Não quero ser um campeão de leituras e estrelas expondo a história difícil de minha filha e pararia por aqui, mas como essa decisão de o publicar teve um motivo maior de mostrar sua superação através do amor, e é claro do sexo, vou continuar a publicando a pedido dela e para não decepcionar leitores fiéis. Obrigado por acompanharem.
*****
Trecho deste capitulo:
“Fui me inclinando até que minha glande tocou algo quente que era sua buceta pequena e delicada e senti cócegas com seus pelos que não estava acostumado depois de tantos anos fazendo amor com sua mãe sem eles. Com aquela ansiedade, não conseguia encaixar no lugar certo.
– O coloque no lugar filha.
Julia levou a mão entre nossos corpos e pegou meu pau.
– Ahhh papai, não acredito que estamos fazendo isso”
*****
A cama de Julia para a qual fomos após eu conseguir a fazer se interessar por sexo após 5 anos era de casal ao lado da de solteiro de meu neto quando dormia em casa e com todas as concessões de minha esposa, não queria macular nossa cama de casal.
No caminho a minha frente, só com sua calça larga e nua acima mostrando suas costas e sua cinturinha era toda sensual sem a pretensão de o ser e se lamentava de novo.
– Estou tão peluda lá embaixo. Não quer que eu me depile antes?
– Você quer demorar mais?
– De jeito nenhum. Só pergunto por você.
– Já disse que não me importo. Com o corpo lindo que tem tenho certeza que vou achar linda peluda.
– Como é a da mamãe?
– Depilada.
– Minha mãe me surpreende. Parece tão séria.
Chegamos ao lado de sua cama e Julia ficou parada em minha frente. Além de seus seios deliciosos, sua barriguinha sarada era também exibida e lá embaixo a calça larga mostrava o cós da calcinha branca.
Imediatamente me aproximei e puxei sua calça por seu quadril arredondado e suas coxas torneadas também levemente marcadas por músculos naturais a deixando só com a calcinha branca. Já a tinha visto de biquini, mas nunca foi tão impactante.
– Meus deus filha. Não é à toa que todas as mulheres próximas e que te conhecem invejam esse corpo. Poderia ser facilmente uma Influencer Fitness, falei com toda a sinceridade.
– Se eu conseguisse enfrentar uma câmera né papai? Estou aqui toda ansiosa e só tem você.
– Porque sou seu pai. Todas as garotas sentiriam o mesmo na frente do pai. Eu estou sentindo o mesmo, pois sou bem mais velho e você é perfeita.
– Já te vi de calção papai e você não tem nada a temer. Se não fossemos pai e filha e você não fosse casado, namoraria você.
Entendi aquilo como uma forma de Julia me tranquilizar, mas olhando aquela obra de arte a minha frente, não seria muito fácil.
– Agora quero te ver sem a calcinha amor.
– Ai que vergonha. Está um matagal, falou rindo, mas fazendo o que pedi.
Ainda quando ela empurrava a calcinha pelas coxas, já via o matagal que falou e não era como me fez pensar. Ao invés de seus pelinhos serem enrolados e volumosos eram lisos como os de sua mãe quando não os depilava. Pretos como os cabelos davam um boa cobertura, mas seu lábios finos e rosas eram aparentes entre eles. Quando ela a tirou pelos pés voltou a ficar em pé com cara de envergonhada.
– Se dependesse de minha vontade, você não a depilaria. Não é como falou e são penteadinhos como eram os de sua mãe. Você é exuberante filha.
– É que me sinto uma velha, pois hoje toda jovem depila, senão tudo, quase tudo. Até a mamãe, falou mais uma vez inconformada.
Fui chegando até que a abracei. Era estranho abraçar minha filha com conotação sexual, mas prazeroso. A envolvi com os braços e a puxei para mim sentindo seu seio firme espremido em meu peito por cima da camiseta que eu ainda vestia.
– Eu te amo muito filha e faria qualquer coisa por você. Você sabe disso, não sabe?
– Eu sei. Você já fez mais do que deveria e agora está fazendo isso.
