Faíscas no Quintal e a Polarização que Ofusca os Olhares
Eu sempre fui o cara do equilíbrio, o isentão que os amigos não deixam em paz. “Emerson, o santinho, não bebe, não fuma e não mete”, Edvaldo e Valdo zombavam, rindo alto enquanto misturavam cachaça com cerveja na chácara de Edvaldo, o bolsonarista casado com Ritinha. Valdo, lulista fervoroso, casado com Camila, completava: “Quer um leite ou um suquinho de laranja, Emerson? Pega lá, amor, para o nosso isentão?”. Eu dava um sorriso forçado, mas por dentro aquilo me irritava – malhava todo dia, mantinha o corpo em forma, e mesmo assim era o alvo das piadas dos gados cachaceiros. O final de semana na chácara prometia descanso, com ar fresco e piscina, mas virava campo de batalha política. Edvaldo e Valdo, já altos, entre truco e bilhar, transformavam qualquer conversa em debate. Lula versus Bolsonaro. “Mito!”, Edvaldo gritava. “Pai dos pobres!”, Valdo retrucava. Eu tentava equilibrar: “Edvaldo, as rachadinhas não são boato, e Valdo, o mensalão não vira pó com discurso. Lula só está solto por causa dos filhos do Bolsonaro. Todos são lixo”. Eles desviavam, justificando JBS, desvios de verba, qualquer escândalo, como se tudo fosse invenção, enquanto Ritinha e Camila, relegadas à cozinha, limpavam e cozinhavam, quase apagadas.
Desde o primeiro dia, o calor do interior trazia algo além do sol. Eu usava um calção leve, sem cueca por descuido, e o tecido fino marcava o volume, a glande desenhando-se sutilmente quando eu caminhava pelo quintal, carregando lenha ou arrumando cadeiras. Eu não imaginava o que isso iria causar... Enquanto passava pela janela entreaberta da cozinha, ouvi Ritinha e Camila cochichando, panelas tilintando ao fundo. “Você viu isso?”, Ritinha murmurou, voz abafada mas carregada. Camila riu baixo, dando um tapinha no braço dela: “Sossega, amiga, está olhando demais”. Ritinha insistiu, quase inaudível: “Mas... olha só, é de tirar o fôlego”. Camila riu de novo: “Para, sua safada, foca nas panelas”. As risadas ecoaram, e eu me afastei rápido, coração acelerado, tentando ignorar o calor que subia, mas o ego inflava, o pau reagindo no calção. Mais tarde, pela fresta do vitrô do banheiro, vi Ritinha trancada lá dentro, mão entre as coxas, gemendo baixo, a voz ofegante: “Emerson, desgraçado, acabou com minha moral de esposa...”. Dedos circulando o clitóris inchado, corpo tremendo contra a parede. Saí dali, culpa e tesão embolando, resistindo ao impulso de pensar mais.
A disputa entre elas crescia em gestos e olhares. Enquanto eu ajudava no churrasco, Ritinha roçava o quadril no meu ao passar com uma travessa, o vestido leve grudando na pele suada. Para mim, até então, era acidental. Camila, não ficando atrás, insistia para que eu provasse seu molho, os dedos demorando na minha mão. “Prova o meu, Emerson, está di-vi-no!”, disse com um sorriso carregado de intenções. Ritinha retrucou: “O meu está suculento, Emerson, vem provar. Vem”. Eu desviava, rindo: “Para com isso, as duas são ótimas, relaxem”. Mas por dentro, o conflito moral apertava – lealdade aos amigos, risco de magoar famílias, e ainda assim o volume no calção me traía. Eu lutava para manter o controle, mas até essa rivalidade já começava a ser interessante.
Sussurros que Incendeiam e o Conflito que Trava por Dentro
A tarde queimava, o sol castigando. Edvaldo e Valdo, bêbados, rivalizavam na varanda sobre “fake news” e “perseguição”, tentando ganhar no grito, enquanto eu rondava o quintal, fugindo do bate-boca. Perto da janela do quarto de hóspedes, ouvi Ritinha e Camila de novo, vozes abafadas: “Ele é tão na dele, mas... você viu o jeito que ele se mexe?”, Camila sussurrou. Ritinha riu, nervosa: “Sossega, amiga, sossega... seu marido está ali”. Camila insistiu: “Mas dá um calor, né? Aquele calção...”. Elas riram baixo, concordando, e eu me afastei, coração batendo forte, tentando apagar a imagem delas falando de mim.
