INICIANDO O AMIGO DO MEU MELHOR AMIGO
As mensagens do celular do Zé não paravam de voltar na minha mente, não conseguia acreditar que tinha me declarado para ele em um momento íntimo nosso e que antes disso ele estava com ela. Não poder dizer nada era a pior parte, tipo desde o inicio Zé já havia frizado varias vezes que nunca teriamos algo mais serio, mesmo assim saber que estava sendo apenas um sexo para ele me magoava um pouco, pois no meu caso o sentimento era real.
Não podia confronta-lo no meu estado e sabia que era uma questão de tempo até que ele percebesse que estava sem celular e viria atrás de buscá-lo então aproveitei que minha mãe já estava acordada fazendo café na cozinha e pedi para que caso ele aparecesse ela entregasse seu celular, para evitar de encontrá-lo fui mais cedo para escola. Realmente precisava de um tempo longe dele para pensar e também não acabar estragando até a amizade colorida que tínhamos.
Assim que encontrei com Carol — minha amiga e confidente — corri para abraçá-la e desmoronei nos seus braços, chorava tanto que cheguei a soluçar. Carol muito paciente me levou até nosso lugar reservado ao lado da quadra para poder conversarmos e entender melhor o que tinha me deixado daquele jeito.
— Carol ele ainda está com ela — falei entre soluços.
— Como assim ele não te falou que tinha terminado? — Nem ela pareceu acreditar.
— Eu vi as mensagens no celular dele, ele estava com ela antes de me buscar ontem na casa do Diogo.
— Calma Fabim, o que você foi fazer na casa do Diogo? — Esqueci que ela não sabia de todo o contexto então comecei a explicar.
— Ontem eu fui pro racha deles.
— Fabim! — Ela já havia me advertido que isso daria merda.
— Escuta, por favor não me julgue — estava me esforçando para parar de chorar até tomei um gole de água da minha garrafa.
— Tá bom estou escutando fala.
— Ontem fui ver o racha deles, daí o Diogo me chamou para ir beber na casa dele depois do racha.
— E você foi? — Carol já parecia mais curiosa do que brava comigo, menos mau.
— Fui porque você sabe — ela revira os olhos deixando claro sua opinião ao meu plano — pois é, o Zé não foi porque a mãe dele não deixa ele ficar até tarde na rua.
— Entendi, mas ainda não saquei porque você está acabando de chorar.
— Calma, vou chegar lá — ela já está meio impaciente e não posso julgar se fosse comigo também estaria, ainda mais que logo vai começar nossa aula.
— Tô ouvindo!
— Sim, o Zé não queria que eu fosse, mas o Diogo insistiu que me levaria para casa depois então não vi problemas — só de lembrar da noite com Diogo meu coração dá uma leve acelerada, ele tão lindo sendo super legal comigo, mas aí claro que me veio a imagem dele com outra nos braços.
— Continuar macho! — Carol me traz de volta a realidade.
— Sim, tá bom, eu fui com o Diogo e ele foi super legal comigo, até me deixou beber do copo dele.
— Nossa, então espera você realmente pegou o Diogo? — Carol me pergunta com os olhos arregalados.
— Não sua maluca, ele é hetero.
— E daí o Zé também não era? — Ela tem um ponto, mas não podia me deixar levar por uma vã esperança.
— Ele pegou uma outra garota que estava lá, o Diogo não me vê desse jeito, ele só é legal.
— Fabim, Fabim! por acaso você está se apaixonando por esse Diogo também? — ela parecia uma inquisidora com seus olhos faiscantes em busca da verdade.
— Você surtou, né Carol, eu gosto do Zé, já te falei! — Digo a repreendendo e também tentando me convencer de que realmente só achei o Diogo um cara legal.
— Se você diz, só que não é o que está parecendo.
— Só para você saber o Diogo levou essa mesma garota — e sem querer ou até mesmo perceber digo a palavra garota com um certo desdém — pro quarto dele, nessa mesma hora o Zé simplesmente apareceu para me buscar falando que estava com saudades e preocupado comigo.
— E você caiu nessa? — Ele pergunta incredula.
— Carol!
— A amigo, sei lá, tipo você tinha acabado de se ver, que saudades são essas — mais uma vez ela tem um ponto, mas quando gostamos de alguém nos apegamos a toda pequena esperança de dar certo.
