FELIPE E JULIANA - O ATAQUE (1)

Da série Juliana e Felipe
Um conto erótico de FELIPE
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 4296 palavras
Data: 29/08/2025 17:31:50

Quando chego em casa sou atacado – sim não tem outra palavra para descrever o que Juliana faz comigo.

Assim que abro a porta uma GOSTOSA NUA de 100 kg se joga em mim, fazendo com que eu solte minha bolsa para segurá-la. Sua boca já vai direto para a minha e suas mãos para camisa social, tentando soltar os botões e fazendo com que alguns se soltem em seu frenesi de deixar meu peito nu. Com MUITO esforço consigo dar alguns passos para frente e fechar a porta, para ser novamente empurrado, agora contra ela.

Suas mãos estão correndo por minhas costas, e seus peitos são esfregados nos meus. Meu pau que há 1 minuto estava quietinho, na dele, lá pendurado, agora está duro, fazendo com que a calça jeans me machuque. Ela se separa um pouquinho de mim, puxando meu lábio inferior com os seus, fazendo uma pressão perfeita, que não dói, mas é bem sentida.

Sua mão começa a abaixar pelo meu corpo e a lutar contra o meu cinto. Ela está tão descoordenada que está perdendo a briga, e conforme o cinto começa a ganhar, ela começa a rosnar – sim minha pequena e tímida submissa está grunhindo como um cachorro bravo que vai atacar, ou um pronto a montar uma cadela no cio.

Sem pensar muito eu a ajudo, abrindo meu cinto e o botão da calça, e ela abaixa meu zíper soltando um barulhinho feliz.

- Ju? – Pergunto “assustado” enquanto ela se abaixa, lambendo e mordendo o meu peitoral, indo a cada segundo mais devagar, como se quisesse me deixar doido. E a cadela está conseguindo

- Juliana?

Ela faz um “hum” com a boca, mas sem parar de me devorar. Quando ela já está de joelhos, com meu pau em riste na mão, ela olha para cima, com uma cara de safada e um sorriso de orelha a orelha.

- Posso Senhor? Por favor?

Ah, agora ela lembrou que eu sou seu Dono! Mas eu não tenho cabeça para falar nada, e apenas sinalizo que sim com a cabeça.

Ela começa a botar meu pau na boca, e em segundos ela está com o nariz na minha virilha. Geralmente eu preciso ir devagar para que ela me acomode inteiro, mas hoje a mulher está possuída. Ela fica parada alguns segundos, respirando e me cheirando. Sua mão começa a subir por minhas coxas, fazendo um carinho quase fantasma em seu caminho certeiro até minhas bolas.

Quando ela já está com as duas em uma mão, os olhos cheios de lagrimas e a outra segurando a minha bunda, ela inicia o boquete mais maravilhoso que eu já tive.

Ela lambe cada veia do meu pau, enfia sua língua na minha uretra, rodopia a cabeça, punheta enquanto sobe e desce nele. Tudo isso enquanto geme baixinho, vibrando ainda mais essa garganta apertada.

É algo primal, animalesco e surpreendente. Que faz com que uma dor conhecida se instaure na minha lombar, e se irradie por todo corpo, eu sinto em cada dedo, cada fio de cabelo, cada célula do meu corpo. Tudo está tenso, até que tudo se libera, e o prazer chega. Eu solto jatos e mais jatos de porra na boca dela, que se afasta o suficiente para que não vá direto para a sua garganta. A vadia quer reunir tudo na sua boca, como eu gosto.

Quando acabo, ainda sem saber direito quem sou, devido a força do orgasmo, ela me olha e começa a gargarejar minha porra, fazendo com que ela suba e desça em sua boca, que preencha cada cantinho dela, para enfim engolir. Que visão!

Eu deixo meu corpo escorregar pela porta, me sentando no chão, e espero que minhas pernas funcionem direito em breve. Ela continua ajoelhada, na minha frente, toda desfeita, com suor escorrendo pela testa, o cabelo todo desgrenhado – eu não percebi que estava segurando tão forte-, com lagrimas escorrendo por seus olhos, e porra no queixo, minha porra. A mulher mais linda que eu já vi.

Eu a puxo para mim, e ela sobe nas minhas pernas, coloca o rosto no meu pescoço e me faz cafune.