– Não é nenhum sacrifício. Mesmo amando sua mãe e sua irmã e elas sendo muito bonitas, você é a mulher mais linda que já vi. Sabe o que sua mãe disse quando conversamos?
– O que?
– Que você é linda e com esse corpo que você tem é um tremendo desperdício ficar presa dentro de casa sem fazer sexo na idade que tem.
Julia riu.
– Mamãe, mamãe. E agora ela está junto com você para acabar com esse desperdício?
– Pois é. Coisas da vida que ninguém imagina.
Fui me aproximando de seu rosto e logo meus lábios tocaram os seus. Desde que se tornou rebelde na adolescência nem selinhos trocamos e após beijar aqueles lábios grossos gostosos minha língua invadiu sua boquinha e trocamos uma beijo amoroso, mas minhas mãos corriam suas curvas confirmando sua perfeição.
Parecia um sonho. Não só beijar minha filha, mas ela estar tão entregue e tão animada como não a via desde a puberdade. Julia parecia outra pessoa e não aquela que nos levou ao desespero tantas vezes naqueles 21 anos.
Eu já começava a agradecer minha esposa em minha mente pela sugestão que deu e não era porque iria transar com Julia, mas pela forma que estava acontecendo. Interrompi o beijo pois nem ela e nem eu queríamos mais esperar.
– Vá para a cama meu amor. Enquanto isso vou tirar minha roupa.
Enquanto ela se deitava na posição papai e mamãe me observou tirar tudo e não disse nada vendo meu pau duro como aço. Desta vez fui eu quem ficou inseguro, mas subi na cama e me coloquei entre suas pernas vendo sua fenda levemente aberta e toda escorrida nos pelinhos pretos. Seu clitóris estava escondido mostrando ser muito parecida com sua mãe.
Fui me inclinando até que minha glande tocou algo quente que era sua buceta pequena e delicada e senti cocegas com seus pelos que não estava acostumado depois de tantos anos fazendo amor com sua mãe sem eles. Com aquela ansiedade, não conseguia encaixar no lugar certo.
– O coloque no lugar filha.
Julia levou a mão entre nossos corpos e pegou meu pau.
– Ahhh papai, não acredito que estamos fazendo isso. Nunca na vida tinha pensado nisso.
– Nem eu filha e aqui estamos e estou adorando.
– Também estou e acho que vou estar mais quando ele estiver dentro de mim. Só vá devagar porque estou há 4 anos e meio sem sexo e ele não é nada modesto, falou o colocando na portinha.
Julia tirou a mão e comecei a colocar pressão. Primeiro pouco e não entrou estando bem fechada mesmo. Depois coloquei mais e mais e ainda não entrava.
– Ahhh papai. Não te falei. Estou muito fechadinha.
– Quer parar?
– Nãooooo. Agora que consegui me excitar após anos, não pode terminar assim.
– Então aguente.
Coloquei muita potência até que senti a invadindo e seu canal se abrindo, mas resistindo porque estava muito apertado. Julia tinha feito cesárea e esse era um dos motivos, mas mesmo assim estava mais apertada do que minha esposa jamais foi quando jovem. Aquele corpo naturalmente tonificado de Julia, parecia ter também músculos fortes em seu canal vaginal.
– Ahhhhhh papaiiiiii, dóiiiiii, falou me puxando para cima dela para que eu não escapasse.
Meu pau poucas vezes esteve tão duro na vida, mesmo adolescente. A excitação por fazer amor com minha filha era inigualável e também havia a satisfação por a estar tirando daquela apatia que se encontrava antes.
Se tudo desse certo seus orgasmos a inundariam de dopamina e ocitocina lhe dando prazer e a fariam querer mais e mais entrando em um ciclo virtuoso e não uma roda viva de altos e baixos como ela tinha reclamado. Eu quis a deixar ainda mais excitada falando uma verdade.
– Nem com sua mãe é tão bom filha. Ela não é minha filha.
– Ahhh papai, é tão excitante me chamar de filha nessa hora. Não pare até colocar tudo.
– E você me chamar de papai. Não vou parar, falei continuando a colocar força porque não estava nada fácil abrir aquele canal apertado.
