Na manhã seguinte, todos se sentaram à mesa para o café da manhã, uma cena cômica de corpos presentes, mas mentes divagando. Augusto ainda se deleitava com o prazer inimaginável que Isabella lhe proporcionara, enquanto Isabella lutava para encontrar seu lugar entre seus pensamentos sobre a maternidade e seu crescente desejo de possuir sexualmente seus filhos. Alex não conseguia se livrar do transe da noite anterior, e Nanda se sentia a mulher mais poderosa do mundo com sua atitude ousada.
O ar estava elétrico, uma sinfonia silenciosa de desejos não ditos que crepitavam como fios desencapados logo abaixo da superfície. A pandemia transformara a casa deles numa placa de Petri de tensão sexual, e os limites que antes os mantinham separados em segurança se dissolveram como açúcar no chá. Os olhos de Augusto continuavam vagando pelos seios de Nanda, a lembrança da boca da mãe dela em volta do seu pênis intensificando ainda mais seus desejos pela filha.
O olhar de Isabella se moveu de Alex para Nanda, seus pensamentos um turbilhão de luxúria e medo. Ela nunca se imaginara capaz de tamanha depravação, mas ao ver o olhar do filho, percebeu que o jogo havia mudado. A fome incestuosa que a consumia havia sido liberada e agora ameaçava consumi-la por completo.
Augusto pigarreou, quebrando a tensão que se instalara sobre a mesa do café da manhã como uma névoa espessa. "Isabella, você me ouviu?"
Seus olhos se voltaram para o marido, o calor daquele momento secreto ainda queimando em suas bochechas. "O que foi, Augusto?"
"As notícias", disse ele, apontando para a TV no canto da sala. "Dizem que o lockdown pode ser prorrogado novamente."
Isabella sentiu um nó frio se formar no estômago. Mais uma extensão significava mais dias, mais noites, presas naquela casa com a tensão latente que se tornara parte de cada respiração. Mais oportunidades para os sussurros sombrios em sua mente se tornarem mais altos, para as paredes se fecharem até que todos estivessem sufocados em uma névoa de desejos não ditos.
Os olhos de Alex encontraram os dela, uma pergunta silenciosa em suas profundezas. Ela sabia o que ele estava perguntando e sabia qual seria sua resposta. Eles haviam cruzado uma linha que jamais poderia ser descruzada, e agora estavam todos unidos por um segredo compartilhado que era ao mesmo tempo repulsivo e irresistível. A maneira como os mamilos de Nanda se destacavam contra o tecido de sua camisa era um chamado de sereia para sua luxúria crescente, e Isabella podia ver a fome em seu olhar enquanto viajava dela para seu irmão e vice-versa.
O ar estava carregado com aquilo, a verdade implícita de que a dinâmica familiar deles havia mudado de uma forma que nunca mais seria a mesma. A pandemia havia se tornado uma prisão, não apenas para seus corpos, mas também para suas mentes, uma gaiola que só serviu para amplificar os desejos mais sombrios.
Nanda, ainda dominada pelas sensações de poder sentidas na noite anterior, levantou-se e comentou: "Já que isso vai continuar... vamos ter que ficar presos aqui em casa... vamos aproveitar!!!! - Vamos para a piscina, Alex, vamos... está muito quente."
Ela caminha em direção ao quintal, e ele retruca... "Ok, mas você não vai se trocar primeiro?" Ela retruca com um comentário que perfura os ouvidos de todos como uma faca... "Não, por que me trocar se eu posso nadar pelada... já que ninguém pode nos ver, posso muito bem aproveitar o sol e bronzear o corpo inteiro."... E ao mesmo tempo, ela tirou a blusa, olhando por cima do ombro, e mexeu os quadris para envergonhar o irmão o máximo possível na frente dos pais.
