Capitulo 03 – O Céu é o limite, vamos buscá-lo

Um conto erótico de Incesto_2025
Categoria: Grupal
Contém 5971 palavras
Data: 28/08/2025 08:55:20

Uma estranha calma tomou conta da família Gomes enquanto jaziam ali, com os corpos pegajosos de esperma e suor. O sol batia em suas formas nuas, criando um quadro de depravação que faria corar até o pornógrafo mais experiente. Mas, em meio ao caos, havia uma sensação de pertencimento, uma sensação de prazer e relaxamento que tomou conta de todos, como se finalmente tivessem encontrado a chave de uma porta que vinham empurrando há muito tempo.

A atmosfera estava voltando ao normal. Isabella e Nanda mergulharam na piscina para limpar seus corpos cobertos pelo sêmen de seus homens.

Augusto, num ato de alegria, anunciou a todos: "...que dia maravilhoso! Vou ligar para o mercado e pedir que entreguem carne e bebida para um churrasco. Hoje é o nosso dia, e ficaremos aqui na piscina!!!!" Ele entrou em casa procurando o celular.

Alex olhou para a bunda da mãe se afastando e sentiu seu pau se agitar novamente, mas decidiu se controlar por enquanto. Ele sabia que a barreira do que era considerado tabu havia sido quebrada e que o jogo estava apenas começando. Ele foi ajudar o pai com os preparativos do churrasco, sentindo uma nova sensação de camaradagem, um vínculo que ia além do típico relacionamento pai-filho.

Isabella e Nanda emergiram da piscina, seus corpos brilhando ao sol. Elas se entreolharam com um sorriso cúmplice, seu segredo compartilhado agora revelado. Elas haviam se tornado cúmplices da odisseia sexual de sua própria família. Nanda sentiu uma estranha sensação de poder, tendo visto sua mãe ceder aos próprios desejos tão abertamente. Era como se ela tivesse recebido permissão para explorar os seus, e ela não tinha intenção de desperdiçar a oportunidade.

Isabella aproveita que está sozinha com Nanda e pergunta: "Nanda, tudo isso foi uma loucura, mas já faz dias que estou observando você se oferecer ao seu irmão... me diga o que você fez... lembre-se de que não há mais barreiras entre nós, não há mais certo ou errado... o que existe agora é a felicidade da nossa família saboreando os prazeres da carne, compartilhando nossos desejos e vontades."

Nanda cora um pouco, mas a sensação de aceitação e a franqueza das palavras da mãe a fazem sentir-se mais corajosa. "Bem, depois de ver vocês dois, não consegui parar de pensar nisso. Fui ao quarto do Alex e ele já estava de pau duro. Ele pareceu surpreso ao me ver, mas eu não disse nada. Mil coisas passaram na minha cabeça, mas fiquei com medo, não sabia o que fazer. Apenas sentei na cadeira e comecei a me tocar, e... bem, vocês sabem o resto", diz ela, com a voz em um misto de timidez e excitação.

Os olhos de Isabella se arregalam de choque e intriga. "Quer dizer que você anda observando seu irmão se masturbar?"

Nanda responde que não, que já havia notado que ele a observava, tinha a sensação de ele querer tirar sua roupa com os olhos, mas nunca teve coragem de fazer nada. Ontem à noite foi a primeira vez que ficaram nus no mesmo quarto, e mesmo assim não se tocaram. Nanda assente timidamente, com as bochechas rosadas. Isabella curiosa com sua garota contando sua primeira aventura sexual continua a questionar, "Mas vocês não se tocaram?"

A pergunta de Isabella paira no ar, uma acusação silenciosa envolta em curiosidade. Nanda abaixa o olhar, incapaz de encontrar o da mãe. "Não, não nos tocamos…. Apenas …”, uma pausa no murmuro dela, "apenas ele gozou em meu corpo”.

O olhar de Isabella se aguça, sua mente fervilhando de pensamentos. "Você sabe que o que está fazendo está fora dos limites da sociedade", diz ela, com a voz firme, mas com um toque de algo mais. "Mas você não consegue evitar, consegue?"

Nanda balança a cabeça, as gotas de água de seus cabelos brilhando ao sol como as estrelas que testemunharam sua noite secreta. "Eu... eu não sei", ela sussurra. "Só parece... certo."

Isabella estende a mão, acariciando a bochecha de Nanda. "Não precisa ter medo", murmura ela, enquanto o polegar traça um caminho pelo pescoço da menina, fazendo a jovem estremecer. "Estamos todas juntas nessa."