Eu olhava para seu rosto a amando mais do que nunca e feliz por ver que ainda poderia ser uma mulher ativa e normal. Seus gemidinhos me excitavam além daquele aperto descomunal em meu pau.
– Ahhh papai. Se nem com a mamãe foi tão bom para você, com nenhum dos meus namorados foi tão bom para mim, porque eles não eram você. Auuhhhhmmm.
Eu era um homem experiente que conseguia segurar bem meus gozos, mas com Julia estava quase impossível por tudo que nos envolvia, seu corpo fabuloso e sua bucetinha apertada e deliciosa. Eu ia com calma curtindo e evitando a machucar.
– Vai mais rápido papai. Eu o quero todo dentro de mim para gozar.
A atendi colocando mais pressão e mais um minuto senti minha glande se chocar com algo lá no fundo.
– Pronto filha. Foi tudo.
– Eu me sinto tão, tão cheia papai.
– E nunca me senti tão espremido amor. É um forninho quente e delicioso.
Comecei um vai e vem devagar tirando ainda pouco. Depois fui aumentando tirando gemidinhos excitantes de minha filha.
– Ahhhi. Uhhhiii. Ahhhhi papaiiii.
– Goza para seu papai, filha, goza, falei enfim tirando quase tudo fora e empurrando para dentro daquela quentura novamente.
– Estou gozaaaaaaandoooo papai, Julia gritou de forma estrondosa enquanto seu corpo pequeno de debatia sob mim.
– Também estou gozando meu amor. Ahhhhhhh, gemi dando jatos e mais jatos de esperma escaldante no útero de minha filha como só me lembrava ter feito quando era muito jovem.
Toda aquela gosma melada em sua bucetinha vazando produzia sons de ruídos molhados me deixando ainda mais tarado. Suas unhas cravavam em meus braços e eu estava em êxtase tendo aquela experiencia inimaginável.
Quando terminei, ainda fiquei lá curtindo entrando e saindo sem nenhuma pressa e o orgasmo de Julia foi tão longo que me veio à mente que nossa filha não era frigida como conversei com minha esposa.
Quando terminou Julia me segurou não me deixando levantar.
– Continua papai. Estou sentindo que você quer mais.
– Isso não me acontecia há pelo menos 15 anos. Ser minha filha e linda e gostosa me deixam muito tarado.
– Ahhhh papai, me diz que essa não vai ser a única vez. Se você e a mamãe estiverem certos, vou ter que ter muitos orgasmos para ficar bem e depois me manter bem.
Para alguém que mal dava bola para o sexo e estava há mais de 4 anos sem, Julia estava irreconhecível e até usava o que falei para ter mais. A intenção de tudo aquilo era essa e não seria com apenas alguns orgasmos que deixaria de ter recaídas, mas aproveitei seu pedido não dando de graça o que ela queria.
– Só se você for boazinha como nunca foi. E vai ter que sair de casa comigo as vezes. Pode ficar tranquila que não te levarei em lugares movimentados.
Para dar força a meu argumento comecei a estocar de novo, ainda sem muita intensidade.
– Faço qualquer coisa papai. Fui má por muito tempo e agora preciso recompensar sendo boazinha.
– Prometa que se tiver pensamentos ruins, ao invés de beber e depois usar alguma coisa, vai vir me contar e fazemos amor para não ter recaída.
Era uma proposta que eu já tinha feito a ela em uma de minhas infindáveis tentativas de ajuda-la, mas antes era para só conversarmos e mesmo me prometendo ela nunca cumpriu porque não tinha nada a perder. Naquele momento, pelo que falava, parecia ter a perder.
– Ahhh papai, eu te juro que farei isso. Não quero mais ser como antes. Depois dessa prova de amor de vocês não quero mais deixá-los tristes.
– Se não fizer, vou chegar à conclusão que fazer amor com você não resolve e vamos parar.
– Nãoooo papai. Eu farei o que você disse. Não quero mais parar, mas e a mamãe?
– Ela já sabia que poderíamos continuar se desse certo e não se opôs.
– Para sempre?
– Se for necessário, para sempre.
– Ahhh papai, acho que vou gozar de novo. Tanto tempo sem e agora serão dois em menos de 10 minutos. Não serei mais um desperdício papai.
