O amigo do meu namorado 1

Um conto erótico de lilbaby 🌙
Categoria: Heterossexual
Contém 1446 palavras
Data: 28/08/2025 19:42:34
Última revisão: 28/08/2025 19:44:41

Psiu! Eu sou a Luana, mas meus amigos mais próximos me chamam de Lua.

Esse é o meu primeiro conto publicado aqui, embora eu tenha sido uma consumidora assídua de histórias desse site por muitos anos, desde que comecei a entender meus desejos.

Sempre adorei me perder nas palavras, no calor que uma história podia despertar… mas agora é minha vez de escrever, de mostrar o que eu sinto, o que me excita, o que me consome por dentro.

Pode parecer lento no início, mas eu prometo pra vocês que vai valer a pena continuar.

Tenho 28 anos, morena, 1,65, peito médio mas firme, mamilos pequenos, bunda grande… Gostosa, mas não aquela malhada de academia, ainda assim natural.

Eu me sentia insatisfeita. Sempre quis mais, muito mais do que a rotina morna podia me dar, mais do que o calor previsível de uma vida sexual acomodada.

Meu namorado, Gabriel… Ah, Gabriel.

Bonito, 1,78, advogado, 30 anos. Trabalhador, focado, intenso no que faz… mas comigo, às vezes, era como se ele esquecesse que eu existia.

Cinco anos morando juntos, cinco anos de rotina que me deixava desejando, ansiando por algo que ele parecia não perceber mais.

Foi nesse ponto que tudo mudou. Lembro do dia como se tivesse acontecido ontem.

Alguns meses atrás Gabriel chegou em casa animado, quase transbordando energia. Ele se sentou ao meu lado e disse:

— Lua, lembra do Felipe? Ele voltou do tempo que passou morando na Ásia e vai ficar uns dias aqui em casa no Rio, antes de ir pra São Paulo.

Eu senti meu coração acelerar e uma mistura de excitação e perigo se espalhar pelo meu corpo. Felipe… sempre foi aquele tipo de presença que eu tentava ignorar, mas impossível negar o efeito que tinha sobre qualquer mulher no raio de alcance dele.

Felipe. Gato, descendente de asiático, tatuado, 1,80.

Cara de quem sabe o que faz na cama. Que fode gostoso. Divertido, canalha na medida certa. Só de pensar nele meu corpo reagia sem permissão, um arrepio correndo pela espinha.

Desde que ele se mudou há uns 3 anos atrás, nós nunca mais havíamos nos visto.

Nunca tinha rolado nada entre nós, mas claramente ele me atraía e parecia recíproco.

Gabriel continuou:

— Vou fazer um churrasco amanhã pra vermos os jogos da Copa (tava rolando Copa do Mundo de Clubes) e comemorar a chegada dele. Vai ser divertido.

Sorri, mas por dentro, já sabia que aquele churrasco não seria apenas “divertido”. Havia algo no jeito que ele falou, no meu próprio corpo reagindo, que me dizia: Lua, prepare-se. Algo ia acontecer.

.

No dia seguinte, fiquei ansiosa.

Não queria parecer óbvia, mas meu corpo estava alerta, como se pressentisse cada movimento dele antes mesmo de acontecer.

Escolhi uma roupa simples, mas que sabia que chamaria atenção: um vestidinho de alça preto, decotado, solto, curtinho, que delineava minhas curvas sem esforço.

Me senti provocante só de olhar no espelho.

Mas que diabos eu tava pensando? Não sei, só sei que quando Felipe chegou, meu coração quase parou.

Ele entrou com aquele sorriso canalha, abraçando Gabriel primeiro, fazendo festa, como dois amigos de infância, e depois… meus olhos não conseguiram escapar dele.

Cada tatuagem nova, cada gesto despreocupado, cada sorriso malicioso parecia grudar em mim.

Ele me olhou, e naquele segundo, o mundo inteiro diminuiu. Um olhar cheio de intenções, um brilho divertido nos olhos. Eu senti meu corpo reagir, arrepios subindo, meu peito se apertando levemente.

Tentei disfarçar, ajeitando o vestido, cruzando as pernas devagar, como quem não quer nada, mas a verdade é que eu queria tudo.

Nos cumprimentamos e ele estava ainda mais bonito do que eu me lembrava.

A mão escorregou pelas minhas costas, o hálito quente no ouvido, o cheiro que exalava de homem, não só do perfume, mas dele.

Enquanto Gabriel se ocupava com os preparativos do churrasco, Felipe ficou ao meu lado, conversando, rindo das piadas dele. Mas havia uma tensão no ar que não precisava ser dita: cada toque casual, cada encostar de ombro, cada risadinha cúmplice fazia meu corpo esquentar de forma quase insuportável.

Ele se inclinou ligeiramente para mim e, com aquela voz baixa, educada, disse:

— Lua… você está muito bonita hoje.

Sorri, tentando disfarçar o efeito que suas palavras tinham em mim, mas percebi pelos olhos dele que o elogio não era só sobre o vestido. Um olhar rápido, mas intenso, percorreu meu decote, e meu corpo respondeu antes mesmo de eu conseguir pensar.

— Ah… obrigada — murmurei, tentando manter a voz firme, o tom reservado, mas sentindo o calor subir pelo meu peito, o estômago se contorcendo. — Você também está bem… — completei, desviando o olhar, mas sentindo meu corpo denunciar cada reação.

Ele sorriu de leve, um sorriso malicioso, mas elegante.

— Sério… você tem algo que simplesmente… prende a atenção. Não consigo parar de olhar.

Meu coração disparou. Sorri, um pouco nervosa, mas sem conseguir esconder totalmente: meus olhos o seguiam, minhas pernas se cruzaram e descruzaram sem eu perceber, minha respiração ficou mais rápida.

A tensão entre nós era elétrica, silenciosa, mas impossível de ignorar.

Gabriel estava todo focado na TV, torcendo pelo Flamengo, quase nem prestando atenção ao que acontecia ao redor.

Ele tinha preparado as caipirinhas, ajeitado o som e estava animado com o jogo.

Felipe, por outro lado, parecia interessado em outra coisa. Ele se misturava entre as cervejas e caipirinhas, mas os olhos nunca saíam de mim.

Ele bebia uma atrás da outra, sempre com aquele sorriso malicioso, enquanto eu sentia meu corpo reagir a cada olhar.

O calor subia, meu peito se arrepiava, e cada curva minha parecia mais evidente aos olhos dele.

Em um momento, enquanto eu estava atrás do balcão preparando mais caipirinhas, Felipe se aproximou disfarçando. Passou por trás da cadeira de Gabriel, vindo por trás de mim, de frente pro telão, e encostou de leve seu corpo.

— Lua… essa sua caipirinha está perfeita — disse ele, baixo, quase um sussurro. — Mas confesso… estou morrendo de vontade é de provar o seu gosto.

Meu coração disparou. Fiquei em choque com a ousadia, e sussurrei, ainda baixa, para Gabriel não perceber:

— Para… você é amigo do Gabriel… para com isso…

Mas honestamente aqui pra vocês? Eu já não tinha força de vontade nenhuma em mim. 3 meses, desde um projeto novo do Gabriel, que nós mal transávamos. Meu corpo quase implorava por um pau.

E ele sabia. Sentia, sei lá.

Ele se inclinou mais perto, encostando seu corpo no meu, e eu senti ele duro contra minhas costas.

A voz dele agora era um roçar quente no meu ouvido:

— Pode falar, Lua… você pode reclamar… mas olha pra você… seu corpo não mente.

Meu corpo tremia, meus mamilos marcando pelo vestido fino, cada gesto meu denunciando a excitação que eu tentava disfarçar. O toque dele, a presença, o cheiro… tudo dizia que eu não estava mais no controle.

— Felipe… — murmurei, quase sem fôlego, tentando manter alguma reserva. — Para…

— Não quero parar — respondeu ele, provocante, baixo, quase sufocante. — Mas se você quiser, eu posso…

Enquanto ele falava, senti cada centímetro do meu corpo reagir.

Minha respiração ficou mais rápida, meus mamilos marcando ainda mais sob o tecido fino, meu vestido apertando as curvas que ele parecia querer devorar com os olhos.

Felipe deslizou a mão pelo meu braço, mas desta vez sem disfarçar como casualidade, a ponta dos dedos arranhando de leve a pele, provocando um arrepio que subiu pelo meu corpo.

Aproximou o rosto do meu ombro, dando um beijo ali, roçando a bochecha no meu pescoço, e sussurrou, rouco, quente:

— Lua… só de chegar perto assim… meu corpo já não aguenta mais.

Senti um arrepio que desceu da nuca até o cóccix.

Meu coração batia descompassado.

Cada palavra, cada toque, cada cheiro dele me derretiam por dentro.

Tentei me afastar, dar um passo à frente, mas ele se movia junto, me mantendo colada ao balcão, sem escapatória.

— Você percebe, né? — disse ele, baixinho, com aquele sorriso malicioso que eu já conhecia — cada olhar meu te deixa pronta, cada toque meu faz você tremer, Lua.

Meu corpo queimava. O calor subia, minha respiração ficava irregular, e eu sentia o clitóris pulsando de desejo.

O vestido que eu achava discreto agora parecia gritar cada desejo que eu tentava disfarçar.

Eu não conseguia responder com palavras… só sentia, só me derretia, só queria mais.

E então ele encostou mais forte o quadril no meu, pressionando com intenção, me mostrando o quanto estava ainda mais duro, me deixando vulnerável como nunca antes.

A mão dele deslizou pela minha cintura, puxando levemente, e a voz dele baixou ainda mais, rouca, quase cruel:

— E sabe de uma coisa, Lua? Eu não vou esperar muito mais…

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Comentários

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Deu água na boca esse conto!!! Perfeito e instigante... quero mais...

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Gosto de contos assim, bem escritos, com detalhes e uma história que evolui naturalmente.

Parabéns!

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Mais do mesmo, sempre banalizando algo tão sério e perigoso (traição), se está insatisfeito numa relação, porque continuar? Antes de fazer merda, porque não procura uma forma de consertar, ou até mesmo se separar? Mas não o mau carátismo aflora, e depois e só colocar a culpa no parceiro q não a satisfaz ou não lhe dá mais atenção, em resumo.... mais do mesmo

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Na frente do corno e ele não viu kkkkkkk, piranha quando quer dar arruma jeito

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Bom conto, bem escrito, gostoso de ler. Na espera das continuações!

hcastelobr@gmail.com

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