09) Motorista de Aplicativo Que Me Abusou.

Um conto erótico de Zooé Sofia
Categoria: Heterossexual
Contém 3209 palavras
Data: 29/08/2025 06:34:06

Como estão meus tadinhos amados?

O pessoal já deve ter percebido que eu tô publicando meus relatos de zoofilia, alternados com os de sexo com humanos.

O último foi sobre minhas iniciativas com cavalos.

Esse aqui vai ser sobre uma interação com um homem. Só que esse homem me pegou na marra, à força.

Então é sim um relato sobre estupro.

Segue adiante quem souber lidar com esse tema.

Achei melhor deixar avisado.

Isso aconteceu há mais de ano e meio e não foi a única vez que aconteceu algo do tipo.

Vou contar mais nas publicações futuras.

Não vou dizer que não teve um certo vacilo meu, mas também não vou passar pano pra um sujeito que tirou proveito de uma situação em que eu estava indefesa.

Se ele me achou "facinha", então que me seduzisse ao invés de me comer à forca.

Demorei porque quis dar um trato bem explícito sobre essa situação que eu vivi.

Tudo começou numa vez em que eu estava sozinha num posto de gasolina, que o pessoal se reúne pra beber e faz uma festinha improvisada.

Fiquei separada do rebanho porque meus amigos foram embora e eu teimei em ficar mais um pouco porque tava de olho num guri.

Acabei virando presa fácil pra predador selvagem.

Carne pra ser abatida, eu usava um vestidinho bem curto e bem justo, de um tecido levemente brilhante, fino e molhinho e uma calcinha bem atolada na bunda.

Fui abordada pelo guri que eu tava olhando e pelo amigo dele.

Me ofereceram bebida, mas preferi continuar com a minha.

Fomos conversando e o papo ficou quente, de um jeito rápido e que me pegou de surpresa pela cara-de-pau deles em me convidar pra ir com os dois pra algum lugar "pra curtir".

Não é que eu quisesse dar uma de santinha, porque eu até poderia encarar dar pros dois, mas é que eles me deixaram com uma sensação estranha, tipo um sexto sentido me alertando que a brincadeira não seria saudável.

Eles mantiveram a fala mansa, alternando com umas coisas rudes e constantemente esfregando os próprios pênis por cima das calças. Achei muito sem noção.

Passava alguma garota com roupa curta ou colada e eles esfregavam os paus. Os dois.

Achei até que estavam com sarna no saco de tanto que esfregavam e coçavam.

Mania nojenta essa de alguns caras.

Sempre evito de beber o que me oferecem, pra não ter risco de ser drogada, mas dei um vacilo em aceitar dar uma bicada no copo em que um deles parecia que estava bebendo.

Na dúvida mal molhei a boca. Daí devolvi dizendo que tava quente a bebida e disse pra ele tomar e constatar ele mesmo.

O guri só falou "ah é verdade" e jogou fora o líquido.

Fiquei muito desconfiada. E, depois de um tempinho, me bateu uma tontura.

"Pra mim já deu" - acabei falando e me despedi deles, sem trocar whatsapp e indo pra extremidade do posto pra pedir um Uber.

Eles tentaram me convencer e me agarrar mas me desvincilhei e prometi que eu estaria ali no dia seguinte novamente, com mais tempo pra curtir. Mentira, é claro.

Fugi deles e dei um toque pras atendentes da loja de conveniência sobre os dois caras que estavam oferecendo bebida batizada com Boa Noite Cinderela.

Já na saída do posto puxei o ar pra tentar oxigenar o cérebro mas só veio poluição mesmo.

Meu Uber chegou rápido, "ainda bem", pensei.

Só que eu saí da panela pra cair no fogo.

Dentro do carro eu pensei em avisar minhas amigas, mas achei melhor não criar pânico desnecessário, já que eu estava indo pra casa e estava segura. Será?

Pedi pro motorista me acordar quando chegasse na frente de casa e, na esperança de que ele fosse solidário e protetor, expliquei que eu achava que haviam colocado algo na minha bebida e que eu poderia apagar a qualquer momento.