— Como ele foi me buscar eu acabei indo com ele.
— Sem se despedir do Diogo?
— Ele estava ocupado fodendo aquela oferecida — dessa vez não consigo segurar meu recalque com a garota, a pobre nem merece, até porque além de ser muito gata nem a conheço para saber se ela é mesmo oferecida ou não.
— E você não quer nada com o Diogo! — Carol se enche de ironia até fazendo um biquinho.
— Pow Carol!
— Tá bom, parei, só que amigo é no mínimo estranho e eu bem que te avisei que esse negócio de se aproximar do amigo do Zé para fazer ciúmes a ele não iria funcionar.
— Mas até que funcionou, afinal de contas ele foi me buscar — digo tentando não me desapegar do fio fino e frágil de esperança que ainda alimentava.
— Fabim, você não acabou de me dizer entre soluços até que ele estava com a supostamente ex dele antes de te buscar.
— Mas ele poderia ter ido para casa ou até mesmo ficado na casa dela porque ele já tinha avisado a mãe dele que iria dormir na minha casa — e foi assim, quando as palavras saíram da minha boca todas as partes desse quebra cabeça se encaixam e olhar da Carol só confirmou que não estava viajando.
A manhã pareceu quase não passar, tinha tanta coisa na cabeça que nem me liguei muito nas aulas. Na volta para casa passei em frente uma lanchonete que fica quase na esquina do minha escola e acabei vendo o Diogo lanchando lá com uns amigos, ele estudava em outra escola mais ou menos perto da minha — tá não tão perto, mas não julgo eles terem vindo comer ali, pois os salgados são maravilhosos. — De farda ele estava mais gostoso, a blusa polo branca com o símbolo da escola dele lhe caia muito bem, ainda mais com os braços apertados nas mangas, porém o tesão mesmo era a calça jeans apertada que ele usava que valorizava demais suas coxas maravilhosas — sabia que não tinha nada haver gostar do Diogo pois nunca teríamos nada, mas olhar não arranca pedaço!
Pensei em passar direto tentando não ser visto por ele, mas quando seus olhos verdes me encontraram ele se saiu dos amigos e veio até mim, minhas pernas travaram e só consegui ficar parado, ele estava com um sorriso gentil no rosto, porém era meio perceptível que algo o incomodava.
— Tu foi embora ontem como Fábim? Devia ter me chamado pow — não pensei que isso pudesse chateá-lo.
— Eu fui só, não estava com nada de valor e você estava ocupado — achei melhor não contar sobre o Zé ter ido me buscar.
— Desculpa, mas cara era para ter falado comigo ou com o Lucas.
— Atá, você teria parado de me meter para me deixar? — Perguntei de forma irônica.
— Teria, já que te falei que te levaria para casa — pela forma que ele falou parece não ter notado minha ironia ou só ignorou mesmo, mas o que me pegou foi que ele tinha acabado de dizer que deixaria a gostosa amiga dele no quarto só para ir me deixar — quer um salgado?
— O que? — Ainda estou meio à deriva pela sua resposta.
— Um lanche, vem comer, com a gente.
— Eu tô de boas, não trago dinheiro para escola — respondi seu jeito.
— Que isso Fábim eu pago, afinal estou te devendo por ontem.
Diogo me passava uma sensação boa sendo gentil comigo, tipo me fazia pensar que éramos amigos a muito tempo, mesmo que não fossemos, na realidade eu sabia muito pouco sobre ele, só que nada disso parecia importar para nenhum dos dois. Na mesa com ele tinha seu primo Lucas, e mais alguns amigos — uns dois acabei reconhecendo de ontem na casa dele — eles falavam de futebol, não sei quase nada desse esporte então acabei ficando mais focado na minha coxinha do que no assunto deles. Diogo me encantou de relance e notou que não tinha espaço para mim naquela conversa então voltou sua atenção para mim.
— Ei Fabim, vou te acompanhar até em casa porque fiquei de jogar com o Zé — estranhei já que ele ainda estava até de farda, mas estranhamente não queria me despedir dele ainda então aceitei sua oferta.
Seus olhos maravilhosamente verdes me encaravam de uma forma diferente hoje, no caminho para casa me peguei com um pouco de vergonha, Diogo tem uma forma de olhar provocante, é como se ele visse mais do que parece. Ele também é um cara muito confiante e gostoso, não existe uma falsa modestia da sua parte, Diogo é um gostoso e sabe disso, acho que é o que mais me atrai nele além do seu jeito doce comigo.
