O Corninho Traído Em Busca De Vingança

Um conto erótico de Tito JC
Categoria: Gay
Contém 2168 palavras
Data: 30/08/2025 04:28:59
Última revisão: 30/08/2025 16:14:39

Acho O WhatsAPP prático, rápido e econômico e cada vez mais impossível de viver sem, mas acho que se alguém quer falar comigo e pede pra ver meu rosto, tem de, no mínimo, ter foto no perfil ou me mostrar uma foto, já que não curto falar com gente sem rosto.

Tempos atrás estava no escritório e recebi uma mensagem de um perfil sem foto, puxando um assunto estranho. Perguntei quem era e como tinha conseguido meu número. A pessoa desconversou e tentou me enrolar. Eu fui me irritando aos poucos e, depois de explicar que não falava com desconhecidos e que iria bloquear o número, ele mudou de tática e disse que tinha pedido o meu número pra um amigo e que queria me conhecer, pois lia meus contos e tinha muita vontade de ficar comigo.

Achei que era papo furado e resolvi encerrar o assunto. Quando estava prestes a bloquear o contato, entrou a foto de uma bundinha morena e bem redondinha e a frase: “Estou doido pra te dar”. Aquela imagem me deixou excitado, afinal não resisto a uma boa bundinha, mas mesmo assim ainda fiquei meio desconfiado de que fosse uma piada de mau gosto. Resolvi embarcar na brincadeira e mandei uma foto do meu pau com a frase: “Estou pronto pra meter.”

Comecei um papo bobo com o tal desconhecido e falei que estaria, à noite, num boteco aqui perto de casa, onde sempre vou com a turma, se ele realmente estivesse a fim era só aparecer por lá que a gente conversaria melhor.

Comentei o fato com minha amiga e rimos da situação, achando que era algum conhecido querendo tirar uma onda com minha cara.

Saindo do escritório fui direto para o boteco encontrar com os amigos. Noite de sexta, calor em Sampa, verão escaldante, estava aflito por uma cervejinha gelada e jogar conversa fora.

Estava à mesa, já tinha tomado umas duas cervejinhas, conversando animadamente com os amigos, quando percebi um moreninho com cara de menino do interior, meio brejeiro. Não era bonito, mas tinha um corpinho bem interessante, parecia aqueles moleques que ficam jogando futebol a tarde toda com os amigos. Ele sorriu pra mim e disse:

— Tudo bem?

Achei estranho, mas, como sou educado, respondi ao cumprimento, achando se tratar de uma paquera.

— Tudo bem sim rapaz. O que fazes nessa noite quente?

— Eu vim te encontrar. Você disse que eu podia vir e aqui estou. Eu sou o Almir, o carinha que falou contigo pelo Whats, hoje à tarde. – Quase caí da cadeira, quando ele falou isso. Não acreditava que realmente fosse rolar o encontro com alguém que eu não sabia quem era.

Pedi licença para meus amigos e sentei numa mesa mais reservada para conversar com aquele menino e tentar desvendar essa história que estava me intrigando. Depois de um longo bate papo, descobri que ele tinha vinte e três anos, estudava administração na mesma faculdade em que eu havia estudado anos antes e que, na verdade, era namorado de um cara que eu tinha conhecido há alguns meses atrás, num barzinho.

Me disse que namorava com o cara há alguns anos e que o cara o ajudava bastante. Viviam como casados, apesar de não morarem juntos. Ele, mexendo no celular do cara, descobriu o meu contato e as conversas que tive com ele e ficou muito decepcionado em saber que era traído, que o namorado, que nunca tinha dado pra ele, tinha dado pra mim e ficado comigo. Diante disso ficou obcecado por me conhecer.

Expliquei pra ele que este era um assunto que os dois tinham que resolver entre eles. Que eu conheci o namorado dele num bar, como solteiro, e mesmo que soubesse que era casado eu teria ficado com ele, pois não era um problema meu, era sim um problema da consciência do namorado dele.

Me deu peninha do carinha tão novinho e já se decepcionando assim com as coisas do amor, mas realmente não me sentia culpado. Durante a conversa eu fiquei lembrando da foto da bundinha, que ele havia me enviado.

O meninão desabafou bastante comigo e disse que tinha gostado de me conhecer, mas que estava bastante envergonhado com a situação. Falei pra ele relaxar e, já que estava por ali, que tomasse uma cerveja comigo e com meus amigos.

Sentamos à mesa com meus amigos e depois de mais umas cervejas ele já estava mais solto e animado. De vez em quando colocava a mão no meu ombro, como se já me conhecesse há tempos, numa dessas vezes eu dei um beijinho na mão dele e ele me olhou assustado. Disse que precisava ir embora, pois teria aula no dia seguinte, mas queria ir ao banheiro antes. Eu me levantei e fui com ele ao banheiro e, enquanto esperava na fila pra entrar, eu olhei bem nos olhinhos dele e dei um selinho nele, que retribuiu meio sem jeito.