A visão dos seios nus fez o pau de Augusto se contrair, e os olhos de Isabella se arregalaram em choque, mas também com uma faísca de excitação. Nanda saiu da cozinha, deixando para trás a blusa e o silêncio pesado. Alex encarou a blusa, seu pau endurecendo ao ver o corpo nu da irmã. Ele sabia que não conseguiria resistir à tentação que ela acabara de lhe oferecer. Precisava segui-la.
Isabella, percebendo que algo já poderia ter acontecido ou que certamente acontecerá, leva Augusto para uma conversa franca. "Você entendeu o que acabou de acontecer? Tenho certeza de que eles estão fazendo alguma coisa, ou, na melhor das hipóteses, estão prestes a fazer." Sua voz era baixa, urgente e cheia de uma fome que não condizia com a preocupação estampada em seu rosto.
Augusto, com a mente a mil com os mesmos pensamentos sombrios, assentiu, com os olhos grudados no balanço dos quadris de Nanda enquanto ela saía para o quintal. "Precisamos falar com eles", disse ele, com a voz rouca pelo esforço de controlar seus desejos.
Ela retruca: "Não! Precisamos saber qual caminho pretendemos seguir. Porque ontem estávamos falando exatamente sobre isso e tenho certeza de que naquele momento você não hesitaria se pudesse comer uma filha." Ela sorri maliciosamente, sua voz transbordando a doçura da tentação.
Augusto cerrou os dentes, seu pênis engrossando só de pensar nisso. "Você está brincando com fogo, Isabella", alertou, sem tirar os olhos dela. "Mas talvez seja exatamente disso que todos nós estamos precisamos."
Isabella deu um passo em direção a ele, com o próprio desejo evidente nos olhos. Murmurou ela, deslizando a mão para acariciar sua ereção, "como você pretende fazer isso? Alguma fantasia maluca nessa cabeça inchada (risos)."
Os olhos de Augusto se arregalaram e, por um momento, ele se perdeu na tempestade de sua própria luxúria. "Isabella", começou ele, com a voz em um rosnado de advertência, "isso não é um jogo."
"Mas é", ela ronronou, acariciando-o gentilmente com a mão. "O jogo mais perigoso e delicioso que já jogamos. E você sabe disso."
A determinação de Augusto se desfez como um biscoito no chá, seu pênis inchando na mão dela. Ele sabia que ela estava certa. A pandemia havia virado suas vidas de cabeça para baixo, e no silêncio e isolamento de sua casa, a linha entre amor e luxúria havia se esvaído até se tornar quase indiscernível. O confinamento havia se tornado um playground para suas fantasias mais sombrias, e todos eles se tornaram participantes dessa distorcida farsa do desejo.
"Não podemos", murmurou ele, a voz quase inaudível por causa do sangue correndo em seus ouvidos. "Não podemos fazer isso com nossos filhos."
Isabella apertou o pênis dele com mais força, seus olhos brilhando com uma fome ao mesmo tempo aterrorizante e inebriante. "Mas e se eles também quiserem?", sussurrou ela, com o hálito quente contra o pescoço dele. "E se eles já estiverem jogando o mesmo jogo?"
A imagem do corpo nu de Nanda, seus seios jovens e empinados balançando enquanto ela se afastava, seu quadril torneado provando que sua menina se tornara uma mulher ficou gravada na mente de Augusto. Ele sentia o calor do desejo pela filha queimando dentro dele, uma chama que ameaçava consumi-lo de dentro para fora. "Não podemos", repetiu, mas o protesto foi mais fraco desta vez, o fogo nos olhos dela atiçando as chamas de sua própria luxúria incestuosa.
Isabella se aproximou, sua respiração uma carícia sedutora contra a pele dele. "Mas e se já for tarde demais?", sussurrou ela. "E se o gênio estiver fora da lâmpada?"
Augusto engoliu em seco e sua mão encontrou a cintura dela. "O que você está dizendo?"
Os olhos de Isabella o encaravam, cheios de desafio e promessa. "Estou dizendo que já começamos a trilhar esse caminho e não podemos voltar atrás agora."
