No primeiro flagrante, tudo aconteceu de repente. Eu nunca imaginei que comeria minha prima mais velha daquela forma. Não sabia que ela me via como homem, nem imaginava o fogo que aquela mulher sentia, mas eu logo descobriria.
Na segunda vez, eu tomei a iniciativa. Depois de muitos anos, a oportunidade surgiu, e eu pude matar a vontade de estar com ela novamente, de sentir o sabor do seu beijo e da sua buceta. Fui para a cama com o pau ainda melado pelo seu gozo, o cheiro dela impregnado nas minhas mãos. Cheirava meus dedos enquanto caía no sono, lembrando do olhar que ela lançava por cima do ombro, com as mãos apoiadas no sofá, minha rola entrando e saindo, sem parar, cada vez mais melada. Deixei-a bem arrombadinha, e ainda queria mais.
O jeito que ela olhava para o corredor enquanto eu a comia naquele sofá, o joelho pressionando a almofada, as solas dos pés avermelhadas... Ela tinha medo, mas não fez menção de parar. Só queria ser penetrada, e eu cumpria meu papel.
Acordei no dia seguinte, e quase todos na casa já estavam de pé, menos meu primo Daniel, irmão da Fabiane, que sempre dormia até mais tarde. Ao descer as escadas, ouvi a voz dela na cozinha.
— Falem baixo, eles ainda devem estar dormindo — disse Fabiane, segurando a chaleira com leite quente em suas mãos brancas. O cabelo estava preso num coque pequeno, e ela usava um short leve de dormir e uma camiseta rosa com estampa de Piu-Piu.
— Bom dia — falei, meio desajeitado.
— Bom dia — responderam Fabiane e sua mãe.
— Fique à vontade, meu filho — disse minha tia, sorrindo.
Sentei-me em uma das cadeiras ao redor da mesa e olhei para Fabiane. Seu olhar denunciava tudo. Ninguém desconfiava do que havia acontecido na noite anterior, que tínhamos transado, que ambos havíamos gozado juntos, que os fluidos dela ainda estavam em mim.
Percebi nos olhos de Fabiane que ela tinha gostado muito da noite anterior. Um homem sabe quando uma mulher se entrega, e eu também estava completamente entregue a ela. Só pensava nela, em mais ninguém. Fabiane deixou um pouco de leite derramar fora da xícara.
— Não está prestando atenção, menina? — disse minha tia, enquanto colocava o pão na mesa.
Eu me servia, ainda encarando Fabiane, que parecia sem jeito com a situação. Mas eu estava gostando, ficando cada vez mais ousado, querendo ver até onde aquilo iria. Fabiane não dizia, mas gostava de esconder, de manter tudo em segredo. Sentado à mesa, olhando-a com aquela camiseta rosa, os pés nos chinelos brancos, apoiada na pia, senti meu pau endurecer, pressionando o short. Disfarcei.
— Vai acordar seu irmão. Se ele demorar, só vai sobrar fruta podre na feira — disse minha tia, ansiosa para sair.
Olhei para Fabiane com fome. Seria uma chance de ficarmos a sós.
Logo, Daniel apareceu na cozinha, com a cara amassada de sono.
— Já podemos ir, mãe. Bom dia, primo! Fica aí, hein, não vai embora. Podemos jogar mais umas partidas depois.
— Espera, Daniel, ainda vou me arrumar — disse minha tia, indo para o quarto. Daniel aproveitou para escovar os dentes no banheiro.
Aproximei-me de Fabiane, que ainda estava perto da pia, de costas para mim. Falei em seu ouvido:
— Não consigo parar de pensar em ontem. Esse seu cheiro me deixa com um tesão danado.
— Para com isso, alguém pode ouvir — sussurrou ela, mas eu já estava encoxando-a. Meu pau duro roçava sua bunda, e a safada fazia questão de se esfregar em mim.
— Deixa eles saírem — disse Fabiane, enquanto passava a mão discretamente pela minha rola, que, naquele momento, estava enorme e babando.
Assim que minha tia e Daniel saíram pela porta, o silêncio tomou conta da casa. O som da chave girando na fechadura ainda ecoava quando olhei para Fabiane. Ela continuava perto da pia, lavando uma xícara, mas seus olhos me traíam. Havia um brilho ali, uma mistura de nervosismo e desejo que me fazia ferver por dentro. A cozinha parecia pequena demais para conter o que estava prestes a acontecer.