Nanda assente, seus olhos se voltando para Alex, que está ocupado preparando o churrasco com o pai. A visão dos músculos dele se contraindo, a forma como sua pele brilha de suor, a faz arrepiar. Ela umedece os lábios, sentindo uma vontade repentina de ficar mais perto dele, de saboreá-lo de uma forma que nunca havia sentido antes.

"Tem certeza de que nunca esteve com outra pessoa?" A voz de Isabella é gentil, um contraste gritante com a dureza de suas palavras. Sua mão desliza pelo corpo de Nanda, as pontas dos dedos roçando os mamilos firmes da filha. "Nem mesmo com o Alex?"

Nanda ofega ao ouvir o nome do irmão, e seus olhos se voltam para ele novamente. "Não, mãe", gagueja, sentindo o calor subir às bochechas. "Só eu..."

Os olhos de Isabella escurecem com compreensão e algo mais primitivo. "Você quer?", ela pergunta, sua voz um sussurro sedutor que parece dançar ao redor deles. "Você quer saber como é ser tocada, ser preenchida?"

Nanda prende a respiração, seus olhos se arregalam com uma mistura de medo e desejo. Ela olha para Alex, que está alheio à conversa, e sente uma estranha atração por ele, um anseio que é ao mesmo tempo aterrorizante e estimulante. "Não sei", sussurra, sua voz quase inaudível por causa do chiado da água da piscina.

A mão de Isabella desliza para baixo, seus dedos roçando as dobras escorregadias da boceta de Nanda. "Está tudo bem, querida", ela murmura, sua própria excitação evidente na maneira como lambe os lábios. "Pode contar para a mamãe. Quer saber como é ter um pau dentro de você?"

Os olhos de Nanda se arregalam, sua respiração fica presa no peito. Ela assente, incapaz de formar palavras coerentes enquanto o toque da mãe envia ondas de prazer por seu corpo. "Sim", ela sussurra, com a voz trêmula de antecipação.

O sorriso de Isabella se alarga, com um brilho de cumplicidade nos olhos enquanto se levanta, seu próprio corpo nu, um testemunho da luxúria desenfreada que as consumi. Ela pega a mão de Nanda e a guia em direção à sua vagina, um lugar que antes fora um santuário de inocência, mas agora exala seus desejos pervertidos.

"Você quer sentir o que seu pai sentiu?", ela pergunta, sua voz um ronronar sedutor que ecoa pelo ar úmido. A mão de Nanda treme levemente, mas ela concorda, sua curiosidade e desejo superando seu medo.

Enquanto isso, Augusto e Alex já preparam o churrasco. Augusto acende a grelha enquanto toma uma cerveja, Alex desembrulha a carne e a prepara para grelhar. O clima é calmo e tranquilo depois de tudo isso, e um entendimento silencioso se estabelece entre eles. Augusto olha para o filho, notando como seus olhos se voltam para Nanda, sua irmã, e seu pênis se contrai levemente, revelando seus pensamentos.

"Sabe, Alex", começa Augusto, com a voz firme apesar dos pensamentos tumultuados que turbilhonavam em sua cabeça, "sua mãe e eu conversamos. Percebemos que, com a pandemia nos mantendo todos confinados aqui, as coisas poderiam ficar... complicadas."

O olhar de Alex recai sobre Nanda, que está deitada em uma espreguiçadeira, seu corpo jovial em plena exibição enquanto ela passa protetor solar na pele. Seu próprio pênis se contrai ao vê-la, lembrando-se da sensação de despejar toda a sua masculinidade em seu corpo. Ele assente, sem saber aonde seu pai quer chegar com isso.

Augusto, com voz firme, dirige-se ao filho: "Você sabe que tudo isso é incomum para a sociedade... e devemos manter isso em segredo." .... "E o mais importante, saiba que uma mulher está sempre no comando. Mesmo que queiramos alguma coisa, quando se trata de sexo, vamos até onde elas permitem..."

Alex assente, compreendendo a gravidade das palavras do pai. O vínculo incestuoso que agora os une é uma corda bamba que eles devem percorrer com cuidado, para não caírem no abismo da condenação social. No entanto, o fascínio do fruto proibido é forte demais para ser ignorado. Ele não consegue evitar olhares furtivos para Nanda, cuja beleza juvenil o provoca com a promessa de um prazer inexplorado.

Enquanto prosseguem com os preparativos, Augusto decide que é hora de abordar o elefante na sala. "Alex", diz ele, com a voz em um misto de curiosidade e preocupação. "Diga-me, você já... tocou na Nanda?"

O coração de Alex dispara enquanto ele olha para o pai, e a pergunta o atinge como uma marreta. "Não, pai", responde ele, com a voz trêmula. "Eu... eu queria, mas não sabia como lidar com isso."