Na cozinha, Ritinha me encontrou sozinho, mexendo o feijão, o cheiro de alho frito misturando-se ao suor dela, um aroma agridoce que me envolvia. “Como você aguenta esses dois, Emerson?”, perguntou, se aproximando, o vestido colando nas curvas. Mantive distância: “Só equilíbrio, Ritinha, já estou acostumado”. Camila entrou: “Ei, Ritinha, já está grudada no isentão, né?”. Ritinha riu: “Ciúme, amiga? Ele só quer meu feijão”. O risco se formava, sutil. Edvaldo gritava lá fora sobre rachadinhas, a criançada corria pelo quintal, amigos riam. Ritinha se aproximou mais, colher na mão: “Prova isso”. Seus dedos roçaram meus lábios, e eu recuei: “Ritinha, o que é isso? Seu marido está ali, doida!”. Ela hesitou, olhos baixos: “Eu sei, mas... quem está vendo?”. Insisti: “Seus filhos podem entrar e ver, como fica?”. Sua mão ficou sobre o meu braço, o calor dela me queimando. Eu quase cedi, mas parei, respirando fundo: “Não posso”. Ela se aproximou ainda mais, o peito roçando no meu, e murmurou: “Só um toque... sem maldade... ninguém precisa saber”. O conflito me rasgava – lealdade, culpa, desejo latejando, membro pulsando. A porta da cozinha estava entreaberta, vozes lá fora. Ela trancou com um clique sutil, e eu, tremendo, cedi aos poucos, beijando-a com hesitação, o sabor de tempero na boca dela. Sua mão desceu pelo peito, pelo abdômen, roçando o volume no calção, o zíper abrindo devagar, o som ecoando no silêncio. “Que pauzão veiudo... Meu pai amado”, sussurrou, ajoelhando, a língua quente na cabeça sensível, garganta apertada sugando, coração a milhão. O risco pulsava – passos na varanda, risadas próximas. Levantei-a contra a pia, o mármore frio nas mãos, entrando na buceta, o molhado quente envolvendo, textura macia, aroma de excitação misturando-se ao da comida. “Devagar, vamos ver se você é neutro mesmo, me fode quieto”, gemia baixo, unhas cravadas no meu braço. Não aguentei aquele rabo e dedilhei no cuzinho, ganhando acesso ao anal, lubrificando com saliva, o aperto intenso, dor e prazer colidindo, suor pingando, cheiro de sexo cru. “Arromba esse cu safado”, implorava, mordendo o lábio para abafar. Pausávamos a cada som, sustos, corpos colados, coração na boca. Gozei forte, jatos quentes, ela tremendo, pernas bambas, clitóris inchado na minha mão. Nos recompusemos aos poucos e saímos ofegantes, culpa esmagando: “Isso foi um erro”, murmurei, e ela assentiu, olhos úmidos, com um brilho de satisfação.
Frestas que Revelam e o Desejo que Se Infiltra no Risco
A noite caiu, a piscina refletindo o luar. Edvaldo e Valdo jogavam bilhar, gritando sobre JBS e mensalão, alheios ao resto. Rondando o quintal, parei perto do quarto de Camila, a fresta da janela deixando passar sua voz, Valdo roncando ao lado: “Emerson, filha da puta... desculpa, amor, mas... Emerson”. Dedos enfiados na buceta molhada, gemidos abafados no travesseiro, corpo se contorcendo. Saí dali, tesão e culpa me rasgando.
Camila me encontrou na beira da piscina: “Fugindo dos chatos?”. Ritinha passou ao longe: “Ei, Camila, deixa o Emerson em paz”. Camila riu: “Relaxa, amiga, ele prefere quem sabe conversar”. A disputa seguia, inconsciente. Camila, insistindo sem justificar, me levou para trás da casa de banho, sombras cobrindo: “Só um papo, eu não mordo... a não ser que você queira”. Sua mão subiu pela coxa, e eu recuei: “Camila, isso é loucura, vão sentir nossa falta”. Ela hesitou: “Eu sei, mas... eles não nos enxergam”. Insisti: “E seus filhos? Se pegam, acaba com tudo”. Ela se aproximou, me interrompendo, lábios quase tocando os meus, respiração ofegante: “Só um beijo”. Eu ainda nem tinha processado direito a foda com Ritinha... O conflito me travava, mas o desejo venceu aos poucos; beijei-a, mãos tremendo, o calor dela me envolvendo. Ela abriu o calção, chupando: “Benza Deus! Que cacete delicioso, a cabeça parece um morango gigante!”. Sensações explodiam: boca quente, língua circulando, ela bicava o pré-gozo, paredes frias nas costas, vozes próximas. Explodi fácil! Ela parou, olhando nos meus olhos, engoliu tudo, a porra quente descendo pela garganta, gemido abafado enquanto lambia os lábios, puxando o que saía de volta para a boca com o polegar: “Que delícia, isentão”. Penetrei com força na buceta encharcada. O ritmo tão intenso que escapou e bateu na borda do cu, sentindo o leve susto dela: “Ai mesmo... Vai. Arrebenta esse rabo guloso”. Medos a cada som, suor pingando, espreita para não vacilar. Gozei de novo, profundo, ela convulsionando, unhas cravadas. “Foi errado”, murmurou, culpa evidente, enquanto o pau pulsava dentro dela.
A Manhã que Esconde e o Peso que Não Resolve
No último dia, o sol nascia, Edvaldo e Valdo, de ressaca, ainda insistiam: “Vem para o meu lado, Emerson”. Ritinha e Camila cochichavam, olhares maliciosos: “Você fodeu com ele ontem, hein?”, “Eu não, só se foi você”. Enquanto eles gritavam sobre “traição” política, eu carregava a ironia do que fiz, o desejo depravado e a culpa profunda entrelaçados, impulsos reincidentes sem resposta fácil. Arrependido? Não sei... Faria novamente? Com certeza. Não sou gado!