A história que eu vou contar hoje se deve a um só motivo: Existem mulheres muito safadas para estarem em um relacionamento. Para não expor as pessoas, vou usar nomes fictícios. Vamos dizer que o namorado se chama Pedro e sua namorada, Bianca. dessa forma também, vou me referir a mim mesmo como Gabriel.
Bianca era uma delicinha, de uma forma até difícil de se explicar. Era a atração principal de toda festa, sempre chegava com roupas muito sexys: shorts bem curtinhos, decotes bem abertos, sempre mostrando seus melhores atributos. Seus peitos eram grandes e gostosos, difícil de tirar o olho; uma bundinha pequena, mas bem empinadinha e pernas maravilhosas. Branquinha, mas levemente bronzeada, como a maioria deve ser. Nosso país tem seus benefícios né?
Esse evento se passou na casa do próprio Pedro, quando ele convidou eu e seus amigos para assistir uma partida de futebol. E claro que Bianca estava confirmada, e só de imaginar sua presença me deixou excitado, imaginando como ela estaria vestida.
Marcamos de chegar às 8h, o jogo ia começar às 9:30h. Quando cheguei, metade das pessoas já estavam presentes, incluindo Bianca. Cumprimentei meus amigos e logo em seguida ela já estava indo falar comigo, caminha em minha direção com seus cabelos castanhos balançando, suas pernas levemente torneadas que nunca tinham pisado numa academia. Meus olhos passavam por suas coxas subindo até a cintura. Ah como eu queria agarrar as mãos com força naquele quadril e jogar ela ali mesmo no chão, tirando minha calça e metendo nela bem na sala mesmo. Mas rapidamente ela estava nos meus braços, pressionando seus seios contra mim, usando um tomara que caia preto cobrindo só os peitos. Meu pau estava ficando duro, ficando quase todo à mostra no meu no meu short folgado. Eu a apertava cada vez com mais força, empurrando meu membro quente entre suas pernas e esbarrando levemente na bucetinha. Quando o abraço estava quase terminando, eu fui descendo minhas mãos até quase encostar em sua bunda, parando bem pertinho e recuando para apertar um pouco sua cintura. Se afastando um pouco, pude apreciar melhor seu decote e me deixei imaginá-la nua, mas sem deixar óbvio que estava encarando seus peitos.
Enquanto tudo isso acontecia, Pedro estava muito distraído conversando com seus colegas sobre as expectativas do jogo. Mesmo com todo o histórico de sua namorada ser muito safadinha, ele tem esse costume de deixar muitas coisas passar despercebidas. Eles já terminaram algumas vezes quando Bianca deixava vazar suas aventuras descuidadas e mesmo assim ele sempre a aceitava de volta. Mas essa história se passa muito tempo depois desses acontecimentos e agora esse tema é muito sensível para ambos. É bem provável que se Pedro ficasse sabendo de uma nova brincadeira dela, ele não hesitaria em terminar, pelo menos é o que eu espero. E por isso preciso tomar muito cuidado, não quero causar nenhuma briga no grupo.
Assim que o abraço terminou, ficamos conversando um pouquinho até meu tesão ir diminuindo (ainda bem que eu estava usando uma camisa larga e assim pude esconder melhor minha ereção). Ela me contou suas preocupações com o enem, que ela iria prestar no final do ano, enquanto me olhava com aquela carinha de safada natural dela. Quando terminou de falar, eu avisei que ainda não tinha falado com os outros e fui cumprimentar meus amigos logo em seguida.
Fiquei conversando besteira durante mais ou menos uma hora, escutando meu amigo Breno contar quantas mulheres ele tinha comido essa semana e não poupando detalhes, como sempre. No canto do olho, no meio da conversa, vi Bianca indo para a cozinha para pegar uma bebida e não tardei em dar uma desculpa que precisava pegar uma cerveja. Assim que cheguei a cozinha, Bianca estava dançando com uma amiga, bem juntinhas. Dava pra escutar a música da cozinha, então as duas estavam se divertindo dançando sensualmente coladas uma na outra e, assim que começou um funk pesado, as duas desciam juntinhas até o chão. Vale a pena comentar que Amanda, nossa amiga que estava dançando com ela, era uma baixinha rabuda de morrer e tudo isso só me deixava mais excitado ainda. Agora imagine você na minha situação, vendo essas duas gostosas quicando a bunda no chão, e tão bêbadas que nem tinham notado minha presença. Infelizmente precisei acabar com a diversão, estava começando a ficar esquisito eu estar parado na porta da cozinha. Mas quando eu entrei, elas não se incomodaram nem um pouquinho, continuaram por mais tempo e depois começaram a rir e olhar pra mim. Andei até o balcão da cozinha e falei com as duas um pouco até Amanda sair e voltar para sala.