Não sei quanto tempo ficamos ali. Pelo menos até o chão deixar de ficar gelado, e meu pau parar de latejar de prazer.

- Boa noite – digo ainda meio ofegante

- Boa noite senhor – ela responde com uma voz rouca, de quem teve um pau atravessado profundamente na garganta. - Gostou? – pergunta soando meio insegura.

- Se eu gostei? Ruivinha, você sugou minha alma pelo meu pau

Ela começa a sorrir e eu aperto mais ela contra mim.

Quando eu consigo pensar direito, eu nos levanto e me sento no sofá.

- Ju, que boquete perfeito.

- Eu venho treinando senhor.

- Treinando? – pergunto um pouco surpreso e um pouco puto. Treinando como, por que e COM QUEM?

- Humhum, eu coloco o dildo com ventosa preso no espelho, e treino meus reflexos, para conseguir enfiar você todinho em mim. Eu tava com ele atolado agora pouco, para ficar relaxada e tentar te engolir. Eu consegui né?

- Sim, bebê, você conseguiu em segundos fazer meu pau sumir todinho dentro de você. Foi perfeita

- Obrigada! – Ela responde toda orgulhosa de si mesma. E com razão!

Eu começo a pentear seus cachos com os dedos, me perdendo na fartura de seus cabelos, e ela fica fazendo círculos nas minhas costas.

- Sabe, um homem pode se acostumar a ser atacado assim todos os dias

- Atacado?

- Humhum, hoje uma ninfa me prendeu em uma parede e faz meu pau se derreter de prazer

Isso faz ela gargalhar, e o som que sai dela, aliado a seu corpo se mexendo é o suficiente para que eu classifique este como um dos melhores momentos da minha vida.

- Eu te amo Felipe

- Eu te amo Juliana – digo nos levantando e indo em direção ao banheiro, para dar uma limpada na gente.

Eu a coloco sentada em cima da pia do banheiro, e com uma esponjinha molhada eu retiro toda a porra de sua boca e rosto, e faço um rabo de cavalo solto em seus cabelos. Depois eu me limpo com um paninho, e trago seu rosto ao meu para um beijo carinhoso. Coloco nele todo o amor que tenho por esta mulher e todo a gratidão que tenho por tê-la como minha.

- Eu fiz lasanha

- O que? Hoje é meu aniversário e eu esqueci? Lasanha e boquete?!?!?!? – finjo estar abismado

Ela ri enquanto pula da bancada e vai rebolando até a cozinha. A mesa já está pronta, a lasanha e o pão de alho em travessas bonitas, e os pratos de festa organizados, com um buque de flores no meio.

- Ju, sério, hj é uma data especial?

- Sim, hoje eu estou especialmente grata por ter você na minha vida Felipe.

Ah! Que vadia fofa!!

- Sabe está tudo quase perfeito – digo, e de proposito espero alguns segundos, só para ver a confusão se formar em seu rosto – a única coisa errada é cadeira demais. Você vai comer no meu colo Ju.

Ela começa a rir, e coloca um prato bem servido de comida, e se aproxima de mim. Eu coloco o vinho na minha taça, e me sento, para que ela em seguida me faça de acento.

Comemos tranquilamente, comigo dando garfadas e beijos nela na mesma proporção, e ela levando o vinho a sua boca e depois passando para a minha.

Alguns momentos depois que acabamos, ela começa a se levantar e eu a impeço, fazendo com que ela se sente na mesa a minha frente, com as pernas bem escancaradas.

- Sabe o que faria noite perfeita? – pergunto me aproximando de sua buceta arreganhada. Colocando o nariz a milímetros de seu clitóris e inalando seu cheiro profundamente.

- O que? – pergunta um pouco sem ar. Eu dou uma lambida lenta e minuciosa em seu núcleo, juntando o máximo de umidade que consigo em minha língua, para então me levantar e dar um beijo nela, dividindo o sabor divino que ela tem.

- Se eu te desse um prêmio.

- Prêmio?

-É, uma recompensa por ser a puta mais gostosa do mundo.

- Qual.... o m.... meu..... prêmio? – Gagueja enquanto eu brinco com sua orelha e deixo meus dedos passearem por sua buceta. Só passearem, eu faço questão de deixar seu grelo intocado, e não enfio o dedo nela, eu apenas deixo meus dedos passearem por sua carne molhada.