O motorista pergunta se eu estava bem, se precisava vomitar, que avisasse alguém ou que ele parasse em algum lugar antes.

Consegui dizer pra ele que eu só sentia um torpor muito grande e que a minha mãe não tava em casa. Era só me deixar na porta que eu resolveria dali em diante sozinha.

Não cheguei a apagar mas me sentia quase fora do corpo. Sentia meu corpo todo formigando e fiquei simplesmente paralisada.

Quando parou na frente da minha casa o motorista virou e perguntou se eu estava bem e se precisava de ajuda pra descer.

Eu disse que estava bem mas não conseguia me mexer.

Ele tocou em mim, acho que na minha perna e eu permaneci sem reação.

Vi que ele começou a alisar a parte interna das minhas coxas, mas continuei sem reação.

Nem fui capaz de dizer não.

Eu acho que eu pensava e tentava dizer não, mas a voz não saía. Então pode ter parecido que eu não me importava que ele me tocasse.

Não que isso justifique, é claro.

Ele me acariciou um pouco mais eu acho e, segundo o que eu me lembro, falou de a gente rodar um pouco pra eu me recuperar e poder entrar em casa.

Eu não queria isso. Eu preferia entrar logo porque poderia desmaiar a qualquer momento. Mas imagino agora que ele contava com isso.

Ligou o carro e começou a rodar com os vidros fechados, sem me dar o benefício de ventilar o ambiente pra eu conseguir despertar de vez do meu torpor.

Não sei dizer por quanto tempo rodou e nem pra onde me levou. Eu me deitei no banco traseiro do carro tentando descansar a cabeça que tava girando.

A merda é que não tive ânsia de vômito.

Se eu tivesse vomitado, isso poderia estragar a libido dele. Nem conseguia enfiar um dedo na goela pra forçar o vômito.

Chegamos num local que dava pra ver as luzes da cidade, mas estávamos afastados.

Não sei se era próximo da Free-Way ou pras bandas de Ipanema, Humaitá ou Gravataí.

Não tenho a noção do quanto percorremos e por quanto tempo ou direção.

Nem na volta.

Ele desligou o carro atrás de um tipo de moita e veio até mim. Abriu a porta e me pôs sentada no banco com as pernas pra fora do veículo.

Se abaixou até perto do meu rosto e beijou minha boca, bem suave no começo e em seguida com bastante despudor e lascívia.

Enfiou a mão dentro do meu generoso decote e apertou meus peitos com força. Nem sei se doeu porque eu sentia meu corpo todinho formigando de tão anestesiada que eu estava.

Ficou me apalpando e passando a mão em por um tempinho e depois parou e me deixou ali sentada e inclinada pro encosto, de lado, com as pernas pra fora do carro.

Ele foi até o porta-malas e voltou trazendo um rolo de fita crepe larga.

Juntou minhas mãos pra frente e passou várias voltas de fita pra prender meus pulsos.

Ele se aproximou, com a respiração quente e me beijou de um jeito muito intenso. As mãos, ásperas e insistentes, exploraram meu corpo com uma confiança possessiva que me arrepiou. Meus olhos permaneceram abertos, fitando a escuridão além das janelas do carro, enquanto eu sentia o tecido do meu vestido esticar e ceder sob seu aperto.

Com uma força surpreendente para um homem da sua idade, ele me içou para o banco do carro, com minhas pernas ainda penduradas para fora da porta. Ele se atrapalhou com as próprias calças antes de pegar uma embalagem brilhante de preservativo. O som amassado perfurou o silêncio como uma faca. Ele a rasgou e rolou o látex no pau, com uma sensação de urgência que só serviu para amplificar meu medo. Ele se posicionou entre minhas pernas, rasgou a minha calcinha, sem tirar os olhos do meu rosto enquanto se posicionava.