— Finalmente sós — falei, com a voz baixa, enquanto me aproximava dela.
Fabiane virou o rosto, ainda de costas, e soltou um meio sorriso. Ela largou a xícara na pia e enxugou as mãos no pano de prato, sem pressa, como se quisesse me provocar.
— Você é louco, sabia? — disse ela, sussurrando, mas o tom não era de repreensão. Era um convite.
Não respondi com palavras. Atravessei a cozinha em dois passos, agarrei sua cintura e a puxei para a sala. O tesão pulsando em cada centímetro do meu corpo. No meio da sala, com a luz da manhã entrando pela janela, puxei Fabiane para mim e a beijei. Meus lábios encontraram os dela com fome, e ela não hesitou. Retribuiu o beijo com vontade, sua língua percorria toda a minha boca, quente e ousada, como se quisesse me devorar.
As mãos dela subiram pelo meu peito, mas não pararam ali. Desceram rápido, ansiosas, até encontrarem meu pau, que já estava duro como pedra, esticando o tecido do short. Fabiane apertou minha rola com força, sentindo o volume, e um gemido baixo escapou dos lábios dela enquanto nos beijávamos. Ela esfregava a mão, subindo e descendo pelo contorno, como se quisesse medir cada centímetro. O toque dela era firme, decidido, e me deixava ainda mais louco. Na noite anterior havia penetrado nela mas ela parecia querer muito mais.
— Caralho, Fabiane… — murmurei contra a boca dela, entre um beijo e outro, enquanto minhas mãos apertavam sua bunda, puxando-a contra mim.
— Você que começou — respondeu ela, com a voz rouca, os olhos semicerrados, cheios de tesão. Ela mordeu meu lábio inferior de leve e continuou massageando meu pau, agora com as duas mãos, como se não conseguisse se conter. — Temos que ser rápidos, eles não vão demorar.
O jeito que ela falava, o calor do corpo dela colado no meu, o cheiro do cabelo misturado com o perfume leve que ela usava… tudo isso me fazia perder o controle.
— Você quer isso, não quer? — perguntei, minha boca roçando no pescoço dela, sentindo o gosto da pele quente.
— Quero… — sussurrou Fabiane, a voz tremendo de desejo. Fabiane que assistia filmes pornôs durante a madrugada para satisfazer suas vontades, agora se aproveitava da minha presença para ter o que mais queria. PICA.
O ar na sala parecia mais quente. Eu estava ansioso afinal ia foder com Fabiane novamente. Ela ainda estava com a mão dentro do meu short, apertando minha rola com uma vontade que me fazia gemer baixo. Seus olhos brilhavam. Mas também via ansiedade e medo neles.
Ela me empurrou de leve, criando um espaço entre nós. Sem dizer nada, segurou a cintura do short leve que usava para dormir e, com um movimento rápido, puxou-o para baixo junto com a calcinha. Os dois caíram no chão, ao lado do sofá, num monte de tecido rosa e branco. Fabiane se sentou no braço do sofá, abriu as pernas devagar e deixou sua bucetona à mostra, melada, brilhando de tesão. Bem rosinha e com alguns pelos. O cheiro dela invadiu o ar, doce e provocante, e eu senti meu pau pulsar ainda mais forte, quase rasgando o short.
— Mete rápido, primo — disse ela, a voz rouca. Os olhos fixos nos meus, com um misto de desafio e entrega.
Não precisava de mais nada. Tirei o short em um segundo, minha rola grossa saltando livre, dura como nunca. Subi por cima dela, segurando suas coxas abertas, e me posicionei. A cabeça do meu pau roçou na entrada da sua buceta, que estava encharcada, escorregadia, pronta. Com um movimento firme, penetrei-a, sentindo o calor e a umidade dela me envolverem completamente. Fabiane soltou um gemido alto, as unhas cravando nos meus ombros, enquanto eu empurrava tudo, até o fundo, sem parar.
— Caralho, Fabiane… que delícia — murmurei, sentindo ela se apertar ao meu redor, cada movimento me levando mais fundo.
Ela jogou a cabeça para trás, os cabelos soltos do coque caindo sobre o ombro, e mordeu o lábio novamente, como se tentasse segurar os gemidos. Mas não conseguia. Cada estocada minha fazia seu corpo tremer, suas pernas abertas tremendo enquanto eu metia com força, seus pés balançavam no ar. o som molhado da sua buceta ecoando na sala. O sofá rangia sob nós, e o risco de sermos pegos só aumentava o tesão.
