Conquistei a novinha linda nos corredores do hospital

Um conto erótico de Rodrigo
Categoria: Heterossexual
Contém 2005 palavras
Data: 28/08/2025 14:08:43

1. BREVE INTRODUÇÃO

Sempre fui um grande apreciador da beleza feminina. Não a beleza artificial criada pela indústria da moda, cosmética e grande mídia. Mas sim a real beleza feminina, aquela que não se esconde, que se vê como de fato é.

O mundo hoje está atrás do artificial, mas continuo sendo o homem raiz. Em todos os meus envolvimentos prezo pela proximidade, pelo prazer de sentir a presença da outra pessoa e de se fazer presente.

Não gosto de sexo apenas pelo sexo. O envolvimento, a sinergia e a energia criada entre as duas pessoas precisa existir para que faça sentido, seja real e deixe marcas boas.

Eu sou Rodrigo, 42 anos, moreno, 1,75m de altura, 80kg, cabelo curto, de pouca conversa, que gosta de apreciar um bom vinho na companhia de gente boa. Sou casado há muitos anos com Carol, também com 42 anos, uma morena clarinha, 1,70m de altura 65kg. Tem um corpo que especialmente me deixa doido: coxas grossas, bumbum grande, seios grandes e anda com um certo rebolado. O tipo de mulher que apelido carinhosamente de "grande". Não em estatura, mas em atributos.

Neste conto vou falar de uma garota que conhecemos, enquanto minha esposa estava internada no hospital. Situação completamente fora de qualquer parâmetro.

2. O ACASO

Minha esposa precisou ficar internada no hospital. Nada grave, mas era necessário observação devido às medicações que estava tomando.

Dormir no hospital é quase impossível, mesmo estando no quarto, pois os profissionais de saúde entram e saem a todo momento. Assim, durante a madrugada eu eventualmente vagava pelos corredores enquanto minha esposa dormia.

Numa dessas caminhadas , encontrei nos corredores uma garota, que revezava dia sim dia não com sua mãe, para tomar conta de sua avó. Aparentemente, também, nada grave. Ela estava com ar tranquilo, embora sonolenta e cansada.

Seu nome é Amanda. Devia ter por volta de 25 anos, bem tímida e calada. Menina linda com um corpo que me atrai demais. Ela tem quase todos os atributos que se enquandram em uma "mulher grande", exceto os seios que eram bem discretos (eu estou acostumado com seios grandes). Branquinha, olhos claros, cabelos lisos também claros, rosto tão bem desenhado que parecia uma boneca de porcelana. Bumbum bem grande, porém não era empinado. Coxas grossas. Todo o conjunto da obra era perfeito, além disso tem baixa estatura, talvez 1,60. Baixinha com todos esses belos atributos me chamou a atenção.

Trocamos alguns olhares, mas ela sempre desviava quando eu a olhava. Fiquei nessa de troca de olhares por um tempo, como quem não quer nada.

Então sai de onde eu estava e fui para outro local do andar, próximo aos elevadores. Tinham poltronas confortáveis. Sentei e fiquei mexendo no celular.

3. A APROXIMAÇÃO DIFÍCIL

Poucos minutos depois, ela também vagueia pelos corredores. Ela chegou perto e quando me viu parou e deu a volta. Eu fingi que não vi.

Eu queria puxar conversa com ela, precisava dar um jeito. Saí dali e voltei para o quarto para ver se estava tudo em ordem. Fiquei uns minutos e saí novamente.

Ela estava mexendo no celular sentada em cadeira perto da porta do quarto em que a avó estava. Embora o quarto tivesse uma poltrona pra dormir, por algum motivo ela não queria ficar lá dentro.

Cheguei perto e falei:

- Essas cadeiras aqui são bem desconfortáveis. Você já viu as que tem no rol dos elevadores, são confortáveis e baixa iluminação deixa o ambiente agradável.

Ela não esperava essa minha aproximação. Até parece que ficou com vergonha de mim. Então respondeu:

- É verdade, eu já tinha visto.

- Está sem sono também?

- Tomei bastante café e acho que fiquei sem sono.

Mais um pouco de conversa e a chamei para ir para as poltronas. Ela meio tímida veio comigo.

Conversamos sobre os motivos de estarmos ali, já que era o assunto em comum, além de outras coisas do hospital (atendimento, equipe etc).

Começo a perguntar sobre ela e vou falando sobre mim. Ela é de poucas palavras e as respostas eram curtas. Estava difícil estabelecer uma conexão. Tentei vários assuntos para ver se conseguia prender a atenção dela, mas esforços em vão.

4. TUDO OU NADA

Então parti para o ataque.

- Eu percebi que você estava me olhando. E sempre que eu olhava de volta você desviava.

Ela ficou corada. Bochechas ficaram lindamente vermelhas. Ela tentou dizer não ou justificar alguma coisa. Ficou nervosa.

Eu olhei dei um sorriso e disse que não precisava ficar nervosa. Que adorei os olhares tímidos dela e que adoraria tê-los mais vezes.

Ela sorriu. Um sorriso bem tímido, mas sorriu.

Eu aproveitei a deixa e comecei elogiá-la. Falei de sua beleza, que ofuscou meus olhos. De seu jeito meigo. Do fato de estar ali, cuidando de sua avó. A cada palavra minha ela avermelhava ainda mais.

Eu comecei a puxar assuntos para reduzir a timidez dela. Consegui conexão. Tivemos uma conversa fluida sobre várias coisas da vida.

Senti que eu não podia avançar ali. Por eu ser casado, acho que ela não aceitaria nada comigo. Embora tenha ficado balançada com minha abordagem.

Finalizamos a conversa e voltamos cada um pro seu quarto. Da porta do quarto ela deu um "boa noite" com sorriso no rosto. Retribui o boa noite.

Contei o episódio a minha esposa. Ela ficou curiosa pra conhecer Amanda.

Pela manhã, a encontrei novamente. Pedi que ela viesse no meu quarto pra conhecer minha esposa. Foi engraçada a feição do seu rosto. Parecia algo do tipo: "como assim? Estava dando em cima de mim e agora quer apresentar a esposa!?".

Ela entrou no quarto e eu apresentei as duas:

- Amanda, essa aqui é Carol, minha esposa.

E minha esposa com um belo sorriso, não pensou duas vezes:

- Oi Amanda, muito prazer. Rodrigo me falou muito de você.

- Eu: Ela não é linda amor?

- Esposa: Muito linda. Do mesmo jeito que você me falou.

Amanda ficou muda. Sem palavras. Rosto avermelhou na mesma hora.

- Eu: Você não esperava por isso né!? Te pegamos de surpresa.

- Amanda: (bem desconcertada) Não esperava. Você falou pra ela de mim.

- Esposa: Sim. Falou muito bem de você.

Me deu a impressão que as pernas dela tremeram. Ela estava vermelha. Aquilo me excitou demais e minha esposa percebeu.

Então, minha esposa nada discreta:

- Você tem namorado?

- Não.

- Eu: como pode uma menina linda como você estar sozinha!? Deve chover pretendentes.

A timidez dela a deixava ainda mais atraente. Ela não entendeu o jogo ali, mas cedeu ao papo. Acho que a presença de minha esposa deu alguma confiança pra ela.

- Meu ex namorado terminou comigo há uns 3 meses. Fiquei triste por um tempo. Mas vida que segue.

- Esposa: ele certamente não soube valorizar o que tinha.

Conversa vai, conversa vem papo ficou leve, descontraído. Ela se desarmou. Falamos amenidades e não a pressionamos mais. Terminamos a conversa e ela precisou voltar para o quarto da avó.

5. A BREVE E QUENTE DESPEDIDA

Chega final da tarde e ela se prepara pra sair. A mãe dela já estava lá para revezar.

Aquele seria o último momento que nos encontraríamos. Eu não podia perdê-la. Sorrateiramente saí na frente sem que ela percebesse e a esperei no salão dos elevadores.

Ela chegou e até deu um belo sorriso. Isso me animou ainda mais. Disse que ia acompanhá-la para me despedir, pois talvez não nos víssemos mais.

Ao chegar no carro, ela colocou as coisas no banco de trás. Nos abraçamos para despedir. Eu dei um abraço mais apertado e falei bem perto do ouvido dela que eu tinha adorado conhecê-la. Foi um colírio para os meus olhos durante a madrugada.

Ao desfazer o abraço segurei de leve na mão dela e olhei nos olhos. Dois segundos de puro silêncio que pareceram minutos. Foi o tempo suficiente para recriar uma conexão. Percebi ela "engolir seco".

Me aproximei lentamente dela, com olhar fixo nos olhos. Ela não exitou. Pelo visto, ela não esperava nada. Se esperava, talvez tenha imaginado diferente.

De repente os lábios se tocam e o beijo acontece. Ela queria aquilo, com certeza. Beijo quente, molhado, demorado. Línguas nervosas se encontrando, corpos grudados.