Quando chegamos na minha casa sinto um leve aperto no peito, não queria me despedir dele, mas também não sei se estou pronto para falar com Zé — Diogo está indo para lá também então não teria nem como conversarmos sobre ontem — estou me preparando para me despedir quando ele me surpreende perguntando se posso lhe dar um copo d’água.
— Claro, sobe aí — ele me acompanha para dentro de casa, minha mãe a essa hora já saiu para trabalhar então não tem ninguém em casa.
Levo ele até a cozinha e não sei explicar, mas estando sozinho com ele pela primeira vez desde que nos conhecemos sinto que o Diogo parecia sem jeito, ou desconfortável, é estranho pois toda a confiança que ele exalava até agora deu margem para um Diogo mais tímido e ao mesmo tempo com seus olhos verdes me encarando com curiosidade.
— Fabim, posso te fazer uma pergunta? — Ele diz quando lhe entrego o copo com água.
— Você já está fazendo — rimos por um breve momento, isso parece desconstruir o clima que estava se formando — pode fazer!
— Tu já ficou com outro cara, Fabim?
Diogo escolheu cada palavra e as dissesse quase que sussurrando, mesmo assim seus poderosos olhos verdes não desgrudaram dos meus nem por um segundo, já dentro de mim se acenderam milhões de luzes, não sabia o que pensar nem o que responder, entrei em pânico dentro da minha cabeça, mas ele ficou em pé lá na minha frente esperando por uma resposta. Percebendo meu constrangimento ele mudou sua postura ficando ainda mais tímido e se apressou em me pedir desculpas.
— Desculpa, bobeira minha não quis te ofender, é só que às vezes você parece meio delicado.
— Já sim, com um primo — jamais exporia o Zé, mas senti no meio peito que tinha que falar a verdade para ele, então mesmo tremendo dos pés a cabeça me esforcei para que as palavras saíssem.
— Tu ficaria comigo? — Caralho, meu coração quase saiu pela boca, sua confiança parecia ter se restaurado, diante dos olhos verdes perigosos dele me vi como uma presa, isso me excitou de tal forma que meu pau ficou duro sem meu controle.
— Eu, e…eu não…sei — não sei o que me deu, mas fiquei gago com aquela situação — sim, acho que sim — aos poucos fui retomando o controle de mim mesmo e conclui — quer dizer, você é gostoso!
Antes que eu conseguisse formular mais uma frase sem tremer ou me perder nas palavra ele me puxou para um beijo, Di era confiante e seu beijo em nada decepcionava, retribui seu beijo ainda sem acreditar que meus lábios estavam nos dele e que nossas línguas dançavam em um ritmo muito próprio, passei meus braços por seu pescoço e ele me segurou pelos quadris, Di era mais baixo e mesmo assim nossos corpos pareciam feitos um para o outro em um encaixe perfeito.
— Eu nunca fiz isso, mas quero experimentar com você — sua voz rouca penetrou lá dentro do meu ser, se isso fosse um sonho queria nunca mais acordar.
Estava em choque sem conseguir responder, por um lado pensava que precisava disso para meio que me vingar do Zé ter me enganado, mas no fundo sabia que tinha algo muito maior que minha raivo do Zé, sabia dentro de mim que desejava o Di desde que vi seus olhos verdes em mim, ali no quarto do Zé quando nos falamos pela primeira vez, foi ali, exatamente ali que me tornei sua presa. O levei até meu quarto segurando sua mão forte e quente, ele me seguia sem dizer uma palavra, porém sem mostrar nenhum sinal de excitação — Di queria está ali tanto quanto eu e isso tornava tudo mais real.
Com as pontas dos dedos toquei a barra da sua farda, olhei para ele esperando uma confirmação, ele sorriu e fez que sim levemente com a cabeça. Comecei a tirar sua camisa bem devagar — puta merda! Seu abdômen me fez perder o fôlego — depois de passar uns segundo contemplando seu peitão suculento e totalmente pelado fui me ajoelhando, os únicos pelos que Di possuíam não poderiam ser mais perfeitos, eles formavam um lindo e convidativo caminho do pecado. Debaixo do seu olhar de macho minhas mãos trabalhavam com agilidade para tirar seu cinto e abrir sua calça. Meu coração quase parou de novo quando vi sua cueca preta recheada com um pau muito grosso e bem marcado.
