Noite das brincadeirinhas

Um conto erótico de Isa
Categoria: Grupal
Contém 1104 palavras
Data: 19/09/2025 09:51:11
Última revisão: 12/03/2026 17:37:12

Provocada pelo meu ex-namorado... Sim, esse relato verídico tem algum tempo; digamos que seja de uma época em que eu era bem flexível às loucuras. Hoje, a lembrança promove alegria ao contar as peripécias de um período, embora eu não saiba se as repetiria com a idade que tenho — e, claro, não revelarei quantas primaveras completo hoje.

​Sou a Isa: mulher negra, magra, alta, peituda, safada e gostosa. Namorava, na época, o João. O cara era atraente e me provocava sensações maravilhosas na cama. Nosso relacionamento era bem entrosado, até que ele começou a surgir com ideias novas para "incrementar", segundo ele. Eu topava tudo; não recusava, até porque queria viver as loucuras que ele trazia.

​A que traz o título a este relato é exatamente a que pretendo contar. Marcamos de ir ao motel e lá eu teria que chamar o garçom para a nossa foda. Topei na hora. A única divergência seria se o garçom fosse feio; deixei claro que queria me soltar sem objeções da parte dele. Ele falava do ciúme, mas como foi ele quem propôs, eu não negava que estava animada com a ideia de ter dois machos na cama.

​Já no local, fui de vestido. Mal fechou a garagem e começamos o "rala e rola" no estacionamento da suíte. Eu falava a todo momento no ouvido dele que iria chupar a piroca do garçom e que queria ele me fodendo gostoso por trás. O Joãozinho ficava louco, me chamava de puta, de safada, e eu mamando o seu piruzinho, batendo com ele no meu rosto.

​Subindo as escadas para a suíte, pedi para ele lamber meu cuzinho. Estava muito excitada; saber que você vai viver uma fantasia sexual é maravilhoso. Eu subia cada degrau empinando o rabo e esperando a lambida. Já na suíte, após quase fazê-lo gozar na minha boca ainda no estacionamento, fiz um pedido pelo telefone e fiquei aguardando a campainha tocar, mega-ansiosa. Cada dez segundos que passavam pareciam uma eternidade kkkkkkk.

​Imaginando como seria o garçom que nos atenderia, aproveitei para treinar o que falaria para o sortudo. Mas o primeiro não me agradou: muito feio e "coroa" demais; o velho não ia aguentar o tranco. Dei um tempo e, no intervalo, transamos na banheira. Cerca de meia hora depois, pedimos mais bebidas.

​Somente de toalha, coloquei a safadeza no rosto e abri a porta que divide a suíte da antessala. O garçom tomou um susto — até porque eles costumam apenas deixar o pedido e sair. O "Deus grego" era alto, gostoso, lindo, careca, de cavanhaque certinho e negão. Literalmente o meu número, mais atraente que o meu boy. O negão me cumprimentou enquanto ajeitava o balde de long neck com gelo na mesa e eu perguntei, sem cerimônia, se ele queria participar da "noite das brincadeiras". Falei que entenderia se não pudesse, já que estava no trabalho, mas que tinha a fantasia de ter dois paus ao mesmo tempo.

​Meu namorado ficou inerte, apenas me olhando. Soltei a toalha, virei de costas e entrei no quarto. Ele veio atrás. Meu namorado, todo formal, deu "bom dia", enquanto eu já estava com a mão na bucetinha me masturbando e chupando um dedo, sentada na cama, pronta para ser abusada. O garçom tirou a calça e a cueca. Verdade seja dita: tive sorte, mas escolhi muito bem. O cara tinha uma piroca linda. Olhei para o meu namorado e falei: "Quero chupar ele e você me chupa e me come, a não ser que queira dividir a mamada".

​João riu e passou a me chupar. Abri a boca deixando o garçom me servir sua rola linda e saborosa. Enquanto eu chupava olhando para ele, meu macho me chupava embaixo. De repente, ele parou, mas eu mantive a noite animada. O garçom, de quem não sei o nome (e que merece mais que 10% de gorjeta), me pegou firme pelo braço, me colocou de quatro na poltrona e passou a socar com força na minha bucetinha. Pelo espelho, percebi que o João estava parado na cama admirando, no melhor estilo voyeur.

