Eu, Marina Sato, 25 anos, sou uma carioca com traços asiáticos — olhos amendoados, pele morena clara que pega sol fácil, cabelo preto liso caindo pelos ombros. Minhas curvas aparecem no biquíni ou no vestido que uso pra curtir a praia, e meu sorriso safado já diz que tô pronta pra qualquer rolê. Moro na Tijuca, trabalho como designer pra artistas, e vivo pra sentir a vida pulsar sem amarras.
Era fim de 2018, e eu tava louca pra dar uma escapada do Rio. Uns amigos meus marcaram uma viagem pra Cabo Frio, pra passar o Réveillon na praia, curtir o sol e a bagunça. O plano era sair dia 30 de dezembro, passar o 31 na festa, e voltar dia 1º de janeiro de 2019. Eu topei na hora, arrumei uma mala com biquínis, shorts e vestidos leves, e peguei a estrada com o grupo. A gente era uns oito, mistura de amigos da faculdade e do trabalho, e o clima já tava animado no carro, com funk tocando alto e latas de cerveja gelada passando de mão em mão.
Chegamos em Cabo Frio no fim da tarde do dia 30, o sol se pondo no horizonte, o ar salgado batendo na cara. Alugamos uma casa simples perto da praia, com quartos compartilhados, uma piscina pequena e uma churrasqueira no quintal. Mal colocamos as malas no chão, e já tava arrumamos uma baguncinha no quintal, com caipirinhas rolando soltas. Foi aí que nos falamos pela primeira vez: Jonatan. Ele era amigo de um dos meus amigos, convidado de última hora, e juro, quando ele apareceu, o ar parou. Negão lindo, forte, musculoso, com um sorriso que iluminava o quintal e uma pele bonita que dava vontade de tocar. Ele tava de bermuda e camiseta sem manga, mostrando os braços definidos, e quando me apresentou, a voz grave dele me deu um arrepio.
— E aí, Marina? — disse ele, apertando minha mão, os olhos castanhos fixos nos meus.
— Jonatan, prazer. Ouvi falar de você pelos caras.
Eu sorri, mordendo o lábio, sentindo uma faísca já no primeiro toque.
— Prazer é meu, Jonatan. Vai ser uma boa viagem, hein?
A noite foi rolando, a gente conversando enquanto o churrasco saía, e a química entre nós era palpável. Ele era de São Paulo, tinha vindo pro Rio a trabalho, mas topou o convite pra curtir o Réveillon. Falamos de tudo — música, praia, viagens —, e eu não parava de notar o jeito dele me olhar, como se já soubesse que a noite não ia acabar só na conversa. Eu tava de short jeans e top, o corpo bronzeado brilhando com o suor do calor, e via ele disfarçando os olhares pro meu decote. O grupo tava animado, bebendo, rindo, mas eu e ele fomos nos isolando num canto do quintal, o som do samba ao fundo.
Por volta das dez da noite, o tesão já tava alto. Eu tomei a iniciativa, como sempre, roçando a mão no braço dele enquanto ria de uma piada.
— Tá quente aqui, né? — falei, com cara de safada. Ele riu, se aproximando.
— Quente mesmo — respondeu, a voz baixa, e me puxou pra um beijo. A boca dele era quente, a língua dançando com a minha, e eu senti o corpo dele contra o meu, duro, pronto. A gente se afastou do grupo, indo pra um quarto vazio da casa, o coração batendo forte. Mal fechamos a porta, e ele me jogou na cama, tirando minha blusa com pressa, os lábios no meu pescoço, mordendo de leve. Eu gemia, as mãos explorando o peito dele, sentindo os músculos definidos, a pele macia como seda.
Ele abriu meu short, deslizando a mão por dentro, os dedos encontrando minha buceta já molhada.