Augusto sabia que ela estava certa. Eles haviam dado o primeiro passo na escuridão, e agora não havia como recuar. Os desejos incestuosos que os apodreciam haviam sido liberados, e eles não podiam mais ignorar os sussurros sedutores que os chamavam das sombras de suas mentes. A pandemia havia arrancado o véu da normalidade, revelando os instintos primitivos e crus que permaneceram adormecidos por tanto tempo.
"Como você pretende fazer isso?", perguntou ele, com a voz rouca pelo esforço de conter os próprios desejos. "Não podemos simplesmente... deixar acontecer."
Mas o sorriso de Isabella era de cumplicidade, seus olhos brilhando com uma ideia que vinha se formando em sua mente desde o primeiro momento em que flagrou Alex observando Nanda com aquele olhar faminto. "Ah, mas meu amor", murmurou ela, com a mão ainda envolvendo sua ereção, "é exatamente isso que vamos fazer. Vamos deixar a natureza seguir seu curso e aproveitar cada momento."
Sua voz era o canto de uma sereia, uma doce melodia que cantava sobre o fruto proibido, pronto para ser colhido. Augusto sentiu-se enfeitiçado por ela, os últimos vestígios de sua resistência se desfazendo como areia diante de uma maré implacável. "O que... o que você quer dizer?"
Isabella se afastou dele, com um sorriso predatório nos lábios. "Vamos nos juntar a eles na piscina", disse ela, com os olhos brilhando de entusiasmo. "Vamos lá, só nós quatro, e nos despimos como se não tivéssemos nenhuma preocupação no mundo."
As palavras dela eram o chamado de uma sereia, atraindo-o para o abismo da depravação compartilhada. Ele sentiu seu pênis inchar ainda mais ao pensar em ver suas filhas nuas, em observar seus corpos jovens e flexíveis se contorcerem na água enquanto sua esposa observava com olhos famintos. A ideia de tudo aquilo era tão errada, mas a excitação era inegável.
Eles seguiram em direção à piscina, o som de seus passos ecoando pela casa silenciosa como a batida de um tambor sinalizando o início de uma guerra. Augusto sentia o pulso acelerado, o coração martelando no peito como um animal enjaulado ansioso para se libertar.
O plano de Isabella era um golpe de mestre da depravação, uma dança de sombras que prometia empurrá-los para além dos limites da aceitabilidade. Ao saírem para a luz brilhante do sol, ele não pôde deixar de sentir uma onda de excitação. A piscina era como um espelho, refletindo os desejos que apodreciam nos recônditos mais sombrios de suas mentes.
Sua mão era firme enquanto desabotoava o vestido, o tecido deslizando para revelar seus seios fartos e exuberantes e a curva de seus quadris. Ela se virou para Augusto, seus olhos brilhando com a promessa de pecado. "Tire isso", ordenou, com a voz baixa e sedutora. "Aja como se não soubesse o que está acontecendo. Finja que é apenas mais um dia."
As próprias mãos de Augusto tremiam enquanto ele seguia o comando, seus olhos absorvendo a visão de seu corpo nu. O sol beijava sua pele, iluminando cada curva e contorno como se ela fosse uma deusa. Ele sabia o que isso significava — o que estavam prestes a fazer era errado, mas o calor entre eles era insuportável. A pandemia transformara a casa deles em uma prisão de luxúria, e agora eles iriam se entregar ao mais proibido dos desejos.
Ele respirou fundo e correu em direção à piscina, o som de seus pés descalços batendo no concreto do pátio ecoando no silêncio tenso. Com um salto poderoso, ele voou sobre a beira da água, o abraço fresco da água o envolvendo, momentaneamente obscurecendo sua ereção furiosa. A água parecia um manto líquido, escondendo seus pecados do mundo acima.
