O Quintal de Maria " Continuação"

Um conto erótico de Neto
Categoria: Heterossexual
Contém 433 palavras
Data: 30/08/2025 02:29:02

Eu estava ali, escondido entre as folhas, sem piscar, o corpo em brasa só de ver Maria molhando-se no tanque. Meu peito subia e descia rápido, o pau já duro dentro da bermuda. Foi quando ela parou de jogar água, ergueu o rosto e, como se tivesse sentido minha presença, olhou direto na direção da cerca.

Meu corpo gelou. Pensei em correr, mas não consegui. O olhar dela me prendeu. Maria não parecia brava, muito menos assustada. Pelo contrário… havia um sorriso discreto nos cantos de sua boca, um brilho nos olhos que eu nunca tinha visto.

Ela largou a bacia, ajeitou o vestido molhado que colava em seu corpo e caminhou devagar até a cerca. Cada passo fazia meus joelhos tremerem. Quando parou a poucos metros de mim, falou baixo, com voz firme e doce ao mesmo tempo:

— Você acha bonito espiar mulher tomando banho, menino?

Engoli seco. O “menino” me feriu, mas ao mesmo tempo atiçou algo dentro de mim. Respondi com a coragem que não sabia de onde veio:

— Não consigo evitar, madrinha… você é linda demais.

Ela arqueou a sobrancelha, surpresa pela ousadia. Ficamos nos encarando em silêncio, só ouvindo o canto das cigarras e a água pingando no tanque. Então, Maria passou a mão no cabelo molhado, inclinou a cabeça e murmurou:

— Você já não é mais criança, né?

Dei um passo à frente, encostando na cerca de arame, o pau pulsando na bermuda.

— Tenho dezoito, Maria. Eu sei o que quero.

O ar ficou pesado. Ela mordeu os lábios, respirou fundo e, num gesto lento, puxou o decote do vestido, revelando o início dos seios úmidos. O coração quase saiu pela boca.

— Então mostra que sabe… mas sem fazer barulho. — sussurrou.

Atravessei a cerca em segundos, o corpo tomado pela adrenalina. Quando fiquei diante dela, Maria encostou a mão no meu rosto, estudando cada traço, como se ainda lutasse contra o impulso. Mas logo seus dedos desceram até meu peito, e depois mais abaixo, encontrando a rigidez por baixo do tecido.

— Meu Deus… — ela gemeu baixinho. — Que perigo…

Não aguentei mais. Segurei sua cintura, puxei-a contra mim e nossas bocas se encontraram num beijo quente, molhado, cheio de anos de desejo guardado. O gosto da água e da sua pele misturava-se ao sabor proibido daquela paixão.

Enquanto minha língua explorava a dela, minhas mãos desceram para o quadril farto, sentindo o vestido molhado grudado no corpo. Ela gemeu contra minha boca e apertou meu pau por cima da bermuda, arrancando um suspiro de prazer.

O quintal parecia pequeno demais para conter a tensão que explodia entre nós.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Amor a Moda Antiga a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários