A noite estava carregada quando o Dono chamou Rox ao quarto. Ela entrou de joelhos, nua, coleira no pescoço, olhos brilhando de entrega. Mas percebeu de imediato que havia algo diferente: no canto, ajoelhada e em silêncio, estava Brisa.
Pequena, novinha, cabelos ruivos emoldurando o rosto delicado. Os olhos brilhavam com malícia e curiosidade, sempre prontos para uma travessura. O corpo jovem era firme: seios pequenos e duros, a bunda empinada e redonda. Brisa tinha no olhar a mistura perfeita de inocência e desejo de aprender.
Rox sorriu ao vê-la. O Dono havia escolhido outra para servi-lo — e, portanto, para servi-la também.
Ele as puxou pelas guias até o centro do quarto, impondo sua voz grave e firme:
— A partir de hoje, vão obedecer juntas. Uma ao lado da outra. Não há rivalidade. Há apenas submissão.
Rox e Brisa se deitaram no chão, seguindo seu comando. Logo os corpos se encontraram: a boca de Brisa deslizando pelos seios de Rox, a língua curiosa explorando cada curva. Rox retribuía, gemendo baixo, os dedos firmes abrindo a intimidade da ruiva. O Dono observava em silêncio, satisfeito com a cena que comandava com apenas um olhar.
— Toquem-se como eu ordenar. Mostrem que são minhas.
Enquanto elas se beijavam, molhadas de desejo, ele as posicionou lado a lado, de quatro, as bundas empinadas em perfeita submissão. Passou as mãos pesadas pelas coxas, marcou com tapas estalados, puxou as guias e entrou fundo em Rox primeiro. As estocadas eram firmes, de posse, enquanto Brisa gemia ao lado, excitada só de observar.
— Olha bem, novinha. Aprende como se serve um Dono.
Quando Rox já arfava em orgasmos, ele puxou Brisa pela guia e a penetrou com força. O corpo pequeno se arqueou, a bocetinha apertada engolindo o pau dele até o limite. Brisa gemeu alto, meio dor, meio prazer, enquanto Rox, deitada ao lado, a beijava, lambendo seus lábios, conduzindo-a pela primeira entrega.
O quarto se encheu de gemidos misturados, estalos de tapas, ordens graves do Dono. Ele trocava entre uma e outra, fodendo fundo, marcando, lembrando a cada segundo que pertenciam a ele.
No auge, fez Brisa ajoelhar diante dele. Segurou sua guia curta, obrigando-a a erguer o rosto. O gozo jorrou quente sobre a face ruiva, cobrindo-lhe a boca e os olhos brilhantes. Antes que escorresse, ele puxou Rox pelo cabelo e ordenou:
— Limpa. Prova da tua irmã de coleira.
Rox gemeu ao obedecer, lambendo a porra no rosto de Brisa, dividindo com ela num beijo profundo, sujo, devoto. Brisa, tímida e excitada, se entregou ao gosto, à mistura, ao Dono que as controlava por completo.
Ele as reuniu, puxando ambas pelas guias até que seus rostos se tocassem. A voz dele soou firme, como um selo gravado em suas almas:
— Não são apenas submissas. São minhas fêmeas. E nunca esquecerão quem as domina.
Rox e Brisa se olharam, sorrindo através da sujeira, satisfeitas. Já não havia dúvida: eram duas, mas pertenciam a um só.