Isabella caminhava com uma graça que desafiava sua idade, suas pernas longas esculpindo o ar enquanto se aproximava da piscina. O sol beijava sua pele nua, brilhando com a promessa de prazer compartilhado. Seus seios balançavam a cada passo, os picos de seus mamilos implorando por atenção enquanto ela descia as escadas para a piscina. Ela sabia que seu marido a observava, seus olhos a devoravam, e ela se deleitava com o poder que tinha sobre ele. A pandemia havia transformado suas vidas em uma panela de pressão de desejo, e ela estava mais do que pronta para desabafar.
Ao entrar na água, Isabella encontrou o olhar do filho e soube o momento em que ele reconheceu a fome em seus olhos. A mesma fome que o levara a observar a irmã em segredo, a mesma fome que agora o impedia de desviar o olhar do corpo nu dela. Ela sentiu um arrepio percorrer seu corpo, uma mistura inebriante de poder e medo, sabendo que acabara de expor a verdade sobre os desejos que compartilhavam.
Os olhos de Alex se arregalaram levemente ao contemplar a figura nua de sua mãe, a água batendo suavemente em seus quadris. Seus seios flutuavam na superfície como luas gêmeas, maduros e fartos, e ele podia ver o triângulo escuro de seus pelos pubianos acenando para ele debaixo d'água. Vê-la foi como um soco no estômago, uma revelação que enviou ondas de choque por seu corpo.
"Mãe... o que você está fazendo?" Sua voz estava rouca, uma combinação de choque e excitação que ele não conseguia esconder.
"Como é, Alex?" Ela sorriu, os olhos escuros de desejo enquanto deslizava para mais perto dele na água, os quadris rolando de um jeito que definitivamente não era "natural".
Augusto e Isabella tentaram agir com indiferença, mas a postura corporal desmentia sua turbulência interior. Nanda havia preparado o cenário, e agora todos eram atores de uma peça cujo roteiro era escrito por sua própria luxúria. A pandemia de fato os havia transformado, removendo as camadas de normas sociais e expondo suas verdadeiras naturezas.
"Hmm... pensei que me meteria em encrenca por sugerir isso", disse Nanda, com a voz num ronronar sensual enquanto mergulhava na superfície da água, seus seios nus desaparecendo brevemente antes de ressurgirem, a água brilhando em seus mamilos tensos. "Mas parece que todo mundo está a bordo."
O constrangimento de Augusto e Alex por não conseguirem controlar suas ereções era evidente. Isabella apreciava a cena, enquanto Nanda se dedicava exclusivamente a satisfazer sua curiosidade de ver aqueles pênis extremamente duros e pulsantes.
O pai, que sempre fora uma figura forte e autoritária na família, viu-se em uma situação sem precedentes. A mãe, que fora um símbolo de pureza e moralidade, era agora uma sedutora, com os olhos cheios de uma fome que se igualava à do marido. A filha, antes inocente e pura, tornou-se a personificação da tentação, seu corpo jovem uma tela de desejo intocado. O filho, que estivera dividido entre o amor pela irmã e a luxúria crescente, era agora um peão nesse jogo distorcido de atração incestuosa.
No abraço fresco da água, os quatro circulavam um ao outro como tubarões em frenesi de alimentação, cada um esperando o momento certo para agir. Alex observava o olhar da mãe vagar de seu pênis para os seios da irmã, os olhos escuros de uma fome que não mais se escondia. Nanda, por outro lado, observava o irmão com uma mistura de fascínio e apreensão, seu próprio corpo respondendo à dança incestuosa em que todos se entregavam.
Augusto, tentando de alguma forma escapar dessa situação, sai da piscina e deita-se na espreguiçadeira ao lado. Sua mão, trêmula, desliza sobre a toalha e a leva para tentar escnder seu pênis, ainda ereto e implorando por alívio. Ele fecha os olhos, mas as imagens de sua esposa e filha nuas estão gravadas em suas retinas. Enquanto isso, os olhos de Isabella estão grudados na mão do filho, observando-o se masturbar enquanto tenta lidar com seus próprios desejos incestuosos. Ela sente uma onda de poder, sabendo que os empurrou a todos até aquele ponto.
