Capitulo 05 – Avançando Além de Qualquer Limite

Um conto erótico de Incesto_2025
Categoria: Grupal
Contém 4179 palavras
Data: 29/08/2025 10:29:49

No dia seguinte, a excitação entre os irmãos era palpável. Todos sentiram o terremoto da noite anterior; quem conseguiria dormir com todo aquele barulho? Os irmãos trocam olhares cúmplices, cada um sentindo uma mistura de excitação e apreensão enquanto contemplam o próximo passo. A nova dinâmica familiar havia se tornado um segredo delicioso que nenhum deles conseguia ignorar.

Durante o café da manhã, Alex se vira para Nanda: "Você ouviu ontem à noite?"

Nanda assente, com as bochechas coradas pela lembrança dos gritos apaixonados dos pais. "Claro... eles não se preocupam mais em esconder; parece que querem ter certeza de que ouviremos o que estão fazendo."

Alex sorri. "Talvez nós também não devêssemos." Ele estende a mão por baixo da mesa, roçando a coxa de Nanda. Ela ofega, com o coração disparado.

Nesse momento, Isabella entra na cozinha: "O que vocês, pirralhos, estão cochichando aí dentro?" O sorriso em seu rosto, devido ao extremo prazer da noite anterior, é evidente.

Sussurrando, Nanda responde: "Nada, mãe", apenas falando sobre como foi difícil dormir na noite passada. "Mesmo durante uma pandemia, tem gente que faz um escândalo na madrugada." Um sorriso travesso se espalhou pelo rosto das duas crianças.

Isabella ri, com os olhos brilhando de malícia. "Bem, talvez estejamos só tentando manter as coisas interessantes por aqui", diz ela, piscando para Augusto enquanto se serve de mais uma xícara de café. O ar na cozinha está carregado com uma mistura inebriante de desejo e aroma de sexo, uma forte lembrança dos eventos das noites passadas.

Alex e Nanda trocam olhares, sua curiosidade incestuosa despertada pela franqueza dos pais. Eles sabem que as regras mudaram e os limites que antes existiam foram quebrados em um milhão de pedaços tentadores. A tensão entre eles é densa, uma força palpável que parece aproximá-los.

Alex reúne coragem, vai até a mãe, que está fazendo alguma coisa na pia, e implora: "Mãe, eu quero a Nanda de novo, quero chupar a buceta dela como você fez. Quero sentir o gozo dela na minha boca... quero gozar na boca dela de novo!" Ele diz isso com tanta naturalidade que não parece nada estranho.

Isabella se vira para ele, com um sorriso cúmplice nos lábios. "Bem, se é isso que você quer, por que não vai falar com ela?", sugere, com a voz em um ronronar suave. Ela conhece o poder do consentimento em seu mundo perverso e gosta de ver seus filhos abraçarem seus desejos sem medo ou julgamento.

"Eu tentei, mas ela parece ter medo de que você desaprove, como se isso só fosse permitido na sua presença ou com o seu consentimento", diz Alex, desolado.

Isabella assente, compreendendo as complexidades de sua recém-descoberta liberdade. Ela se aproxima de Nanda e coloca a mão reconfortante em seu ombro. "Querida, está tudo bem. Se você quiser explorar mais com seu irmão, estou aqui para você. Seu pai e eu queremos que você se sinta o mais segura e amada possível." Ela pisca para Augusto, que concorda. "Mas lembre-se, isso é sobre todos nós. Precisamos garantir que todos estejam a bordo, faremos sempre o que for de comum acordo entre todos, sempre respeitando as vontades e limites de cada um."

Os olhos de Nanda se movem entre a mãe e o irmão, uma tempestade de emoções se espalhando por seu rosto. Ela morde o lábio inferior, considerando o próximo passo. "Ok", sussurra, com a voz trêmula.

Nanda respira fundo, com o coração disparado, enquanto olha nos olhos de Alex. Ela consegue ver refletida a mesma necessidade que sente queimando em seu próprio corpo. Ela sussurra: "Vamos para o meu quarto." "Preciso te contar uma coisa."

Augusto e Isabella observam os dois partirem em direção ao quarto de Nanda. “Agora fiquei curioso para saber o que ela quer falar com ele que não podemos ouvir” diz Augusto com um sorriso no rosto. Uma vez em segurança atrás da porta fechada, Nanda se vira para o irmão, com as bochechas coradas por uma mistura de constrangimento e excitação. "Eu... eu gostei do que fizemos antes", admite, com a voz quase um sussurro. "Mas não sei se estou pronta para ir mais longe."