- Tem uma coisa que você vem pedindo há um tempo, que você comprou lá da Alemanha.

- Você vai me ordenhar Felipe? Jura?

Nesta hora eu coloco as unhas em seu clitóris e a belisco. Faço questão de beliscar com as unhas um pedaço pequeno de carne, para que a dor seja grande. Ela grita, e sinto quando sua buceta piscar de dor.

- Você vai me ordenhar Senhor?

Dou uma mordida mais forte em seu lóbulo, e afago um pouco o botão judiado.

- Boa menina, tão perfeita para mim. Sim, eu vou te ordenhar. Mas antes você vai me contar o que eu fiz para merecer este tratamento surpresa.

- Não fez nada de especial, você sempre é especial Senhor, hoje eu só quis tentar te tratar como o senhor sempre me trata me pegando desprevenida e me dando muito prazer. Fiz errado? – ela acaba de falar e faz uma cara insegura e abaixa o rosto. Ela realmente acha que eu vou brigar pelo que ela me fez hoje?

Eu chego bem perto de sua boca, e lambo seus lábios, passando a língua de um lado para outro, mas sem entrar. Quando falo com ela, faço questão de que meu hálito saia bem perto do seu nariz – sei que isso faz a puta se derreter

- Você fez certo bebê, muito certo. Eu adorei ser surpreendido por você. Eu amei ver você engolindo meu pau inteiro em segundos, sentir suas mãos de fada trabalhando nas minhas bolas, seu aperto forte na minha bunda, sua língua pecaminosa.

- Posso fazer mais vezes?

- Humhum

Ela me olha delicadamente, colocando toda a submissão que tem em seus olhos vivos.

- Tive medo de você não gostar, de não curtir eu tomar a iniciativa tão agressivamente.

Agora é minha vez de colocar dominação em meu olhar

- Você pode tomar a iniciativa quantas vezes tiver vontade Juliana, e eu vou te fuder em todas elas. Você é minha submissa sendo embaixo de mim ou em cima, de joelhos, de quatro, amarrada, solta, o caralho a 4. Você é minha por dentro e por fora. E eu estou aqui para apagar o fogo desta buceta quente. Entendeu? Eu quero você agressiva ou dócil, contanto que seja você.

Ela acena lentamente, e eu pego seu queixo, segurando forte e forçando meus olhos e os seus a ficar na mesma altura.

- Entendeu Puta?

- Sim senhor.

- Só eu posso apagar este fogo Juliana. Você é minha. Diga

- Eu sou sua, só sua, e só você consegue apagar o meu fogo, só você é dono de mim.

Eu a recompenso com minha boca fechando seus lábios, dando uma mordida que coloca os dois dentro de mim, para então sugar e passar minha língua por eles.

Juliana na hora solta um gemido sofrido, do tipo que faz com que meu pau chegue a babar.

Eu me afasto e desço ela da mesa, a suportando até que suas pernas parem de tremer.

- Você já está limpa para mim?

- Sim senhor, meu bumbum está preparadinho

Dou um tapa nela, mais barulhento do que ardido

- Meu CU senhor, meu cu está preparadinho

Sou outro tapa, este mais ardido que barulhento

- Meu CU está limpo? Ele está limpo para ser fudido? Eu o deixei cheiroso para você poder fuder ele Senhor?

Eu a olho com aprovação e ela sorri.

Agora eu dou um selinho em sua boca, estou treinando-a para ser um pouco mais vulgar, ela precisa se soltar mais. Dou um tapinha fraco e indico que ela deve entrar no meu quarto.

- Estrela do Mar – digo em sua orelha, e a minha puta rapidamente corre para a cama, retira o edredom e se deita estatelada na cama. Ela sempre me surpreende com a facilidade que aprende as posições que eu quero. Ela até começou a nomear e numerá-las, e isso está sendo muito prático. Minha puta é organizada!

Eu entro no armário e volto com 4 algemas, me assegurando que seus braços e pernas não vão se soltar do dossel, uma venda de cetim e a caixa que ela mesmo me deu há alguns meses. Eu vou usar tanto a buceta dessa vadia que amanhã ela vai andar de perna aberta.

Começo por seus peitos, chupando e mamando em cada mamilo, me assegurando que eles estão duros feito pedra, para então colocar os cilindros bem apertados.