Isabella sai da água e vai até Augusto, senta-se ao lado dele e chama os filhos: "Venham cá, crianças, precisamos conversar", com um tom que cortava a mais profunda tensão. Seus seios ainda estavam úmidos e brilhavam ao sol, os mamilos eretos como soldados orgulhosos prontos para a batalha. Nanda e Alex obedeceram, com os olhos cheios de uma mistura de pavor e expectativa.
Nanda sai da água exibindo seu corpo jovem, intocado pelo tempo. Alex se encosta na borda e evita sair, provavelmente tentando esconder sua ereção. "O que foi?", pergunta ele, com a voz embargada pelo esforço de soar casual.
Isabella finalmente toma a atitude que mudaria completamente a vida desta família, independentemente dos fatos seguintes, que certamente se tornariam um marco entre eles, sabendo disso, ela tenta ficar o mais calma possível, escondendo o tremor em sua voz.
Quero saber de todos aqui se os sentimentos explícitos no ar são realmente a vontade de todos, já que ela leva a mão ao mastro de Augusto, que se contorce completamente com a pontada que sente na barriga ao toque de Isabella na cabeça de seu pênis. Ele abre os olhos e a encara com uma mistura de raiva e desejo. "O que você está fazendo, Isabella?", pergunta ele com a voz rouca. Ela sorri e responde: "Só estou me certificando de que todos saibam como nos sentimos."
Os olhos de Alex se moveram entre a mão da mãe e o pau do pai, sua própria ereção dolorosamente evidente na água. Nanda, antecipando o comentário da mãe, riu nervosamente. "O que está acontecendo?", sussurrou ela, com os olhos arregalados de curiosidade.
"Estamos todos sentindo algo que não podemos mais ignorar", disse Isabella, com a voz num ronronar sensual que arrepiou a todos. "Este confinamento nos fez perceber o que realmente desejamos, e não é apenas o mundo exterior."
Sua mão começou a se mover em movimentos lentos e deliberados, o polegar circulando a cabeça inchada do pênis de Augusto enquanto ele permanecia ali, com os olhos arregalados, numa mistura de horror e desejo. A visão da esposa tocando-o de forma tão descarada, com os filhos observando, era quase demais para ele suportar. Mas ele não podia negar a forma como seu corpo respondia, seu pênis endurecendo sob o toque dela, a pressão aumentando em suas bolas.
O olhar de Nanda oscilava entre a mão da mãe e a ereção do irmão, a realidade da situação se impondo. Ela sentia uma estranha mistura de excitação e medo, seus próprios desejos ecoando os que via refletidos nos olhos da família. A pandemia transformara suas vidas em uma gaiola de luxúria, e agora todos estavam prontos para se libertar.
Augusto ergueu a mão para agarrar o pulso de Isabella, mas em vez de empurrá-la, ele a guiou para que se movesse mais rápido, seus quadris se erguendo para acompanhar seus movimentos. Seus olhos nunca se desviaram dos dela, um apelo silencioso por compreensão e perdão em meio àquele ato depravado.
Nanda, incapaz de desviar o olhar da cena que se desenrolava à sua frente, instintivamente levou os dedos delicados ao clitóris e começou a acariciá-lo. Seus olhos se voltaram para Alex, e ela viu a mesma mistura de emoções transparecer em seu rosto. A tensão no ar era palpável, carregada com o aroma da excitação e o peso de seus segredos mais obscuros.
Isabella estava em êxtase ao ver todos se entregarem ao desejo, exatamente como imaginara em seus sonhos mais loucos. Observou os dedos de Nanda dançarem sobre seu próprio sexo, os olhos da garota vidrados com uma mistura de medo e excitação. Sua própria mão não parava de se mover sobre o pênis de Augusto, sentindo o calor e a dureza que eram a necessidade do marido por ela. O ar estava carregado com o aroma de sexo, um aroma inebriante que parecia intoxicar a todos.