— Cara, você me curtiu? – Perguntei a ele.

— Achei você bem interessante. Parece ser gostoso e até seu selinho é bom. – Disse meio envergonhado.

— Então por que você não fica mais um pouco e aproveita pra se vingar do seu namorado. A melhor vingança seria você ficar comigo e depois deixar ele saber que você ficou com o mesmo cara com quem ele te traiu. – Me senti horrível dizendo isso, mas eu queria aquele moleque e, com umas cervejas na cabeça, deixei meu lado perverso aflorar.

Entramos no banheiro e ficamos lado a lado mijando. Meu pau estava meia bomba e eu fiz questão que ele visse. Ele observou com um olhar meio guloso e eu, aproveitando que não tinha ninguém no banheiro, falei baixinho:

— Me deixa ver a tua bunda, estou morrendo de curiosidade, desde que recebi aquela foto.

— Aqui não cara, sempre entra gente.

— Então vamos pra minha casa, lá a gente fica mais à vontade. – Falei, já morrendo de vontade de comer aquele rabinho vulnerável.

— Não sei se devo, me sinto estranho nessa situação, afinal você é o cara que comeu meu namorado e que eu devia odiar e não ficar a fim. – Me respondeu, num misto de culpa e desejo.

— Eu estou querendo muito, mas se você vai se sentir culpado eu vou entender. – Disse eu, já me arrependendo de ter falado.

— Tá bom! Vamos lá, mas tenho que sair logo, pois moro longe e o metrô fecha à meia-noite.

Com o pau estourando e a mente cheia de pensamentos obscenos, deixei um dinheiro com os amigos pra pagar a conta e fomos para meu apartamento, que fica próximo ao boteco. Comecei a encoxar o carinha já no corredor do prédio. Abri a porta e a primeira coisa que fiz foi dar um beijo naquela boquinha gostosa. Ele chupava meus lábios e minha língua com uma fome, que parecia estar há anos sem beijar.

Minhas mãos começaram a correr por todo seu corpo e logo estávamos os dois só de cuecas. Apalpei aquela bundinha gostosa e pude conferir de perto o quanto era empinadinha e bem durinha, ele era magro, mas tinha umas coxinhas roliças e bem peludinhas, mas a bunda era moreninha e sem pelos, uma coisa de enlouquecer qualquer um e eu já estava maluquinho.

— Tira a cueca pra mim, vai meninão! Me mostra agora sua bundinha em detalhes, do jeito que você prometeu na mensagem.

Timidamente ele abaixou a cueca até os pés e, enquanto ele abaixava pra tirar, eu pude ver aquele rabinho se abrindo lentamente. Joguei minha cueca num canto qualquer, abracei ele por trás e comecei a esfregar minha rola naquela bundinha, enquanto beijava sua nuca e suas costas. Ele gemia, me dando sinal de que estava gostando, então eu ordenei:

— Abre esse cuzinho pra mim! Me deixa ver esse buraquinho que eu vou foder gostoso.

Obediente, ele abriu o rabo com as duas mãos, deixando aquele cuzinho bem à mostra. Nesta hora cheguei a salivar de tanto desejo. Me aproximei e comecei a pincelar meu pau bem na portinha do cu dele, encostando-o na parede e fazendo ele ficar com o rabo bem arrebitado.

— Põe a camisinha, cara. – Me falou ele com a voz meio trêmula.

— Calma neném, a gente tá só brincando, daqui a pouco eu ponho.

— Não posso demorar muito, senão perco o metrô.

— Relaxa neném, agora é hora de foder. Depois a gente pensa no resto. Vem cá chupar meu pau.

Ele se virou e abaixou em direção a meu cacete, com a boca aberta. Aos poucos foi engolindo meu pau que estava extremamente duro e babava um pouquinho, mostrando o tamanho do meu tesão. Chupou meu pau com muito desejo e sabia fazer a coisa direitinho. Engolia todo o meu pau até o fim e, quando quase se engasgava, subia chupando até a cabeça do caralho. Passava a língua no corpo do pau até chegar ao saco, onde passava a língua molhada. Isso estava me deixando muito excitado. Levantei o carinha e dei um beijo muito intenso naquela boquinha sedenta. Virei ele contra a parede e falei em seu ouvido:

— Agora vou te foder gostoso, empina bem o rabo pra levar rola, neném. – Encapei o caralho, passei gel naquele cuzinho gostoso e fui pincelando meu pau no seu reguinho, ao mesmo tempo que forçava o caralho contra suas preguinhas, sentindo a cabeça deslizar pra dentro daquele buraquinho sedento por rola. Ele gemia tão gostoso que me dava um prazer indescritível. Senti meu pau todo dentro dele e fui entrando e saindo num ritmo gostoso e constante. Ele gemia e me pedia pra foder:

— Fode meu rabo, cara! Mete rola no meu cuzinho! Me fode do jeito que você fodeu aquele puto do Carlos.