A máquina é um pouco desengonçada, com 2 cilindros grandes e 1 máscara que são ligados a um quadradinho por um fio transparente. Pelos botões eu consigo controlar a intensidade da mamada, e se vai ser constante – uma força só puxando – ou se vai simular um humano – puxando e soltando várias vezes.

Confesso que isso nunca foi um desejo meu, e que até tinha um certo preconceito com este trambolho. Eu gosto de desumanizar minhas putas, mas nunca gostei muito de as animalizar. Mas Juliana adora, cada menção que faço a ela ser um pet ela começa a sonhar. Até quando eu fiz que ela comesse pipoca como uma galinha a vadia gostou. Já me falou que seu maior sonho é ser uma ponygirl, mas que tem receio, por vergonha, por não ter o corpo atlético. Eu acho isso uma palhaçada. Seu corpo é perfeito para mim, e se eu quero uma potranca obesa, eu vou ter uma potranca obesa. Procurar como realizar esta vontade da minha puta já está na minha lista.

Por isso quando ela trouxe a ideia de ser ordenhada feito uma vaca eu não estranhei, mas quando ela trouxe a ordenha eu me surpreendi. Ela importou diretamente da Alemanha, e estes negócios são personalizados, e geralmente demoram uns bons messes para chegar, o que quer dizer que ou ela já tinha isso em casa (o que eu duvido), ou ela encomendou logo no início do nosso relacionamento.

A segunda opção me agrada mais. Demonstra que eu consegui transmitir confiança a ela, que estou obtendo sucesso na minha ideia de fazer com que ela se solte mais, tanto sexualmente como na vida. Ela é um furacão, com tantos desejos e vontades que fariam o mais depravado dos homens corar, mas ao mesmo tempo, é tímida e tem receio de expressar estes desejos e vontades.

Demorou 3 messes para fazer com que ela falasse CU, foram intermináveis tapas, conversas e afagos. Era até engraçado, uma mulher de 4, implorando para eu “furar seu anel”.

Por isso que quando ela me entregou a caixa, toda vermelha e envergonhada eu acatei o desejo dela instantaneamente. Estou há 2 messes esperando a hora certa de usar, de botar em prática todo o conhecimento que tive que buscar para isso.

Arrasto minha unha por sua barriga e dou uma lambida em seu umbigo, seguindo para a sua virilha. Lá eu sigo as instruções e passo um pano com álcool, para assegurar a limpeza da pele e aderência da máquina, e coloco a ordenha vaginal.

É uma máscara que parece de asma, que vai fazer com que toda a sua vulva seja sugada e fique inchada. Em alguns vídeos que eu assisti o clitóris ainda era amarrado com liguinhas de cabelo, fazendo com que a dor fosse maior, e consequentemente a sensibilidade quando solto. Mas eu não quero testar isso logo no nosso primeiro uso. Prefiro ser mais “conservador” e sempre subir as coisas gradualmente.

A máscara faz um barulhinho diferente e logo “sela” na buceta mais linda que eu já vi. Juliete está com uma depilação “artística”, que ela vem gostando de fazer cada dia mais, onde toda a virilha esta lisinha, com exceção de um F bem delineado bem no centro. Eu achei maravilhoso, gostei de ter uma marca nela, ainda que não seja permanente, sendo a parte principal o AINDA, porque se as coisas seguirem o curso que eu quero, essa potranca vai carregar muitas marcas minhas. E quem sabe eu tbm carregue uma dela.

O curso do meu pensamento me assusta, eu jamais achei que iria querer colocar a marca de alguém em meu corpo, ou marcar alguém, mas com ela isso m parece um desenrolar normal das coisas. Estamos a “pouco” tempo juntos, pouco menos de 1 ano, e eu já estou planejando as coisas beeeeem mais a frente. Eu quero que esta mulher me pertença de todas as formas, física, mental e quem sabe jurídica. Depois do meu divorcio achei que nunca iria querer me atar a mulher alguma, e agora eu penso que Juliana não é qualquer uma, ela é A MULHER que eu quero, a única mulher que é capaz de me ver em todas as minhas facetas, e além de me aceitar em todas elas, ela me AMA nelas.

Eu checo se a máscara está bem selada, e então me ponho a altura da sua cabeça, e começo a fazer um carinho em seu rosto.

