CRUZEIRO DA CDZINHA: MAMÃE CHAMOU O GENRO PRA FODER

Um conto erótico de Nadja Cigana
Categoria: Gay
Contém 2819 palavras
Data: 30/08/2025 10:08:00

Já era madrugada avançada quando Mbaye saiu da suíte Áurea Premium da travesti brasileira, após juras de amor que ressoaram por muito tempo nos ouvidos e coração da viada veterana.

O negro teria poucas horas de sono, dali até seu despertar para mais uma fatigante jornada de trabalho quase escravizado, no navio. E Leia, por sua vez, não passou nenhuma horinha nos braços de Morfeu.

Nua, a trans sentia a presença ressecada e perfumada do esperma de Mbaye em suas popinhas e coxas, períneo e saquinho, rosto e mãozinhas, e decidiu não se vestir, nem se lavar por um tempo. Ela apenas foi até a varanda e ficou vendo as estrelas e o mar, ouvindo as ondas contra o casco do navio e refletindo sobre a vida e seu encontro com o bem dotado africano.

O que Leia faria de si mesma, ante aquela nova paixão, tão enorme e avassaladora quanto o corpanzil, a boca e o pirocão de Mbaye? Romper amigavelmente com seu marido em Belém, o haitiano Jean, não era problema.

Os problemas de Leia estavam do lado de Mbaye e se dividiam em dois, um geográfico e outro “geopolítico”. O primeiro era o fato de Mbaye morar além do horizonte que ela via. O segundo era ele ter mulher e duas filhinhas em Saint-Louis do Senegal. Órfã de pai quando era ainda um menininho tão pequeno que não sabia que se tornaria um viadinho, a travesti tinha horror à ideia de separar Mbaye das filhas.

Sem solução para seu dilema, Leia percebeu no horizonte um tênue clarear anunciador da aurora, com a varanda de sua cabine voltada para o Leste, e decidiu que apreciaria passivamente o espetáculo do alvorecer. E que passivamente viveria o intenso prazer que Mbaye lhe proporcionava, pelo resto da viagem, deixando que a vida resolvesse por ela. Afinal, ainda faltava um dia para chegar a Maceió. E Barcelona, o destino do grupo dela, com Gilda, Bruninha, Magali e os dois machos, estava muito longe.

Duas horas depois, já tomado um bom banho, a travesti recebia a afilhada Bruninha para o café da manhã e para tratar com pomada antibiótica e cicatrizante o cuzinho esfolado da CDzinha, enquanto os outros quatro integrantes do grupo saído de Belém se reuniam na primeira refeição do dia.

No restaurante do 5° andar, as namoradas Gilda e Magali sentaram-se lado a lado, com o amante de Gilda e marido de Magali, Diego, ao lado da esposa. E ao lado de Gilda, na mesa circular, significativamente sentou o filho de Diego e Magali, Artur.

Sem Bruninha presente, as atenções de Artur ficaram todas voltadas para a mãe gostosona de sua viadinha e Gilda percebeu, embora os pais de Artur, não, o que foi muito bom para o rapaz. Tanto Diego como Magali teriam morrido de ciúmes da tesuda índia, se notassem o filho abrindo as pernas sob a mesa, para esfregar um joelho na grossa coxa da voluptuosa sogra.

Alvo das libidos de mãe, pai e filho sentados à mesa, Gilda cortava uma linguiça do café da manhã quando sentiu a provocação do belo e forte adolescente e teve uma inspiração erótica. A índia resolveu que iria passar o rodo naquela família toda, ainda antes da hora do almoço!

Com Magali, Gilda tinha amor de verdade e um acordo para as duas usarem o corpo de Diego, sem que o espanhol pudesse saber da relação lésbica entre esposa e amante. E a oportunidade para mais uma realização desse acordo estava dada!

A família de Artur se inscrevera no tour guiado pelo navio e seria fácil convencer Magali a não acompanhar o marido e o filho em chatas visitas à ponte de comando, sala de máquinas, etc.

Depois, e em acordo com Maga, Gilda liberaria a namorada e chamaria Diego. A volumosa piroca do espanhol era ao mesmo tempo seu brinquedo e a mensageira de seu suco vaginal. Suco que Gilda, como na véspera, enviaria à boca de Magali após gozar com o espanhol, sem que o macho imaginasse o acordo entre a amante doadora de sumo de buceta, e a esposa receptora no sexo oral.

E então, tendo dado orgasmos separados ao casal, Gilda chamaria Artur, o filho deles, pegando o adolescente que comia sua filhinha CDzinha!

