Capítulo 4 – O Sonho que Manchou a Carne

Um conto erótico de Dominus Codex
Categoria: Heterossexual
Contém 1841 palavras
Data: 29/08/2025 14:49:27
Última revisão: 30/08/2025 17:13:01

As Crônicas da Luxúria - O Sonho que Manchou a Carne.

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Este é um universo de ficção erótica adulta.

Todos os personagens presentes nas histórias são maiores de 18 anos. Qualquer semelhança com pessoas reais, vivas ou mortas, é mera coincidência.

O objetivo é criar um espaço de fantasia erótica intensa, onde desejo e poder se confundem em rituais de luxúria. A leitura é indicada apenas para adultos que compreendam e aceitem seu caráter simbólico e imaginário.

Esta obra foi desenvolvida com auxílio de Inteligência Artificial, em colaboração criativa com o autor, para expandir e estruturar o universo narrativo.

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O quarto era feito de sombras suaves desenhadas pelas frestas da cortina, mas o vazio ao lado no colchão aumentava o silêncio até ele se tornar sufocante. O lençol do outro lado da cama estava frio e amassado — Cael já havia saído. Evelyn permaneceu imóvel por alguns segundos, ouvindo a própria respiração, sentindo o coração martelar uma ausência que era muito mais do que física.

O tecido leve da camisola roçava nos seios, tornando-os duros e sensíveis a cada respiração. As coxas internas formigavam; o calor do corpo subia em ondas discretas, acumulando-se entre as pernas, até cada músculo parecer em ponto de ebulição. Tentou lembrar do momento exato em que Cael se levantou, mas a lembrança escorria como fumaça entre os dedos: flashes do jantar, a mão dele envolvendo a sua, palavras sem peso mas carregadas de um subtexto que agora fervia.

A saudade era uma mistura de medo e desejo. O corpo dela sentia falta, mas era uma falta suja, carregada de imagens que nem ousava verbalizar. Virou-se na cama, o lençol colando à pele úmida de suor, tentando se agarrar ao próprio controle. Mas cada tentativa era vencida pela lembrança do olhar de Cael, pela voz rouca que parecia ainda sussurrar na orelha. Os pensamentos açoitavam, puxando imagens proibidas para o centro do peito, deixando o clitóris tenso e dolorido sob a calcinha já colada de lubrificação.

Ela fechou os olhos com força, murmurando orações desconexas, mas as palavras se quebravam no ar, dissolvidas pelo latejar entre as pernas. Rolou de bruços, pressionando o ventre contra o colchão, tentando esmagar o fogo. O tecido da camisola, no entanto, só roçava mais nos seios, acendendo-os como brasas.

Virou-se de novo, puxando o lençol até o queixo, como se pudesse se esconder dentro dele. O cheiro de suor misturado a lubrificação subiu, denunciando seu estado. Ela chorou baixinho, lágrimas quentes molhando o travesseiro — vergonha, raiva de si mesma, fome.

Pensou em se levantar para beber água, em abrir a janela, em fugir do próprio quarto. Mas cada pensamento morria na mesma imagem: o pau de Cael, duro, latejando na memória como se estivesse ali, presente, dominando o espaço.

Sentou-se devagar, pés tocando o chão frio, o corpo leve e estranho, como se cada gesto pudesse acordar algo que dormia dentro dela. O silêncio parecia vibrar no ar, cheio de promessas que não sabia se eram dela ou sussurradas por algo além da pele.

Guiada pela inquietação, Evelyn saiu do quarto em passos lentos, a camisola grudada ao corpo, denunciando cada curva. O corredor estava quente, opressivo, o ar pesado demais para ser respirado de verdade. A cada passo, a pele se arrepiava sob a seda, e um cheiro denso — mistura de papel antigo, móveis encerados e o gosto inconfundível de lubrificação — parecia impregnar as paredes.

O silêncio era cortado por suspiros abafados, ranger de tábuas, o som longínquo de um gemido — seria de Cael? Não sabia. Mas cada ruído a fazia morder o lábio, apertando as pernas e sentindo a buceta pingar mais quente entre as coxas.