Augusto não resiste e explode com os movimentos de Isabella. Sua excitação era tão grande que os jatos pareciam um míssil indo em direção ao seu ataque. Tão forte que um deles acabou atingindo o rosto de Isabella. Ela lambe os lábios como se estivesse saboreando o doce sabor do fruto da árvore proibida, sem tirar os olhos do marido enquanto sorri para ele. "Você gostou, não é?", diz ela, com a voz transbordando de satisfação.
Quase simultaneamente, Nanda grita, mostrando a todos que acabara de ter um orgasmo. A intensidade era tão grande que era evidente para todos que seus sucos estavam escorrendo para a espreguiçadeira em que estava. Ela nunca havia sentido nada parecido antes e sabia que havia acabado de cruzar uma linha da qual jamais poderia se recuperar.
Alex se encontra em um estado catatônico, praticamente imóvel, admirando tudo o que acontecia ao seu redor. A pandemia de fato havia virado suas vidas de cabeça para baixo, mas ele nunca imaginara que os levaria por esse caminho de desejo incestuoso. No entanto, lá estavam eles, seus pais se entregando abertamente à luxúria um pelo outro, enquanto ele e Nanda acabavam de confessar seus próprios sentimentos ilícitos. Era como se as paredes de sua casa tivessem se transformado em uma panela de pressão, e o confinamento fosse o calor que havia levado seus impulsos mais obscuros à ebulição.
Isabella, percebendo o estado de Alex, chama-o para sentar-se ao seu lado, e ele obedece sem se manifestar. Ela pergunta calmamente: "Você quer que a mamãe cuide de você como eu cuidei do seu papai?", com um sorriso irônico que faria qualquer homem se ajoelhar diante dela, e, no entanto, era com o próprio filho que ela estava falando.
Augusto, ainda tentando se recompor após o clímax explosivo, observou com um misto de medo e excitação enquanto sua esposa se inclinava para sussurrar algo no ouvido de Alex. Ele podia ver o rosto do rapaz corar, seu pênis se contraindo em resposta às palavras dela. Nanda, ainda perdida no brilho do próprio orgasmo, observava a cena se desenrolar com um misto de curiosidade e excitação.
Isabella se ajoelha diante do filho e começa a chupar seu pênis sem pudor, com os olhos fixos nos de Nanda. Augusto, ainda se recuperando do próprio clímax, não consegue acreditar no que está acontecendo. Ele observa enquanto sua esposa, a mulher com quem divide a cama há quase duas décadas, leva o pau do filho à boca com o mesmo entusiasmo e paixão que sempre reservou para ele. É uma visão que o repugna e o excita, uma mistura distorcida de amor, raiva e luxúria que ele não consegue compreender.
Alex não consegue resistir aos avanços da mãe e, na terceira vez que ela o chupa, ele começa a esguichar todo o seu esperma na boca dela. Isabella, imperturbável pelo tabu, continua o movimento de vaivém com a cabeça até ter certeza de ter coletado até a última gota. Ela se vira, encara o marido e a filha e, completamente desavergonhada, deixa a porra do filho escorrer pelos cantos da boca, esfregando o esperma que recebeu nos seios. "Umm, tão bom", sussurra, lambendo os lábios.
Nanda sente um novo tipo de calor no estômago, uma espécie de inveja e desejo que nunca sentiu antes. Ela quer sentir isso também, ser objeto da atenção da mãe como Alex.
Augusto, num ato de rendição a toda aquela depravação, puxa Isabella para a espreguiçadeira... "Vamos, querida, deite-se aqui. Agora é a sua vez, crianças, vejam como se chupa uma boceta", diz ele, com a voz rouca, uma mistura de raiva, luxúria e desafio.
