Quando tive as primeiras experiências como cuckold, escondi meu desejo por trás da fantasia do ménage masculino. Não estava pronto para assumir que meu pau endurecia apenas por estar assistindo. E, para mim, algo ficava ainda mais claro: o prazer da minha mulher vinha mais de estar com outro do que de fazer sexo a três. E minha suspeita era de que minha presença às vezes até atrapalhava a transa.
Ser o corno do lado da cama vendo e ouvindo a esposa rebolando no pau de outro homem exigia uma coragem que eu ainda não havia criado. Participar e chamar de ménage não era uma vontade, mas uma tentativa de proteger minhas inseguranças.
Mas fazia parte do tesão falar que eu não participaria. Me excitava ao pensar em assumir que eu ia ficar só assistindo batendo punheta.
Na cena eu enxergava um casal na cama, sem roupa, suados, fodendo, e um cara do lado, com o pau na mão, um pervertido babando vendo duas pessoas transando. O que você pensaria desse cara? Seria ainda pior se soubesse que a mulher na cama é a esposa dele? Como aceitar, sem se perder em medos e inseguranças, que talvez a esposa prefira estar sentando no pau de outro cara e, tranquilamente, deixe o marido ali do lado, olhando?
Quando imaginava isso eu me sentia trocado. E na prática era isso, não era? Minha mulher poderia estar nua comigo na cama, mas preferiu estar com aquele outro.
Errado.
Não era uma troca. Não no sentido que me doía. Aquela mulher seguia sendo minha esposa. Sexualmente sim, ela estava querendo, naquele momento, outro homem, mas e depois? E no resto da vida? E no que ia além do sexo?
Era eu. Era ela. Éramos nós que estávamos fazendo aquilo. Juntos. Bastava eu me recordar do jeito que ela me olhava, discretamente, poucas vezes, uma, no máximo duas, enquanto estava sendo comida. O olhar de quem sabia que eu estava presente. Com ela. Sentindo prazer.
Eu aguentaria me olhar no espelho e saber que era o tipo de homem que aceita passivamente assistir outro cara metendo em sua esposa? Ou me julgaria menos homem por isso?
Nunca gostei do pornô cuckold clichê que mostra aquele marido cabisbaixo, derrotado, enquanto um homem mais forte, mais bem dotado, fode a esposa dele. Parte de mim acreditava que apenas assistir me colocaria diretamente nesse lugar.
É preciso coragem. E como essa me faltava, deixei o tesão falar. Foi num desses dias em que estava mais excitado que decidi confessar para minha esposa o que queria.
Comecei perguntando o que ela achava da minha participação.
"Fico feliz em ver você sentindo prazer", ela disse.
Como suspeitava, transar comigo ao mesmo tempo que estava com outro não era sua principal fonte de excitação. E, de alguma forma, confirmar isso me excitava.
Perguntei sobre o que ela achava se eu quisesse apenas assistir. Ela quis saber o motivo. Falei que me excitava e que as vezes tinha a impressão que atrapalhava. Ela insistiu que eu não fazia nada para atrapalhar.
"As vezes acabo me distraindo com você. Gosto de focar.", complementou.
Lembrei da última vez que ela havia transado dado para outro cara. Enquanto eu passava o pau na sua cara e tentava colocar em sua boca, ela procurava o olhar, as expressões do outro que estava a comendo.
Ter a confirmação de que eu ficava no caminho, e que ela preferia transar sozinha com a outra pessoa, me dava um mix de incômodo e tesão, o tradicional sabor agridoce de ser cuckold.
Ela então disse que já havia percebido há um tempo minha tendência em apenas assistir. Disse que não se incomodava se fosse minha preferência.
Era tão errado assim eu sentir que era um marido de sorte por estar casado com uma mulher que não achava incômodo que eu apenas assistisse ela foder outras pessoas?
Não que precisasse, mas saber que para ela era mais gostoso dessa forma, apenas alimentou meu desejo de ficar num canto assistindo a performance. Afinal, todo corno que se preze deve priorizar o prazer da esposa.
Uma nova regra nasceu: a cama com ela e outro fazendo sexo era um terreno sagrado onde eu não poderia pisar. Poderia rodear, me masturbar e olhar a vontade. Apenas isso.