Que mulher. Além de linda, tinha um beijo inexplicável. Aquele que recarrega todas as energias. Beijo com vontade, com sede. Perfeita. Foi delicioso. Foi quente. E extremamente excitante. E ela sentiu a minha excitação. E ela também ficou excitada. Dava pra ver nos olhos, na respiração...

Infelizmente, não poderíamos avançar mais naquele momento. Eu disse que precisaríamos dar continuidade a esse beijo. Peguei o número de telefone dela. Ganhei meu dia!

6. O ENCONTRO

Conversamos por áudios e mensagens durante 2 semanas. Minha esposa já estava 100% novamente. Então resolvi marcar com Amanda.

Marcamos num meio de semana. Peguei ela em casa e fomos jantar. Ela parecia nervosa ou ansiosa.

Ela estava magnífica. Bem vestida, comportada, sem expor o corpo. Aquilo me deixava doido. Estava com um vestido longo, com lateral aberta em uma das pernas, que deixavam um pouco à mostra ao sentar. Pernas grossas.

Comemos, conversamos tomamos um pouco de vinho.

Então eu seguro na mão dela e a "convido" para sairmos dali e irmos curtir a nossa noite. Ela responde afirmativamente.

Novo destino: Motel.

Chegamos. Mas antes de sair do carro nos beijamos. Beijo tão ardente quanto o primeiro. Deslizei minha mão por suas pernas. Percorri o corpo dela com minhas mãos enquanto nos beijamos.

Descemos. Entramos no quarto. Não dei brecha para pensamentos. Puxei-a novamente e continuamos.

Ficamos maia de 20min nos beijos, amassos. Ambos ofegantes e desejando um ao outro.

Tiro minha camisa. Meus sapatos já estavam longe. Então começo a despir e apreciar aquele lindo corpo. Ao tirar o vestido vi mais do que eu esperava. Ela veio pronta pra me provocar.

Lingerie preta, calcinha fio dental de renda. Provocante. Sensual.

Mais beijos. Deslizei a mão em sua xaninha. Que delírio, estava encharcada. Tirei seu soutien e chupei os seios. Mais vários minutos nesse vai e vem de beijar e chupar os seios, quando meus dedos alisavam sua xaninha por cima da calcinha, que molhava cada vez mais.

Ela gemia gostoso. E eu delirava com isso.

Comecei a descer. Percorri sua barriga, umbigo e cheguei no local que eu tanto desejava. A xaninha estava ensopada e com aquele cheiro que me atraia ainda mais.

Tirei a calcinha. Encontrei uma pepequinha. Xaninha pequena, bem desenhada, bem rosadinha numa pele branquinha. Praticamente um sonho.

Lambi todo aquele mel envolta, ao mesmo tempo que acostumava ela com uma boca ali que iria devorá-la. E ela gemia gostoso, sem parar.

Chupei sua xaninha todinha até chegar no clitóris. Ela já estava gemendo alto. Chupei o pinguelinho e ela delirou de prazer. Segurou minha cabeça apertando minha boca na xaninha enquanto eu devorava até que ela soltou um gemido bem alto, as pernas começaram a tremer, seu corpo se contorcer e eu sentir o mel escorrer na minha boca. Foi um orgasmo intenso (e ela me confessou depois que nunca tinha tido desse jeito).

Subi devagar para ela se recompor enquanto encostava minha ferramenta na sua xaninha toda melada. Coloquei a cabecinha e fui entrando devagar. Bem apertada, que delícia.

No movimento de vai e vem, ela goza novamente, geme, me aperta, me beija. Eu estava fodendo aquela bocetinha gostoso. Estocadas fortes e corpos fazendo barulho.

Até que anuncio que vou gozar e aumento e força. Ela também diz que vai gozar novamente. Gozamos quase juntos.

Ficamos ali deitados, em silêncio, trocando carícias. Foi um dos melhores momentos que eu ja tive. Ela era demais!

Em pouco tempo o fogo subiu novamente e transamos. Dessa segunda vez eu fui mais devasso e meti com mais força. Coloquei ela de 4 e fizemos nessa posição. A melhor visão para fechar a noite. A claro, não podia faltar, dei uns tapas naquele bumbum fabuloso.

Noite perfeita! Tomamos banho e deixei ela em casa com mais um beijo ardente de despedida.

Essa foi só a primeira vez! A segunda vez que saímos ela descobriu algo ainda melhor e teve ainda mais sensações...

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