— Porra, Marina, tu é gostosa pra caralho — murmurou, enquanto me masturbava, o dedo no clitóris me fazendo tremer. Eu abri a calça dele, e quando vi o pau, juro, fiquei boquiaberta. Maior que qualquer um que eu já tinha visto, grosso, duro, pulsando na minha mão. Comecei a punhetar ele, devagar, sentindo cada veia, enquanto ele me beijava, a língua na minha boca.
A gente não perdeu tempo. Ele pegou uma camisinha na carteira, colocou, e me comeu ali mesmo, metendo devagar no começo, pra eu me acostumar com o tamanho. Cada estocada era uma delícia, me preenchendo todo, e eu gemia alto, as unhas cravando nas costas dele. Ele acelerou, metendo forte, o ritmo perfeito, como se soubesse exatamente o que eu queria. Mudei de posição, montando nele, rebolando, sentindo ele fundo, os gemidos dele misturando com os meus. Ele me virava, me comia de lado, depois de quatro, segurando minha bunda, metendo com uma força que me fazia gritar.
Quando tava perto de gozar, ele me perguntou:
— Quero gozar na tua boca, Marina. Pode?
Eu, safada como sou, topei, e me ajoelhei no chão, chupando ele com vontade, a língua brincando na ponta, engolindo fundo. Ele segurava meu cabelo, metendo na minha boca, e quando gozou, foi uma loucura. Jatos quentes, muita porra, enchendo minha boca, escorrendo pelos cantos. Ele perguntou:
— Vai engolir? — Eu assenti, mas quase não consegui, de tanta quantidade. Engoli tudo, o gosto salgado forte, e ri, limpando o que escorreu, enquanto ele me olhava, ofegante, como se não acreditasse.
A gente caiu na cama, rindo, exaustos, e dormimos ali, o corpo dele colado no meu, o cheiro de sexo no ar.
Na manhã do dia 31, acordei com o sol batendo na janela, o corpo dolorido de uma forma boa. O Jonatan tava acordado, me olhando com aquele sorriso lindo, e já me puxou pra cima dele.
— Bom dia, Marina — murmurou, me beijando, as mãos na minha bunda. Eu sorri, sentindo o pau dele duro contra mim, e a gente começou de novo. Dessa vez, foi mais devagar, mais íntimo. Ele me chupou primeiro, a língua na minha buceta, me fazendo gozar na boca dele, os dedos explorando meu cu. Depois, me comeu de lado, metendo fundo, enquanto eu rebolava, os gemidos enchendo o quarto. Quando gozou, foi na minha boca de novo, e eu engoli tudo, preparada dessa vez, lambendo cada gota, o gosto forte, mas delicioso.
Passamos o dia na praia, o grupo todo, mas o tesão entre a gente não parava. À noite, no Réveillon, a festa na praia foi louca, com fogos, cerveja e samba. A gente se beijava na areia, o mar batendo nos pés, e quando a meia-noite chegou, os fogos explodindo, eu sabia que a noite não ia acabar ali.
Na madrugada do 31 pra 1º, voltamos pra casa, mas o grupo tava cansado, e eu e o Jonatan fomos pro quarto. Ele me jogou na cama, tirando minha roupa com fome, e a gente transou como animais. Me comeu de frente com as pernas no ombro dele, depois de quatro, segurando meu cabelo, metendo forte, o pau enorme me preenchendo. Mudei pra cima dele, rebolando, gozando duas vezes, enquanto ele me segurava pela cintura. Ele me virava, me comia de lado, depois me colocou de bruços, metendo no meu cu devagar, com lubrificante, a dor misturada com prazer me fazendo quase gritar. Quando gozou, foi na minha boca de novo, a quantidade impressionante, enchendo tudo, e eu engoli, lambendo os lábios, o gosto salgado me deixando louca.
No dia 1º, voltamos pro Rio, o carro cheio de risadas, mas eu e ele trocando olhares que diziam tudo. Foi uma viagem foda, e o Jonatan ficou na minha memória como um dos melhores paus que já tive.