Agora estávamos a sós. Contornei a bancada e fui para perto dela junto da geladeira. Ela se ofereceu para pegar minha cerveja e eu aceitei. Logo em seguida ela se curvou e empinou a bunda pra mim, tão junto que por pouco não encostou no meu pau. Então começou a tocar outro funk e ela começou a rebolar lentamente na minha frente enquanto segurava duas cervejas nas mãos. Eu olhei em direção a porta da cozinha e vi que ninguém nos observava, então como desculpa pra esbarrar nela, comecei a dançar também.
— Ai! Gabriel, você tá um safadinho… E se alguém nos ver? — disse com uma voz bem baixinha, quase gemendo.
— Você também não está ajudando… Continua, ninguém vai entrar aqui.
Eu estava ficando ofegante com ela roçando a bunda no meu pau duro, indo pra cima e para baixo, espremendo ele com força. Então ela se empinou mais e meu pau começou a roçar na polpa da bunda dela. Estava uma delícia, que tesão de mulher, minha nossa. Agarrei a cintura dela e fui subindo minha mão direita até seu peito, quando meu dedo indicador encostou na parte de baixo dos seus peitos, a música parou de repente. Nós se afastamos rapidamente virando em direção a porta da cozinha, mas não tinha ninguém lá, o jogo provavelmente só estava perto de começar.
— Isso não pode continuar Gabriel, você sabe como Pedro está desde a última vez.
— Claro, eu que não quero problemas com ele.
Voltamos à sala e me juntei ao pessoal para ver o jogo. Não consegui me concentrar na partida, só esperava pelo gol e torcia que fosse pelo time da casa. Bianca ficava muito empolgada com os gols, pulando e balançando os braços, seus peitos quase escapando do seu top. Eu estava na ponta do sofá e, com ela do meu lado esquerdo, minha visão era muito privilegiada, conseguindo ver de perto todo aquele show. Mas o melhor era quando ela ficava levantando o top a cada 3 minutos para seus peitos não vazarem. Mas não teria sido a primeira vez que ela deixaria escapar aquelas belezinhas…
Assim que o jogo estava quase terminando e a vitória estava clara, ela deu uma abraço no seu namorado e depois em mim. Eu ainda estava sentado e ela quase se jogou em cima de mim, colocando a mão esquerda bem em cima da minha coxa, ela acabou sem querer encostando a mão no meu pau que ainda estava meio excitado. O namorado estava atrás dela, mas sem conseguir ver a sapecagem que ela estava fazendo.
A festa ia durar até de madrugada, mas logo cedo começou a bater um sono forte. Pensei em ir embora mais cedo, até que tive uma ideia: vou pedir pra tirar um leve cochilo no quarto de Pedro. Eu conhecia ele a muito tempo pra ele me recusar esse pedido.
— Ei, Pedrão! Tô com um sono da porra, posso dar um cochilo rapido no seu quarto?
— Claro, boy. Vá simbora. Só não me faça precisar te acordar de madrugada, tá?
— Óbvio que não hahah, relaxe!
Não era meu intuito, mas eu realmente cochilei por uns 20 minutos no quarto, até ouvir umas batidas na porta. E quando a porta se abriu fiquei maravilhado por ver Bianca. Ela parecia ainda mais bêbada. Foi chegando mais perto da cama e disse:
— Gabriel? Está dormindo?
— Não mais…
— Hahaha, desculpa! Mas você precisa voltar, está perdendo toda a farra!
Então ela foi mais perto e começou a puxar meu braço enquanto eu tentava ficar na cama. Ela estava ainda mais gostosa alí, o quarto estava um pouco escuro e eu tinha a visão perfeita daquelas coxas bem perto de mim. O short dela bem cavado, marcando bem a buceta. Então eu deixei o desejo sucumbir e puxei ela com força pra cama. Caindo bem em cima de mim, eu sentia todo seu corpo contra o meu.
— Ai! Gabriel, me solta! — Falou brincando.
— Quem mandou vir encher meu saco! hahaha.
Começamos uma brincadeira de lutinha, com muita mão boba envolvida. Virei ela de lado na cama e agarrei ela por trás com minhas mãos quase apertando seus peitos enormes. Enquanto isso lá embaixo, meu pau estava roçando em sua bunda loucamente. Estava muito cheirosa com seus cabelos na minha cara. Essa brincadeira gostosa podia durar para sempre, que safadinha. Então virei ela de costas pra cama e montei nela, meu pau duro afundando em sua bunda macia.
— Tudo bem Gabriel! Você ganhou! haha
— Que isso, a brincadeira mal começou! Tenta se soltar Bibi!