"Olha para mim", ele exigiu, com a voz baixa e rouca. Eu não poderia recusar, mesmo que quisesse; meu corpo era um traidor, minha mente, uma espectadora nebulosa. Ele se empurrou pra dentro de mim, o tecido do meu vestido amontoado em volta dos meus quadris. A sensação era estranha, indesejada e dolorosa, mas meu corpo não protestou, apenas uma aceitação silenciosa e entorpecida. Ele gemeu de prazer, apertando meus seios com mais força, massageando-os com um fervor que revelava seu desespero. Seus olhos procuraram os meus, em busca de uma reação, mas tudo o que encontrou foi um olhar vidrado.

Ele me fudeu com força, com movimentos mecânicos e rítmicos, sem tirar os olhos do meu rosto. A tensão aumentava em seu corpo, sua respiração mais irregular a cada segundo. Senti a pressão aumentar, anseio nauseante por seu clímax, e me preparei para o momento em que ele terminaria comigo. A mão bateu com força no assento ao meu lado, agarrando meu corpo, enquanto enchia a camisinha dentro de mim.

Ele saiu do carro, com a camisinha ainda no lugar, e se afastou. Por um breve instante, pensei que talvez tivesse a chance de escapar, mas a mão dele já estava na maçaneta, impedindo qualquer esperança de fuga. Ele levou alguns instantes para recuperar o fôlego, depois abriu a porta do carro e colocou a mão no banco de trás. "Vire-se", disse ele, com a voz ainda gentil. "Ainda não terminei com você." Eu não tinha forças para argumentar, nem voz para protestar, então fiz o que me mandaram, virando de bruços. O banco de couro estava frio e pegajoso contra minha pele.

Ele levou um momento para remover a camisinha usada, jogando-a descuidadamente para o lado antes de colocar outra. Seu peso se acomodou em cima de mim, suas mãos se esticando sob meu vestido para segurar minha bunda nua. O ar frio da noite roçava minha pele exposta, um contraste gritante com o calor do seu corpo. Ele se empurrou para dentro de mim novamente, seus quadris esfregando contra meu traseiro, sua respiração quente na minha nuca. O carro balançava levemente com seus movimentos, o único som era o de pele batendo na pele e o farfalhar ocasional dos arbustos próximos.

O ataque continuou, suas mãos percorrendo meu corpo, sua boca pressionando beijos na minha nuca. Cada estocada me enviava ondas de repulsa, mas eu permanecia paralisada, incapaz de fazer qualquer coisa além de suportar. A fita em volta dos meus pulsos estava apertada, cortando minha pele, servindo como um lembrete constante e doloroso da minha impotência. Ele sussurrava palavras doces em meu ouvido, palavras de desejo e domínio que não teriam sido perturbadoras em qualquer outra circunstância.

À medida que ele se aproximava do clímax, seu aperto se intensificou, sua respiração ficou mais irregular. Sua mão se estendeu, encontrando meu pescoço, e ele apertou suavemente, não o suficiente para me cortar o ar, mas o suficiente para fazer uma declaração. Eu era dele, por esta noite, para fazer o que quisesse comigo.

A pressão no meu pescoço aumentou um pouco, seus quadris se movendo mais rápido. Eu podia sentir seu orgasmo se aproximando e, com ele, a esperança de que aquele pesadelo pudesse acabar em breve. Mas, enquanto o mundo girava diante dos meus olhos, percebi que aquilo era apenas o começo. Com um último grunhido, ele se esvaziou na camisinha e rolou para longe de mim. Respirou fundo e satisfeito antes de alcançar a fita em meus pulsos. Senti um vislumbre de esperança, mas ela foi rapidamente destruída quando ele me puxou para uma posição sentada e me girou.

Antes que eu pudesse compreender o que estava acontecendo, meu vestido já estava na cintura e eu estava de bruços no assento de couro pegajoso. Ele se inclinou sobre mim, o cinto tilintando enquanto ele o soltava e o envolvia em meus tornozelos, prendendo-os com um puxão brutal. O metal frio da fivela ardia em minha pele, mas a dor era distante, perdida na névoa da droga. Ele demorou a remover a camisinha usada, sem tirar os olhos da minha bunda nua, agora totalmente à mostra.

