Vadia uma vez, sempre vadia

Um conto erótico de Aline
Categoria: Grupal
Contém 854 palavras
Data: 30/08/2025 14:33:36

Perder a virgindade como foi no conto anterior foi realmente doloroso pra mim, fiquei mais de uma semana Literalmente fudida, me sentindo destruída e minha bucetinha desbeiçada, ir no banheiro fazer numero 2 era uma tarefa complicada, minha mãe me ajudou muito e disse que eu tinha que aprender a me controlar, que deveria definir limites pois sabia que o sexo podia ser gostoso mas que eu precisava me cuidar, me disse sobre ser mais preservada na escola ou minha fama que já iria ficar pessima no morro poderia chegar por la e eu acabar pior ainda, e ficar com fama de piranha poderia chegar aos ouvidos do meu pai e eu perder a pensão que seria o pior dos meus problemas, e também se a notícia da orgia saísse do morro eu poderia ter problemas na escola particular. Quanto consegui voltar à escola ela deu a desculpa de que eu tinha pego uma pneumonia e fiquei afastada, a desculpa esfarrapada colou e a vida seguiu, mas o fogo de vagabunda que se criou em mim era uma coisa quase que incontrolável, com poucos dias eu e meu namoradinho da escola já estávamos fazendo sexo até nos banheiros e ele contou pros amigos que passaram a ficar loucos de vontade de me comer também, o nosso namoro mudou de patamar quando ele literalmente me entregou de mão beijada pra um outro amigo me comer, estávamos indo pro nosso cantinho do sexo e um amigo dele chegou, ele então virou pra mim e disse que o amigo queria saber como era também, queria perder a virgindade e sabia que eu não era virgem, eu nem me fiz de santa, só perguntei se nosso namoro continuaria depois disso, ou se ele achava que eu era uma puta, ele disse que me amava, mas que não via problemas em me deixar ficar com os amigos dele, surgia ali a minha primeira relação com um tendencioso a corno manso e em menos de um mês eu já tinha dado pra 5 meninos da escola amigos dele e os boatos aconteciam. Se fosse nos dias de hoje eu estava ferrada com as redes sociais. Um dia ele me disse que os pais não estariam em casa e que era pra irmos pra lá passar a tarde, até então eu achava que seria eu e ele somente, mas chegando lá outros meninos da escola chegaram eu ainda fiz um charminho me fazendo de santa do pau oco mas poucos minutos depois eu fui o brinquedinho deles, o bom que todos da mesma idade que eu, e eles sendo todos praticamente inexperientes não pensaram em fazer nada descontrolado como eu gostei no morro, um por um me comeu, e eu chupei todos, nem pensaram no meu cuzinho. Desse dia em diante era até engraçado, eu e meu namorado andávamos de mãos dadas pela escola e nos beijávamos, mas vários amigos dele já tinham me comido e ele sabia de todos até mesmo sendo o incentivador, eu não sabia naquele momento que ele seria um corno manso ideal, mas eu era jovem imatura. No morro eu era a linda aprendiz de vagabunda, linda graças a herança de meu pai mas vagabunda feito a minha mãe. Aquele ano terminou e eu já era mais rodada e suja que puleiro de galinha, até pra professor na escola eu já tinha dado na garantia de notas melhores e passagem de ano. Eu aprendi com minha mãe que poderia ter privilégios com meu corpo e dali pra frente eu passei a usar dos meus melhores atributos e passar de ano era uma troca fácil pra qualquer professor. No morro eu só não tinha dado pra quem não quiz, e altas vezes rolou festinhas. Lembro uma vez que foi icônico ainda nesse anoem que uma batida policial no morro e eu estava no beco e fui pega com o movimento e antes deles me levarem pro conselho tutelar e dspois pra minha mãe e eu implorando pra não falarem nada, os policiais estavam fazendo vista grossa e eu disse:

olha, eu sou novinha mas não sou virgem e nem santa, vamos resolver isso na casa de um de vcs, não posso ir pro conselho tutelar pois senão perco a pensão do meu pai

Eles concordaram e eu dei pra vários policiais por mais de 6horas, eu achei que fosse ficar eu e os 3 policiais, mas eles avisaram pra outras viaturas e fui lanchinho dos policiais até o amanhecer. Daquele dia em diante eu sabia que o que eu gostava mesmo era de homem formado e não de adolescente. Eu não terminei meu namoro, e continuei sendo santa do pau oco na escola por mais 1 ano ainda, e no morro eu já fazia até dinheiro com sexo. As coisas mudaram depois que minha mãe decidiu que eu tinha que me mudar do Rio, e me mandou pra casa de parentes em MG. Eu passei por Santa por pouco mais de 2 meses mas isso deixo pra contar depois. Em Belo Horizonte eu conheci meu marido, meu sogro e minha vida atual se tornou presente

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Comentários

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Tem uma explicação científica, para uma mulher ficar assim viciada, em satisfazer qualquer homem q lhe sugerir, ou pedir. Td q é feito pela primeira vez, recebe marcação mais importante nas sinapses do cérebro. Por isso, tendemos a lembrar mais dos nossos começos, em qualquer área. Com tamanha intensidade iniciada, as respectivas marcações ficaram exageradas. Pior, se nas demais vezes não houve a mesma pegada e qtd de homens q a penetraram, a satisfação ficou menor, parecendo estar incompleta. Isso fica determinante para toda a vida, se não houver um tratamento profissional especializado. E a tendência, será da mulher ficar reconhecida negativamente, por essa necessidade excessiva de relacionamentos sexuais.

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Falou exatamente como a minha psicóloga me disse. Realmente iniciei com um nível extremo

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A o primeiro foi mais excitante e detalhado, podia ter caprichado mais nesse, até pelo tempo q demorou a postar.

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Prometo caprichar no próximo, e nem demorar tanto. E que só passei pela fase que nem poderia postar aqui por questões de idade. Mas depois que mudei pra BH as coisas mudaram e prometo que será melhor daqui pra frente

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Ah mais isso é fácil de burlar, e só não dizer a idade no conto, todo mundo já ia notar.

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