvagens, grudados no suor.
"Mmmm, caralho, sim, acertou em cheio... Mas não pensem que terminamos ainda, papis." Ela apertou seus buracos esticados ritmicamente em torno dos eixos. "Eu quero que me encham até explodir. Inundem meu útero e minhas entranhas com o sêmen negro potente de vocês até que ele esteja escorrendo de mim."
O pedido foi o combustível final. Os homens redobraram seus esforços, copulando em Sofia como animais selvagens, buscando sua iminente liberação. O quarto se encheu com os sons vulgares de carne batendo contra carne e os gemidos descarados de Sofia.
"Sim, sim, SIM! Prega fundo! Pintem minhas entranhas com o gozo de vocês! EU PRECISO DISSO!!" ela exigia, a voz rouca de um desejo desesperado.
Com uma investida final e brutal, os dois homens se enterraram até o talo nos buracos recheados de Sofia. Cordas grossas e quentes de sêmen começaram a ser bombeadas para dentro dela, inundando suas passagens.
"AHHHNNGHH SIMMMMM!! TANTO GOZO!!! ME PRENHAAAA!!" Sofia gritou, os olhos vesgos com a sensação de estar sendo preenchida além da capacidade. Seu ventre se expandiu ligeiramente ao ser injetado com copiosas quantidades de sêmen potente. Parte dele vazava em torno dos eixos invasores.
Os homens gemeram longa e profundamente enquanto esvaziavam suas cargas pesadas no fundo do corpo conquistado de Sofia. Seu ventre começou a inchar levemente devido ao volume injetado em seu interior.
Sofia ficou flácida, sustentada apenas pelos paus que a plugavam, ofegando pesadamente. "Puta merda... Nunca gozaram tanto em mim antes... Vou ficar pingando por horas..."
Depois de recuperar o fôlego, Sofia lentamente se impulsionou para cima. Os paus amolecidos dos homens deslizaram para fora dela com ruídos obscenos e pegajosos. Gotas espessas de sêmen escorriam de seus buracos abertos e trêmulos, espirrando no chão.
Ela se virou para encará-los, com uma expressão completamente devassa no rosto, coberta de suor e fluidos corporais. "Mmmm... Muchas gracias, papis. Era exatamente o que eu precisava."
Sofia pegou um pouco do sêmen que escorria pela coxa e levou-o à boca, saboreando o gosto. "Delicioso... Espero que não estejam muito cansados... A noite ainda é jovem, e tenho a sensação de que este culo perfeito tem muito mais a oferecer."
Ela deu um tapa seco em sua nádega maciça, enviando ondulações pela carne tensa. A promessa não era apenas de mais sexo, mas de uma devoção contínua ao seu desejo voraz.
Lukas ainda estava encostado na parede fria do corredor, o corpo em um estado de choque paralisante. Os gritos e gemidos de Sofia, especialmente a demanda final por ser "prenhada", ressoavam em seus ouvidos. A repulsa lutava contra uma excitação sombria e uma sensação avassaladora de insignificância.
A porta da sala de festas se abriu lentamente, e Sofia emergiu da penumbra. Ela estava completamente nua, a pele brilhando sob o suor e os fluidos. Ela carregava a evidência de sua depravação descaradamente, escorrendo por suas coxas e nádegas. Ela andou até ele, a confiança e o prazer estampado em um sorriso auto-satisfeito e sarcástico.
Ela se inclinou sobre Lukas, que ainda estava encolhido.
"Bem, bem, bem, parece que você sobreviveu um pouco sem mim. Você gostou do show, papi?" Ela agarrou o queixo dele com força, forçando-o a olhar para seus olhos, que ainda ardiam com o fogo da luxúria.
Lukas não conseguiu articular uma palavra. Ele apenas podia encarar o corpo monumental, a prova do que ele havia perdido, e o sêmen escorrendo.
"Você deveria se sentir honrado — nem todo mundo tem a chance de testemunhar a deusa em ação. Embora eu aposte que você não conseguiria acompanhar, não é? Patético," Sofia zombou, a voz cheia de desprezo condescendente.
De repente, ela agarrou um punhado do cabelo dele e puxou sua cabeça para trás, expondo seu pescoço em um gesto de domínio absoluto.
"Me limpe. Fique de joelhos e lamba cada última gota desses genes superiores que marcam meu corpo, como o cachorro que engole gozo que você é."
A ordem era um golpe final na dignidade de Lukas, mas a submissão estava enraizada agora. Ele não conseguia resistir à intensidade do desejo e da humilhação que emanava dela.
Lukas obedeceu. O chão áspero do corredor pressionou seus joelhos. O cheiro de Sofia, sêmen, suor e sexo era intoxicante. Ele levantou a cabeça, os olhos fixos na mancha escura e escorrendo entre as coxas dela.
Ele se aproximou com a boca trêmula.
A primeira lambida foi hesitação e nojo. A segunda, um choque de calor e sabor salgado, ácido e potentemente masculino. Ele passou a língua pela coxa dela, limpando a substância espessa e quente.
Sofia soltou um gemido baixo e triunfante com a obedição dele. Ela apoiou as mãos nos ombros dele para se firmar, o peso de seu corpo o obrigando a ser ainda mais íntimo com a sujeira de seu prazer.
Lukas lambeu, limpou e sugou, meticuloso e profundo. Ele engoliu o sêmen que acabara de sair de sua namorada, o resquício dos outros, como um ato de penitência perversa e devoção.
Ela o guiou com um comando suave na nuca. Quando ele alcançou a parte inferior de sua bunda, limpando a área em torno de seu ânus dilatado, Sofia pressionou a virilha dele com a mão e o chutou levemente no ombro.
"Bom cachorro. Você limpou bem a sua dona," ela disse, a voz suavemente satisfeita, retirando a mão dele.
Sofia se afastou, sua pele agora limpa pela boca de Lukas. Ela olhou para ele, curvado em suas mãos e joelhos, o peito ainda arfando.
"Pegue minhas roupas, e me leve para casa. Eu estou cansada," ela ordenou, pegando seu vestido do chão e jogando-o na cabeça dele.
Lukas se levantou, cambaleante, sentindo a dor em sua boca e a humilhação entranhada. Ele não questionou. Ele pegou o vestido e seguiu Sofia, que marchava nua pelo corredor, seu traseiro maciço balançando novamente, mas agora com um ar de propriedade inquestionável.
Ele a vestiu apressadamente no táxi. De volta ao apartamento, Sofia mal falou. Ela foi direto para o chuveiro, deixando Lukas para trás com o cheiro de infidelidade impregnado no ar.
Quando ela saiu, envolta em uma toalha felpuda, ela encontrou Lukas deitado na cama, ainda atordoado. Ela se inclinou, beijando-o suavemente — um beijo que continha o sabor do sêmen de outros homens e o poder recém-adquirido.
"Não se preocupe, mi amor," ela sussurrou, acariciando o cabelo dele com um gesto que era agora mais de posse do que de afeto. "Isto não muda nada. Você ainda é meu. Apenas se lembre... eu sou a chefe."
Ela se deitou ao lado dele, abraçando-o com um braço forte. Lukas se aninhou em seu corpo quente, o cheiro de sabonete e vestígios de sexo misturados. Ele estava quebrado, mas estranhamente completo. Sua vida nunca mais seria a mesma. A submissão dele estava selada, e a dominância de Sofia era o novo status quo. A perversão se tornara a base de seu relacionamento.