Com um sorriso irônico, ele pegou outra camisinha e a colocou, se masturbando com um movimento lento e deliberado que me arrepiou. Ele se inclinou, seu peso me pressionando ainda mais contra o assento, e sussurrou: "Você vai gostar disso." Suas mãos deslizaram pelos meus quadris, seus polegares traçando a linha do que restava da minha calcinha. O tecido foi rasgado com violência, deixando-me totalmente exposta pra ele me estuprar.

Sem aviso, ele me penetrou novamente, suas mãos apertando minhas nádegas dolorosamente enquanto isso. A sensação era avassaladora, uma mistura de dor e nojo que fez meu estômago revirar. Ele começou a se mover, seu ritmo uniforme e medido, sua respiração pesada em meu ouvido. Cada movimento me enviava descargas de dor, mas eu permaneci em silêncio, meus olhos bem fechados, tentando encontrar alguma sombra de paz nos recessos escuros da minha mente.

Desta vez, ele foi mais rude, apertando-me com mais força a cada estocada. Se inclinou, me empurrando contra o assento com seu peso, e mordeu meu ombro com força suficiente para deixar um hematoma. Estremeci, mas meu corpo permaneceu imóvel, uma marionete sob seu controle. Seus grunhidos ficaram mais altos, sua respiração mais frenética. O som de pele batendo em pele preencheu o carro, pontuado por gemidos ocasionais que eu reprimi, recusando a dar a satisfação de ouvir minha voz.

O mundo girava, meus pensamentos uma confusão caótica de medo, raiva e resignação. Concentrei-me no som distante do trânsito, o único lembrete de que havia um mundo fora daquele pesadelo. Era uma esperança vã; mesmo que alguém passasse de carro, será que me ouviria por cima dos gemidos abafados do carro e da respiração ofegante? Será que nos veriam escondidos atrás dos arbustos?

Seu aperto em meus quadris aumentou, suas unhas cravando-se na minha pele enquanto ele me penetrava. Eu podia sentir seu orgasmo se aproximando, a tensão em seu corpo aumentando. Ele se inclinou, seu hálito quente e pegajoso no meu pescoço, e sussurrou: "tu é tão apertada. Tão gostosa." Sua voz era uma mistura de prazer e malícia, um lembrete de seu poder sobre mim. E então acabou, seu corpo relaxando quando ele gozou, seu aperto em mim afrouxando um pouco.

Ele se retirou, a camisinha escorregou e caiu com um som molhado no chão. Ele riu baixinho, um som nauseante na noite silenciosa, e se inclinou para beijar meu pescoço. "Obrigado" murmurou, com a voz carregada de satisfação. Eu não conseguia me forçar a encará-lo, meus olhos fixos à frente enquanto ele saía do carro e desaparecia na escuridão.

Por um momento, fiquei sozinha, meu corpo dolorido e violado, a fita e o cinto cortando minha pele. E então a porta se abriu, e ele voltou, com uma nova camisinha já no lugar. Ele me puxou para fora do carro, minhas pernas bambas e instáveis, forçada a ficar de pé no chão irregular. O mundo se inclinou ao meu redor, e senti uma onda de náusea, mas ela foi rapidamente abafada pelo pânico que me invadiu quando percebi o que estava acontecendo.

Ele me curvou sobre o porta-malas do carro, suas mãos percorrendo meu corpo como se fosse um tesouro a ser saqueado. Sem dizer nada, ele me penetrou novamente, seus movimentos rudes e inflexíveis. O metal do porta-malas estava frio contra minha barriga enquanto ele me penetrava, seu membro coberto pela camisinha me preenchendo de uma forma que não trazia calor, apenas dor. Suas mãos encontraram o caminho até meus seios, apertando e beliscando enquanto ele pegava o que queria.