Os olhos de Alex escurecem de luxúria enquanto ele se aproxima dela. "Eu entendo, mas podemos fazer de novo? Estou completamente tomado pelo desejo de sentir você me chupando novamente, gostaria de poder te chupar também, assim como mamãe fez."

Nanda hesita, mas o calor entre suas pernas a denúncia. "E a mamãe e o papai?"

Alex dá um sorriso irônico, os olhos brilhando de malícia. "Eles já disseram que está tudo bem, desde que você concorde, podemos fazer o que quisermos", murmura ele, com a voz baixa e sedutora. "Que tal eu tentar te chupar como a mamãe fez outro dia?"

Nanda prende a respiração, o coração disparado. Ela assente, incapaz de formular as palavras para responder. Sente uma onda de excitação misturada com medo e expectativa.

Alex pega a mão dela e a leva para a cama, com o coração disparado de excitação. Ele se deita ao lado dela, seus corpos nus próximos, mas sem se tocarem, a eletricidade entre eles crepitando no ar. Ele passa a mão delicadamente sobre a barriga dela, sentindo a maciez da pele, e seu toque lhe causa arrepios na espinha.

Nanda olha em seus olhos, com as pupilas dilatadas de excitação. Ela assente, dando-lhe o consentimento silencioso que ele tanto deseja. Alex se aproxima, com a boca salivando de antecipação. Ele beija sua boca, desce para seu pescoço, seus dentes roçando sua pele suavemente antes de descer para seus seios. Ele toma um de seus mamilos na boca, provocando-o e chupando-o até endurecer, enquanto a outra mão explora seu corpo.

A respiração dela falha quando ele se move para baixo, seus dedos traçando a linha da barriga dela, até sua boceta. Ela já está molhada, sua excitação palpável. Ele provoca suas dobras, espalhando sua umidade antes de mergulhar um dedo dentro dela. Nanda ofega, seus quadris arqueando para encontrar a mão dele. Alex sorri, sentindo-se fortalecido pela reação dela. Ele tenta adicionar outro dedo, a resistência imposta pela virgindade de sua irmã é perceptível, mas ele persiste, bombeando-os para dentro e para fora lentamente, observando seu rosto se contorcer de prazer.

"Você está bem?" Ele sussurra, com a voz carregada de desejo.

"Mais", ela sussurra, arqueando as costas e abrindo mais as pernas para ele.

Os olhos de Alex se arregalam de excitação enquanto observa o corpo da irmã reagir ao seu toque. Ele nunca se sentiu tão poderoso antes, e a excitação provoca uma onda de choque em seu próprio corpo. Os gemidos de Nanda ficam mais altos, ecoando pelo pequeno cômodo enquanto ela sucumbe ao prazer que ele lhe proporciona. Ele sente as paredes internas dela se contraírem em torno de seus dedos e sabe que ela está perto.

Nanda sussurra com pesar: "Faça como a mamãe... coloque trás... coloque os dedos no meu cu!!!!"

Alex, com os olhos vidrados de excitação, acena com a cabeça ansiosamente, compreendendo seus desejos não expressos. Ele desliza a mão pela barriga dela, seus dedos alcançando a roseta apertada do ânus. Ele a lubrifica com seus sucos, provocando a pele sensível ao redor antes de inserir um dedo delicadamente. Nanda ofega com a sensação estranha, com os olhos arregalados de medo e excitação.

"Dói?", ele pergunta, com a voz carregada de desejo.

Os olhos de Nanda estão bem fechados, os dentes cravados no lábio inferior. "Não", ela sussurra, o prazer superando qualquer desconforto. "É tão bom..."

As palavras dela estimulam Alex, e ele enfia o dedo mais fundo na bunda dela, sentindo a tensão tomar conta dele. Ele nunca esteve tão perto de Nanda, nunca a tocou tão intimamente. É como uma droga, enchendo-o com uma sensação de poder e excitação como nunca antes. Ele observa o rosto dela, vendo o prazer e a confiança em seus olhos. Ele adiciona um segundo dedo na bunda dela, o corpo dela se adaptando à intrusão, a boceta jorrando na boca de Alex enquanto ele chupa seu clitóris com avidez.