​O convidado não estava para brincadeira; levava o ato a sério e pegava firme. Eu gemia olhando para o namorado pelo reflexo do espelho — imagino minha cara de safada — e o João não reagia. O garçom mantinha o foco em me fazer gozar; puxou meu cabelo, falava no meu ouvido que eu era puta e que meu namorado era corno. Socava com tanta força que, ao tirar o pau, masturbou-se e gozou nas minhas costas.

​Retribui o esforço dele deixando seu piruzinho limpo; usei a boca e suguei o resto da porra. Ele se vestiu, pegou a bandeja, despediu-se e voltou ao trabalho. Eu, ainda com muito fogo, queria dar o cuzinho para o meu boy. Me aproximei, mas ele levantou e foi para o banheiro. Deitei na cama, liguei a TV no canal pornô e fiquei assistindo a um cara que metia na mulher justamente de quatro, em sexo anal. Chamei meu namorado, que saiu do banheiro já vestido e mandou que eu me vestisse para irmos embora. Fiquei sem entender porra nenhuma.

​No trajeto até em casa, ele ficou mudo e de cara feia. Dentro de casa, começou a DR. Reclamou que tinha gozado na chupada, que não conseguiu se controlar e que eu deveria ter parado com o garçom no momento em que ele parou. Lembrei a ele que quem sugeriu a brincadeira foi ele mesmo e que, se ele "estourou a champanhe" antes da hora, paciência. Eu não iria sair do playground só porque ele parou. E ainda comentei:

— Aliás, que pegada gostosa o garçom tinha, me penetrou com força!

​Sugeri que, já que ele teve ejaculação precoce, procurasse tratamento médico. Peguei minha bolsa e voltei para minha casa. Tentei arrumar alguém que pudesse resolver meu problema, porque eu estava louca para dar o cu. Para aumentar o tesão, eu tinha brigado com o babaca do namorado que tinha brochado e queria colocar um chifre nele também. Não tive sucesso na hora, mas deu para aliviar na "siririca" assistindo a filmes pelo celular.

​No outro dia, sabadão, fui convidada para uma festa na piscina na casa da Fernanda. Não perdi tempo: coloquei a depilação em dia, biquíni na bolsa e fui atrás da piroca que com certeza encontraria no evento. O João ficou para trás. Aproveitei a briga para não atender às suas ligações e colocar o chifre que eu pretendia. E querem saber? Coloquei com uma amiga, que me convidou para conhecer seu esposo. Eu fui lindamente. Sexo a três... contarei como foi no próximo conto.

​Beijos, até a próxima!

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Comentários

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fui casado por 12 nos e ensinei minha esposainha, japonezinha e ser chifradeira,

eu ensinei elça a seduzir os homens em barzinhos, em casa quando vinha pedreiro, encanador e consertdro da maquina de lavar.

levei muitos chifres, ela era japinha pequena, cheiinha de rosto lindo e coxas grosssas. e uma buceta parecendo um capo de fusca. e por maior que fossse o pau do cara ela aceitava na boa e no outro dia tava apertada de novo, entao eu sempre comia ela logo que o cara arrombava ela para me senrtir mais corno ainda, eu amava ser corno dela.

mas em 2020 o covid a levou embora, e eu fiquei viuvo só com deliciosas lembrancas e acabei chupando o pau dos caras que comiam ela, e gostei e agora tenho uma funcao de aliviar o tesao desses machos, moro em Sorocaba e cada vez que vou no meu apt em sao paulo recebo os machos dela para por eles para gozar vendo fotos dela.

virei uma putinha como ela era, mas só chupo pq eles sao muito pauzudos e nao aguentaria um pau grande no cuzinho como ela guentava e adorava sofrer numa pica grande.

tenho 55 anos branquinho, recebo os homens de camizola e calcinha.

meu e-mail é sorocabano@bol.com.br

amo mamar uma pica de macho.

espero vcs np meu apt em sao paulo.

bj na pica

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