Nesse meio tempo, planejamos uma terceira viagem para o país onde havíamos tido, até aquele momento, todas nossas experiências hotwife. Não era apenas sobre sexo, claro, o país se tornou especial e significativo para nós por várias razões. Mas o sexo com outros homens não deixava de fazer parte.
Assinamos o Tinder e colocamos a localização internacional. Era hora dela começar a garimpar por novos homens. E não demorou para surgirem dezenas, centenas, milhares, de todos os tipos.
Minha esposa foi se sentindo cada vez mais a vontade consigo mesma e as roupas decotadas e curtas foram se tornando comum. A sexualidade aflorava de uma forma que se podia sentir no ar. Quando saímos juntos ela caprichava tanto que eu quase me sentia inadequado ao lado de uma mulher tão gostosa.
Ela atraia olhares e gostava disso. Os homens eram indiscretos e enfiavam os olhos no decote, nas pernas expostas. Ignoravam minha presença como marido. As vezes eu tinha impressão que eles de alguma forma percebiam. Sabiam que aquela mulher sexy, gostosa e com aquela atitude, dava para outros caras e eu não tinha escolha a não ser aceitar. Ela passava esse ar de mulher sexualmente disponível.
Ela me pedia ajuda para tirar fotos para seu Instagram. Se sentia bonita e queria exibir para o mundo. As amigas elogiavam, os homens curtiam. Uma ou outra até chegava a perguntar se eu não me incomodava. Se não tinha ciúmes daquela foto destacando os peitos, destacando as pernas numa saia curta. Eu adorava ver ela respondendo que era eu mesmo que as tirava. Que até sugeria poses.
Estar com uma mulher que todos queriam era extremamente excitante.
Estar com uma mulher que todos comeriam era ainda melhor.
No Instagram, as curtidas e comentários em chats privados se acumulavam , observar aquela quantidade de homens interessados parecia a tornar mais perfeita do que eu já via antes. E não eram só os que vinham do Tinder, eram também amigos e conhecidos.
Ela ainda guardava um favorito, o mesmo que a comeu nas duas últimas viagens. Mas como ele estava distante, precisou abrir espaço para outros. Só que agora já não bastava um corpo bonito. Ela queria conversa, queria presença. Gostava dos que a olhavam nos olhos e não só para o decote. Não queria ser só carne. Queria ser desejada também como mulher.
Isso mexeu comigo. Parecia ir além do sexo e com isso me senti inseguro. Fomos conversando e nos alinhando. Precisei entender como seu desejo ia além do físico. E que se sentir gostada daquela forma a deixava com mais tesão.
A viagem seria em setembro de 2023. Ainda estávamos em maio e minha esposa sentia falta de transar com outras pessoas. Havíamos desistido de tentar conhecer caras no lugar onde morávamos, então o que restava era o sexo virtual.
Como já havíamos combinado que eu não participaria do sexo, tive a ideia que com o virtual acontecesse a mesma coisa. Quando ela começasse, eu a deixaria sozinha no quarto e a vontade e acompanharia tudo pelo meu celular, que estaria conectado na conta dela do Instagram. Ela topou a ideia e começamos a pratica.
O papo não era mais sobre sexo a três. Era a dois. Ver como ela falava com outro comigo fora da equação foi diferente desde o primeiro momento. Me sentia realmente um espectador, alguém vendo por uma janela, por uma tela, um casal falando sobre o que queria fazer um com outro.
"Ele só assiste e se masturba, meu foco é completo no convidado.", ela deixava isso explicito para todos que perguntavam como funcionava a dinâmica.
No inicio da nossa fantasia eu impedia que ela trocasse nudes completos com outros homens. Me incomodava com a possibilidade dessas fotos virarem assunto em rodas de amigos. Eu não suportava a ideia de ser o assunto, o marido corno, enquanto outro homem exibia minha mulher de quatro para os parceiros do futebol.
Mas agora eu havia prometido que não iria interferir. A queria livre para fazer o que gostava, o que fosse dar mais prazer. E ela fez isso. Tive que ver e aceitar ela enviando nudes completos. O primeiro que a vi mandar tinha peitos de fora e rosto meio escondido.