— Vai, primo… mais rápido — pediu ela, a voz entrecortada, as mãos agora na minha bunda, puxando-me para dentro dela com ainda mais força. Ela não parava de olhar para a porta com o medo de sermos pegos. Eu só pensava em foder com ela, em deixar sua bucetona inchada.
Eu obedeci, acelerando o ritmo, minha rola deslizando fácil na sua buceta melada, cada movimento nos levando mais perto do limite. O corpo dela, quente e macio sob o meu, parecia feito para mim.
Eu estava perdido no calor da buceta de Fabiane, metendo com força enquanto ela gemia alto, o corpo tremendo sob o meu. O sofá rangia a cada estocada, e o cheiro do tesão dela enchia a sala. Meus lábios roçaram o pescoço dela, descendo até a orelha, e eu não resisti. Com a voz baixa, rouca, falei pertinho, sentindo o calor da pele dela contra minha boca:
— Eu sei o quanto você gosta de rola, Fabiane… agora você não precisa mais de filme pornô pra ter pica, tá sentindo? — murmurei, cada palavra saindo com um tom provocador.
Ela gemeu mais alto a cada frase, como se minhas palavras a estivessem fodendo tanto quanto meu pau. — Aai, caralho… — escapou dela, os olhos semicerrados, a boca entreaberta, enquanto se apertava ainda mais em volta de mim. Minha rola deslizava ainda mais fácil na sua buceta melada, e a cada movimento, gotas dos nossos fluidos pingavam no sofá, manchando o tecido com o calor do momento. O som molhado, o jeito que ela se entregava, tudo me levava ao limite.
— Isso, geme pra mim, prima… — continuei, mordendo de leve o lóbulo da orelha dela, enquanto metia mais fundo, sentindo ela tremer. Minha rola estava encharcada, pulsando, e eu sabia que não aguentaria muito mais.
Fabiane cravou as unhas nas minhas costas, puxando-me ainda mais contra ela, as pernas abertas tremendo enquanto gemia sem parar. — Vai, primo… me fode… — pediu, a voz quase um sussurro, mas cheia de desespero e tesão.
Não deu pra segurar. Com um grunhido, gozei dentro dela, sentindo meu pau pulsar enquanto jorrava tudo, enchendo sua buceta quente. Ela gemeu alto, o corpo se contorcendo contra o meu, como se estivesse gozando junto. Ficamos ali por um instante, ofegantes, colados um no outro, o suor misturando nossos cheiros.
Desci dela com cuidado, minha rola ainda melada, brilhando com os fluidos dela. Fabiane ficou ali, deitada no braço do sofá, as pernas ainda abertas, a buceta inchada e vermelha, com um fio do meu gozo escorrendo. Ela me olhou com um sorriso safado, o cabelo todo bagunçado, a boca vermelha de tanto morder os lábios e beijar.
— Vou tomar um banho — falei, com a voz rouca, enquanto pegava meu short do chão e vestia rápido. Ela apenas assentiu, ainda recuperando o fôlego, e começou a se ajeitar, pegando o short e a calcinha do chão.
Mal entrei no banheiro e liguei o chuveiro, ouvi o barulho da porta da frente. Minha tia e Daniel estavam de volta, as vozes ecoando pela casa. O coração disparou por um segundo, mas logo me acalmei. O chuveiro quente lavava o cheiro de Fabiane de mim, mas a memória dela ainda queimava na minha cabeça.
Na sala, Fabiane já estava de pé, ajeitando o cabelo bagunçado num coque rápido, a camiseta rosa meio amassada, a boca ainda vermelha e inchada dos nossos beijos. Minha tia entrou carregando sacolas da feira, com Daniel logo atrás, falando alto sobre algo que viu na rua.
— Fabiane, ajuda aqui com as coisas — disse minha tia, sem nem olhar direito pra ela.
— Tô indo, mãe — respondeu Fabiane, a voz meio tremida, mas firme o bastante pra não levantar suspeitas.
— Primo, bora jogar uma depois? — perguntou Daniel, batendo na porta do banheiro.
— Claro, cara — respondi enquanto me banhava, o melzinho de Fabiane escorrendo do meu pau junto com a água. Mal tinha acabado de comer minha prima e já a queria novamente.
Comentem se vocês gostaram e se vocês querem uma continuação