Augusto assente, compreendendo a batalha travada dentro do filho. "É natural se sentir assim", diz ele, sem tirar os olhos do corpo de Nanda. "Mas agora que as comportas se abriram, é importante lembrar que ela ainda é sua irmã. E sua mãe e eu ainda estamos no comando. Nosso desejo é que todos nós sejamos felizes, sempre buscando a felicidade de todos acima da nossa."

Alex assente novamente, com os pensamentos a mil. Ele está dividido entre os desejos tabus que agora queimam em sua alma e o medo de perder a família que ama. Mas, ao olhar para a mão da mãe deslizando pelo corpo de Nanda, ele sabe que a linha foi cruzada e não há como voltar atrás.

Augusto anuncia que a carne está pronta "Meninas... venham comer, a carne está pronta!" Parecia mágica, mas num piscar de olhos a mesa estava posta, saladas, maionese e carnes servidas, Augusto entrega uma cerveja para Isabella e diz "... um brinde a esta família... um brinde a você Isabella, que alcançou seus objetivos como sempre!!!". Com um sorriso travesso no canto da boca.

Os quatro sentam-se à mesa, seus corpos nus, um testemunho da recém-descoberta liberdade das restrições sociais. O aroma de carne grelhada preenche o ar, misturando-se ao leve aroma de sexo que ainda permanece em suas peles. Todos se entregam, com a fome roendo seus estômagos devido aos esforços da manhã.

"Nanda", diz Isabella, com a voz num ronronar suave, causando arrepios em todos. "Você foi muito travessa, olhando para mim e para seu pai sem dizer nada." Um sorriso travesso pairou no rosto de Isabella.

Nanda ergueu os olhos do prato, com as bochechas corando de um vermelho intenso. "Eu sei", gaguejou, olhando rapidamente para Augusto. "Mas não consegui evitar... foi tão... intenso."

Os olhos de Alex encontraram os dela, e ela viu a mesma fome, a mesma necessidade refletida em suas profundezas. Era como se um acordo silencioso tivesse se passado entre eles, um reconhecimento da carnalidade que agora permeava sua dinâmica familiar.

"Eu estava observando", confessou Nanda, com a voz trêmula, numa mistura de excitação e medo. "Eu queria tanto fazer isso, mas não sabia como te contar."

O olhar de Isabella se voltou para Augusto, a pergunta silenciosa pairando entre eles. Teriam eles criado um monstro ou teriam apenas libertado a fera que sempre estivera ali, espreitando sob a superfície? Os olhos de Augusto estavam escuros com uma fome que espelhava a dela, e sua mão apertava a garrafa de cerveja.

Alex, sentindo o peso do olhar do pai, engoliu em seco, os olhos indo da mãe para Nanda e vice-versa. "Eu não sabia que ela estava olhando", disse ele, com a voz carregada de tesão. "Mas... eu também quero."

Os olhos de Isabella brilharam de entusiasmo. "Viu?", disse ela, virando-se para Augusto. "É isso que somos. Uma família unida pela paixão, pelo desejo."

O almoço continuou sem maiores consequências. Depois de um tempo, Alex e Nanda retornaram à piscina e se divertiram com naturalidade. Eles haviam chegado a um acordo silencioso, e seus olhares falavam mais alto que palavras. Seus corpos, ainda pegajosos com os resquícios de suas escapadas anteriores, brilhavam ao sol enquanto nadavam juntos, seus movimentos uma dança de tentação à qual nenhum dos dois conseguia resistir.

Isabella aproveita o momento a sós com Augusto e inicia uma conversa: "O que você acha de tudo isso?... Como você se sente?"

Augusto, com a boca cheia de carne, olha para ela com um sorriso cúmplice. "Acho que estamos todos apenas fazendo o que é natural para nós", diz ele, engolindo em seco antes de tomar um gole de cerveja. "Somos animais, Isabella. Limitados pelo instinto, não pelas regras da sociedade."

Isabella exibe um sorriso travesso, sua mente divagando por lugares nunca antes imaginados... "Preciso te confessar uma coisa, Augusto... Nunca na minha vida pensei em ter qualquer tipo de relacionamento com uma mulher..." Ela faz uma pausa em forma de suspiro. "Mas ver o corpo jovem e definido de Nanda e vê-la brincar consigo mesma, é como... é como se eu estivesse perdendo um pedaço do céu."

Augusto já sentia um frio na barriga, só de olhar para o rosto, esperando a conclusão do pensamento de Isabella, sentiu uma sensação estranha, uma mistura de excitação e medo, uma sensação que parecia consumi-lo de dentro para fora. "O que você está dizendo, Isabella?", conseguiu articular, com a voz rouca.