– Você é linda e gostosa demais e minha filha e se depender de mim, nunca mais será um desperdício. Vou gozaaarrrr, Ohhhhhhhmmmm.
Imediatamente Julia gozou comigo.
– Estou gozando. Estou gozando papaiiiiiii.
Gozamos deliciosamente juntos e eu tinha outra carga de esperma como não costumava mais acontecer. Imaginar que enchia o útero de minha própria filha era um prazer sem igual me levando a um gozo mais longo do que o normal.
O de Julia então foi muito, muito longo e entre caras e bocas de prazer, no final me deu um sorrisinho de felicidade fazendo meu coração apertar. Quando ela terminou, saí de cima dela querendo a deixar curtir o pós-gozo, mas em uma empolgação inédita, se deitou parcialmente sobre mim.
Eu me lembrei dos contos eróticos que já tinha escrito, e mesmo entrando nos personagens muitas vezes, não havia nem comparação com a realidade, mas eu tinha acertado muitos dos sentimentos que estava sentindo.
– Papai, como vamos fazer isso aqui em casa quando a mamãe estiver? Não quero a magoar depois de tudo que ela está fazendo por mim.
– Sabendo e aceitando ela não será magoada, mas é claro que não posso te agarrar na frente dela. Você tem esse quarto e podemos fazer aqui. Fora isso ela sempre está saindo fazendo alguma coisa e tem encontros com amigas algumas vezes por mês uma delas à noite. Encher a cabeça com bastante atividades foi o jeito que ela achou de não ficar presa a seus problemas o tempo todo.
Seus seios nus estavam espremidos em meu peito e minha mão direita em suas costas a acariciava chegando até aquele bumbum perfeito e firme.
– Eu sinto tanto de ter sido a filha que fui. Pena não poder voltar no tempo, mas prometo que vou fazer de tudo para ser uma filha e uma mãe melhor daqui para frente.
– São ótimas decisões e o passado não volta. Você tem muito tempo para compensar, falei sorrindo.
Ela levou a mão a meu peito e me acariciou.
– Ainda não acredito que estamos aqui nus trocando carinhos após termos feito amor. Parece um sonho.
– Não é um sonho filha. Nem um sonho é tão bom. Desde o sexo até sua empolgação agora e planos para o futuro foi tudo perfeito.
– O orgasmo faz muito bem mesmo. Estou me sentindo muito diferente. Posso te falar algo sobre o que fizemos?
– De hoje em diante, fale tudo o que você quiser, bom ou ruim. Vamos compartilhar tudo.
– Sabe o que é? Já que vamos fazer isso outras vezes quero te dizer que não vai precisar se segurar porque sou sua filha. Do jeito que é cuidadoso com as filhas, isso poderia ser um obstáculo para fazer o que tem vontade e pelo que está fazendo por mim, quero que você também se divirta.
– Talvez eu até tentasse ser cuidadoso, mas com esse corpo divino que você tem, certamente não resistiria. Não se preocupe que farei tudo o que eu quiser, desde que você goste. É impressionante continuar a ter esse corpo perfeito de adolescente depois de tudo o que aprontou e de ser mãe.
Ela sorriu adorando o elogio.
– Mérito seu e da mamãe, não meu pois realmente não me cuido bem. Sou parecida em muitas coisas com ela, mas o tipo de corpo veio de você, só que sou menina.
– Quero que você comece a se cuidar melhor, por sua saúde e também para ter mais disposição para cuidar do Pedrinho. Pode fazer pilates comigo e sua mãe, caminhadas comigo ou yoga com sua irmã.
– Eu vou, mas junto com você papai.
– Vai virar grude meu agora e continuará me chamando de papai? Sempre me chamou de pai.
De novo minha linda filha me olhou com uma cara de safadinha como nunca imaginei que pudesse ter. Era excitante e revigorante.
– Sim, vou ser grude sua até o limite que você ou a mamãe diga que é exagero. Te chamar de papai de agora em diante sempre vai me lembrar do que fizemos e vai me deixar excitada e sei que você gosta, não gosta?