A tesuda belenense ensopou a buceta, imaginando cair de boca na pica do rapaz no mesmo momento em que, na cabine dos pais dele, Diego estivesse dando de mamar à mãe de Artur, Magali, transmitindo seus sucos vaginais.

Por último, Gilda prometera a Bruninha “conversar” com Artur sobre a postura dele quanto à filha viadinha. Logo, podia muito bem fechar aquela manhã em família, dividindo a rola do jovem com a CDzinha!

A linda quarentona belenense sentiu seu bucetão encharcar, pensando que ninguém poderia deixar de reconhecer que ela era uma “putona-cavalona”, como Diego dizia, mas uma putona-cavalona “de família”.

Ainda à mesa, Gilda conspirou para o que pretendia e contou com a colaboração imediata da namorada, que logo entendeu o que a gostosona queria quanto a si e quanto a Diego.

Menos de 15 minutos depois do fim do café da manhã, as duas estavam nuas na cama de Gilda e a língua de Magali se dedicava ao bucetão sumarento e de grelo destacado da índia, enquanto Gilda curtia a mimosa bucetinha lisinha da branquela, posta acima de seu rosto. E não se passaram vinte minutos de encontro, até gozarem quase simultaneamente no sensacional “L7”.

Passado o clímax, Gilda e Magali se beijaram ternamente, até que a índia tocou no assunto “caralho de Diego”.

- Maga, meu amor. Responde pra mim com sinceridade. Tu gostou de mamar o pau do teu marido, com ele todo babado de mim?

Apesar de toda a cumplicidade adquirida pelas duas no namoro de pouquíssimos dias, Magali corou como uma estudante de ensino médio virgem e titubeou, mas respondeu:

- Eu te falei que sim. Eu te amo e amo Diego. De jeitos diferentes. Mas...

- Mas?

- É que... acho que o tesão que senti, com teu gosto no pau dele, veio de achar que era como se vocês dois estivessem juntos, ali... naquele pau.

- Maravilha, meu amor!

- Tu não sente ciúmes, Gilda?

- Claro que não! Primeiro, porque conheci vocês dois já casados. Mas, sobretudo, porque Diego, pra mim, é só um brinquedo. Poderia ser outro qualquer. Mas você, meu amor...

Gilda beijou gostosamente a branquela, antes de continuar.

- Você é “O” meu amor! De verdade!

A índia novamente se atracou com Magali, mas logo depois foi ao que queria.

- Mas, ó! É Maravilha você ter gostado, porque eu quero te propor... de a gente...

- Transar a três? Te falei, meu amor! Diego nunca aceitaria nós duas!

- Não, Maga! Quero te propor da gente repetir a “passagem de bastão”! Topa?

Magali se abriu num lindo e malicioso sorriso e respondeu:

- Se topo? Se deixar, eu quero todo dia!

- E por que não? Bora fazer todo dia!

Após mais um beijo tórrido, a gostosona despachou a namorada.

- Agora, Amor, vai pra tua cabine que eu vou chamar teu marido e dar gostoso pra ele. E depois...

- Depois tu me manda aquele piruzão gostoso, pra eu saborear a pica melada desse teu gosto maravilhoso!

Deixando uns poucos minutos para que Magali subisse do 9° andar para o 11°, onde ficava a cabine dela com Diego, Gilda mandou mensagem para o espanhol.

- Onde está meu macho? Tô nua e molhadinha, esperando por você!

Faltavam uns quinze minutos para o fim do tour pelo navio, mas assim que Diego leu a convocação, inventou uma desculpa para o guia e para o filho e se mandou para a cabine de Gilda, lembrando da fantástica ménage do dia anterior com a maravilhosa travesti Leia e com a putona-cavalona que agora o chamava.

O espanhol se apresentou na porta de Gilda com a rola já endurecendo e bastaram um beijo quente e uma pegada da grande e habilidosa mão da índia, para a vara branca de cabeça rosada ficar completamente rija.

Aquele encontro entre os amantes foi marcado por dois inéditos “nãos” da putona-cavalona. Primeiro Gilda, controlando a própria vontade, negou um pedido de boquete na piroca ibérica, porque queria que Diego voltasse para a própria cabine com carência de sexo oral, para assim curtir mais a boca de Magali.

O segundo “não”, que também exigiu força de vontade por parte da índia gostosona, foi quanto a tomar aquela deliciosa barra de macho no cuzinho. Gilda queria deixar o fiofó fechadinho para o filho de Diego, Artur.

- Poxa, Gilda...

- Tu se fartou de cuzinho ontem. Do meu e do de Leia.