O frio na barriga que senti misturava excitação, perigo e ciúmes. A foto do pau duro, duro para ela, sempre vinha como resposta. Minha esposa elogiava, em seguida comentava comigo sobre tamanho, formatos, grossuras... Nessas horas me sentia como uma amiga comentando com a outra sobre homens. Quantos maridos podem dizer que alcançaram esse nível de companheirismo com sua mulher?
Isso tudo acontecia comigo na sala, conversando com ela via Whatsapp, e assistindo as conversas que ela tinha no Instagram.
Não demorava para que ela tirasse a calcinha, tirasse mais fotos, gravasse vídeos curtos rebolando a bunda e mostrando o que queria fazer com esses homens. Recebia como resposta paus gozados, jorrando leite. Respondia que queria que tivesse sido dentro dela, em sua cara, na sua boca.
Eu via tudo isso sentado no sofá da sala, com o pau na mão prestes a gozar.
Ela foi adorando cada vez mais ser cobiçada dessa forma. Tinha seus preferidos, claro, mas não deixava de entrar no Tinder diariamente e pescar um novo nome. Quando isso acontecia, eu sabia que a chance de mais tarde eu estar na sala assistindo ela fazer sexo virtual com outro era grande.
Parecia que a auto estima da minha mulher ia se alimentando de cada gozada que ela causava. Era como se ela houvesse esquecido, ou nunca tivesse percebido, que era sexy o suficiente para ter aquele efeito, capaz de atrair até homens que ela comentava comigo serem "bonitos demais".
Estávamos ansiosos e quando o dia da viagem chegou, entramos no avião sabendo que teríamos um mês de férias bem interessante. Diferente do último quando erámos menos experientes e eu ainda falava em ménage. Dessa vez o papo era outro. Era coisa de hotwife. Coisa de cuckold.
Até que chegou o dia da viagem. Assim que chegamos no nosso Airbnb, marcamos o primeiro encontro com outro homem para o dia seguinte. Esse homem era o Eze, seu segundo favorito na época, já que o primeiro dizia estar fora da cidade e ela estava cansada de perder tempo com ele.
A vi escolher e opinei sobre a roupa. Ajudei a escolher a cor vermelha do esmalte. Nada que já não tivesse feito das outras vezes.
O encontro era a noite mas ela começava a se preparar cedo, bem no início da tarde. Enquanto ela tomava banho eu aguardava, deitado na cama, olhando ao redor e imaginando como, naquela noite, eu estaria assistindo minha esposa ser comida bem ali.
Quando terminou de se depilar, veio ao quarto me mostrar o resultado. Ficou de quatro na cama e comentei sobre alguns pelinhos que ainda sobraram na parte de cima da sua bunda, no meio, no caminho para seu cuzinho.
“Ainda tem? Tira pra mim?”
Meu pau latejou. Ela estava mesmo pedindo para que eu a depilasse para outro homem?
Peguei a lâmina e comecei a trabalhar. Após tirar os pelos visíveis, comecei a abrir mais a bunda e encontrar mais alguns.
“Tira tudo, quero ficar toda lisinha”.
Pedi para ela deitar de bruços e abrir a bunda. Fiquei bem perto e pude sentir seu cheiro. Removi cuidadosamente todos os pelos ao redor do cuzinho, até os mais difíceis e mais próximos da portinha.
Estava como o cu que vemos nos filmes pornô. Peguei o celular e registrei aquela imagem que eu nunca tinha visto. Era apetitoso, chamativo.
Falei que havia acabado e ela voltou ao banheiro para continuar sua preparação. Me segurei para não começar a me masturbar. Não bastava assistir minha mulher fodendo com outro, eu agora colaborava ainda mais ativamente para que eles a comessem bem, até melhor do que o que eu tinha.
Quando mandou mensagem avisando que havia chegado vi minha esposa tremer. O shorts era curto, a blusa decotada, era impossível que algum homem não gostasse, mas ela nunca tinha essa certeza.
Dei um selinho e a acalmei. Estava perfumada, com o cheiro de um hidratante que havia comprado especificamente para aquela situação. Me dava vontade de tirar sua roupa, a desembrulhar como fazemos com um bombom gostoso e cair de boca.
Eze chegou com uma bolsa nas costas, havia vindo a da universidade. Uma blusa de manga pretas e a jaqueta o protegia do frio que fazia lá fora. No primeiro olhar que ela deu, percebi que minha esposa havia gostado do que via. E no olhar que ele retribuiu, discretamente buscando o decote, eu não tinha dúvidas de que eles iriam querer transar.