– Apesar de tudo e não serem mais crianças, adoro quando você e sua irmã me chamam de papai porque sinto que somos próximos, mas como falou, com você agora vai ter uma conotação diferente e não sei se será bom me chamar assim na frente dos outros, falei sorrindo.
– A não ser a mamãe, ninguém mais saberá que tem outra conotação. Te chamar assim e ser mais próxima sua será visto como a filha arrependida se redimindo e não deixará de ser verdade.
– Quem te viu e quem te vê. Você estava sempre apática e agora já quer tomar decisões.
– Não era esse o objetivo seu e da mamãe? Me curar? E você não vai deixar que eu tenha outras recaídas, vai?
– Pelo visto nas chantagens emocionais, você não vai mudar, não é, perguntei sorrindo e tirando um sorriso lindo dela.
– Antes era para o mal, mas agora é para o meu bem. Você não vai ficar bravo, vai?
– Para seu bem nunca ficarei bravo. É um alivio te ver assim.
– Você vai fazer amor comigo de novo, perguntou empolgada.
– Você quer?
Seu sorriso safadinho já era a resposta, mas foi além.
– Acho que orgasmos com o próprio papai lindo, amoroso e fogoso são viciantes.
– Vou dormir aqui com você e faremos mais, mas agora vamos comer aquele pão e queijo que fatiei e mais alguma coisa porque estou com fome. Sem o vinho, dei ênfase.
– Sem o vinho papai. Nunca mais vou beber e você me deixou embriagada de outro jeito com efeitos colaterais deliciosos. Te juro que nunca foi tão bom.
– Nem para mim amor. Já te disse isso antes. Fora seu corpo maravilhoso tem uma carga emocional por você ser minha filha e também por estar te ajudando. O prazer foi muito mais intenso.
– Então vamos comer papai. Não vejo a hora de fazermos amor de novo.
A ver se vestir foi tão excitante como se despir. Ela foi com os seios expostos até a sala onde colocou a camiseta larga, voltando a sua vestimenta usual escondendo seu corpo, mas em seu rosto se via que ela tinha mudado, ou começado a mudar.
Prova foi que antes era uma dificuldade a fazer ajudar em algo, mas naquele momento se prontificou a fazer um sanduiche para nós de boa vontade. Enquanto ela fazia, a observava incrédulo. Ela se lembrou da mãe e da irmã.
– Você vai contar para a mamãe antes de dormir? Será que ela vai ficar contente?
– Se eu tirasse uma foto sua fazendo os sanduíches, ela ficaria exultante, a provoquei.
– Também não é assim. Eu fazia algumas coisas.
– É assim sim. Se fazia era sempre com cara de má vontade.
Não podia deixar que a felicidade se sobrepusesse à razão e tinha que a fazer ver que tinha muito para mudar. Não ia colocar pressão tudo de uma vez por causa de seu Transtorno, mas não deixaria passar aproveitando seu momento de estar querendo mais sexo comigo.
– Você tem razão. Vou tentar mudar tudo.
– Não tudo de uma vez, pois como sabemos você não pode sobrecarregar ou não faz nada. Vamos fazendo essas mudanças com calma, mas ajudar mais na casa é um bom começo.
– Está bem papai. Prometi ser boazinha já que está sendo tão bonzinho comigo.
Foi evidente a conotação sexual, mas eu nada disse.
– E a Lorena? Como vai ser com ela, perguntou preocupada.
– Apesar de ela não morar aqui, vem sempre e será impossível esconder dela. Fora que é com ela que você faz seus desabafos. Vou falar para sua mãe contar a ela lá na praia.
Seus olhos se arregalaram.
– Será que devemos papai? Talvez ela não aceite esse tipo de relação ou se aceitar, pode não aceitar o fato que dará mais atenção a mim e ficará magoada se afastando de nós.
– Como descobri com você mais cedo, o melhor é sempre a verdade e se ela descobrisse por conta, aí é que ficaria magoada por se sentir traída pela família. E para te ver melhor, acho que ela aceita qualquer coisa.
– Ela sempre me ouviu e me ajudou e fora vocês dois, ela é a outra responsável por eu ainda estar viva.
– Pare de falar isso e sua irmã pode ficar um pouco perdida no começo, mas vai aceitar quando te ver bem.