"Quero ser a primeira pessoa a possuir o corpo da nossa filha. Quero dar a ela o maior prazer que eu puder te dar. Estou desesperada e incontrolavelmente querendo sentir sua pele, seu cheiro, seu gosto... quero provar sua boceta na minha boca!" Isabella, sem nenhum pudor, expressa seu desejo, nunca antes imaginado.

Imediatamente, Augusto tem na mente a imagem da esposa com o rosto enterrado entre as pernas da filha. Sem conseguir controlar o mastro, ele se levanta imediatamente. "É isso que você quer mesmo?", pergunta, com a voz carregada de desejo.

Isabella assente, sem tirar os olhos dos de Augusto. "Mais do que tudo", sussurra, a mão deslizando pelo corpo, traçando um caminho do pescoço até a vagina. "Quero provar a inocência dela, mostrar a ela como é ser mulher."

Suas palavras pairam no ar, carregadas com a promessa de algo obscuro e proibido. Augusto pousa a cerveja, com os olhos escurecendo de tesão. Ele se aproxima da esposa, seus corpos quase se tocando. "E o Alex?", pergunta ele, com a voz rouca. "O que você quer dele?"

O sorriso de Isabella se alarga, seus olhos brilhando de malícia. "Tudo", diz ela, estendendo a mão para acariciar o pau de Augusto.

Augusto prende a respiração quando a mão da esposa envolve seu membro, firme e consciente. "Tudo?", ele repete, com a voz tensa.

"Tudo", Isabella confirma, com os olhos brilhando em um desafio silencioso. "Quero vê-lo me foder, enquanto vejo você comer a Nanda. Quero sentir seu gozo na minha boca enquanto grito seu nome."

O pau de Augusto endurece com o pensamento, os desejos incestuosos que ele havia reprimido por tanto tempo agora borbulham à superfície como lava de um vulcão. Ele se inclina, capturando a boca de Isabella em um beijo ardente, sua língua penetrando fundo como se reivindicasse sua alma. As mãos dela o envolvem por inteiro, puxando-o para mais perto, seu próprio desejo, uma entidade viva e pulsante que os consome.

O beijo se interrompe e eles se olham, com os olhos ardendo com o calor de suas fantasias tabus. "Vamos fazer isso", diz Augusto, em voz baixa e autoritária. "Vamos explorar cada centímetro do corpo dos nossos filhos, dar-lhes prazer além dos seus sonhos mais loucos."

Isabella concorda, com o coração acelerado. Ela sabe que, uma vez que começarem a trilhar esse caminho, não haverá mais volta. Mas está pronta, ansiosa para abraçar a depravação que a chama dos recantos mais sombrios de sua alma. "Vamos começar com a Nanda", murmura, com os olhos se voltando rapidamente para a piscina onde a filha brinca, os seios balançando na água, a pele brilhando com a vitalidade da juventude.

Augusto assente, seu próprio olhar seguindo o de Isabella. "Vamos prepará-la", diz ele, com a voz carregada de luxúria. "Vamos mostrar a ela como é ser verdadeiramente desejada."

O resto da tarde transcorre em uma névoa de expectativa, cada membro da família Gomes ciente da promessa tácita que paira no ar. O calor do dia parece amplificar a tensão sexual, seus corpos transpirando na umidade opressiva. Nanda, ainda incerta de seu lugar nesse jogo perverso, observa a mãe e o pai, a maneira como se olham, e também a ela e ao irmão, com uma mistura de confusão e excitação.

Enquanto o sol se põe no horizonte, projetando longas sombras no quintal, Isabella se levanta e se espreguiça, com os seios saltando enquanto arqueia as costas. "Tudo bem, meus pequenos", ela grita, com a voz transbordando de promessas sedutoras. "É hora de uma surpresa."

Nanda e Alex trocam olhares curiosos, o ar carregado com o aroma de seus encontros anteriores. Eles seguem a mãe para dentro de casa, a expectativa crescendo a cada passo. Os olhos de Augusto estão grudados na bunda da esposa, o balanço de seus quadris um convite irresistível para a dança da depravação que está prestes a se desenrolar.

Lá dentro, Isabella os conduz até o quarto principal, enquanto sua mão desliza pela parede do corredor como se os guiasse para uma câmara secreta de prazer.

O quarto está mal iluminado, as cortinas fechadas para permitir que apenas lascas de luz penetrem na escuridão. A cama king-size é a peça central, os lençóis amarrotados pelas escapadas da manhã, o cheiro de sexo ainda pairando no ar.

Isabella está aos pés da cama, seu corpo nu testemunhando sua fome insaciável por mais. "Nanda", diz ela, sua voz um chamado de sereia que provoca um arrepio na espinha da jovem. "Venha aqui."