No final do corredor, a luz rubra do escritório escapava por baixo da porta, pulsando em intervalos, como um coração batendo no escuro. O brilho desenhava sombras vivas no piso, que pareciam serpentear, chamando-a mais fundo. Evelyn parou, o peito disparado, mãos frias e respiração curta. O cheiro ficou mais intenso, trazendo à tona memórias de noites que ela jurava não existirem.

Sussurros femininos começaram a se arrastar pelos ouvidos, dissolvendo-se dentro do peito. A voz era de Velthara — presença obscena, líquida, que parecia lamber os ossos de Evelyn, passeando entre os pensamentos mais escondidos. O corpo dela respondeu sem hesitar: um passo, depois outro, atravessando o véu quente que separava o corredor do desejo.

A mão tremeu levemente antes de tocar a maçaneta. Por um instante, ficou imóvel, o corpo inteiro vibrando no limiar entre o medo e a fome. O silêncio era apenas mais uma camada de convite. Respirou fundo, sentiu o cheiro de sexo misturado ao de papel queimado, e abriu a porta devagar, pronta para o abismo.

Evelyn ficou paralisada, rosto quase colado à fresta da porta, olhos famintos sugando cada fragmento de luz e sombra. O escritório era outro mundo, mais quente, mais denso, como se a realidade ali tivesse derretido em suor e lascívia.

Cael estava de costas, completamente nu, arqueando as costas com um gemido animal. Os músculos inflavam sob a pele, crescendo em ondas: ombros explodindo em largura, peito abrindo como se contivesse um novo coração, abdômen talhado em sulcos fundos e suados. As veias negras pulsavam em alto-relevo, traçando caminhos de poder do pescoço até a base do pau.

O pau era monstruoso: começou rígido, cerca de 17 centímetros, mas engrossava e esticava a cada batida do coração, crescendo sem piedade — 18, 19, até quase 21 centímetros de carne viva, as veias saltando, a pele esticando, a glande rubra brilhando de pré sêmen espesso que escorria em fios grossos até o chão. O saco parecia mais pesado, coxas se abrindo instintivamente, tudo ali era promessa de domínio, ameaça e convite.

A curvatura do pau crescia, pulsando, e a base estava coberta de lubrificação espumando — indecente, animalesco, puro poder. As coxas também mudavam, alargando-se como pilares, os glúteos adquirindo contornos duros e empinados, músculos da lombar ondulando em cada movimento. Evelyn não conseguia desviar o olhar. Sentia o clitóris pulsando tão forte que doía, a buceta escorrendo até a pele das coxas, a calcinha grudada e úmida, quase derretendo.

E então, Velthara atravessou os limites do sonho, soprando direto na nuca de Evelyn, lambendo sua pele invisível, mordiscando a orelha.

— Você não consegue tirar os olhos da rola dele, consegue, sua safada? Olha como ele cresce só pra te fazer tremer… — a voz era puro veneno, escorrendo por dentro do crânio de Evelyn.

— Queria tanto se ajoelhar, sentir cada veia rasgando tua garganta, né? Mostra tua xota molhada, cadela… Eu sinto o gosto daqui.

A vergonha subia feito fogo; Evelyn pensou em fugir, mas só conseguia apertar mais o batente da porta, as unhas cravadas na madeira, as pernas se contraindo em espasmos. Só olhos, só boca seca, só fome. A casa parecia gemer junto, cada tábua vibrando, cada sombra desejando vê-la cair de joelhos.

Cael virou-se de lado e Evelyn sentiu o impacto de ver o pau monstruoso, grosso, as veias saltando sob a pele. A glande brilhava de sêmen espesso, escorrendo até a base, pingando no chão em manchas indecentes. A mão grande dele fechou-se com força, espalhando porra num movimento faminto: o punho subia e descia com pressa, produzindo estalos úmidos, misturando o ar com cheiro de {saliva}, suor e sêmen fresco.

O som da carne batendo era hipnótico, quase doloroso. Evelyn se mantinha colada à parede, incapaz de desviar o olhar. A buceta escorria quente entre as coxas, o clitóris latejava num ritmo torturante. As unhas cravadas no batente tentavam segurar o corpo, mas a respiração vinha trêmula, engasgada, o peito subindo e descendo como se buscasse ar novo — pura vergonha, puro tesão, pura submissão.