Continuando uma conversa como jamais tivemos antes, sem cobranças e sem rebeldias fizemos aquele jantar leve tomando um suco de laranja refrescante, mais o queijo e o pão de antes. Quando terminamos, arrumamos tudo em mais uma demonstração de como tudo poderia ser diferente e ao dizer “acabamos”, ela me olhou safadinha.
– Quer que eu tome banho?
– Não, porque depois vamos tomar banho juntos.
– Não acredito papai.
– Não vou perder a chance de lavar esse corpo todo certinho.
– Ohh deus. O que você está fazendo comigo? Você não acredita como estou excitada de novo. Nunca fui assim, nem quando ainda fazia sexo com os namorados.
– Olha eu. Pensando em como quero fazer amor agora e depois em te dar banho, veja como fiquei, mostrei meu pau duro sob a calça.
– Então vamos logo. Que jeito é esse, perguntou quando já me puxava para o quarto pela mão.
Nem deu tempo de responder e estávamos em seu quarto com Julia se desnudando sem pudores enquanto eu admirava aquela transformação de uma mulher com uma roupa nada atraente em seu corpo nu quente como o inferno.
– Quero você em meu colo, assim também posso me divertir com esses seios lindos.
– Mesmo com o silicone, eles continuam muito sensíveis papai. Vou amar. Vem, falou já subindo na cama me dando a visão de seu bumbum perfeitamente redondo o desejando ter de 4 em uma próxima vez.
Como Julia pediu, o pai em mim não resistiria fazer amor intenso com a filha amada.
Sem pudores também me despi sob seu olhar e subi na cama me sentando com as costas na cabeceira macia. A olhando safado, bati a mão em minha perna.
– Vem sentar aqui no colo do papai, vem.
Julia nem quis se esfregar antes de tão excitada que estava. Ajoelhada sobre mim, puxou meu pau o colocando em pé e encaixou aqueles lábios quentinhos em torno dele.
– Você me deixou tão encharcada antes e com mais minha excitação vai entrar mais fácil dessa vez e não doer tanto.
– Desculpe por ter te machucado. Você não falou para parar.
– Por nada eu deixaria você ter parado e as dores até que não foram ruins.
Terminando de falar, Julia começou a soltar o peso e engolir meu pau com menos dificuldade, mas não menos apertado. Meu esperma e seus fluidos ajudavam e eu a segurava na cintura ajudando não descer muito rápido.
Era de novo o maior prazer de minha vida me fundir ao corpo de minha filha nos tornando um só, sangue do mesmo sangue unidos carnalmente.
– Ahhh papai, ele me completa tão perfeitamente.
– Essa bucetinha gostosa é muito apertada por causa de seus músculos.
– É para te sentir bem. Meu papai dentro de mim. Inteirinho dentro, falou quando o teve todo dentro de si.
– Ohhhh deus filha. Preciso me controlar muito para não gozar logo, falei a empurrando para trás e a puxando para mim me enterrando mais fundo.
– Ahhhhuuuu. Não sei se vou conseguir te esperar.
– Não precisa. Você pode gozar de novo depois, falei a empurrando e puxando com mais vigor, mas já a senti tomar conta do movimento colocando ainda mais intensidade do que eu.
Nem deu tempo de pegar em seus seios que eu cobiçava diante de meus olhos e Julia já teve seu primeiro orgasmo.
– Ahhh papaiiiiiii, estou gozandoooooo.
Com o objetivo primordial de dar orgasmos a minha filha, me concentrei em prolongar o seu e deixar o meu para depois. Eu a ajudava naquele ir e vir vigoroso enquanto olhava meu pau sumir e aparecer dentro de seu corpo irretocável.
– Goza filha, goza no pau do papai. Você é tão gostosa.
– Ahhhhh papaiiii. Você é que é gostoso. Nunca gozei tão forte, falou tendo um repique em seu orgasmo.
A ouvir que era seu orgasmo mais forte encheu meu peito de pai de satisfação por fazer tão bem a minha filha e a ajudando a se livrar de seu problema. Ao menos era o que parecia.
