Trabalho como profissional técnico de diálise em um hospital na região norte do meu estado. Enfrento a escala de 12x36 e meu plantão sempre coincide com o do Márcio, um bombeiro civil. Ele é um belo rapaz: moreno, alto e forte. Tenho a alegria de encontrá-lo fardado, o que é excitante para mim, já que tenho fantasias com homens fardados. Quase sempre temos encontros nas dependências do hospital, como na chegada, na saída, no refeitório ou na hora da revista. Isso acontece porque o plantão é agitado e não ficamos fixos em um determinado local; sendo assim, torna-se inevitável trocarmos olhares e cumprimentos. Nessa ida e vinda, descobri o número dele em um grupo de WhatsApp criado para comemorar os aniversariantes do mês, e ali nosso contato ficou mais estreito.
Márcio perguntou se eu era casado. Indaguei se ele era delegado e estava levantando a minha ficha criminal, ao que ele respondeu que queria "levantar a minha vida toda" porque estava interessado em mim. Como se eu não soubesse ou não tivesse percebido pelos olhares! O cara era muito direto. Ele me respondeu dizendo que não era casado — mas, na verdade, tanto importa; eu quero é curtir as oportunidades que surgirem.
Com as mensagens diárias, o tom acabou caindo para o lado picante, com mensagens de duplo sentido. Como pessoalmente as trocas de olhares eram constantes e fazíamos questão de estar no campo visual um do outro, a aproximação foi facilitada. Combinamos horários para as refeições e o interesse ia crescendo de forma silenciosa, já que o olhar fala muito.
Eu, Wellington, sou apaixonado por observar e, acima de tudo, amo praticar o prazer oral. Já tinha focado o olhar na pelve dele e vi um volume considerável; somado ao fardamento, eu salivava ainda mais. Tenho muito tesão em homem fardado.
Em um determinado plantão de fim de semana, uma amiga não pôde ir trabalhar. O bombeiro precisava fazer a verificação do setor para o seu relatório, e o cafajeste foi justamente onde eu estava, como se aquele fosse o único acesso possível. Perguntou se eu podia acompanhá-lo até a sala de máquinas. Na verdade, é necessário, pois guardamos nossos equipamentos lá. Ele estava apressadinho e lembrou que não poderia entrar na sala sozinho por conta dos pertences. Gostei dessa parte, mas me mantive apenas como "testemunha".
Eu estava em um modo "sem maldade" na hora. Pedi que ele me esperasse lá, e assim ele fez. Não demorei nem alguns segundos e cheguei. Entrei e ele foi perguntando onde ficavam os produtos químicos; quando fui mostrar, ele começou a se tocar por cima da roupa. Aquilo chamou minha atenção imediatamente. Eu observava e ele continuava, e obviamente o volume foi crescendo. Olhei para ele e perguntei se queria ajuda.
Márcio estava muito excitado e nem respondeu; simplesmente se expôs. Eu o puxei para uma sala mais reservada e, sem delongas, sentei-me e dei início ao que ele queria. Não podia demorar. Fazia o serviço olhando para ele; ele me encarava, dizendo que ia chegar ao limite na minha boca e me chamando de "boca de veludo". Eu não perdia tempo. Ele começou a ditar o ritmo, um vai e vem gostoso; o fôlego chegava a faltar e as lágrimas saíam dos meus olhos, mas eu sou determinado e mantive o ritmo firme. Ele ficou lá gemendo e, num instante, finalizou. Recebi tudo ali mesmo; foi direto na garganta. Que sensação gostosa! Aproveitei cada gota, inclusive o que caiu no meu rosto.
Ele saiu da sala e eu esperei alguns minutos. Lavei o rosto, voltei para o meu setor e continuei a função da qual eu tinha sido retirado.
Mais tarde, em outro momento, ele me disse que ninguém nunca o tinha feito chegar ao ápice apenas com o uso da boca. Expliquei que é preciso ter dom e que eu estava pronto para provar que seria capaz de fazer novamente. E assim foi: sempre nos finais de semana, sem a chefia por perto e com menos funcionários circulando, a ronda tinha a hora certa, e lá estava eu pronto para aquela recepção. Só não sei se ele colocava no relatório que encontrou o "boca de veludo", como passou a me chamar.
Hoje não estou mais nesse emprego. Voltei para minha terra natal, deixando o bombeiro frustrado por não ter conseguido me possuir por completo, mas fiz história apenas com o meu talento oral.
Beijos, até a próxima!