Isabella obedece, deitando-se com um sorriso irônico, as pernas bem abertas, revelando a umidade reluzente de seu sexo. Nanda e Alex trocam olhares de descrença, mas o desejo em seus olhos é inconfundível. Augusto, com o pau ainda meio duro, move-se entre as pernas da esposa, a boca descendo sobre a boceta dela com um fervor que faria um santo corar.
Nanda sente uma onda de excitação percorrer seu corpo ao observar a língua do pai dançar sobre o clitóris da mãe. Ela já viu esse ato antes, em segredo, com os olhos grudados na tela do celular na privacidade do quarto, mas vê-lo ao vivo, com a mulher por quem se tornou obcecada, é uma experiência completamente diferente. A visão dos quadris da mãe se movendo, seus gemidos de prazer ecoando pelo ar, é quase insuportável.
Sua própria mão se dirige ao próprio sexo, seus dedos deslizando facilmente por suas dobras, imitando o ritmo da língua do pai. Ela não consegue evitar sentir uma pontada de ciúmes, mas também uma estranha afinidade com ele. Estão todos juntos nisso agora, unidos por seus desejos compartilhados, pela fome incestuosa que a pandemia trouxe à tona.
Os olhos de Augusto se erguem rapidamente para encontrar os de Nanda e, por um instante, há uma faísca de compreensão entre eles. Ele sabe que ela está observando, sabe que ela também quer, e o poder dessa percepção o leva a um frenesi. Sua língua lambe o clitóris de Isabella com o desespero de um homem que foi negado por tempo demais, seu polegar deslizando para dentro dela para sentir a firmeza de sua boceta. Ela arqueia as costas, seus gemidos ficando mais altos, seus olhos nunca deixando os rostos de seus filhos.
A mão de Nanda se move mais rápido, sua respiração ofegante enquanto observa o pai dando prazer à mãe. Ela sente o calor crescendo dentro de si, a pressão do próprio orgasmo ameaçando transbordar. Alex, incapaz de resistir à visão do corpo nu da irmã, aproxima-se, seu pau endurecendo novamente ao ver a boceta da mãe.
Isabella anuncia que seu orgasmo está se aproximando, e Nanda reage imediatamente, demonstrando que não aguenta mais. Ela se levanta da cadeira e se aproxima da mãe, com a mão ainda brincando com a vagina. "Posso gozar perto de você, mamãe?", pergunta, com a voz trêmula pela intensidade do desejo.
Isabella, ainda ofegante pelos cuidados de Augusto, sorri para a filha, com os olhos cheios de uma mistura de orgulho e fome. "Claro, meu amor", sussurra, abrindo mais as pernas para acomodar o corpo ávido de Nanda.
Não demora muito para que as duas deusas desta família demonstrem seu prazer com gemidos selvagens, anunciando o êxtase do prazer, e seus sucos confirmando claramente o orgasmo explosivo que ambas experimentaram. Os olhos de Augusto se enchem de uma mistura de raiva, luxúria e submissão enquanto observa as mãos das deusas se moverem eroticamente sobre seus próprios corpos, impelidas pela cena obscena diante delas.
Sem pensar, Alex se aproxima por trás da espreguiçadeira, com o pau completamente duro novamente sendo freneticamente bombeado por suas mãos. "Não aguento mais, preciso fazer isso..." e despeja todo o seu esperma em Isabella e Nanda. Seu esperma atinge seus rostos, cabelos e seios. O som de sua liberação é como uma declaração de guerra contra as barreiras morais que um dia conheceram. A cena é um turbilhão de luxúria e depravação, o quadro de uma família dilacerada pelos mesmos laços que um dia as uniram.