Velthara escorreu ainda mais fundo na mente de Evelyn, voz curta, cortante, sem piedade:

— Tá sentindo o cheiro da porra dele, sua puta? Ele faz isso porque sabe que você tá olhando. Queria cair de joelhos, lamber cada gota, não queria?

— Mas não. Só assiste. Só fica aí, tremendo, com as mãos agarradas na porta, igual uma putinha mal treinada.

— Olha só, sua vadia, você nasceu pra desejar, pra sofrer, pra nunca saciar…

O punho de Cael acelerou, músculos vibrando de energia, os glúteos tensionados, as coxas abertas como um animal em cio. Evelyn sentiu a tensão brutal crescer, o orgasmo ameaçando rasgar tudo por dentro, mas não se permitiu alívio. Só desejo, só vergonha, só sofrimento doce.

Quando a ejaculação explodiu, o mundo tremeu: jatos de sêmen grossos voaram pelo escritório, atravessando o ar quente, respingando nas páginas do Codex, que absorvia tudo com símbolos vivos vibrando, como se o próprio livro gozasse junto.

Por um segundo, Evelyn teve certeza de sentir o vapor quente atravessando a madeira, lambendo sua pele, sujando suas pernas sem piedade.

Ali, do lado de fora, ela era só olhos e carne úmida — só abismo e promessa, só cicatriz viva, só fome.

O mundo se dissolveu em cinza, puxando Evelyn de volta para a cama, pele colada ao lençol, calcinha úmida, mãos ainda fechadas como se segurassem algo proibido. O cheiro de sexo — saliva, lubrificação, sêmen — parecia grudado na pele, impossível de lavar.

Ela tentou puxar o lençol para se cobrir, mas o tecido colou ainda mais às coxas, deixando claro o estado em que estava. Passou a mão pelo pano e sentiu a viscosidade quente. O coração disparou de vergonha.

Olhou para Cael ao lado. Dormia pesado, corpo maior, respiração forte. Evelyn esticou a mão sem pensar, quase tocando o peito dele, mas recuou com um soluço. O medo de ele acordar e perceber seu estado a deixou em pânico.

O cheiro de sêmen parecia emanar também de Cael, misturado ao suor dele. O quarto inteiro pulsava em calor. Evelyn enterrou o rosto no travesseiro, tentando abafar o choro e os gemidos que escapavam sem querer.

Velthara deslizou como óleo quente entre os pensamentos:

— Olha pra você, sua putinha… as coxas coladas, a bucetinha pingando. É assim que você quer acordar, não é? Toda suja, toda faminta, sabendo que nunca vai ser a mesma…

Evelyn tentou se convencer de que era apenas um sonho, mas o lençol molhado contra a pele e o cheiro de sêmen fresco denunciavam o contrário. Cada suspiro de Cael parecia confirmar.

A cada palavra de Velthara, o calor subia, o coração batendo forte, as pálpebras pesando.

— Deixa o corpo cair… isso, relaxa… Só um sonho proibido, um segredo teu. Amanhã pode fingir que nada aconteceu, pode até limpar a calcinha. Mas teu corpo já sabe — e eu também sei.

— Vai tremer, vai gemer baixinho só de lembrar desse cheiro, desse peso…

Evelyn se deixou cair na cama, corpo derretido em desejo, cansaço e vergonha. A última coisa que ouviu antes do sono foi Velthara, voz macia e definitiva, selando o destino:

— Dorme, minha menina. Sonha com ele. Porque amanhã… você vai acordar e só vai querer voltar pra esse abismo.

Até que o sono finalmente venceu, Evelyn não sabia ainda: o que viria não era apenas um sonho, seria o início de sua queda.

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Comentários

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Que Maravilha de história excitante,picante , excitante 🥵🥵. Ansioso para o próximo capítulo.

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Próximo capítulo já tá no forno, ele vai ser uma escada para os proximos, devo postar na segunda início da tarde, espero que a historia esteja agradando.

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Com certeza que sim! Agora você deveria ir em outros contos e aí aproveitava e convidaria os leitores para seus contos

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