Tudo começou na festa da empresa do Paulo há duas semanas. Ele me apresentou o chefe dele, o Dr Edgar, um homem de cerca de 50 anos, bem vestido, olhar penetrante.
O Paulo já me tinha provocado antes, descrevendo o chefe dele como um playboy, um cara que transava com todas as funcionárias, e que era o cara que me faria gozar como nunca.
Eu ria, mas a ideia de fazer o meu marido um cuckold real começava-se a formar na minha cabeça.
Na festa da empresa, o chefe do meu marido me puxou para dançar. Dançou com o corpo colado ao meu e eu bem senti o negócio dele bem duro roçando no meu ventre, me deixando toda molhada. O Paulo observava ao longe e os colegas o avisavam que eu seria a próxima a cair nas garras do patrão.
No dia seguinte o Dr Edgar me convidou para um café de negócios. Eu sabia que não era isso, mas o tesão de viver um momento de cuckold com o chefe do meu marido me acendeu.
Ele me fez esperar mais de meia hora. A secretária dele, olhava para mim, com olhar de reprovação e os colegas do meu marido passavam por mim dando risadas entre eles.
Quando a secretária me mandou entrar, o Dr Edgar me encostou na mesa e levantou o meu vestido, e enquanto me perguntava se o meu marido sabia que eu era bem safada, metia a mão dentro das minhas calcinhas, me masturbando até eu gemer alto. Depois me virou de costas, me dobrou o corpo em cima da sua secretária e rasgou as minhas calcinhas. Ai abriu o ziper e meteu de uma só vez o seu pauzão na minha xota, que de tão molhada estava entrou com facilidade, apesar de ser tão grossa.
Ele me comeu então com força e cada estocada me levava ao limite. Ele me fez gozar e depois encheu a minha buceta de gala, pouco se importando se me engravidava, dizendo depois para eu sair pois ia ter uma reunião importante.
Saí do seu gabinete. Sem calcinhas e sentia a gala do Dr Edgar escorregar pelas minhas coxas. À medida que percorria o open space, os colegas do meu marido olhavam para mim.
Quando cheguei a casa, o Paulo me esperava. "FUI FODIDA PELO SEU CHEFE HOJE", falei e os olhos do meu marido brilharam de satisfação.
Ele me puxou para o quarto e enquanto contava cada detalhe o Paulo se tocava. Ele te comeu melhor do que eu?, perguntou ele. Ele me fez gozar três vezes, provoquei, fantasiando.
O meu marido louco de desejo meteu em mim, e enquanto transávamos, contei para ele como o chefe dele me lambeu toda, até eu implorar por mais, como ele me pegou de quatro, me fazendo gritar o seu nome, e por fim como ele gozou na minha boca.
No dia seguinte, no café o meu marido me perguntou se eu iria dar para o chefe dele novamente. "Se você quiser", respondi. O sorriso dele foi a resposta.
Eu já estou planejando a próxima vez, com o meu marido assistindo o seu chefe a comer a sua esposinha.
A nossa história é sobre amor e confiança. O Paulo ia adorar ver o seu chefe a me comer na nossa cama e eu ia amar sendo desejada pelos dois.