- Ju, essa é a primeira vez de nós dois usando isso. Vou precisar que você seja bem sincera comigo. Eu já testei e tenho uma noção da força e velocidade desta coisa, mas se você começar a sentir algo de diferente, algo que não for gostoso, eu preciso que você me fale.

- Você testou?

- Claro. Eu nunca iria colocar algo em você que eu não soubesse como funciona.

- Mas testou como? – Pergunta baixinho, como se temesse que eu tenha testado em outra pessoa.

- Testei em mim.

Ela acena com a cabeça.

- Eu vou deixar 10 minutos ligada, fazer uma pausa de 5 e depois mais 10. É o que eu vi que é o setting inicial. O esperado é que você sinta uma pressão, que vai aumentando com o tempo. E que no fim, deve se transformar em latejação. Ele não deve arder ou doer, propriamente dito.

- OK

- Você me promete que se arder, doer, ou ficar estranho, vc me fala?

- Prometo

- Juliana, isso é importante. QUALQUER coisa diferente vc me fala. Eu pesquisei bastante, mas os vídeos não foram tão elucidativos quanto vc imaginaria. E os que era, eram em alemão

- Você podia ter pedido para eu traduzir para você – diz com uma risadinha

- Você fala alemão?

- Humhum

- Olha só, a minha PUTA é poliglota. Vou me esforçar para te fuder em todas as suas línguas

- Hum, você só quer fuder a minha língua – diz provocativa. Ah que mulher gostosa!

- Você sabe que eu fodo essa língua direto e direito PUTA, e que eu adoro quando ela trabalha em mim.

Vejo algo passar em seus olhos, um pensamento pecaminoso, e então ela fica mais vermelha que um pimentão

- Me conta o que passou por essa mente safada.

- Nada não senhor – com sua recusa eu faço cara feia e torno o meu carinho em seus cabelos um pouco mais forte.

- Não vejo a hora de você confiar em mim a ponto de se abrir. Mas a gente conversa sobre isso depois. Agora vamos trabalhar no seu prêmio

Eu a vendo, coloco a máquina para funcionar na velocidade baixa, com sucção fixa na vagina e alternada nos mamilos, e saio da cama por um instante. Eu vou silenciosamente até o banheiro e pegou o óleo que deixei esquentando em banho maria, um que aquece conforme é esfregado, aumentando mais a temperatura toda vez que é manipulado, e com gostinho de morango, e volto para o quarto.

- Você está livre para falar Ju, quero ouvir todas as suas reações.

- Ta

Com sua resposta, e a certeza de que ela não vai me falar se algo estiver errado, então vou ter que a observar como um falcão, eu começo a fazer uma massagem nela. Começo por seus pés, alisando e chupando cada dedinho antes de colocar o óleo e esfregar bem. Juliete começa a gemer e conforme eu vou subindo em seu corpo, ela vai rebolando cada vez mais.

5 minutos depois, sua buceta já está crescendo, e ficando cada vez mais rosada. É algo lindo de se ver, e eu queria muito tirar uma foto para guardar comigo. Mas na nossa última conversa sobre o assunto Juliete falou que AINDA não se sente confortável com isso, e eu fiquei muito contente dela ter exposto sua opinião no assunto tão facilmente.

Eu acabo a massagem exatamente no momento que a máquina faz a pausa. Juliete está com uma cara de puro prazer e rebola fortemente sob minhas mãos. Ela me mostra mais uma vez o porquê é necessário sempre usar uma algema acolchoada. Essa puta só fica quieta se eu fizer uma boa amarração nela.

- Como está indo?

- Meu mamilo parece que esta gigante senhor, cada vez que ela desinfla parece que levei um beliscão e quando infla de novo eu tenho certeza que levei o beliscão. Mas está bom, muito bom. Já a minha vagina está diferente, a pressão está parecendo que puxa ela de dentro para fora, continuamente. Como se tivessem colocado soro dentro, e estivesse infiltrando.

- O que?

- Quando o soro sai da veia senhor, e transfere para debaixo da pele.

- E isso é bom?

- É diferente, mas está sendo bom.

Eu volto a manipular seu corpo, fazendo o caminho de volta com o óleo, indo do seu pescoço a seus pés. Sei que ele está funcionando quando minha garota começa a suar, e seu rebolado começa a ser 360, ela está rebolando e quicando na cama. Seus gemidos estão mais fortes e cada vez mais escandalosos. Foda-se os vizinhos.