— Calado neném! Nada de falar em namorado. Meu pau agora é todo seu. Sente meu cacete te abrindo, arrombando o teu rabinho.

Bombei forte naquele cuzinho e ele empinava mais a bunda, com as mãos apoiadas na parede, empurrando o rabo pra trás para sentir o meu pau cada vez mais fundo. Soquei fundo e sem dó naquele cu gostoso e quente. De repente parei e tirei meu pau de uma vez de dentro dele. Ele gemeu forte ao sentir meu pau sendo arrancado do seu cuzinho. Puxei ele pela mão e o levei para o quarto, joguei ele em cima da cama e ordenei:

— Empina o rabo neném, quero que você sinta o peso do teu macho em cima de você. - Ele empinou bem o rabinho e eu, apontando o pau bem no seu buraquinho aberto, entrei com tudo e me joguei em cima dele, sentindo meu pau indo fundo dentro do cu. Ele gritou:

— Ai meu cu, cara! Você tá me arrombando! Estou todo aberto.

— Quer que eu pare? – Perguntei irônico.

— Claro que não, me fode do jeito que você quiser.

Diante deste pedido, fiquei em cima dele como se fizesse flexão e soquei a rola em seu cu. Entrava e saía do rabo do moleque de tal maneira que, às vezes, achava que ia abrir ele ao meio. Depois de alguns minutos socando como um animal, ouvi ele dizer, quase gritando:

— Eu vou gozar, cara!

— Goza neném! Goza com o pau do seu macho atolado no cu.

—Ahhhhhh! Estou gozando, cara!!!

Senti seu cu se contraindo várias vezes e comprimindo meu caralho que não aguentou e jorrou muita porra dentro daquele buraco que estava pegando fogo. A camisinha ficou cheia.

— Caralho moleque, como você é gostoso! Há tempos não gozava assim tão intenso.

— Eu também! - Disse ele, me dando um sorriso amplo e sincero.

Beijei aquela boquinha várias vezes e fomos tomar banho. Como já era tarde, o convenci a dormir em casa e ir direto pra faculdade no dia seguinte.

Dormimos de conchinha, apesar do calor. Fiz muitos carinhos nele durante a noite. Ele acordou cedo, vestiu-se e, antes de sair, me disse baixinho:

— Foi incrível a nossa noite! Nunca pensei que uma vingança pudesse se transformar numa coisa tão boa.

Ele continuou falando comigo nos dias seguintes e, pra minha surpresa, o namorado dele me ligou dias depois, meio puto da vida por eu ter comido ele e o namoradinho. Ouvi as queixas dele e apenas respondi:

— Cara, agora vocês têm mais uma coisa em comum: Os dois deram o cu pra mim e gostaram.

Ele desligou puto e nunca mais falou comigo. O Almir ainda me procurou e disse que se eu quisesse ele largaria o Carlos pra ficar comigo, mas eu o aconselhei a fazer as pazes com o namorado.

A vida tem coisas incríveis e inusitadas ao mesmo tempo. Um fato desses é quase inacreditável. É como uma crônica perfeita.

*****

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Conto Registrado no Escritório De Artes e protegido pela Lei 9.610 de Fevereiro de 1998. Proibida a reprodução sem autorização do autor.

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Foto de perfil de Tito JCTito JCContos: 164Seguidores: 526Seguindo: 55Mensagem "Eu sempre sonho que algo gera, nunca nada está morto. O que não parece vivo, aduba. O que parece estático, espera". Eu li esse poema, aos 15 anos e nunca esqueci, essas palavras me definem muito. Sou um cara vivido, que gosta de ler, escrever, cerveja gelada e gente do bem. Chega aí!!! Vamos curtir as coisas boas da vida. Gosto escrever histórias curtas e envolventes, nem sempre consigo. Dificilmente escrevo contos em vários capítulos, gosto de dar a conclusão logo para o leitor. Na minha modesta opinião não existe escritor sem leitores. Por isso me dedico a oferecer sempre um bom produto para quem tira um tempinho para ler um texto meu. Quer saber mais sobre mim, é só perguntar. Abraços a Todos!!!😘😍🥰

Comentários

Foto de perfil de Syd Barrett

Que vingança gostosa. 3 estrelas é pouco 👏🏻👏🏻👏🏻

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Olá meu amigo, é sempre um prazer ler seus contos maravilhosos. O tesão vai a mil. Até lembrei que durante um tempo comi o marido e a esposa sem que ambos soubessem, não foi por vingança era puro prazer e desejo mesmo. Forte abraço e bom final de semana.

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Foto de perfil de Supures

Como sempre, um ótimo conto.

Você é safado na medida certa, um puto que não dispensa a oportunidade de dar e receber prazer.

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Foto de perfil de Jota_

Tito, fico bobo como você é um safado que não nega fogo!! Hahaha você é um ímã pra esses novinhos, pqp, que coisa boa demais haha

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