Nunca é fácil ver de forma tão crua o desejo de sua mulher em dar para outra pessoa. O pau duro diz que gosta, a mente sente ciúmes e a visão precisa aguentar ver os dois sorrindo, se abraçando, dando beijinho na bochecha e se olhando e já sabendo o que querem, relembrando dos nudes enviados, das palavras trocadas.
A conversa inicial rolou na sala de estar. Falamos de bobagens superficiais, turismo na cidade, etc. Eu tentava manter a conversa viva e evitar os silêncios constrangedores, o silêncio que gritava: “por que vocês não estão transando?”.
Mas não fazia isso por mim, fazia por Eze. Por alguma razão ele não parecia se soltar. Sua linguagem corporal passava sinais mistos entre querer tocar e se aproximar da minha mulher e se fechar.
Como o bom marido que sou, segui tentando deixa-ló mais a vontade. Minha esposa continuava nervosa, sentindo o hesitar de Eze que com certeza plantava dúvidas e a fazia questionar se ele havia gostado do que viu.
Se passaram quase duas horas nisso. Eu sabia que bastava ele criar coragem, levantar, ir até minha esposa e botar o pau na cara dela que ela o chuparia com prazer, mas Eze não dava sinais de que tomaria a iniciativa.
Minha esposa então perguntou se ele havia sentido e gostado do seu perfume. Ele disse que sim e ela perguntou se ele queria sentir de novo. Os dois levantaram, ela levou a cabeça dele ao seu pescoço. Os rostos ficaram próximos e eles se beijaram.
Nesses momentos a ficha sempre cai. Quando o primeiro beijo começa vem a certeza de que não tem volta. Dali em diante minha mulher é dele. E ela vai deixa-ló fazer o que ele quiser.
Não é apenas abrir mão do controle, é perdê-lo. É sofrer por ver sua mulher com outro e ao mesmo tempo sentir tesão com isso.
“Era o que você queria? Agora aguenta corno!”, ouvia minha mente dizer.
O tesão vence a dor e a excitação é extrema.
É um ângulo de beijo que poucos maridos irão ver da sua esposa. E a maioria que viu não gostou. Enquanto isso estou me segurando para não pôr o pau para fora.
Ele apertava os peitos dela por cima da roupa, metia a mão dentro do shorts e tocava sua buceta. Ela se curvava de prazer e de apoiava em seus ombros.
Cheguei por trás e vi no espelho a expressão do prazer que ela sentia. Peguei o celular e tirei uma foto para eternizar aquele momento.
Fomos os três para o quarto. A roupa dos dois foram se perdendo no caminho. O cheiro de pau melado de esperma e buceta molhada já tomava conta do ar. No quarto, em pé de frente para a cama os dois continuavam os beijos. Minha esposa nua e ele só de camisa. Se beijavam e se masturbavam.
Sentei na cama para ter uma visão completa. O corpo nu da minha mulher sedento, curvado, e buscando com fome o dele era uma cena linda. Era tão íntimo, tão especial poder ver ela nua daquele jeito. Senti inveja de Eze por alguns segundos.
Mas logo um detalhe chamou a atenção: o pau dele.
Eze não havia mandado muitas fotos sem roupa. Talvez por timidez ou algo do tipo. Isso despertou a curiosidade e vontade da minha esposa.
“Desconfio que ele tem um pau gostoso”, ela havia comentado comigo antes do encontro.
Se com gostoso minha esposa queria dizer grande ela havia acertado. Tinha uns 18 centímetros.
Será que ela aguentava aquilo tudo?
Ele deitou na cama e colocou a camisinha no pau meia bomba. Minha esposa não perdeu tempo e, com seus peitos balançando e se posicionou entre as pernas dele. Segurou o pau com firmeza e sua mão pareceu pequena. Talvez precisasse da outra para segurar totalmente.
Antes que ela o abocanhasse, ele passou a mão em seu rosto indo em direção aos cabelos com destino a nuca. A firmeza com que ele puxou e forçou a boca da minha mulher em seu pau me preocupou. Mas a expressão dela, o rosto corado, os lábios volumosos e olhar de luxúria não negavam que aquilo era exatamente o que ela queria.