Quando acabo seu corpo, ainda tem 3 minutos de máquina, e eu decido ficar aproveitando em um local especial para mim, sua barriga.

Essa foi a primeira coisa que me chamou atenção quando eu vi a vadia. Estávamos conversando no bate papo, quando ela me mandou uma foto de bikini – logicamente escondendo o rosto – e a primeira coisa que atraiu meus olhos foi a barriga redonda e caída dela. Eu nunca tive fetiche por gorda e ainda não tenho, tenho Juliana’s Kink , mas a barriga dela me fez ficar duro. Na hora eu já pensei em todas as coisas que podia fazer com ela, coisas que até me surpreenderam – sim, sou um pervertido maluco, e quis colocar meu pau entre sua barriga e sua virilha, e fuder a dobra que existe ali (isso é algo que eu ainda não fiz, tenho receio de ser estranho demais, mas meu desejo não vai deixar quieto por mais tempo) -, pensei em todas as mordidas que podia dar, todos os modos de pintar e listrar esta parte. Pensei nela balançando quando eu socasse por ali, pensei em amassar toda a extensão, em beliscar, enfim torturar esta pança.

Eu começo a apertar com a mão fechada a barriga, colocando um pouco de carne dentro e fechando com força. Ouço seu gemido mudar conforme minhas unhas entram na pele, e sorrio. O gemido que era de prazer virou de dor, e em segundos vira de êxtase. Meu pensamento se concretiza meros segundos depois, a vadia masoquista dá claros sinais de vida.

- Eu nunca te soquei né juju?

- Não senhor – responde ofegante

- Mas eu quero. Quero enfiar minha mão fechada nesta barriga e ver ela sumindo na sua banha. O que você acha? O que você acha do seu senhor te socar com força?

- Sim!! Eu quero!!– responde animada

- Você gostaria de ficar dolorida por alguns dias Ju? Por que levou uma surra do seu dono? Ficar com uma marca roxa, bem em cima do estomago? Sentir ânsia de vomito e tontura pela força?

Ela se remexe mais na cama, como se quisesse sair naquele instante e levar a prometida surra.

- Você quer saber a sensação de uma boa surra Puta? Uma que pode te deixar caída?

- Sim, senhor, por favor, me bate, me deixa roxa.

Eu fecho a mão e desço nela, com a palma batendo em seu umbigo. É fraco, muito fraco, como se eu estivesse só apoiando minha mão

- Seria assim, mas com bastante força.

- Por favor Felipe, soca agora.

- Você já me viu socando o Saco de Areia na academia Ju?

- Sim, senhor – diz ofegante e sonhadora, eu também me lembro bem daquele dia, como eu fiz ela lamber cada gotinha do meu suor, e quanto esta puta ficou feliz.

- Seria assim mesmo Ju, eu iria te prender em pé, e usar esta barriga como saco de pancada. Nas primeiras vezes seria com vc amarrada, mas depois que você se acostumar, vai ter que manter a posição bonitinha. O que você acha? – pergunto enquanto massageio a barrigona dela. O desejo é real, eu nunca cheguei a concretizar isso com nenhuma submissa mulher, apenas com um homem que me relacionei há alguns anos, mas a vontade é forte. Obviamente eu não iria com força total, mas só a ideia de ver Juliana tomando um soco meu, e aguentando caladinha, e com a buceta pingando, me faz ver estrelas.

Eu iria começar devagar, mas a evolução seria rápida. A vadia tem uma tolerância alta para dor, e é a mais masoquista que eu já encontrei. Na primeira vez que eu lhe surrei com um chicote, a puta gozou só com as pancadas, ela estava curvada no sofá, totalmente amarrada, sem ter como fazer fricção nenhuma, e jorrou porra levando um chicote rabo de boi nas nádegas.

- Eu quero muito senhor, muito mesmo

- Então está combinado, na próxima vez que eu tive afim, te quebro no soco.

- No meu próximo castigo? – Ela pergunta excitada

- Não, na primeira vez que eu te socar, vai ser porque eu e você queremos ver até onde podemos ir, e não porque você precisa ser disciplinada.

- Ta....

BIP, BIP – a máquina avisa que está acabado sua programação e desliga devagar.

- Pronta?

- Pronta!

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