Nanda se aproxima, com os olhos arregalados, numa mistura de excitação e apreensão. Ela sabe o que está por vir, sonhou com isso, mas a realidade é muito mais intensa do que qualquer fantasia. A mão da mãe se estende, segurando seu queixo e o levantando para que seus olhares se encontrem. "Você é tão linda", sussurra Isabella, seu hálito quente contra a pele de Nanda.

Augusto observa da porta, seus próprios desejos rugindo como uma tempestade dentro dele. Ele vê o corpo angelical e sedutor da filha, o florescimento de sua sexualidade, e sabe que não pode mais negar os desejos que apodrecem nas profundezas de sua alma. Seu olhar se demora na boceta apertada e intocada de Nanda, e seu pau se incha com a necessidade de reivindicá-la.

Augusto observa Alex petrificado ao lado da cama, observando o beijo da mãe e da irmã: "Alex, venha cá... vamos sentar nas poltronas e admirar esse espetáculo que vai começar", diz ele no tom de quem acaba de perceber que seus desejos mais profundos e obscuros estão se realizando.

O coração de Nanda acelera quando ela sente a mão da mãe deslizando pelo seu corpo, a mesma mão que a segurou, confortou e lhe ensinou os caminhos do mundo, agora explorando as partes mais íntimas dela com uma fome que era ao mesmo tempo aterrorizante e inebriante.

Os olhos de Alex estão grudados à visão da boca de sua mãe reivindicando a de sua irmã, suas línguas entrelaçadas em uma dança que parecia sagrada e profana ao mesmo tempo. Ele sente a mão do pai em seu ombro, um incentivo silencioso para se entregar à carnalidade que agora define seus laços familiares.

O corpo de Nanda responde ao toque de Isabella, arqueando-se diante da carícia como se fosse a coisa mais natural do mundo. Sua mente gira em uma mistura inebriante de medo e desejo, seu corpo a traindo a cada suspiro e gemido que escapa de seus lábios. Ela sente a mão da mãe deslizando entre suas pernas, o toque suave incendiando sua pele com a sensação.

Augusto e Alex observam das sombras, com os olhos fixos na cena que se desenrola diante deles. Augusto aperta o ombro de Alex com mais força, seu próprio pênis se estica contra a coxa enquanto observa a inocência da filha ser reivindicada pela fome insaciável da esposa.

A língua de Isabella traça o contorno da boca de Nanda, aprofundando-se e explorando cada fenda com uma fome possessiva e reverente. Os olhos de Nanda se fecham, sua respiração ofegante e irregular enquanto ela sucumbe à sensação avassaladora do beijo da mãe.

De repente, Isabella se afasta, com os olhos brilhando com uma mistura de triunfo e luxúria. "Deite-se", ela instrui, com a voz em um ronronar sedutor que acelera o pulso de Nanda. Nanda obedece, com as pernas tremendo enquanto se estica na cama, seu corpo uma tela para a arte depravada de sua mãe.

O olhar de Augusto está grudado na cena, seu pau engrossando a cada momento. Ele observa Isabella se acomodar entre as pernas de Nanda, sua própria vagina brilhando de expectativa. Ele consegue ver a fome nos olhos da esposa, a necessidade de reivindicar a virgindade da filha, de torná-la parte daquele amor pervertido.

Alex, com o próprio pau doendo, observa com admiração a língua da mãe se lançar para fora, saboreando a doçura de Nanda. Os gemidos da irmã preenchem o quarto, ecoando pelas paredes como a mais doce sinfonia do pecado. É um som que ficará para sempre gravado em sua memória, uma lembrança do dia em que perdeu a inocência e abraçou os segredos mais obscuros da família.

Isabella, sentindo o calor do olhar de Augusto, vira-se para o marido, com a boca brilhando com o néctar da filha. Ela se vira para eles e, com a selvageria de seus desejos, diz: "Vocês gostam do que veem?", ronrona, sua voz um chamado de sereia que faz o sangue dele ferver de luxúria.

Augusto assente, sem tirar os olhos da língua da esposa brincando com o clitóris de Nanda. "É mais do que eu jamais imaginei", diz ele, com a voz rouca de desejo.

O sorriso de Isabella se alarga, e ela olha por cima do ombro para Alex, desafiando-o com o olhar. "E você, Alex?", pergunta ela, com a voz suave e carícia que lhe causa um arrepio na espinha. "Você gosta de ver sua mãe saborear sua irmã?"

Os olhos de Alex estão grudados na cena à sua frente, seu pau pulsando a cada gemido que escapa dos lábios de Nanda. Ele assente, incapaz de desviar o olhar do quadro erótico que se desenrola na cama. "Sim", ele admite, com a voz quase sussurrando.

