Primeiros carinhos sexuais

Um conto erótico de SERREN
Categoria: Heterossexual
Contém 1131 palavras
Data: 29/08/2025 07:35:16

Início de namoro, eu inexperiente, ela filha única e com três irmãos, para o primeiro beijo rapidinho no portão demorou algum tempo.

Como trabalhávamos na mesma empresa e frequentávamos a associação dos funcionários, onde sempre participávamos de reuniões, festas ou mesmo só para tomar alguma bebida e jogar papo fora, foi aí que comecei a abraçá-la por trás, quase sempre esbarrando nos peitinhos, ou seja, ficava com o braço esbarrando a parte de baixo dos seios, e ficando de pau duro, acreditando que ela percebia, mas fazendo de conta que nada acontecia.

Com o passar do tempo à intimidade foi aumentando, os beijos ficando mais ousados, até que em uma noite após longa troca de beijo, deixo minha mão esbarrar num dos pequenos seios durinhos, sob a camisa de cor azul, meio transparente e do sutiã branco, com o pênis já estando duro só aumentou mais o tesão. À noite, chegando em casa me acabei numa gostosa punheta, pensando na maravilha que foi ter tocado no peitinho durinho, imaginando como seriam e como fazer mais putarias.

Assim segue, vou a cada dia avançando mais as carícias, agora além da mão boba esbarrando nos seios, “sem querer, querendo”, começo apalpá-los, mesmo sobre a blusa e sutiã. Na primeira tentativa há uma certa resistência. Seguindo o namoro, durante muitos beijos consigo ir deslizando, aos poucos, a mão entrando por inteiro na camisa e apertar os peitinhos por cima do sutiã. Quando tento tirar seus peitinhos de dentro do sutiã dá um jeito de tirar minha mão de dentro da blusa, mesmo estando ofegante de tesão.

Dias depois, fui tendo mais liberdade para ir esbarando e apertando os peitos por cima da blusa, até novamente abri-la. Enfiando a mão, deslizando para dentro do sutiã, sem que ela me impeça, sinto pela primeira vez, apenas com a ponta dos dedos, os peitinhos durinhos, aquela pele gostosa das tetas. Tento ir mais longe, mas ela segura minha mão impedindo maior avanço.

Certo dia em meio aos beijos, já tendo mais acesso aos pequenos e durinhos seios, enfim os coloco inteiros, em minha mão. Fui beijando o pescoço, colo e tiro um dos seios por completo de dentro do sutiã e vendo aquela maravilha de tetinha branquinha, bicos rosados, arrisco dar um beijinho, mas sem mamar, ou seja, colocar o bico durinho na boca, como gostaria de ter feito, já naquele momento.

Dias depois, de muitos amassos ela permitiu deixar os peitinhos bem à vontade fora do sutiã. Aproveitando aquelas maravilhas desnudas, sinto pela primeira vez o sabor do mamilo em minha boca. Já vou chupando um e outro seio até que tento colocados por inteiros na boca, hora um, hora outro, aumenta muito a excitação dela com esta experiência ficando muito ofegante tanto quanto eu. Vou passando as mãos nas coxas grossa, mas, mesmo assim não deixava passar a mão por dentro das coxas, para eu apertar a buceta.

Nesse dia quando retornei para casa me masturbei uma, duas, três punhetas só lembrando da mamada naqueles peitinhos lindos durinhos bicos sempre empinadinhos e gostosos. Assim vamos muitas noites sempre com um avanço de sinal a mais.

Como trabalhávamos na mesma empresa nunca nos permitimos intimidade no ambiente de trabalho, eu não via a hora de sairmos e ir acompanhá-la até em casa para no meio do rala e rola ir sendo mais abusado, tocando em os seios, mordendo e sugando os bicos, tentando colocá-los por inteiro na boca, passando a mão em suas coxas tentando de todas as formas entrar no meio delas para tocar na buceta.

Certa noite depois de tantos amassos e insistências com esfregação de mão nas coxas sempre tentando enfiá-las entre elas enfim, vai abrindo as pernas deixando apalpar a buceta sobre a calça jeans apertadinha, entre beijos fogosos senti que ela estava com muito tesão, mas devido a possibilidade de sermos surpreendidos pelos irmãos ou mesmo a mãe deu jeitinho de tirar minha mão para não avançar mais.

Após o primeiro amasso na buceta mesmo sobre o jeans, sempre procurava afofar a xana em nossos amassos. Ousando mais, vou abrindo aos poucos o zíper de sua calça tentando tocar a buceta e ela tira minha mão e fecha.

Vamos diversos dias sempre aumentando as carícias até conseguir enfiar os dedos dentro da calça e massagear a buceta sobre a calcinha sentindo os pentelhos por cima do tecido e a umidade do tesão na buceta, seguimos nos beijando e com tesão cada vez maior e sempre tentando colocar meus dedos bem dentro da calcinha, continua a não deixar avançar para sentir contado dos dedos na buceta nua.

Vamos nos amassos durante dias, porém pela relutância dela ainda demora até deixar avançar novamente, no começo ela tirou minha mão, mas como é normal o tesão aumentou com os amassos firmes na buceta sobre a calça até deixar ir abrindo novamente o zíper e apertar a buceta sobre a calcinha, ainda sem conseguir tocá-la na intimidade de suas entranhas.

Nos dias seguintes, depois de muitas vezes esfregando as mãos na buceta sempre sobre a calcinha e mais freneticamente mamando os seis e esfregando os dedos fortemente na buceta começo afastar a calcinha sem que ela resista e até se ajeita para que eu consiga tocar os pentelhos pela primeira vez com mão procurando ir mais fundo de forma a ter sua buceta totalmente dominada e excitá-la muito, nesta vez foi rápido, pois tira minha mão e fechas a calça novamente. Nos próximos dias de namoro e amassos mesmo resistindo menos a deixar tocar completamente a buceta, vou passando a mão até a entrada da caverna de fogo.

Assim, a cada dia, mais e mais intimidade e carícias aumentando, e muito mais a ânsia de colocar o pau na buceta pela primeira vez, ela certamente já estava pensando em trepar também, vamos prolongando as carícias e ela resistindo cada vez menos aos meus avanços.

O tesão crescia muito dia a dia, em uma noite cheguei em sua casa e ela estava com um vestido vermelho sem alças, sem sutiã, logo imaginei que estava querendo mais intimidade, então consegui de vez chupar sua língua, chupar os seios, chupar o pescoço, enfiando a mão por baixo do vestido consegui afastar a calcinha, agora quase sem resistência e assim pela primeira vez tocar toda a buceta perfumada e ardente devido a carícias, meus toques são meio desajeitados, coisa de falta de experiência .Sinto na minha mão o calor e a umidade de sua buceta em meus dedos e ela treme com o toque em sua buceta. Tentei ir mais longe, mas não me deixou, apenas tivemos os apertos de sempre. E como acontecia quase todos os dias, eu chegava em casa e batia uma, duas punhetas gozando pensando no que fizemos e como conseguir foder logo uma buceta.

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