Sempre fui muito estudioso, o "CDF" de todas as turmas. Essa é, com certeza, uma das qualidades que possuo. Orgulho-me de tirar sempre nota dez, sendo motivo de satisfação também para a minha família. Bastava haver uma reunião familiar e lá estava eu: ajudando, sanando dúvidas ou atuando como explicador no quarto de algum primo que se aproveitava das minhas aptidões.
Sou filho único e minha frustração era não ter tido contato sexual com mulheres. Eu não conseguia me aproximar de ninguém; travava por timidez, chegava a gaguejar e suava frio. Tenho dezenove anos, sou alto, magro, uso óculos e, como disse, sou muito tímido. Chamo-me Norberto e, nessas empreitadas de ajudar as pessoas com meus ensinamentos, dei a sorte de conhecer uma garota incrível de forma espontânea. Na verdade, foram meus conhecimentos que a seduziram. Graças a Deus, ela se encantou pela minha sabedoria, pois eu não teria coragem ou argumentos para conquistá-la de outra forma. Segundo ela, devido à minha inteligência, fui o homem mais sedutor que já se aproximou dela.
Kátia tem vinte e dois anos, é branca, magra e muito atraente. Estamos saindo há dois meses, mas, até então, só haviam rolado beijos. Em uma dessas ocasiões, fiquei tão nervoso que acabei ejaculando na roupa. Sorte minha que ela não percebeu. Sou virgem e beijei com tanta intensidade que perdi o controle, sem que houvesse qualquer toque direto no meu órgão sexual.
Ela certamente não é virgem, e eu não quero entrar nesse assunto, já que não domino o tema. Estrategicamente, recorri à minha mãe. Moramos juntos, pois meu pai já faleceu, e decidi me abrir sobre minhas dificuldades. Minha genitora seria a única pessoa capaz de me ajudar sem zombar de mim. Expliquei para Dona Carla que tinha muita vergonha de não saber como tocar na Kátia. Minha mãe ficou radiante com o relacionamento; adorou a moça desde o primeiro contato e a adotou como filha. Na verdade, ela viu a chance de me ver prosperar. Esse namoro sanou qualquer dúvida sobre minha sexualidade, já que eu vivia com a cara nos livros e suspeito que ela achasse que eu fosse gay. Demorei a apresentar alguém, e a Kátia é uma pessoa amável, carinhosa e linda; no fundo, eu sentia que merecia aquela mulher.
Minha mãe prometeu me ajudar. Certa noite, após eu chegar da casa de Kátia, minha mãe me esperava na sala tomando vinho. Tivemos uma conversa franca sobre intimidade, onde ela me orientou detalhadamente sobre como me portar e como estimular uma mulher, explicando o que eu deveria fazer para que a Kátia se sentisse satisfeita. Ela me ensinou sobre massagens e a importância de estar atento aos detalhes e às reações da parceira.
Aquele "intensivo" de orientações foi crucial para a minha primeira vez. De fato, pude impressioná-la ainda mais. Saí da fase "nerd" e assumi uma postura mais audaciosa. Fiz minha namorada gemer seguindo exatamente o que aprendi sobre carícias e toques. Em uma despedida no portão da casa dela, o clima foi tão intenso que a acariciei pela primeira vez; ela reagiu com muito entusiasmo, demonstrando que eu estava no caminho certo.
Foi nesse mesmo portão que tivemos nossa primeira experiência mais íntima de sexo oral. Fui ousado e ela prontamente correspondeu, aliviando a tensão com muita habilidade. Foi a primeira vez que cheguei ao ápice sem ser por conta própria. O melhor foi sentir a entrega dela.
Nossa primeira relação sexual completa ocorreu no quarto dos pais dela, enquanto eles viajavam. Ficamos sozinhos e decidimos usar a cama do casal. Quanta experiência em um único dia! Segui os conselhos de minha mãe, que dizia para eu estar atento aos pedidos da minha namorada, pois ouvir o que o outro gosta é sempre o melhor caminho. Chegamos até a reproduzir cenas que vimos em filmes, explorando nossa liberdade.
Hoje temos uma vida sexual ativa. Estamos noivos e pretendemos casar, já que passamos juntos em um concurso federal. Quero fazer minha mulher muito feliz e sou eternamente grato à minha mãe por todo o apoio e pelos conselhos que me deram confiança.
Até a próxima.