O sorriso de Isabella se alarga, e ela desliza um dedo na boceta apertada e virgem de Nanda, sentindo o corpo da filha tenso ao seu redor. "Ótimo." Ela volta a chupar Nanda vorazmente, ousando colocar a ponta do dedo indicador no buraquinho proibido da filha. Nanda suspira com os choques que sente em seu corpo. Ela não tem mais controle sobre nada, completamente entregue à vontade da mãe como se fosse um brinquedo em suas mãos.

Isabella, libertando-se de qualquer pudor que ainda lhe restasse, aproveita os movimentos suaves da filha e enfia o indicador inteiro em sua bunda, sentindo o corpo de Nanda ficar tenso e depois relaxar, permitindo a invasão. Os gemidos de Nanda se tornam mais intensos e agudos, seu corpo se contorcendo de um prazer que ela nunca sentiu antes.

Um prazer que nem Isabella teria experimentado, pois até então sexo anal era tabu para ela... mas como engolir porra também era tabu até a noite anterior, nada mais seria obstáculo... ela queria experimentar tudo que sua mente e a mente de todos da família Gomes pudessem imaginar.

O ar no quarto crepita com a intensidade dos desejos enquanto o dedo de Isabella se aprofunda no cuzinho apertado de Nanda. Os olhos de Augusto estão fixos, observando os cuidados habilidosos da esposa, sua mão se movendo para acariciar seu próprio pau no ritmo dos movimentos dela. Alex sente a pressão crescendo dentro de si, seus olhos indo da mão da mãe para o rosto contorcido da irmã, um testemunho silencioso do êxtase que a consome.

Os gemidos de Nanda aumentam enquanto a boca de Isabella faz sua mágica em seu clitóris, sua língua girando e se movimentando com uma perícia que não deixa dúvidas sobre sua recém adquirida experiência. A sensação do dedo de sua mãe em sua bunda é nova, estranha, e ainda assim envia ondas de prazer por seu corpo como um tsunami. Ela não consegue acreditar que isso está acontecendo, que as mesmas pessoas que a trouxeram ao mundo são agora as mesmas que a estão levando a essa dança depravada de incesto.

Alex observa, seu pau pulsando a cada gemido que escapa dos lábios de Nanda. Ele está dividido entre a necessidade feroz de se juntar a elas na cama e o medo de perder o controle, de se tornar o monstro que a sociedade pintou para o incesto. No entanto, ao olhar nos olhos da irmã, ele não vê medo, mas uma luxúria desenfreada que se iguala à sua. É um olhar que fala de segredos compartilhados e desejos obscuros, um convite silencioso para explorar as profundezas do amor tabu deles.

Com um gemido que é parte agonia, parte êxtase, o corpo de Nanda convulsiona enquanto ela atinge o ápice do prazer. A mão de Augusto aperta o ombro de Alex, incitando-o a se aproximar da beira da cama, mais perto das figuras contorcidas de sua mãe e irmã. "Está tudo bem", sussurra Augusto, com a voz carregada de desejo. "Estamos todos juntos nessa."

Seus olhares se encontram e, naquele momento, Alex sente os últimos grilhões de suas inibições se desfazerem. Ele não é mais um espectador, mas um participante ativo nessa trama distorcida de luxúria. Seu pau se contrai, exigindo atenção, e ele sabe que não consegue mais se conter.

Com as mãos trêmulas, ele estende a mão para Nanda, roçando os dedos em sua coxa trêmula. Os olhos dela se arregalam de surpresa e desejo ao toque do irmão, mas, em vez de se afastar, ela também pega a mão dele com a sua, oferecendo-se a ele como um sacrifício aos deuses da depravação. Seus dedos se entrelaçam, o calor da paixão compartilhada pulsando entre eles.

Isabella, percebendo a troca silenciosa, ronrona de satisfação e se afasta do botão sensível de Nanda, permitindo que ela recupere o fôlego. Ela olha para Alex, com os olhos ardendo de luxúria. "Sua vez", sussurra, sua voz um desafio sedutor que ele não consegue ignorar.

O coração de Alex dispara enquanto ele se levanta, com as pernas bambas. Nunca se sentiu tão vivo, tão consumido pelo desejo. Ele se aproxima da cama, com o pau projetando-se à sua frente como uma bússola apontando para o seu destino final. Os olhos de Nanda não se desviam dos dele e, naquele momento, eles não são irmãos, nem mesmo família — são apenas duas pessoas, perdidas em um mar de paixão e desejo.

Ele se senta na beira da cama, a mão deslizando pela parte interna da coxa dela, as pontas dos dedos roçando a maciez da boceta dela. Ela está tão molhada, tão pronta para ele, e ele precisa de todo o seu autocontrole para não mergulhar nela ali mesmo. Mas ele sabe da importância daquele momento, da gravidade do ato que estão prestes a cometer.

Nesse momento, Isabella, percebendo as intenções de Alex, o chama para fora do transe: "Vem cá, garoto... agora eu vou cuidar de você." Com um sorriso cúmplice, ela se senta no colo do marido, sua boceta escorregadia esfregando-se contra sua ereção pulsante enquanto ela se inclina para beijar o filho. O gosto de seus próprios sucos na pele de Nanda é como um afrodisíaco potente, deixando-a louca de desejo.

Alex, incapaz de resistir ao chamado de sereia dos lábios de sua mãe, retribui o beijo com uma paixão que se acumula há dias. Suas línguas dançam juntas, explorando a boca um do outro com um desespero que revela uma fome que nunca poderá ser verdadeiramente saciada.

Enquanto isso, Augusto, ainda sentado na poltrona, observa a cena se desenrolar com uma mistura de orgulho e excitação. Seu pau é uma prova de seu desejo, ereto e exigindo liberação. Ele estende a mão, acariciando a bunda de Isabella, sentindo os músculos se contraírem e relaxarem enquanto ela se esfrega contra ele.

Isabella projeta a boca contra o pau de Alex e, ágil como um felino, o engole inteiro, sentindo a cabeça bater no fundo da garganta. Alex ofega, suas mãos agarrando os cabelos dela por reflexo, puxando-a para mais perto. Ele nunca sentiu nada tão intenso, tão errado, tão certo. A boca de sua mãe é o paraíso, um paraíso proibido que ele nunca soube que desejava. Os olhos dela se fixam nos dele, o amor e a luxúria se misturando em uma dança inebriante que o deixa sem fôlego.

Mas logo ela se solta, solta aquele mastro que já estava soltando gotas do seu sêmen. Ela olha para Nanda e diz: "Vem cá, Nanda, você quer oferecer ao seu irmão a mesma sensação que eu te dei?"

Nanda assente, incapaz de falar, ainda sentindo os tremores secundários do orgasmo que sua mãe lhe dera. Ela se aproxima de Alex, cujos olhos estão vidrados com uma mistura de desejo e confusão. Ele a olha, da mesma forma que ela olhara para a mãe momentos antes. Nanda se ajoelha entre as pernas do irmão, desajeitada, sem saber o que fazer, e toma seu pau na boca. É grosso e quente, e ela sente uma onda de poder por tê-lo ali, por ser a única a lhe dar prazer.

Augusto observa, com Isabella sentada em seu colo, seu membro buscando instintivamente a boceta da esposa. Ele sempre fantasiou em ver Isabella com outros homens, mas ver sua filha assumir o controle dessa forma é um nível de excitação totalmente novo. A visão de suas mãozinhas agarrando o pau de Alex, sua boca esticada em volta dele, é quase insuportável. Ele sente o orgasmo se aproximando, uma pressão que ameaça despedaçá-lo de dentro para fora.

Isabella percebe o estado do marido, enfia o pau na vagina, inclina-se para trás e sussurra em seu ouvido: "Me fode enquanto nossa filha chupa nosso filho". Augusto, em transe de tesão, começa a penetrar o calor acolhedor da esposa com uma intensidade que abala os alicerces da casa. Nanda, sentindo o movimento dos corpos dos pais, tenta acompanhar o ritmo, ansiosa para agradar tanto a mãe quanto o irmão.

Isabella não resiste e assume o controle da situação, cavalgando cada vez mais forte o pau do Augusto, sempre sem tirar os olhos dos filhos. Um grito misturado a um gemido sai de sua boca: "É isso aí, crianças... porra... chupa, Nanda!!!! Foda a boca da sua irmã, Alex!!! E você, Augusto, acabe com a minha buceta!!!!!!!!"

Alex não consegue mais se controlar e avisa o que está para acontecer.... "Vou gozar.... Não aguento mais, vou gozar!!!!!!"""" Nanda arregala os olhos e busca orientação da mãe, Isabella rapidamente, sem parar de cavalgar Augusto, ordena que a filha acelere os movimentos com a boca.... "Vai Nanda, chupa... chupa mais forte, implora pelo néctar do Alex, se delicie com toda essa porra que está para vir!!!!!"

As bochechas de Nanda ficam vermelhas, mas ela obedece, movendo a boca cada vez mais rápido sobre o pau do irmão, sem tirar os olhos dos seus. A visão dos seios da mãe balançando a cada investida dos quadris do pai, o som da respiração ofegante dos pais, tudo isso se combina para levar Alex ao limite.

Com um rugido de prazer que parece estremecer o próprio quarto, Alex explode na boca de Nanda, enchendo-a com seu sêmen quente e pegajoso. Ela engasga, se assusta e recua. O segundo jato cai em sua testa, o terceiro em seu cabelo. Ela tenta se recompor e engolir o pau pulsante do irmão novamente. Ela consegue, engolindo tudo o que consegue, sentindo o calor do sêmen dele descer por sua garganta como uma declaração de guerra contra sua antiga inocência.

Seus olhos lacrimejam com o esforço, mas ela não se afasta. Em vez disso, olha para Alex com uma mistura de orgulho e satisfação perversa. Ela se tornou a sacerdotisa incestuosa que sua mãe tanto esperava. O ritmo de Augusto falha enquanto ele observa a cena depravada se desenrolar diante dele. Ele nunca se sentiu tão vivo, tão poderoso. Seu pênis pulsa a cada jorro do sêmen do filho, como se estivesse em sincronia com a sinfonia incestuosa que se desenrola diante de seus olhos.

Isabella, sentindo o próprio orgasmo se aproximando, se esfrega no pau de Augusto, com os olhos fixos nos da filha enquanto alcança o próprio clitóris. Ela o circula com o polegar, seus movimentos frenéticos enquanto busca o pico elusivo do prazer. "Goza para mim, baby", ela suspira, sua voz um apelo desesperado que ecoa pelo quarto. "Goza para a sua mãe."

Augusto, observando a mão da esposa na boceta e o pau do filho na boca da filha, sente o próprio clímax se aproximando. "Engula tudo", rosna, os quadris se erguendo enquanto libera seu sêmen no calor acolhedor de Isabella. "Engula o esperma do seu irmão, Nanda", diz ele, com a voz carregada de tesão. "Vamos todos compartilhar este momento."

O quarto é uma sinfonia de gemidos e suspiros enquanto os membros da família Gomes atingem o ápice, seus corpos entrelaçados em uma dança ao mesmo tempo bela e macabra. O ato incestuoso os aproximou mais do que nunca, seu amor, uma teia emaranhada de luxúria e desejo que não conhece limites.

O orgasmo de Isabella a atinge como uma onda, seu corpo convulsionando enquanto ela se deleita com o prazer intenso que o pau de Augusto lhe proporciona. Ela joga a cabeça para trás, os seios saltando a cada espasmo de êxtase. Os olhos de Augusto não se desviam dos dela, seu próprio clímax iminente. Ele a sente se contrair ao seu redor, suas paredes pulsando em sincronia com seus gritos de prazer, e com uma estocada final e poderosa, ele se esvazia dentro dela, preenchendo-a com sua semente.

Isabella pressiona seu corpo contra o de Augusto. Aos poucos, o pênis agora mole de Augusto desliza para fora da vagina de Isabella. Ele ainda consegue extrair o esperma restante. Ao mesmo tempo, a vagina de Isabella libera o excesso da porra que não chegou ao seu útero. Nanda e Alex admiram a cena. Seus rostos são uma mistura de prazer e descrença. A mãe que lhes deu a vida agora está lhes dando um novo tipo de vida, uma vida de prazer pecaminoso que ninguém jamais entenderá.

Alguns segundos depois, Isabella abre os olhos e vê Nanda à sua frente, com o rosto ainda coberto pelo esperma do irmão... ela sorri e diz: "Boa menina, você aprende rápido a controlar um homem." Isabella sorri e continua. "Agora você sabe, tudo o que você quer de um homem você terá, você só precisa saber usar a boca, e terá!" Uma risada acompanha o final da frase, Nanda entende e ri também.

Alex ainda tenta recuperar o fôlego, os olhos ainda fixos no rosto da irmã, o gosto do suor salgado dela e do esperma do irmão ainda em seus lábios. A realidade do que acabou de acontecer começa a se impor, e ele sente uma estranha mistura de choque, prazer e amor.

Isabella, com o corpo ainda tremendo pela intensidade do orgasmo, olha para os filhos. "Viram, meus amores?", diz ela, com a voz ainda carregada de paixão. "Não há nada a temer. Estamos apenas expressando o amor que sentimos um pelo outro de uma... maneira diferente."

Todos concordam. Isabella ordena que todos tomem um banho para lavar toda a sujeira do corpo. Todos saem do quarto, seus passos ecoando pela casa silenciosa. No chuveiro, os irmãos se lavam, a água caindo em cascata sobre seus corpos jovens e flexíveis. Cada um em seu quarto, em seu banheiro, mas seus pensamentos permanecem entrelaçados com as emoções que vivenciaram recentemente.

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Comentários

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Opaa... já estou seguindo. Depois vou ler com mais calma. Parecem ótimos contos!

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