Mestre Gabriel - A Piscina e o Churrasco [Capítulo 17]

Um conto erótico de EscravoDele
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1420 palavras
Data: 30/08/2025 09:11:44

A brisa suave da manhã na chácara não trazia alívio para Júnior. Cada partícula de ar parecia carregar o peso da humilhação, e o sol, que deveria aquecer, apenas ressaltava o brilho sádico nos olhos de Gabriel e a diversão cruel de seus amigos. O dia, que Júnior sonhara ser um refúgio íntimo de devoção, havia se tornado um palco para a mais grotesca das exibições.

Ele servia as bebidas, joelhos no chão, murmurando seu "obrigado pela oportunidade" a cada um dos três homens que se deliciavam com seu tormento. Thiago, estirado em uma espreguiçadeira à beira da piscina, sorria.

— Ei, cadela! — chamou Thiago, com um tom de voz que não deixava dúvidas sobre a autoridade recém-adquirida. — Meus pés estão cansados de tanto andar. E o Gabriel me disse que você é um excelente apoio. Venha cá.

Júnior olhou para Gabriel, buscando uma confirmação, um lampejo de misericórdia, mas encontrou apenas um sorriso zombeteiro. Gabriel, sentado a poucos metros, apenas acenou com a cabeça.

— Vai, Júnior. — disse Gabriel, sua voz carregada de ironia. — Sirva o Thiago. Ele está precisando de um bom apoio.

Júnior arrastou-se até a espreguiçadeira de Thiago, sentindo o cascalho áspero cravando-se em seus joelhos. Hesitou por um segundo, mas a mão de Gabriel se moveu, um aviso silencioso. Júnior colocou as mãos e os joelhos no chão, curvando as costas. Thiago, sem hesitar, apoiou os pés calçados nos sapatos de grife sobre as costas de Júnior. O peso, embora não esmagador, era simbólico, apertando cada fibra de seu ser.

— Ah, isso sim que é conforto! — exclamou Thiago, reclinando-se e fechando os olhos. — Você é muito mais macio que um pufe, cadela!

Os outros dois, João Guilherme e João Victor, riram. Gabriel, observando a cena, balançou a cabeça em aprovação.

— Viram? Ele é multiuso. — disse Gabriel, pegando o celular. — Essa cadela tem talentos escondidos.

Minutos depois, Gabriel se levantou, tirando o short e ficando apenas com uma sunga justa que delineava seu físico. Ele caminhou até a beira da piscina, a água convidativa. O sol já começava a castigar, e o calor aumentava, tornando a ideia de um mergulho ainda mais tentadora. João Victor e João Guilherme, já sem camisa, o acompanharam, ansiosos por se refrescar.

— Nada como uma água gelada para aliviar o calor. — comentou João Victor, já mergulhando.

No mesmo instante, como um reflexo condicionado, Júnior correu para a área de serviço, de onde retornou em segundos com um frasco grande de protetor solar. Ele se aproximou de Gabriel, que se preparava para entrar na piscina, estendendo o frasco.

— Mestre, o sol está muito forte. Posso aplicar o protetor no senhor? Para proteger sua pele divina. — a voz de Júnior era uma súplica cheia de zelo.

Os amigos, já na piscina, soltaram gargalhadas altas. João Guilherme se apoiou na borda, apontando para Júnior.

— Olha só, Gabriel! A cadela mais dedicada do mundo! Preocupado com a pele do Dono! Isso é que é serviço cinco estrelas! — João Guilherme riu, seguido por João Victor e Thiago.

Gabriel observou Júnior, um sorriso largo e satisfeito se espalhando em seu rosto. Havia orgulho em seu olhar, um brilho de posse. Sua cadela era, de fato, impecável.

— Muito bem, Júnior. — disse Gabriel, sua voz carregada de aprovação. — Pode aplicar. Mas seja cuidadoso. Minha pele é sensível.

Júnior abriu o frasco, derramando um pouco do creme nas mãos trêmulas. Com reverência, ele começou a espalhar o protetor pelas costas musculosas de Gabriel, seus dedos massageando o produto na pele bronzeada. A proximidade, o toque, a sensação dos músculos de Gabriel sob suas mãos – tudo o fazia tremer ligeiramente, um misto de desejo e pura subserviência. Ele podia sentir o calor que emanava do corpo de seu Mestre, a cada fricção, uma descarga elétrica.

Enquanto Júnior se dedicava a Gabriel, João Victor, que observava a cena da piscina, chamou:

— Ei, Júnior! Já que você está com a mão na massa, nós também precisamos de proteção! Não queremos ficar vermelhos igual pimentão!

Thiago e João Guilherme assentiram vigorosamente, estendendo os braços para fora da água. Júnior parou, constrangido, olhando para Gabriel. O Mestre apenas acenou com a cabeça, um sorriso malicioso nos lábios.

— Vá, cadela. Cuide dos meus amigos. Eles são meus convidados.

Júnior, o rosto corado de vergonha, aproximou-se da borda da piscina. Com movimentos hesitantes, começou a aplicar o protetor nos braços e ombros de João Victor, que aproveitou para fazer comentários debochados.

— Nossa, que mãos delicadas, cadela! Quase uma massagem! — zombou João Victor, rindo.

Thiago, em seguida, estendeu as costas para Júnior.

— Cuidado pra não esquecer nenhum cantinho, Júnior! A gente confia em você pra não deixar a gente queimado! — disse Thiago, enquanto Júnior se esforçava para cobrir cada área, sentindo o olhar divertido dos amigos de Gabriel sobre si.