Ela começou a tentar se soltar, mas seus esforços só me causavam mais prazer. Balançando de um lado para o outro, sua bunda ficava esfregando no pau lentamente e eu sabia que ela estava adorando aquilo. Ela gemia baixinho enquanto eu levemente empurrava meu quadril pra frente e pra trás. Mudando a estratégia, eu comecei a fazer cócegas na sua axila. Minha mão a todo momento indo mais pra frente e acariciando seus peitos com meus dedos. Meu tesão só aumentava enquanto eu massageava os seios dela. Comecei a tentar abaixar o top dela durante as apertadas. Pude ver pela lateral que seus peitos estavam quase à mostra, então virei ela de frente pra mim. Pus minhas mãos nos braços dela e a imobilizei novamente, notando que o bico do peito esquerdo dela escapou. E tudo isso enquanto Pedro estava se divertindo na sala, nem muito distante do quarto, provavelmente muito bêbado para se queixar da falta de sua namorada.
Agora que ela estava virada para mim, fui mais pra frente e apoiei meu pau nos peitos dela. Ficamos se encarando por um tempo, com ela desviando o olhar para ver meu pau marcado no short. Ela mordia os lábios com tesão. A carinha de safada dela me motivou a dar um passo a mais na nossa brincadeira. Então eu comecei a fuder os peitos dela com o meu pau ainda na calça. Em menos de 10 segundos eu não estava mais aguentando não ver aqueles peitos, então puxei o tomara que caia dela todo pra baixo. Os peitos dela pularam pra fora e balançaram lentamente. Não poupei tempo e comecei a chupar o bico do peito dela, rodando a língua pra ela gemer mais e apertando com força.
Queria ir mais além, então levei minhas mãos até meu short e tirei ele lentamente enquanto ela olhava pra mim. Meu pau pulou pra fora do short e quase bateu na cara dela, tava tão rígido que apontava bem na boquinha dela. Ela lambia os lábios enquanto olhava o cabeçote da minha pica. Quando ela abriu levemente a boca, empurrei meu pau lá dentro sem dó. Ela tomou um leve susto no começo, mas logo em seguida ela fechou a boca no meu pau e começou a chupar a cabeça todinha. Sentir meu pau dentro daquela boca quentinha dela era um sonho. Sua língua rodava e massageava toda a extensão da cabeça enquanto eu começava a empurrar meu pau boca a dentro. Estava com tanta tesão que segurei a cabeça dela e comecei a fuder a boca dela. Com uma mão atrás da cabeça e outra no rosto dela, eu socava o pau no céu da boca dela, com sua língua lambendo a parte de baixo. Ela deu uma leve engasgada, mas logo voltei com a penetração com tudo.
Depois de uns 3 minutos eu tirei o pau da boca dela e coloquei entrei seus peitos. Juntei os dois com as mãos e apertei meu pau entre eles. Os peitos dela cabiam perfeitamente nas minhas mãos. Comecei a socar novamente com meu pau quase batendo no queixo dela. Eu estava perto de gozar, então desacelerei um pouco. De repente escutamos um barulho muito alto fora do quarto e voltei a temer que alguém entrasse no quarto. Por um tempo eu saí de cima dela e fiquei de pé ao lado da cama, olhando em direção a porta. Bianca se sentou na cama e limpou a boca, que estava um pouco melada de saliva de tanto me chupar.
Isso só aumentou meu tesão, pensando em todo mundo na sala curtindo a festa enquanto eu me acabava com Bianca no quarto. Pedro era um tapado mesmo. Foi com uma mistura de raiva e tesão que eu me virei, agarrei novamente a cabeça de Bianca que estava sentada na cama e voltei a fuder aquela boquinha deliciosa.
— Bibi, eu vou encher essa sua boca de porra.
— hmmh mhmhm hm — Murmurava com meu pau em sua boca.
Por mais ou menos dois minutos eu enfiava sem parar meu pau duro e grosso naquela boca molhada. E assim meu pau começou a latejar na boca dela e comecei a dar a maior gozada da minha vida. O primeiro jato jorrou muita porra e, quando estava no sétimo jato, sua boca já estava preenchida completamente. Ela engoliu com dificuldade, mas não deixou nada escapar. Ainda voltou e lambeu um pouco do que sobrou no meu pau. Eu estava suando, mas bem satisfeito. Bianca mal conseguia respirar direito, e mesmo assim ela ainda queria mais. Ela já estava tirando o short quando ouvimos uma batida na porta. Meu coração parou. Ouvimos a voz do nosso amigo do lado de fora dizendo que alguém estava ligando pra ela. E assim ela limpou a boca e saiu correndo do quarto.
Eu estava parado no quarto processando o que tinha acontecido, ainda com muita vergonha de sair de lá. Mas quando eu saí, Bianca já tinha ido embora, disseram que os pais dela tinham ligado porque já estava muito tarde. Mal falei com Pedro depois, era difícil olhar na cara dele depois de gozar na boca da namorada dele. Mas isso ninguém te conta né? No final de tudo eu sempre rio relembrando essa história. Mas essa está longe de ser a última, Bianca se divertiu muito enquanto namorava com Pedro. Tenho conteúdo com ela pra fazer uns 20 contos. Se quiserem mais, por favor deixe seu comentário e uma avaliação que eu agradeço bastante.
Até a próxima historia!