Augusto, completamente dominado por seus instintos mais primitivos, levanta-se, posiciona-se entre elas e se masturba brutalmente... "Não se mexam, esta é a cena que quero guardar para sempre na minha mente..." e, sem demora, despeja toda a sua carga sobre os corpos de Isabella e Nanda, exatamente como o filho acabara de fazer. As gotas de sêmen caem sobre seus rostos e peitos, símbolo do laço incestuoso que agora as une como nada mais poderia. A visão do rosto da mãe, coberto pela mistura do sêmen do pai e do irmão, envia uma descarga de excitação depravada pelo corpo de Nanda, que, num ato instintivo, surpreende a todos ao passar os dedos pelo sêmen espalhado por seu corpo e levá-los à boca. "Umm... que gostoso, mamãe... quero fazer igual a você, como ontem a noite, como você fez com o papai?"
Os olhos de Isabella se arregalaram em choque enquanto processava as palavras da filha. A percepção de que Nanda havia sido uma testemunha silenciosa da união ilícita deles era quase insuportável. Ela olhou para Augusto, o horror e a excitação estampados em seu rosto refletindo suas próprias emoções tumultuadas.
"Nanda", ela começou, sua voz uma mistura de raiva e desejo, "o que você viu?"
Os olhos da filha brilhavam de travessura enquanto ela lambia os dedos cobertos de sêmen, saboreando o gosto do pecado compartilhado. "Tudo", murmurou ela, sua voz um sussurro sensual que provocou arrepios na espinha de Augusto. "Eu vi o quanto vocês dois se divertiam. Como vocês gemiam e gritavam, implorando por mais."
O coração de Isabella disparou enquanto ela encarava Nanda, sua mente turva com a revelação de que o segredo deles havia sido revelado. No entanto, ela sentia uma estranha sensação de orgulho, uma vitória distorcida pelo fato de que sua filha estivera observando, aprendendo com a união depravada deles. Era como se ela tivesse passado adiante um presente proibido, um legado de luxúria que os unia de uma forma que nada mais conseguiria.
"Sua atrevida", murmurou ela, com a voz carregada de um misto de desprezo e admiração. "Você anda muito ocupada, não é?"
Os olhos de Nanda brilharam de malícia enquanto ela olhava para a mãe, o próprio peito arfando com as consequências do clímax recente. "O que posso dizer?", ela deu de ombros, a voz ainda um sussurro sensual. "Quando eu vi você engolir o esperma do papai, algo simplesmente... mudou dentro de mim. Eu não consegui me conter."
Suas palavras pairaram no ar, uma declaração de sua recém-descoberta ousadia e da profundidade de seus próprios desejos incestuosos. Augusto e Isabella trocaram um olhar de choque, seus próprios orgasmos agora esquecidos diante da audácia da filha. "Você gostou de nos ver?", perguntou Isabella, com a voz em um misto de horror e fascínio.
"Ah, eu adorei", respondeu Nanda com um sorriso malicioso, os olhos brilhando com uma travessura recém-descoberta. "Fiquei tão molhada, ver você engolir o esperma do papai daquele jeito. Foi como... assistir a algo que eu não deveria, mas eu não conseguia desviar o olhar."
Isabella aproveita do momento e questiona, “Está bem, e o que você fez depois de nos ver? ”
Nanda conta aos pais que depois de ver aquela cena, ela vai até o quarto do irmão e oferece sua nudez para ele se masturbar, e que ela também se masturba quando vê o irmão naquele ato depravado.
Sua confissão foi como um fósforo jogado em uma poça de gasolina, acendendo uma chama de desejo incestuoso que ardia logo abaixo da superfície. Augusto e Isabella se entreolharam, com a respiração ofegante e o coração acelerado. Aquela não era a filha inocente que conheciam; ela havia sido transformada em uma criatura de pura luxúria, e eles a haviam criado.
"Foi isso que fizemos?" Augusto sussurrou, sua voz cheia de uma mistura de desgosto e fascínio.
"É o que todas nós nos tornamos", respondeu Isabella, levando a mão ao sexo, os olhos vidrados de uma fome que espelhava a da filha. "Estamos presas nesta casa, nesta pandemia, e não conseguimos escapar dos nossos próprios desejos."