O diálogo se deu enquanto a índia despia seu homem, com todo o tesão do momento.

- Você... ficou com ciúmes, meu amor?

- De jeito nenhum, Macho! Adorei dividir você com ela. E tu é homem pra dar conta de “nós três”! Eu, ela e meu filhinho viadinho... as três juntas, pra você!

Gilda sabia que mencionar o prometido grupal com a filha CDzinha e a amiga travesti alucinaria Diego e foi ela quem se locupletou dos efeitos na dureza do caralho do amante.

- Vem! Hoje eu quero esse teu pauzão na minha buceta... de papai e mamãe... te beijando e sentindo teu rebolado!

- Você gosta do meu rebolado, gosta?

- Eu amo, Diego!... huuummm... isso... me fode!... aaahhh... me cobre! Cobre tua putona-cavalona!

Em menos de meia hora, o macho ibérico se acabou no bucetão encharcado de Gilda, e ela gozou junto, assim que sentiu o leite quente em seu colo do útero.

- Húúúrrrhhh...

- Aaaaaahhhhhh... Diego... como tu é gostoso...

Depois dos beijos e carinhos de sobremesa, Gilda precisava enviar o espanhol, para que levasse a rola melada por sua gruta, à boca de Magali.

- Agora vai, meu Amor.

- Mas já? E nosso segundo tempo?

- Hoje não posso. Fiquei de ter uma conversa séria com Bruninha. Ela já vai chegar aqui. E além disso...

Gilda, linda, nua, toda tesuda, pegou do chão a cueca de Diego e começou a vestir o macho, o que ela adorava fazer, depois do sexo. Aquele caralho branco continuava todo teso e seria muito bom montar nele e cavalgar até um gozo sensacional, como ela vira Leia fazer na véspera, mas ela queria dividir a rola com Magali, e queria mais ainda conhecer a pica do filho de Diego.

- E além disso, Magali tá cheia de fogo! Ela disse que ia te esperar na cama!

Já vestido e calçado, Diego saiu da alcova da amante com o pau besuntado por Gilda, novamente se perguntando se a esposa desconfiaria do cheiro de buceta em sua rola. Mas, lembrando da véspera, dessa vez ele teve menos medo ao abrir a porta da própria cabine.

Magali recebeu o marido do mesmo jeito e com a mesma sede de pica da outra vez, buscando no pau que antes a atormentava por conta do tamanho, os sabores mais íntimos da namorada.

Já a travesti e a CDzinha...

Pouco antes da desesperada mamada de Magali na rola do esposo, a madrinha travesti Leia e a CDzinha afilhada Bruninha chegavam no deque superior ao da piscina de biquinis, óculos, chapéus e saídas de praia iguais, e novamente passavam se exibindo ao redor do vão cheio de mesas, cadeiras e espreguiçadeiras.

Leia, apaixonada pelo senegalês Mbaye, olhava discretamente para os funcionários do navio, imaginando qual deles contara ao gigante negro que “três musas de biquinis de arco-íris” haviam desfilado ali, na véspera.

Um daqueles trabalhadores de bermuda e camiseta brancas havia descrito o trio como “uma travesti gostosona e uma mulher apetitosa, ambas na casa dos quarenta, e um viadinho se passando por menina”. E Leia se divertia imaginando quem seria tal observador.

Já Bruninha, excitada acima da média por conta de seu cuzinho esfolado e medicado, modelava copiando com sucesso a graça e feminilidade da viada-madrinha e procurando com os olhos o par de agroboys grandalhões e o louro rapaz que parecia o Encantado de Schreck.

O louro, a CDzinha não achou. Mas os dois primos grandalhões de Mato Grosso bebiam cerveja na mesma mesa em que haviam conversado com Leia, na véspera.

- Dindinha! Olha eles ali!

Bruninha apontou delicadamente e a madrinha travesti reconheceu o par. Leia havia se esquecido por completo da cantada do másculo Leo, o maior e mais moreno dos dois mato-grossenses. Sua cabecinha estava nas nuvens, fixada na noite maravilhosa e produtiva que tivera com o senegalês Mbaye.

- Vamos lá, falar com seus admiradores.

Na conversa que se seguiu ficou claro que Leo desejava a travesti, enquanto seu primo branquelo e sem noção, Ronnie, atirava grosseiramente para as duas viadas.

- Então! Vamos brincar nós quatro, na nossa cabine?

- Para com isso, Ronnie! Sem noção! Desculpem o primo, por favor, moças!