"Ah, Alex", ela geme, sua voz uma sinfonia de prazer que ressoa através dele. "Mais, eu quero mais..."

Completamente fora de si, Alex chupa a buceta da irmã, mordisca seu clitóris e, sem pudor, enfia um terceiro dedo em seu cu. Ela geme sem jeito, num estado de prazer incontrolável. Ela não pensa em nada, apenas implora por mais e mais. Seu orgasmo é inevitável, pronto para explodir a qualquer momento. Enquanto isso, na cozinha, Augusto e Isabella ouvem os gemidos da filha e se encaram. A excitação é imediata e instintiva, e ambos correm para o quarto onde estão os filhos.

Ao abrirem a porta do quarto, a cena que os aguarda é um verdadeiro sonho erótico: Nanda, com o rosto corado de prazer, os olhos fechados, entregando-se completamente à experiência. Alex está completamente entrelaçado ao corpo da irmã. A ereção de Augusto é imediata ao perceber que Alex tem três dedos profundamente enfiados no cuzinho da irmã. Sua mão se move para o próprio pau, acariciando-o lentamente enquanto observa o filho foder o cuzinho da irmã com os dedos.

Isabella gruda em Augusto "Umm... os dedos do Alex me lembraram da noite passada..." Augusto se vira para a esposa: "Quero comer a bunda de vocês duas, quero vocês duas de quatro para mim, para enfiar meu pau nos dois buracos de vocês..." Ele diz, com a voz cheia de luxúria.

Nanda abre os olhos e percebe que seus pais a observam da porta do quarto. Uma mistura de dúvida e tesão toma conta de seu corpo, e ela não consegue resistir, e começa a ter um orgasmo. Para a surpresa de Alex, Nanda esguicha um jato em sua boca e rosto. Ele se assusta e recua. O segundo jato de Nanda passa por cima de sua cabeça. Nesse momento, Augusto e Isabella percebem que sua filha está esguichando, algo muito incomum para sua idade. Isso só prova ao casal o quão bem Alex está tratando sua irmã mais nova.

Ambos observam a cena com os olhos arregalados, seus próprios desejos reacendendo-se. Sem dizer uma palavra, Augusto puxa Isabella para um beijo profundo, sua mão encontrando o caminho até sua bunda, apertando-a com firmeza. Ele sussurra em seu ouvido: "Quero ver você fazer isso", referindo-se ao esguicho de Nanda.

Isabella ri, sabendo que só aconteceu uma vez, mas nos últimos dias, ela não duvida mais de nada. Nanda continua a se contorcer na cama com as estocadas de Alex, seu orgasmo aparentemente interminável. Alex está deitado na frente dela, com três dedos ainda enfiados na bunda da irmã, observando seu rosto enquanto ela continua a gozar.

"Mãe, pai", sussurra Nanda, com a voz rouca de excitação e constrangimento. Ela olha para o irmão e depois para os pais. "Era isso que vocês queriam?"

Isabella se desvencilha do beijo de Augusto, seu próprio desejo claro como o dia. "Mais do que tudo", diz ela, com a voz em um ronronar baixo enquanto se aproxima da cama. "Queremos ver o quanto você aprendeu, querida."

Alex se levanta e fica em pé diante de Nanda. Ela o encara, sabendo o que o irmão espera. Ela se senta, com uma aparência totalmente luxuriosa, e estende a língua em direção às bolas do irmão. Ao tocá-las, Alex não consegue controlar o corpo, que se contrai completamente. Nanda ignora a reação involuntária do irmão e continua com a língua até encontrar a cabeça pulsante do pau de Alex. Ela o envolve com os lábios e começa a chupar com toda a força. Os olhos de Alex reviram ao sentir a boca da irmã o engolindo, suas bochechas se afundando enquanto ela o penetra profundamente.

A habilidade de Nanda de chupar o pau de Alex é algo que chama a atenção de sua mãe, sem usar as mãos, que estão enterradas na bunda de Alex, forçando seus quadris contra sua boca. Nanda consegue engolir praticamente todo o pau de Alex, um boquete digno de um filme pornô de verdade.