O cheiro de macho preenchendo meu quarto me fazendo alucinada de tanto prazer, enfiei minha cara no seu volume para poder sentir cada parte de sua fragrância sedutora, suas mãos agarram meus cabeços, depois disso o safado passou a sarrar meu bulge no meu rosto. Ele estava curtindo enquanto a mim nem se falava, era tanto tesão que meu pau chegava a doer de tão duro dentro da minha calça. Quando minha ansiedade não podia ser mais controlada, finquei meus dedos na barra da sua cueca, olhando do meu lugar de total submissão e com a voz o mais puta que me era possível pedir sua permissão.
— Posso?
— Deve! — Sua voz rouca mexia comigo de formas inimagináveis.
Finalmente despindo ele da última peça de roupa que faltava sua pica saltou imponente para fora da cueca me fazendo lamber os lábios de tanta fome do seu pau. Di tinha ali meio tortinho da esquerda um belo instrumento de uns dezesseis centímetros com uma grossura que chegava a não caber na minha mão. Sua rola era mais perfeita do que tinha imaginado — a do Zé poderia até ser maior, mas algo me dizia que em nada a do Di ficaria devendo quando ele começasse a soca em mim.
Segurando seu pau e meu cabelo ele me guiou direto para sua ereção, seu pau era cheio de veias, branquinho com a cabeça bem rosada. Por sorte a minha e dele já tinha uma certa experiência mamando rolas grandes e grossas então cai de boca no Di mostrando todo o meu talento como se minha vida dependesse disso. Chupava com tanta vontade engolindo por inteiro até engasgar e depois repetia o processo.
Mesmo suada aquela pica ainda era a mais gostosa e limpinha que já tinha provado — bem era a terceira rola que eu colocava na boca então não tinha tanta referência assim, mas pela minha experiência era sim a rola mais gostosa que já tinha provado. — Di gemia alto aproveitando bem o carinho que lhe fazia, sentia seus pentelhos ralos no meu rosto quando colocava-o por inteiro na boca, nossa o cheiro dele foi o que mais mexeu comigo ali, tudo no Di parecia afrodisíaco e me despertava um tesão maluco. Agora entendi como ele consegue comer tanta gente.
Di passou a foder minha boca me fazendo engasgar com seu volume, eu estava amando ser tratada como sua putinha, nossa os olhos verdes ainda cheios de curiosidade, mas também de um brilho que até então não conhecia, era como se com um olhar ele conseguisse me tomar como seu, não tinha nada que ele me pedisse ali que eu não faria sorrindo e satisfeito, batendo com a pica pesada na minha cara me passava um recado bem fácil de entender, ele era o macho e eu sua putinha, para a sorte de ambos estava amando meu lugar naquela equação deliciosa.
— Puta que pariu! Tu chupa melhor do que qualquer mina que eu já comi — ouvir aquilo só me fez chupar mais e com mais vontade.
Percebendo que minha boca estava cansada Di me puxou para outra sessão de beijos, isso foi muito louco para mim, pois tanto meu primo quando o Zé tinham um certo receio de me beijar depois que eu os chupava, mas o Di não, simplesmente não tinha nenhuma resistência vindo dele, meus braços eram tão fortes que me faziam me sentir seguro neles, me apertando com força minha bunda e me fazendo gemer na sua boca ele se mostrava dominante a cada ação sua.
Ele me ajudou a tirar minha camisa e depois me deixou de bruços na cama, em um movimento rápido e até um tanto bruto — que me fez gostar ainda mais dele — baixou minha calça expondo meu rabão empinado. Sinto em seguida o peso do corpo em cima de mim, com seu pau muito bem lubrificado pela minha baba roçando na minha entrada, pincelando seu pau grosso e no meu cuzinho que a essa altura piscava loucamente pedindo para ser arrombado.
— Posso te comer? — Suas palavras me pegaram totalmente de surpresa.
Tipo ele me dominou desde o início, mas ainda sim tinha acabado de pedir para meter em mim, isso me mostrava que mesmo sendo um macho ele ainda tinha algum respeito por mim, se já queria que ele me arrombasse antes, depois disso minha única resposta possível foi empinar meu rabo fazendo com o que a cabeça rosada e babada da sua pica encaixasse perfeitamente no meu cuzinho apertado e quentinho.