Depois de proteger os amigos, Júnior permaneceu à beira da piscina, esperando a próxima ordem. Gabriel, que já estava relaxado na água, percebeu que era hora de reabastecer as energias.

— Cadela! — chamou Gabriel, sua voz ecoando pela chácara. — Minha fome está começando a bater. Vá preparar a carne. Quero o churrasco no ponto.

Júnior não hesitou. Ele correu para a churrasqueira, onde as brasas ainda estavam quentes, e começou a manusear os pedaços de carne, preparando-os para assar. O som da picanha chiando na grelha e o aroma defumado começaram a se espalhar pelo ar.

Dentro da piscina, João Victor inalou o cheiro, satisfeito.

— Ah, Gabriel! Que cheiro bom! Sua cadela realmente sabe o que faz na churrasqueira!

Gabriel sorriu, balançando a cabeça.

— Ele é um bom cozinheiro também. É multiuso, já disse. Minha cadela tem talentos.

Júnior se dedicou à carne com a mesma devoção com que limpava tênis ou aplicava protetor. Quando os primeiros cortes estavam prontos, ele os levou cuidadosamente para a beira da piscina.

Ajoelhando-se na grama úmida, ele ofereceu cada fatia de carne em um prato, estendendo-o aos amigos de Gabriel, que comiam e bebiam sem sair da água.

— A picanha, senhores. No ponto, como o Mestre Gabriel gosta. — murmurava Júnior, a cada entrega, seu rosto contorcido pela humildade.

Os amigos de Gabriel se serviam, alguns comendo diretamente do prato que Júnior segurava, outros pegando com as mãos molhadas, sem se importar com a sujeira ou o esforço do contador. A cada gole de bebida que Júnior servia, ele voltava a se ajoelhar, recebendo a confirmação tácita de sua condição de serviçal pessoal.

O tempo passou, e a rotina se instalou. A cada duas horas, como um relógio, Júnior surgia com o frasco de protetor solar, pronto para reenvasar seus Donos. Os amigos riam abertamente, achando graça na previsibilidade e na submissão do contador.

— Lá vem a cadela do protetor! — brincava Thiago, enquanto Júnior se aproximava, submisso.

Depois de um bom tempo de ócio e satisfação, Thiago, entediado, encontrou uma bola de tênis esquecida perto da churrasqueira. Uma ideia perversa brilhou em seus olhos.

— Ei, cadela! — chamou Thiago, sentando-se na espreguiçadeira. — Venha cá!

Júnior se aproximou, ajoelhando-se aos pés de Thiago.

— Sim, senhor?

Thiago lançou a bola de tênis para longe, em direção à grama mais distante da chácara.

— Busca! — ordenou Thiago, com um sorriso cruel. — E eu quero que você traga com a boca. De quatro. Rápido!

Júnior sentiu um nó no estômago, mas obedeceu. Ele se pôs de quatro, rastejando pela grama, o rosto próximo ao chão, latindo levemente enquanto se aproximava da bola. Pegou-a com a boca, sentindo a textura áspera da superfície e o cheiro de terra.

Enquanto Júnior voltava com a bola na boca, os amigos de Gabriel explodiram em gargalhadas. Gabriel, deitado em sua espreguiçadeira, achava a cena hilária, filmando tudo com o celular para seu grupo de amigos.

Júnior entregava a bola a Thiago, que a jogava novamente, fazendo o contador repetir a tarefa. Por quase quarenta minutos, o jogo de "busca" continuou. Thiago, deitado, apenas jogava a bola, e Júnior, exausto, cumpria a ordem, latindo e rastejando, sob o olhar e o riso dos amigos de Gabriel.

Finalmente, Thiago se cansou do jogo. Ele deu um mergulho final na piscina, e os outros amigos o seguiram, esparramando água por todo o lado. Ao saírem da piscina, Júnior já estava lá, toalhas limpas em mãos, pronto para secá-los. Ele entregou uma toalha a cada um, curvando-se.

— Aqui, senhores.

Enquanto se secavam, João Victor teve uma ideia.

— E aí, galera? Que tal uma partida de futebol no gramado? Pra queimar essas calorias do churrasco!

Os outros concordaram com entusiasmo. Gabriel, com um sorriso satisfeito, olhou para Júnior.

— Cadela! — chamou Gabriel. — Vá buscar uma bola. Quero uma partida agora. Rápido!

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Comentários

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Tesão ser humilhado!! Pena que o Junior não escravo da mulher tbm..

Eu como bissexual, sou escravinha da minha mulher e de seus machos. Numa viagem pro nordeste tínhamos um guia de apenas 19 anos, e minha mulher logo fez dele seu amante. Na casa que alugamos eu passei protetor nele pelado, dando atenção ao seu pau como minha Dona mandou,depois com minha coleira e plug com rabinho fizeram a cadelinha brincar de pegar a bolinha e na hora de comer, duas vasilhas, uma com ração de cachorro mesmo e outra com o mijo da minha Dona.

É um tesão ser humilhada pela mulher e Dona na frente de outros machos que tbm te humilham.

Mas cada caso é cada um...se não tivesse minha Dona, com certeza iria estar como o Junior, sendo escravo e humilhado por seu Dono.

Muito tesão essa saga dele, parabéns!

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A cada capítulo que passa vai ficando ainda mais empolgante e o tesão vai só aumentando e esperando as próximas humilhação

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