Quando seu longo orgasmo terminou, Julia ainda tinha energia para continuar me cavalgando fogosa.
– Não tem nada mais poderosamente excitante do que o incesto com quem se ama papai. Nunca teria conseguido me excitar e gozar tão forte se não fosse com você.
– Concordo filha. Com você me sinto tão jovem e com tanto vigor. Acho que posso fazer amor a noite toda só por ser você, exagerei.
Na verdade, o que pensei naquele momento foi que faria amor com Julia mais uma ou duas vezes durante aquela madrugada o que só fiz com sua mãe nos primeiros anos de casados e eu não tinha mais 20, 21 anos.
– Você promete papai, perguntou animada.
– Pelo menos uma ou duas vezes na madrugada quando acordar e te sentir em meus braços eu prometo.
– Ahhhh papai, fora o dia que meu filho nasceu, esse é o melhor dia de minha vida. Quero que você goze em mim.
– Antes disso quero gastar um bom tempo brincando com esses seios lindos, falei os envolvendo em minhas mãos.
– Vou adorar. Brinque com eles quanto quiser, mas acho que vou gozar de novo quando fizer isso.
– Uau filha. Há anos sem ter um orgasmo e agora vai ter 4 em duas horas? Acho melhor parar ou te darei uma overdose.
Quando falei, me toquei que não devia ter usado essa palavra, mas Julia se saiu bem.
– Uma overdose do bem papai. Mama em meu seios.
Me inclinei e comecei com beijinhos e lambidas em seus seios perfeitamente arredondados e muito mais naturais do que eu tinha imaginado que tinham ficado após a cirurgia. Eu não os achei mais exagerados e fogoso levei o primeiro mamilo a boca o sugando.
– Ohhhhh papai, é tão diferente você fazendo isso. Meu papai mamando em mim.
Também achei muito diferente mamar em minha filha invertendo a ordem natural. Diferente e extremamente excitante. Depois que fui para o outro mamando ainda de leve voltei ao primeiro e comecei a sugar com muita volúpia levando seu mamilo eriçado para o fundo de minha boca com sua aréola junto.
Minha mãos ajudavam minha boca apalpando e acariciando aquelas delicias perfeitamente redondas e não aguentando tanto tesão Julia gozou de novo me cavalgando descontroladamente.
– Estou gozaaaaando de novo papai, falou levando a mão em minha nuca me afundando mais em seu seio.
Bem que eu queria aguentar mais, mas lembrando que teria aquelas delicias outra vezes no futuro, me deixei levar e tive um orgasmo bombástico. Julia o sentiu pelos tremores em meu corpo, mas também pelo esperma quente se espalhando em seu útero pela terceira vez naquela noite.
– Isso papai, goza comigo. Você está me fazendo tão feliz.
Foi de propósito que falou estar feliz, sabendo que me deixaria também feliz e ainda com mais tesão levando aquele meu gozo mais longe dos que eu tinha normalmente.
Quando acabou ainda fiquei a desfrutando enquanto seu orgasmo ia cedendo bem mais lentamente que o meu e no fim Julia também estava exausta por ter despendido tanta energia.
– Papai, me deixe deitar em seu peito.
Deixei seu seio e voltei a me posicionar sentado e Julia veio se inclinando e deitou em meu peito me dando um prazer emocional por ter minha filha abraçada a mim. Com seus problemas eram difíceis as demonstrações de carinho e naquele momento, fora o sexo delicioso, estava radiante a envolvendo em meus braços a prendendo contra meu corpo.
Meu pau acalmou, mas por ser tão apertado ficou lá refém daquele canal quente e gostoso. Meu coração palpitava mais forte do que quando gozei e com sua face colada em meu peito, ela sentiu.
– Seu coração está batendo tão forte.
– É de felicidade amor, por estar assim amorosamente abraçado a você. Eu tinha carência desses contatos.
– Cada minuto dessa noite me arrependo mais de como fui com vocês.
– Já disse que não foi culpa sua. Se eu e sua mãe demos o que tem de bom, também te demos esses problemas. Muitas vezes me culpei por ter feito isso a você.
Julia se afastou de meu peito e olhou para mim com lagrimas nos olhos.