A forma que ela o segurava, lambia, chupava e engolia não deixava dúvida. Aquele não era o primeiro homem bem dotado que minha esposa havia chupado. Ele a segurava pela cabeça e forçava um vai e vem, a botando para engasgar como eu nunca havia feito.
O tamanho do pau dele me fez criar comparações. A forma que ela segurava com a mão e ainda sobrava pau suficiente para ela ir pagando o boquete não era possível comigo. O que ela fazia nele eram técnicas que eu via apenas nos filmes pornô.
Mesmo toda babada e descabelada, minha mulher ainda estava no controle. Ela adorava tentar engolir inteiro, engasgar e depois encara-ló, mostrando o prazer que tinha com aquilo.
Quando ele batia com o pau na cara dela parecia uma agressão. Dava pra perceber o peso que o tamanho causava balançando as bochechas da minha esposa a cada pancada. As bochechas que sempre achei fofas e adorava beijar. Estavam ali, sendo agredidas pelo pau de outro cara.
Ela me olhou enquanto levava essa pisa de pica. Parecia dizer: “olha o que ele está fazendo comigo”. Me senti o corno dos filmes pornô, passivo, impotente, vendo outro homem bater forte com o pau na cara da sua mulher.
Me impressionei quando percebi que ela estava disposta a engolir tudo. Chegava na metade, parava, tomava um ar, lambia com carinho, chupava as bolas e depois voltava a tentar engolir. Isso parecia deixar Eze mais excitado e ele a segurava pela cabeça, forçando que ela engolisse cada vez mais. Via seu corpo reagir, pulsar para trás, mas ele não soltava de primeira. Eu ouvia o som do engasgo e o começo do desespero da minha mulher sufocando mas ela seguia entregue, tentando vencer a própria resistência do seu corpo em engolir. Até que ele a soltava, e ela, ofegante e com a saliva escorrendo, voltava logo a chupar. Teve momentos em ela teve aquele vômito seco, quando não sai nada mas você quase vomita. Eze ria e o pau dele latejava de tesão quando isso acontecia.
Olhei a duração da gravação que eu fazia e havia se passado mais de quinze minutos. Minha esposa seguia decidida e só parou de chupá-lo quando seus lábios tocaram a base dele. Não havia mais para onde ir. O pau dele não estava mais visível. Estava dentro da garganta da minha mulher, tocando em pontos que meu pau nunca tocaria.
Após engolir totalmente mais algumas vezes, minha esposa se movimentou e ficou de quatro na cama. Como se tivesse feito por merecer ser comida.
Eze começou a perder sua ereção enquanto ela rebolava a bunda de forma convidativa. Ele começou a usar as mãos e a fez soltar os primeiros gemidos de prazer. Era possível ouvir o som da buceta molhada na mão dele.
Então enfim ele ficou duro. Voltei a me preocupar ao ver o monstro que entraria na minha mulher. Uma preocupação que ela parecia não ter. Seguia rebolando com vontade, atraindo e convidando o pau para dentro dela.
Ele começou a foder sem dó. O corpo dela balançava inteiro a cada estocada. Seu rosto expressava um prazer intenso. Sua bunda balançava sentindo o peso do corpo de Eze a cada choque. Ele tirava e enfiava tudo.
Era essa a expressão dela ao sentir um cara bem dotado?
Minha mulher é grande e tem um rabão maravilhoso. Era quase apropriado que uma bunda daquele tamanho recebesse um pau tão grande quanto.
Se Eze diminuía o ritmo, ela jogava o corpo para trás, engolindo o pau dele com sua buceta. O queria inteiro, sem pausa, até o fundo. E gemia pedindo isso.
"Tudo! Enfia tudo!", ela gemia.
Eu seguia de pé ao lado da cama, celular na mão e o pau na outra, respeitando os limites e deixando ela transar a vontade.
Vi que Eze começava a ficar de pau mole de novo. Seria a camisinha? Ou o nervosismo? Era impossível que o problema fosse minha mulher. Aquela imagem dela de quatro poderia ser usada no lugar do Viagra para endurecer qualquer um.
A pressão de comer uma gostosa insaciável enquanto o marido está batendo punheta assistindo pode ser demais.
Minha esposa percebeu e resolveu apelar: perdendo o apoio dos braços, ela afundou o rosto na cama, colocou as mãos para trás e abriu bem a bunda, mostrando o cuzinho que eu havia deixado lisinho há algumas horas.