A primeira vez tinha sido um borrão de medo e distanciamento, mas agora, enquanto ele me devastava, eu conseguia sentir cada detalhe repugnante. A viscosidade da camisinha, o cheiro do suor dele se misturando com a gasolina do carro, a forma como minha pele grudava no metal frio embaixo de mim. Ele gemia a cada estocada, sem tirar os olhos do meu rosto, observando cada reação minha com um prazer distorcido. Era como se ele gostasse do fato de poder pegar o que quisesse, não importa o quanto eu não quisesse.

Então, sem aviso, ele me empurrou para dentro do carro, meu rosto pressionado contra o vidro frio da janela do banco de trás. O cheiro do meu próprio medo era forte quando ele entrou atrás de mim, seu peso me pressionando contra o couro. Ele abriu minhas pernas com um puxão, o cinto em volta dos meus tornozelos cravando na minha pele enquanto ele se acomodava entre elas. O som da porta do carro batendo ecoou em meus ouvidos, uma finalidade para a situação que me arrepiou.

Com a mesma eficiência fria, ele me penetrou novamente, com as mãos agora nos meus quadris, puxando-me de volta para si a cada estocada. O assento de couro grudava na minha pele nua, e o gosto do medo era amargo na minha boca. Fechei os olhos, tentando bloquear a realidade do que estava acontecendo. Os únicos sons eram seus grunhidos e o bater dos nossos corpos se encontrando, um ritmo que era tudo menos amor.

Sua respiração ficou irregular, e seu aperto em meus quadris doeu enquanto ele se aproximava de seu segundo orgasmo. Senti um estranho distanciamento, minha mente flutuando acima da cena, observando o horror se desenrolar como se estivesse acontecendo com outra pessoa. Mas a dor era real, a violação completa.

O estupro continuou, uma dança doentia de poder e controle, meu corpo um mero objeto para seu prazer. Cada estocada trazia uma nova onda de dor, cada respiração um grito silencioso de socorro que se perdia na noite indiferente. O mundo fora do carro era um borrão, um lugar distante onde isso não estava acontecendo. Mas ali, no casulo da escuridão e do medo, eu era dele para usar, dele para abusar, e não havia nada que eu pudesse fazer para impedi-lo.

Finalmente, ele terminou. O hálito quente na minha nuca enquanto se retirava pela última vez.

Quando gozou pela última vez, ele se retirou e eu senti a viscosidade da camisinha enquanto ele a retirava

Ele se afastou, o barulho de suas roupas enquanto se vestia era o único som na noite silenciosa. Ele desabotoou meus tornozelos e puxou a fita dos meus pulsos, a dor da remoção contrastando fortemente com a dormência que havia se instalado.

Me conduziu de volta pra frente da minha casa. Pegou meu celular, me fez liberar o acesso, mexeu nele bastante, limpou todo com uma flanela e me devolveu.

Desceu e veio abrir a porta pra mim, como se fosse um cavalheiro. Me ajudou a sair e ajeitar meu vestido.

Ficou esperando eu pegar as chaves e entrar. Minha mãe não estava. Tive medo que ele tentasse invadir a casa. Mas meus cachorros dariam um jeito nele. Ah se dariam.

Pela janela, atrás das cortinas, vi o carro se afastar. Eu estava salva agora e fui relaxar debaixo do chuveiro morno.

Lavei toda a sujeira que eu sentia no meu corpo.

Não quis intimidade com meus cães naquela noite e só dormi abraçada com meus bichinhos de pelúcia.

Alguns dias depois recebi uma chamada no WhatsApp. Era ele, o motorista de aplicativo que me estuprou.

Tinha apagado o registro de viagem e salvo meu número.

O impensável iria acontecer.

Lambeijos pra geral que curtir e comentar.

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Foto de perfil de Zooé SofiaZooé SofiaContos: 9Seguidores: 69Seguindo: 23Mensagem Meus amados taradinhos, eu sou a cadela novinha gaúcha Zooé Sofia. Vou contar pra vocês, degenerados e pervertidos do meu coração, minhas aventuras sexuais como cadela de cães, homens e até mulheres. Eu desejo muitas ereções e ejaculações felizes a partir de vocês curtirem as histórias da minha vidinha de vadiazinha.

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