— Faz comigo o que você quiser — pronto, depois disso ambos sabemos nossos limites, dalí para frente tudo estava permitido.
Dando carta branca para o Di que se soltou ainda mais, ele começou descendo pelas minhas costas até meu cuzinho e de uma forma totalmente sem aviso começou a me fuder com sua língua, enquanto separava bem minhas nádegas com suas mãos fortes deixando o caminho para sua língua me foder. Nunca tinham feito isso comigo antes, o prazer que isso me deu foi surreal, Ele se deliciava com meu rabo de uma forma que ninguém tinha feito antes, saber que ele era o primeiro me dava um quentinho no coração e nem sabia porque, só parecia certo que fosse ele linguado meu cuzinho e não outra pessoa.
— Mete em mim Di, não aguento mais esperar, quero te sentir — suas linguadas me deixaram tão relaxado que sabia que era arriscado nem sentir dor só prazer.
Diogo me virou e com suas mãos segurou minhas pernas me deixando bem aberto no frango assado — parecia até que ele tinha adivinhado que essa é minha posição favorita, — pincelando seu pauzão no meu buraquinho, me fazendo ter espasmos de tessão, ele meteu a cabeça, doeu, porém nem tanto, não sei explicar mais sabe quando a rola e dura mas encaixa de uma forma que você tem que se segurar muito para não gozar sentindo ela entrando e saindo de você, ele foi aumentando o ritmo a medida em que percebia que meu cu estava pronto para recebê-lo e nossa ele me comia com força do jeito que eu amo dar, depois de algumas metidas ele tirou e esporrou em cima de mim, gemendo alto e tremendo a cada jatada que soltava me banhando com sua porra farta, foi tão forte que pegou no meu peito e no meu rosto.
Banhado pelo seu semem fiquei deitado esperando que ele saisse de cima de mim — embora quisesse que ele ficasse ali para sempre — Di me surpreendeu mais uma vez deitando sobre mim sem se importar de se sujar também e me beijou, sua lígua levando sua propria porra para minha boca compartinhando o gosto agridoce comigo, esse foi o beijo mais gostoso que já dei na vida e foi também a unica vez que alguém conseguiu me fazer gozar só me beijando.
— Você está perto de gozar? — Ele me perguntou sem saber que já estava com minha porra misturada a dele.
— Eu gozei já — disse, mas ele pareceu não acreditar então segurou meu pau que ainda estava duro e começou a me masturbar.
Fechei meus olhos para curtir a mão amiga que ele estava me fazendo, mas tomei um susto quando senti o calor da sua boca no meu pau — Di o macho mais comedor do meu bairro, o macho mais gostoso que eu já conheci na vida tava me chupando, era a primeria vez que meu pau entrava na boca de alguém e não era qualquer pessoal, era o Di, porra isso me deu um tesão que até então não conhecia ou siquer sabia que poderia ter.
Eu tinha dezessete centímetros e também era meio fino. cheguei a avisar que estava prestes a gozar mais ele continuou, então gozei na boca dele, Dí cuspiu uma parte porque gozei muito e voltamos a nos beijar com o gosto da sua porra e da minha se misturando em nosso beijo, levamos uns cinco minutos até eu recuperar a força nas pernas e tomamos banho juntos, nos beijamos mais e trocamos uma mão amiga, até seu pau ficar duro de novo e ele me comeu no chuveiro, gozou dentro de mim, ele parecia ter um estoque infinito de porra, pois todas as vezes em que ele gozava era com fartura.
— Fabim, eu gamei no seu cuzinho, eu já tinha tara na sua bunda e agora que sei que tu chupa assim quero te comer sempre — meu corpo tremeu só de pensar que ele estava me dando aval para transarmos de novo, quase arranquei a toalha dele ali mesmo e dei para ele de novo.
Eu só conseguia sorrir feito bobo e concordava com a cabeça, enquanto ele se auto proclamava meu macho e único dono do meu cuzinho entre um beijo e outro, depois de um tempo ficando na cama com ele o Di se vestiu e foi para casa, mas antes de sair me deu mais um beijo de tirar o fôlego e me chamou para dormir com ele na casa dele, sério só conseguia pensar que se aquilo era um sonho não queria mais acordar.