Augusto se aproxima da filha, para ao lado do filho e lhe oferece seu pau. Nanda percebe a presença do pai e, sem cerimônia, começa a se masturbar para ele. Isabella se aproxima dela por trás e sussurra em seu ouvido: "Vai, sua putinha de família, chupa esses dois paus que querem te foder todinha. Ou você os alivia com a boca, ou eles não vão resistir a penetrar seus buracos..." Nanda está claramente excitada com as palavras da mãe e afunda ainda mais sua cabeça do pau de Alex, seus dentes roçando a cabeça dele enquanto ela se move para frente e para trás.

Alex, observando a interação entre a mãe e a irmã, sente seu pau inchar ainda mais. Ele agarra os cabelos de Nanda e guia a boca dela sobre seu pau, sentindo a garganta dela se apertar. Ele não consegue resistir aos movimentos que ele mesmo provocou com as mãos na cabeça de Nanda e explode na garganta da irmã, empurrando a cabeça dela para trás e continuando a gozar em seu rosto, deliciando-se com a visão de seu esperma saindo do pau e indo direto para os olhos, nariz e cabelo da irmã.

Isabella se delicia ao ver o filho gozando no rosto da irmã. Ela percebe que Augusto está extasiado com a cena e guia a boca da filha até o pau do pai. "Vamos, Nanda, agora é a vez do seu pai... Ele está completamente desesperado para gozar na sua cara, mostrar a ele que boa filha você é.…" Nanda, completamente tomada pelo desejo, tomou conta do seu corpo. "Vamos, papai, goze na cara inocente da sua filhinha...", ela sussurra.

Augusto sente o pau inchar ao som da voz doce e inocente da filha, chamando-o de "papai" enquanto a boca dela está cheia de porra. Ele observa a mão da esposa se mover para a própria boceta, com os olhos vidrados de desejo enquanto observa o ato incestuoso se desenrolar diante dela. Ele sabe que ela fantasiou com esse momento, e agora tudo está se desenrolando como um conto de fadas depravado.

Nanda avidamente toma o pau do pai na boca, com as bochechas ainda pegajosas do esperma do irmão. Ela é natural, chupando e acariciando com uma paixão que desmente sua tenra idade. A mão de Augusto se move para a parte de trás da cabeça dela, guiando-a enquanto observa o membro ereto do irmão se contrair com tremores de prazer. Ele se orgulha dos filhos, orgulhoso da maneira como eles aceitaram a nova dinâmica de sua família perturbada.

Os olhos de Isabella não desviam do rosto da filha enquanto ela se masturba diante deles, seu próprio orgasmo crescendo enquanto assiste ao ato depravado. Ela sente o calor do olhar de Augusto sobre ela, sabe que ele está se excitando ao ver a filha chupando-o. Ela sorri, sua própria mão se movendo mais rápido enquanto pensa no quão longe eles chegaram, de um casamento tedioso e banal para esta explosão de êxtase incestuoso.

Alex observa a irmã com uma mistura de admiração e excitação, seu pau já endurecendo novamente. Ele nunca viu nada tão lindo, tão cru, tão completamente perverso. Ele se inclina, seus lábios roçando a orelha de Nanda. "Você é incrível", ele sussurra, sua respiração quente e pesada.

Nanda geme em volta do pau do pai, a vibração enviando ondas de prazer pelo corpo de Augusto. Ele sente o orgasmo se aproximando, as bolas se contraindo. "É isso aí", ele geme, apertando a cabeça de Nanda contra seu pau que some todo em sua boca.

A mão de Isabella se move mais rápido, seus olhos fixos na cena à sua frente. Ela nunca se sentiu tão viva, tão em sintonia com seus próprios desejos. Ela observa as bochechas da filha se afundarem enquanto ela enfia o pau do marido fundo na garganta, observando os músculos do pescoço dela se contraírem enquanto ela o chupa. É como ver uma obra-prima ganhar vida, uma pintura de perversão e paixão que ela nem sabia que existia em sua própria família.

Augusto sente o orgasmo se aproximando, seu pau inchando na boca de Nanda. Ele a encara, os olhos lacrimejando de tanto esforço, mas ela não desvia o olhar. Ela é uma chupadora de rola nata, e o pensamento lhe dá um arrepio na espinha. Ela para de chupar por um instante, sem tirar os olhos do pai, e diz: "Me dê sua porra, goze na minha boca, quero saber qual é o seu gosto!" Ele retruca: "Engula tudo", enfiando o pau na garganta de Nanda sem mais nenhum afeto, apenas um desejo animal de liberar todo o seu prazer.