– Não se culpe papai, vocês me deram a vida. Você tentou tantas vezes se aproximar de mim e eu o rejeitei.
– Fui mesmo muito rejeitado e no final consegui me aproximar do jeito mais imprevisível, falei sorrindo.
– Mais Imprevisível e muito mais gostoso.
– E sem cobranças que você não gosta, né?
– Sim, sem cobranças, mas de agora em diante não vou me importar mais com suas cobranças e nem as da mamãe. Vou aceitar e tentar melhorar.
– Não pretendo fazer muitas, mas se fizer, se lembre que é porque te amo e quero o melhor para você e não só para te azucrinar.
Julia sorriu ainda com lágrimas, pois sempre falava que minhas cobranças eram só para a azucrinar, mas encerrei aquele assunto.
– Agora vamos tomar banho. Mal posso esperar para conhecer melhor esse corpo.
Julia se levantou toda empolgada e fomos para o banheiro de seu quarto. Com a água no ponto, entramos e enchi minha mão de sabonete líquido começando a lava-la. Era impressionante como não tinha nada fora do lugar e muito menos em excesso. Nas leis de compensação da natureza ela ganhou aquele corpo invejável para compensar os problemas que recebeu. Ou vice-versa.
Julia ria feliz e excitada com meus toques e de verdade ela parecia outra pessoa, sorridente como estava.
– Você é tão perfeita filha. Te lavando por tudo posso confirmar ainda mais.
– Obrigado papai. Algo de bom eu tinha que ter. O que você mais gosta em meu corpo?
A resposta era muito simples e quis adia-la.
– Melhor perguntar do que não gosto. Bem mais fácil de responder, brinquei.
– Então do que você não gosta, perguntou parecendo temerosa.
– Para ser sincero, algo que não é natural. Em seu corpo tudo fica bonito, mas eu preferiria sem as tatuagens. Não é que não goste de tatuagens, mas as suas tem vínculos com seu passado e sinceramente não foram bem escolhidas.
– Sério? Eu já pensei em tirar algumas, pois não tem mais nada a ver comigo como você disse. Na verdade, só deixaria essa do Pedrinho, falou mostrando o punho onde tinha um P e a data de nascimento de meu neto bem discretos.
– Deve ser bem dolorido tira-las, comentei.
– Já pesquisei, pois, as minhas não são muito grandes e nem pintadas inteiras. Não seria tão difícil, mas não seria barato.
– Se você quiser tirar, eu pago.
Ela me olhou surpresa e provocativa em sua nova versão. Ainda mais irreconhecível.
– Você está querendo deixar meu corpo de acordo com seu gosto pessoal, papai, perguntou com malicia.
– Seu corpo já é inteiramente de meu gosto pessoal, por isso acho que essas tatuagens atrapalham um pouco. E se sou eu quem vai fazer amor com você, posso dar minha opinião, não posso?
– Claro que pode, você tem todo o direito já que vai me fazer feliz. Então está feito, vou fazer sua vontade e tirar todas, menos a do Pedrinho.
– Você não precisa fazer minha vontade.
– Precisar não preciso, mas eu quero fazer suas vontades no que me toca. Falei que seria boazinha.
*****
Trecho do próximo Capítulo:
“– Quais são as maiores sacanagens que já escreveu, perguntou já começando a me masturbar.
– Ahh filha, não me faça falar isso. Porque fui te contar? Estava indo tão bem, me lamentei.
– Me conte papai, ou vou virar os sites de contos eróticos de cabeça para baixo até achar os seus. Veja como você me deixou falou empurrando meu dedo para mais dentro de sua fenda melada.
Não tinha mais como fugir porque depois de tudo que contei, Julia acharia fácil meus contos.
– Tem o que o povo gosta. Oral, anal, imobilização, dupla penetração com ajuda dos dedos e o que acho mais safado é quando um dos personagens se torna submisso ao outro. Tem também alguns tapas no bumbum, mas sem violência.
– Me come de novo papai? Aqui dentro mesmo. Nunca estive tão excitada em minha vida, falou se encostando na parede do box e me puxando pelo pau já totalmente duro com sua masturbação e aquela conversa.”