Ela estava oferecendo o cu?
Não era algo que havíamos combinado mas também não proibimos. Sem falar que ele era grande, ela realmente queria…?
Demoramos alguns anos para tentar anal pela primeira vez. Nunca achei que ela gostasse, assim como a maioria das mulheres. Não podia estar mais enganado.
Quando falei sobre fazermos um ménage masculino uma das primeiras dúvidas foi se eu me incomodava em ela dando o cu para outros. Foi só depois disso que ela me deu pela primeira vez. Não poderia dar para outro sem ao menos treinar comigo, não acha? Foi a justificativa que encontrei para ser digno de uma das experiências mais gostosa que tive.
Descobri que ela não precisava de nenhum treino. Seu cuzinho recebia e abraçava meu pau fácil, sem precisar de preliminares. Eu gozava em segundos com seus movimentos que faziam sua bunda engolir meu pau ainda mais.
Mas aquele cara era bem maior que eu. Ela não tinha receio nenhum? Será que já havia feito aquilo?
Eze entendeu, pegou o lubrificante e despejou no meio, na porta do cuzinho bem aberto pela minha esposa.
Em seguida enfiou o polegar com firmeza. Ela soltou um gemido mais grave, o gemido que ela sempre solta quando está dando o cu.
O pau dele acordou, inspirado pela sensação apertada que Eze devia estar sentido ao redor do polegar. Voltou a come-la ao mesmo tempo que enfiava mais o dedo. Ela gemia forma mais primal, com gritos abafados pelo rosto ainda na cama.
Com minha esposa aberta daquela forma, Eze penetrava mais fundo. Ela pareceu não aguentar o peso inteiro do corpo dele enfiando sem dó e colapsou na cama.
Eu esperava que ele fosse por cima, a dominasse por completo. Mas não foi o que aconteceu. Seu pau já havia amolecido.
Na tentativa de agradar, ele usou as mãos e quase a fez gozar, mas os dois se cansaram antes disso.
Ela deitou de barriga para cima na cama. Perguntei se ela estava bem. Ela riu e respondeu que estava ótima. Eze sentou de lado também na cama. Por uns segundos ela repousou sua mão na coxa dele, mas logo pegou um travesseiro e escondeu seu corpo. Ela perguntou se ele havia gostado. Ele disse que sim.
Conversamos mais um pouco e agora parecíamos que tínhamos voltado a ficar sem graça como estávamos antes do sexo começar. Ele falou que precisava ir embora. Não houve tempo, ou abertura, para acalma-lo, dizer que estava tudo bem, que aquilo era normal.
Assim que ele saiu, tentei, sem sucesso, atacar minha mulher. Estava louco de tesão após presenciar ela sendo comida. Ela respirou fundo. Disse que toda a intensidade e o tamanho do pau de Eze haviam sido demais para uma noite. Eu teria que esperar.
Ela comentou sobre a broxada e eu sabia que aquilo havia mexido com ela. Será que ela desconfiava de que ela era o problema?
Deixei minha esposa em paz e logo que ela adormeceu, fui para a sala carregando o celular. Assistindo aos vídeos que havia acabado de gravar gozei uma, duas, três vezes. O acumulado de esperma que meu corpo produzia ao ver minha esposa com outro homem era incrível.
No dia seguinte Eze, que antes parecia um amigo pela forma que conversava e havia se conectado com nós dois, ficou monossilábico. Minha esposa tinha a esperança, e vontade, de ter um segundo encontro onde, dessa vez, todos poderiam estar mais a vontade. Mas no fim do dia ela descobriu que havia sido bloqueada.
Era mais uma nova e dura lição: criar uma conexão não evitava que tivéssemos experiências ruins. Ainda demoraríamos um bom tempo para aprender e lidar melhor com as complexidades trazidas pelos outros.
O que eu não sabia era que como isso moldaria todo o resto da viagem. Minha esposa parecia necessitar de algo que provasse que o problema não havia sido ela. E qual melhor forma de confirmar isso? Conhecemos muitos homens que ajudaram a responder.
E como aqui não podemos mostrar fotos, deixo um registro discreto dessa experiência maravilhosa em: https://brennocuckold.blogspot.com/search/label/3