Nanda, a mais nova, sempre fora a mais obediente e submissa, mas neste novo jogo de incesto, tornara-se uma criatura de desejo e depravação, ávida por saciar a fome carnívora da família. A mão da mãe abandonou sua vagina e Isabella se aproximou da cama, com os próprios seios arfando de excitação. "Boa menina", murmurou, acariciando os cabelos de Nanda. "Você vai fazer seu papai tão feliz."

Augusto não resiste e despeja toda a sua carga na boca da filha, que luta para conter tudo, mas não consegue impedir que vaze pelos cantos da boca. Ela chupa vorazmente até que o pai a afasta do pau, confirmando com um gesto que acabou de despejar tudo. O quarto se enche com o som dela engolindo e engolindo o esperma dele.

Nanda demonstra um olhar de prazer ao saber que conseguiu fazer todos caírem aos seus pés; sentia-se como uma deusa do sexo. Ela lambe os lábios para limpar o esperma do irmão e do pai, com os olhos brilhando com uma confiança recém-descoberta. "Eu quero mais", murmura, a voz repleta de uma fome que ela nem sabia que existia.

Isabella sorri com a excitação da filha... "Calma, menina, deixa os garanhões se recuperarem, porque eu também preciso usá-los um pouquinho!!!" Ela sorri com as próprias palavras e monta no rosto de Alex, colocando sua boceta sobre a boca dele. Alex, ainda se recuperando do orgasmo, fica surpreso, mas não consegue resistir. Ele abre a boca e começa a chupar a boceta da mãe, sua língua dançando em volta do clitóris dela enquanto ela ofega e geme acima dele. Enquanto isso, Augusto observa sua esposa cavalgar o rosto do filho, seu pau já duro novamente, pronto para mais. Ele se aproxima de Nanda, estendendo a mão para acariciar sua bochecha, agora pegajosa com seu próprio esperma.

Augusto, agora totalmente recuperado, observa sua esposa cavalgar o rosto do filho com uma mistura de orgulho e excitação. Ele se move para trás de Nanda, a coloca de quatro com os quadris elevados, se aproxima e sussurra em seu ouvido: "Você é a próxima". Ele enfia a língua na vagina dela, acariciando do clitóris até o anel brilhante, ainda implorando por mais. Ela ofega com a sensação, seu corpo tremendo enquanto a língua do pai a preenche completamente. Ela se sente tão satisfeita, tão usada, e ainda assim anseia por mais.

Isabella, sem se deixar abater, decide assumir o controle do pau de Alex. Ela monta nele, sua boceta molhada deslizando por seu pau até que ela esteja completamente acomodada. Ela começa a cavalgá-lo, seus seios balançando no ritmo dos quadris enquanto observa o marido e a filha. A visão é tão excitante que ela não consegue conter um gemido, em partes iguais de prazer e encorajamento. "É isso aí", diz ela, com a voz tensa. "Fodam-se como as putas que vocês são."

Augusto, com o rosto ainda enterrado no cu de Nanda, geme em aprovação. Seu pau está duro como pedra novamente, e ele sabe que não vai durar muito. Ele se afasta, deixando um rastro úmido na pele de Nanda com a língua. "Hum, você tem um gosto tão bom", murmura antes de mergulhar novamente.

Os gemidos de Nanda preenchem o ambiente, seu corpo se arqueando enquanto a língua de Augusto explora suas partes mais íntimas. Ela está perdida em um mundo de prazer, sua mente fervilhando com a depravação da situação. Nunca se sentiu tão viva, tão desejada. Seus olhos encontram o olhar da mãe, e ela vê a luxúria ali, a necessidade crua que se iguala à sua. É como se a pandemia tivesse revelado algo primitivo em todos eles, algo que nunca mais poderá ser contido.

Augusto, num lampejo de razão, se afasta da filha. Ele não aguenta mais e precisa transar, mas sabe que ainda não é hora de transar com Nanda. Mas ele não quer nada normal; quer ir além de tudo o que já fez com Isabella. Ao mesmo tempo, ela cavalga loucamente o pau de Alex, que está em um mundo catatônico com a boceta da mãe castigando seu pau como nunca antes.