Bruninha, de sua parte, estava muito animada com a ideia de transar com os dois grandalhões e naturalmente diria sim à proposta de Ronnie, mas a viada-madrinha atuou como protetora de seu cuzinho assado, balançando negativamente um dedinho.

- Não, não, não! Minha afilhada está “machucadinha” e precisa se recuperar. Hoje não tem comidinha pra vocês!

Ronnie, o grosseiro, riu e comentou olhando para a CDzinha adolescente:

- Queimou muito a rosca, foi, viado?

- Ronnie!!!

Leo reprendera novamente o primo, mas Bruninha estava toda excitadinha, depois de ter o fiofó tratado por Leia e de ter sido vista nua, de bruços na cama da madrinha, pelo garçom que servira o café da manhã das duas. Daí, a CDzinha tentou apelar, olhando para a travesti enquanto acenava desmunhacadamente para Ronnie, como se apontasse para a proposta de suruba do rapaz.

- Mas Dinda! Eu bem gostaria!

Sem que Bruninha imaginasse, a mesa com os dois agroboys, ela e a viada-madrinha, era observada de longe por seu namorado corninho, Artur.

Artur havia sido deixado pelo pai na excursão interna do navio, porque Diego saíra correndo para atender ao chamado sexual de Gilda. Enquanto o pai do rapaz comia a mãe da CDzinha, o filho terminava o passeio guiado e chegava no deck das piscinas com o quarteto de Bruninha, Leia, Leo e Ronnie já formado. Por isso Artur não viu que as viadas é que haviam se dirigido aos rapazes.

De onde estava, num balcão de bar apinhado de gente, Artur assistiu lendo gestos, sem conseguir ouvir a conversa. O jovem nadador, agora ciente de que Bruninha o traía no navio, logo imaginou uma suruba entre a travesti, a CDzinha e os dois grandalhões, e descobriu que gostaria muito de assistir e de participar!

Artur já estava convencido de que seu pai tinha completa razão. “Tia” Gilda, que ele conhecia desde pequenino e que agora era sua sogra e amante de seu pai, era uma “putona-cavalona”. Uma puta pela qual Artur tinha muito tesão, desde que Gilda agarrara sua pica no voo de Belém para embarcarem no navio, no Rio.

O jovem não tinha como imaginar que, além de pegar seu pai e seu pau, Gilda se tornara namorada de sua mãe, Magali. Muito menos Artur poderia conceber que naquela mesma manhã, Gilda gozara e fizera a namorada, mãe dele, gozar num gostoso 69; e que depois Gilda gozara juntinho com o pai dele, num amoroso papai-e-mamãe. Mas, se ele soubesse, aquilo apenas reforçaria a imagem de piranha que ele fazia da sogra.

E o guloso adolescente Artur também queria muito comer Leia, figura da qual ouvira falar por anos, porque era a viada-madrinha de Bruninha, mas que somente conhecera no navio. Diferente do caso de Gilda, Artur não acreditava muito que o pai estivesse comendo a travesti, como Bruninha afirmava.

Sem ouvir a conversa, Artur viu Leia negar com o dedinho alguma proposta do grandalhão branquelo, e viu Bruninha sinalizar com a mão desmunhecada para o mesmo personagem, o que ele interpretou como se a CDzinha desdenhasse do tal rapaz. O nadador imaginou que a proposta do branquelo devia ter sido muito desrespeitosa para uma prostituta como Leia e uma putinha como sua namorada rejeitarem.

Sim, a travesti era prostituta. Se, para Artur, Gilda era uma putona-cavalona a ser usada, a travesti Leia era uma profissional do sexo que passara a juventude dando o cu por dinheiro, como a própria namorada CDzinha lhe contara.

Agora, na cabeça do nadador, Bruninha era um mero viadinho se efeminando, que não tinha como ser diferente da mãe putona-cavalona e da madrinha prostituta. Ainda mais tendo sido criada vendo o irmão da mãe, o tio Gil, comer a gostosona Gilda.

Sim, seu pai tinha razão. Eram todas putas e ele tinha mais é que se dar bem! Artur, de pau duro dentro da bermuda, pensava nisso olhando Bruninha à distância, quando seu celular deu sinal de mensagem de WhatsApp.

E a mensagem vinha da sogra gostosona Gilda!!!

“- Artur, querido! Você já terminou a excursão? Eu tô tão sozinha! Por que tu não dá um perdido em Bruninha e vem me visitar?”

Era sua sogra, a putona-cavalona, a deusa do sexo que o pai dizia ter a buceta mais molhada, quente, larga e mordedora que já conhecera, que o chamava!

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