Então Augusto ordena que Nanda chupe os seios da mãe. Ela obedece e fica entre Isabella e Alex, alternando entre chupar os seios da mãe e beijar Alex. Augusto se posiciona atrás de Isabella. Ela para de cavalgá-lo e olha nos olhos do marido. Ele se aproxima do ouvido dela e diz: "Vou foder sua bunda... Deixe o Alex continuar a foder sua boceta."

Isabella se arrepia toda, e pede “Faça isso, enfia no meu cu. Quero ser arrombada por esses dois paus deliciosos! ” “É isso que você quer?", pergunta Augusto, com a voz rouca de excitação.

"Sim", sussurra Isabella, com os olhos brilhando de desejo. Ela nunca se sentiu tão selvagem, tão descontrolada. É como se todas as inibições tivessem sido eliminadas, restando apenas a luxúria crua e desenfreada que alimenta seus jogos incestuosos. Ela se inclina para a frente, os seios pressionando o rosto de Nanda enquanto se abre para o marido.

Augusto enfia todo o seu pau de uma só vez. Ele não se importa com os sentimentos da esposa; suas necessidades primárias assumem o controle, e tudo o que ele quer é atingir o orgasmo que está prestes a explodir dentro dele. Isabella grita de dor, seu grito excitando Augusto ainda mais. Ela morde o lábio, tentando se controlar, mas seu corpo não consegue evitar reagir à dupla penetração. Nanda, com a boca cheia dos seios da mãe, sente o corpo tenso e sabe exatamente o que está acontecendo. Em um ato improvável, ela desliza entre a mãe e o irmão e se insere entre os três corpos loucamente entrelaçados, buscando a melhor visão possível de sua mãe engolindo simultaneamente os paus do pai e do irmão com sua boceta e cuzinho.

O prazer é inevitável, é difícil saber quem chega ao clímax primeiro, os barulhos são pura explosão, gritos e gemidos tomam conta do ambiente e os três corpos desabam um sobre o outro demonstrando o fim daquele ato exposto e depravado.

Nanda observa o pau do irmão emergir da boceta da mãe, com o esperma escorrendo da vagina. Então, o pau do pai deixa o cu da mãe esticado, expondo seu ânus dilatado de prazer e tesão. O volume de porra escorrendo de seus buracos surpreende Nanda. O corpo da mãe, corado e suado pelo encontro intenso, desaba sobre Alex. O pau de Augusto balança na frente do rosto de Nanda e, sem pensar duas vezes, ela se inclina e o coloca na boca, ansiosa para limpar os sucos da mãe misturados com a porra do pai.

Ela tenta engoli-lo inteiro. Augusto reage e rejeita os avanços da filha. Por mais que queira, precisa de tempo para se recuperar. Tocar o pênis dele naquele momento provocativo o arrepia incontrolavelmente. Ela percebe que naquele momento não terá nada de nenhum deles, então se senta e começa a se masturbar, observando a cena. Ela se lembra dos dedos do irmão em sua bunda. Tenta imitá-lo, inserindo três dedos em sua bunda com a mão esquerda enquanto esfrega o clitóris com a direita. A dor é intensa, mas ela sabe que quer mais. Sussurra para si mesma: "Quero sentir você dentro de mim, quero que você me preencha por inteiro..."

Os olhares da família se encontram, e Augusto e Isabella trocam sorrisos cúmplices. Mal podem esperar para ouvir a doce voz de Nanda implorando para que a preencham. Nunca viram a filha tão desesperada, tão ávida por seu amor. Os três se acomodam na cama para assistir ao ato solitário de Nanda com uma mistura de amor e luxúria.

Nanda não consegue resistir às próprias provocações e começa a se contorcer em outro orgasmo torturante. Isabella e Augusto, admirando-a naquele momento épico, observam os espasmos da filha, trocando olhares de aprovação e admiração. Poucos segundos depois, os dois vão até a filha, que está mergulhada em ainda mais êxtase de prazer. Eles a beijam e dizem com voz calma e reconfortante: "Minha menina, você está se tornando uma mulher maravilhosa. Nós te amamos!!!! Em breve, a levaremos para o próximo nível."

Nanda, completamente tomada de prazer, apenas assentiu, sem sequer pensar no que lhe fora proposto. Naquele momento, aceitaria qualquer coisa, aceitaria qualquer invasão ao seu corpo completamente tomado pelo desejo de mais um orgasmo.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Incesto_2025 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários