De repente, o mundo mudou, engolfado por um turbilhão viral que deixou a sociedade em choque. Em meio ao caos, a família Gomes, composta por quatro pessoas, viu-se isolada em sua espaçosa casa suburbana — pai, mãe, filho e filha. A casa era grande e confortável, cada um com seu próprio quarto, e o casal tinha uma suíte máster completa e o andar superior só para eles, proporcionando certa privacidade. No quintal, uma piscina proporcionava um refúgio nos dias quentes.
No início, isso até foi bom, pois as crianças, principalmente, conseguiram aproveitar mais a casa devido ao lockdown da pandemia.
Gradualmente, rotinas e interações começaram a ser afetadas pelo tempo excessivo passado juntos. Momentos íntimos tornaram-se cada vez mais difíceis para todos; coisas que antes eram tidas como certas, como sair do chuveiro sem roupa ou até mesmo andar pela casa de cueca, começaram a assumir um ar diferente.
Alex, seu filho de 16 anos, sempre foi a estrela do time de natação da escola. Seu cabelo curto e castanho-escuro acentuava seu maxilar forte e seus olhos penetrantes, tornando-o um galã. Seu corpo era atlético, esculpido por anos de natação, com ombros largos e abdômen definido. Sua irmã, Nanda, herdou os olhos claros e os cabelos dourados da mãe, que caíam em ondas suaves ao redor do rosto. Aos 14 anos, seus corpos ainda estavam em desenvolvimento, mas era impossível não notar como o peito de Nanda se transformava em seios grandes e pontudos que pareciam desafiar a gravidade, atraindo olhares a cada movimento sutil. Sua mãe, Isabella, sempre se orgulhara da beleza da filha, mas quando flagrou Alex observando a figura crescente de Nanda, sentiu uma mistura peculiar de emoções: orgulho, preocupação e algo que não ousava nomear.
Isabella, uma mulher de 42 anos cuja beleza só amadurecera com a idade, possuía uma aura gentil que desmentia a paixão ardente escondida sob sua fachada protetora. Seu marido, Augusto, era uma presença formidável aos 45 anos, com o porte atlético de um treinador, vindo dos tempos em que comandava o time de vôlei local. Seus cabelos escuros, agora salpicados de fios grisalhos, e o olhar dominante de seus penetrantes olhos negros só se intensificaram com o passar dos anos.
Certa noite, enquanto a família se reunia para o jantar, Isabella notou como os olhos de Alex se voltavam para a figura em flor de Nanda, demorando-se em seu decote, que se tornara mais pronunciado com as blusas justas que ela começara a usar. Um sorriso cúmplice surgiu em seus lábios ao se lembrar das brincadeiras inocentes que costumavam fazer. Mas agora, ela sabia que as brincadeiras haviam tomado um rumo mais sombrio.
A pandemia trouxera uma estranha tensão ao ar, uma umidade que parecia aumentar a cada dia. Era inevitável, na verdade, considerando os desejos não verbalizados que agora não tinham para onde ir a não ser para dentro. A casa se tornara uma panela de pressão de luxúria não correspondida, e Isabella sabia que a curiosidade do filho sobre a sexualidade crescente da irmã estava chegando ao limite.
Certa noite, enquanto observava Nanda subir as escadas, o jeito como suas coxas juvenis se agarrava ao short e sua bunda balançava a cada passo, Isabella sentiu uma agitação em suas entranhas. Era errado, ela sabia que era, mas a visão da inocência e da beleza da filha era um chamado de sereia para seus próprios desejos reprimidos. Sua mão inconscientemente se desviou para o próprio seio, seus olhos seguindo os contornos da figura de Nanda até que ela desapareceu no corredor. Foi então que a dúvida se instalou, uma serpente deslizando por seus pensamentos. E se Alex não estivesse apenas olhando? E se ele estivesse sentindo o mesmo calor proibido que ela?
Nanda, por sua vez, desconhecia a tempestade que se formava na mente de sua mãe. Ela tinha acabado de completar quatorze anos e descoberto o mundo estimulante do auto prazer. A pandemia lhe dera a privacidade necessária para explorar sua sexualidade em desenvolvimento. Seus dedos finos se familiarizaram intimamente com o mapa secreto de seu corpo, revelando pontos de prazer que ela nem sabia que existiam. A solidão se tornara um playground para suas fantasias, um lugar onde ela podia deixar sua imaginação correr solta sem medo de julgamento ou interrupção.
Certa noite, deitada na cama, com o tecido da camisola grudado na pele úmida, Nanda sentiu olhares sobre si. Olhando em volta, viu a silhueta de Alex emoldurada na porta, os olhos grudados nela. Um arrepio de excitação a percorreu. Normalmente, ela o teria mandado embora, mas algo na fome em seu olhar a fez parar. Ele parecia um homem faminto que acabara de tropeçar em um banquete. Nanda sentiu um poder estranho naquele momento, um poder que nunca sentira antes.
"O que você está fazendo, Alex?" Ela sussurrou, sua voz um canto de sereia na quietude da noite.
Seus olhos brilhavam com malícia e um toque de algo mais. Nanda sempre sentira um vínculo especial com o irmão, um vínculo que ia além da típica rivalidade entre irmãos. Mas naquela noite, deitada na cama, a barreira entre a inocência e o desejo estava se rompendo. O calor do olhar dele era palpável, um convite silencioso que a fazia tremer. Ela podia sentir o calor dos olhos dele enquanto traçavam o contorno do seu corpo, a fome em seu olhar enquanto se demorava em seus seios firmes e redondos, que se contraíam contra o tecido fino da camisola.
Isabella, por outro lado, estava ciente da mudança na dinâmica. Enquanto observava os filhos das sombras, sentiu um coquetel de emoções turbilhonar dentro de si. Preocupação, certamente. Afinal, eles eram irmãos, e o tabu era tão claro quanto antigo. Mas, ao lado dessa preocupação, havia algo que ela não havia previsto: excitação. A maneira como o corpo de Alex estava parado na porta, com os olhos grudados na figura mal disfarçada de Nanda, era um espelho de seus próprios desejos. A visão da cueca boxer protuberante do filho era um lembrete claro de que ela não era imune ao turbilhão hormonal que consumia sua casa.
Certa noite, não suportando mais o silêncio, ela se aproximou de Augusto no quarto mal iluminado. Ele ergueu os olhos do livro, a curiosidade estampada na testa franzida.
"O que você está pensando, querida?" Ele perguntou, sua voz profunda ecoando no silêncio.
Isabella respirou fundo, com o coração disparado ao abordar o assunto. "São as crianças... Percebi algo entre Alex e Nanda."
Augusto colocou o livro de lado, seus olhos fixos nos dela sob a luz suave do abajur. "O que você quer dizer?"
O pulso de Isabella acelerou enquanto ela se sentava na beira da cama, com as pernas cruzadas recatadamente. Ela sentia o calor entre as coxas enquanto falava, sua voz um sussurro sensual. “O jeito como eles se olham... não é mais só rivalidade entre irmãos. Tem algo mais."
Os olhos de Augusto buscaram os dela, com um vislumbre de compreensão em suas profundezas. Ele se recostou nos travesseiros, o peito musculoso subindo e descendo a cada respiração. "O que você quer dizer, Isabella?"
Suas bochechas coraram enquanto ela tentava expressar seus pensamentos em palavras. "Sempre que os vejo juntos, é como... uma energia, uma tensão." Ela fez uma pausa, a mão deslizando inconscientemente pela coxa. "É como assistir a uma tempestade se formando, e eu não consigo evitar me sentir... animada."
Augusto sentou-se, com os olhos escurecendo com uma fome que espelhava a da filha. "Animada?", repetiu, com a voz rouca de descrença.
"Sim", murmurou ela, sua voz um chamado de sereia no quarto silencioso. "É errado, eu sei que é errado, mas... não consigo evitar."
Augusto se inclinou e estendeu a mão para tocar o queixo dela. "O que você está dizendo, Isabella?"
Os olhos dela buscaram os dele, o mar tumultuado de seus pensamentos refletido em suas profundezas. "Eu não sei", confessou ela, com a voz trêmula. "É que... toda vez que os pego se olhando, sinto uma... uma emoção, lá no fundo."
O olhar de Augusto pousou na protuberância em sua cueca, e Isabella sentiu uma pontada de desejo. Ele estava duro, ela podia ver claramente. Saber disso lhe causou um arrepio na espinha. De repente, ela soube o que tinha que fazer.
"Você... você também está sentindo isso?" Ela perguntou, com a voz trêmula de esperança e apreensão.
O olhar de Augusto permaneceu fixo na protuberância em suas calças por mais um instante antes de se voltar para ela. O silêncio era ensurdecedor, uma entidade palpável no ambiente que parecia engrossar o ar com um desejo inebriante e silencioso. Ele sabia a que ela se referia, a mesma pergunta que o atormentava havia semanas. O tabu do incesto era uma barreira tão antiga e inabalável quanto a própria estrutura das normas sociais, mas diante de uma necessidade tão crua e desenfreada, parecia um mero fio, pronto para se arrebentar ao menor puxão.
"Eu... eu não posso dizer que não notei", ele finalmente admitiu, com a voz rouca devido ao peso de seus próprios desejos ocultos. Sua mão deslizou para pousar na protuberância, apertando-a de tal forma que uma onda de prazer o percorreu. "Ambos são tão... tentadores."
O coração de Isabella disparou quando ela se aproximou, sua respiração quente contra o pescoço dele. "Tentador?", ela sussurrou, sua voz uma carícia suave. "Como assim?"
Os olhos de Augusto escureceram, e sua mão deslizou para traçar o contorno dos lábios carnudos e rosados de Isabella. "De um jeito que... que eu não deveria", murmurou ele, com a voz tensa pelo esforço de conter seus desejos. "O jeito que ela está me olhando, o corpo dela... está me deixando louco."
Isabella sentiu um arrepio de excitação com a admissão dele. O tabu do incesto era algo que nunca haviam abordado antes, mas naquele momento era como se ambos estivessem à beira de um desejo obscuro e proibido, suas inibições se desintegrando como ruínas antigas. Ela estendeu a mão, roçando o tecido do short dele, sentindo o calor e a dureza por baixo.
"Mostre-me", ela sussurrou, com os olhos fixos nos dele. "Mostre-me o quanto você a quer."
Com um rosnado que parecia vir do fundo da alma, Augusto a puxou para mais perto, a mão guiando a cabeça dela até seu colo. O tecido do short era áspero contra sua bochecha, mas Isabella não se importava. Ela estava além de qualquer consideração. Estava em meio a uma fome que vinha crescendo há semanas, uma fome que ela havia negado a si mesma por medo das consequências. Mas agora, à sombra da pandemia, todas as consequências pareciam triviais.
Sua boca encheu-se de água ao tomá-lo nas mãos, sentindo o peso e o calor de sua masculinidade. Seu pênis era grosso e duro, uma prova de seu desejo não apenas por ela, mas pelo fruto proibido que era sua filha. Ela sentiu uma estranha mistura de emoções — nojo, raiva, mas acima de tudo, uma necessidade feroz e primitiva. Sabia que estava prestes a cometer um pecado que abalaria os próprios alicerces de sua família, mas não conseguia se conter. Ela era uma prostituta para esse desejo tabu, e estava prestes a provar isso a ele.
A boca macia e quente de Isabella fechou-se em torno da ponta do pênis de Augusto, sua língua se esticando para provar seu pré sêmen. Ele gemeu, a mão agarrando os cabelos dela enquanto a guiava para mais fundo, o som de suas respirações se misturando ecoando pelo quarto como uma sinfonia de pecado. Ela o absorveu completamente, suas bochechas se afundando enquanto ela começava a chupar e balançar a cabeça em um ritmo tão antigo quanto o próprio tempo. A visão dos seios floridos de sua filha e a sensação do pênis de Augusto em sua boca eram um coquetel potente que fazia sua boceta pulsar de desejo.
O quarto se encheu com os sons do prazer ilícito deles — os suspiros dele e os gemidos ávidos dela, o estalo úmido dos lábios dela contra a pele dele. O aroma de sexo pairava no ar, um perfume inebriante que parecia fazer as próprias paredes pulsarem com uma energia sombria e sedutora. Naquele momento, Isabella não era apenas uma mãe; ela era uma mulher, uma criatura de luxúria, e se deleitava com sua depravação.
Os quadris de Augusto começaram a se mover, seu corpo revelando a necessidade urgente de se libertar. "Isabella", ele grunhiu, com a voz carregada de tesão. "Eu vou... vou..."
Isabella olhou para ele, os olhos brilhando com uma fome perversa que desmentia sua personalidade maternal. "Eu sei", murmurou ela, com a voz num ronronar sedutor que lhe causou arrepios. "Goza para mim, Augusto. Goza na minha boca."
As palavras eram uma declaração de guerra aos seus limites até então não ditos, e enquanto o aroma inebriante da luxúria enchia o ambiente, Augusto sentiu a última resistência se esvair. Ele nunca havia gozado na boca dela antes — era algo que ambos haviam concordado quando começaram sua jornada sexual juntos. Mas naquela noite, enquanto o mundo do lado de fora de suas janelas era devastado por uma pandemia, as regras haviam mudado.
Os olhos de Isabella brilhavam com uma determinação feroz enquanto ela o penetrava mais profundamente, a garganta apertando-se em torno do seu membro. Ele sentia os músculos da garganta dela se contraindo, a umidade da boca dela o envolvendo em um abraço quente e aveludado. A visão era quase insuportável, a percepção de que sua própria esposa não estava apenas aceitando, mas também acolhendo os desejos obscuros que apodreciam em sua família. Ele sentiu uma onda primitiva de poder, sabendo que ela estava sob seu comando, que faria qualquer coisa para satisfazer sua carnalidade.
"Ai, Isabella, porra", ele grunhiu, os quadris se contraindo involuntariamente. "Eu... eu vou gozar."
Era um aviso, uma última tentativa desesperada de manter a fachada de controle. Mas Isabella havia atravessado o Rubicão dos seus próprios desejos e não tinha intenção de voltar atrás agora. Seus olhos, escuros de paixão, encontraram os dele, e ela chupou com mais força, as bochechas afundando com o esforço enquanto o penetrava mais profundamente, a boca uma bainha escorregadia e úmida para a necessidade pulsante dele.
Os olhos de Augusto reviraram, sua respiração ofegante. Ele sentia a tensão se acumulando em suas bolas, a pressão aumentando como um vulcão prestes a entrar em erupção. A imagem do corpo maduro de sua filha cintilava em sua mente, fundindo-se com a sensação da boca de Isabella em volta de seu pênis. Nunca se sentira tão vivo, tão primitivo, tão completamente consumido pelo desejo.
Isabella sentiu o alívio iminente dele, sua própria excitação atingindo um crescendo. Ela sabia que aquele era o momento da verdade, o ponto sem retorno. Se parasse agora, se não engolisse o esperma dele, estaria negando a própria essência da dança obscura que haviam começado. E então, ela se apressou, sua boca se movendo mais rápido, sua língua girando em torno da cabeça do pênis dele enquanto o penetrava mais profundamente do que nunca.
Os olhos de Augusto se arregalaram de choque e prazer, sua mão apertando os cabelos dela ao sentir o primeiro jorro quente de seu sêmen atingir o fundo de sua garganta. Ela o engoliu, sem tirar os olhos dos dele, um desafio silencioso que o desafiava a rejeitá-la. O sabor era salgado, um pouco amargo, mas para Isabella, era o néctar mais doce que ela já conhecera. Era uma declaração de guerra aos seus limites até então não declarados, uma declaração de que ela estava disposta a ir mais longe do que ele jamais ousara.
Os momentos seguintes foram um borrão de sensações enquanto Augusto gozava com mais força do que nunca, seu corpo tremendo com a força da liberação. Isabella absorveu tudo, sua boca um receptáculo ávido e disposto para sua luxúria incestuosa. O quarto se encheu com o som de seus grunhidos e seus goles ávidas, o ar denso com o almíscar do sexo e o doce aroma de seu esperma.
Quando tudo terminou, Augusto desabou contra os travesseiros, com o peito arfando. Isabella sentou-se, os lábios brilhando e um sorriso satisfeito brincando em seus lábios. Ela nunca se sentira mais viva, mais poderosa do que naquele momento, como se tivesse acabado de reivindicar um pedaço dele que estivera escondido por tempo demais.
O silêncio se estendeu entre eles, denso de verdades não ditas e do resíduo pegajoso de suas transgressões. Os olhos de Augusto buscaram os dela, em busca de um sinal de arrependimento ou remorso. Mas o que ele encontrou foi uma fome que se igualava à sua, um anseio por mais do fruto proibido que agora estava ao seu alcance.
Nanda, incapaz de ignorar o súbito crescendo de ruídos vindos do quarto dos pais, subiu as escadas na ponta dos pés, com a curiosidade aguçada. Seu coração batia forte no peito ao se aproximar da porta entreaberta, e o som dos gemidos guturais do pai ecoava pelo corredor. A visão que a aguardava era algo que ela jamais poderia ter previsto — Isabella, sua mãe, ajoelhada diante de Augusto, a boca envolvendo seu pau duro e pulsante.
Seus olhos se arregalaram, uma mistura de horror e fascínio enquanto observava a cabeça da mãe balançar para cima e para baixo, o som de sua saliva batendo contra o membro dele. Ela já os havia flagrado antes, no auge da paixão, mas nunca assim, nunca com uma luxúria tão crua e desenfreada. O ar estava carregado com a eletricidade do desejo deles, e ela podia senti-lo percorrendo sua pele, incendiando cada terminação nervosa com uma intensidade que ela não imaginara ser possível.
Nanda prendeu a respiração enquanto absorvia a visão à sua frente. Os jeitos como os seios da mãe balançavam a cada movimento, o jeito como a mão do pai se enterrava em seus cabelos, segurando-a no lugar enquanto ele a satisfazia. Era errado, ela sabia que era errado, mas o calor que se acumulava em sua barriga era inegável. Sua mão se desviou para a própria vagina, o tecido do short já úmido com seus próprios sucos.
Enquanto observava, ela não pôde deixar de sentir uma estranha afinidade com a mãe naquele momento, uma compreensão compartilhada do poder que residia em ceder aos seus desejos. E ela sabia que a linha que acabavam de cruzar era uma que jamais poderia ser descruzada. O pensamento a arrepiou, uma mistura inebriante de excitação e terror que fez seus joelhos tremerem.
Ao ver o pai gozar descontroladamente na boca da mãe e ela engolir tudo, Nanda foi tomada por uma luxúria além de tudo o que já sentira. Correu para o quarto e imediatamente começou a se masturbar. Sua mão era um borrão entre as pernas, a respiração ofegante e rápida enquanto pensava nos lábios da mãe envolvendo o pau do pai. A própria ideia era tão errada, tão proibida, mas era como uma fruta escura e deliciosa que ela não conseguia resistir a morder.
Inexplicavelmente, a imagem do irmão à sua porta, observando-a, com o membro ereto claramente visível sob a cueca, tomou conta de sua mente. Isso a fez sentir uma mistura de luxúria e, ao mesmo tempo, seus toques pareciam não mais satisfazê-la. Ela ansiava por algo novo, algo em que nem ousava pensar.
Como um flash em sua mente, ela teve a ideia proibida de ir ao quarto do irmão. Uma vez lá, ela se arrependeu de ter imaginado isso, mas a excitação era tão grande que ela não conseguiu voltar atrás. Ela reajustou seus pensamentos e teve a brilhante ideia de sugerir que ele se masturbasse enquanto a observava fazer o mesmo. Para sua surpresa, Alex aceitou com um olhar guloso que a deixou ainda mais excitada. Eles não falaram, como se temessem que as palavras quebrassem o feitiço que os cercava. Ele sentou na cama e tirou a cueca, revelando seu pau já totalmente duro. Ela, com um sorriso travesso na inocência de seus 14 anos, tirou a camisa e sentou-se na cadeira gamer que tinha em seu quarto.
O som da mão dele deslizando sobre o pênis era quase ensurdecedor no quarto silencioso, e ela o observava, incapaz de desviar o olhar do movimento hipnótico. Ela abriu as pernas, revelando sua boceta depilada e brilhante. Seu clitóris estava inchado e implorando por atenção, e ela não decepcionou. Começou a esfregá-lo delicadamente, sem tirar os olhos do olhar intenso do irmão. A visão dele acariciando o próprio pênis a fez querer gritar de prazer, e ela sabia que precisava continuar, precisava romper a barreira da curiosidade incestuosa.
Os olhos de Alex estavam grudados na mão da irmã enquanto ela dançava sobre suas dobras lisas. Sua respiração ficou irregular, sua própria mão se movendo mais rápido enquanto ele observava a dança íntima. O ar estava impregnado com o aroma do desejo deles, um aroma que parecia envolvê-los como uma entidade viva e pulsante que exigia satisfação. Ele nunca tinha visto nada tão belo, tão cru, tão absolutamente tentador em sua vida.
Os olhos de Nanda se fecharam, a cabeça jogada para trás enquanto ela perseguia o próprio orgasmo. Seus dedos finos se moviam com a graça de um maestro, tocando seu clitóris como se fosse um instrumento delicado, cada estocada enviando ondas de prazer por seu corpo. Alex sentiu seu próprio clímax se aproximando, seu pênis como uma haste de aço em seu punho enquanto a observava.
"Vem cá, vem cá, perto de mim." Quando Nanda percebeu o que acabara de dizer, já era tarde demais. Seu irmão Alex já estava ao seu lado, com o pênis apontado para ela, a cabeça vermelha brilhando de tesão. Nanda não resistiu à tentação da proximidade dele com seu corpo e, com movimentos rápidos dos dedos, atingiu um clímax que nunca havia experimentado antes.
Dominada pela avalanche de hormônios que invadiam seus músculos, ela se lembrou da mãe engolindo cada gota que o pai oferecia. Pensou em fazer o mesmo com o irmão, mas não teve coragem. Mas a necessidade de ir além dos seus limites a dominou, então, inesperadamente, pediu a Alex: "Goza em mim, goza nos meus seios."
Os olhos de Alex se arregalaram de surpresa, mas seu corpo obedeceu antes que sua mente pudesse processar as palavras. Ele se aproximou dela, seu pênis projetando-se como uma arma de prazer em massa. Nanda recostou-se na cadeira, o peito projetando-se para a frente. A respiração de Nanda ficava irregular a cada estocada, seu corpo implorando por alívio.
De repente, ela sentiu o sêmen quente dele jorrar em seu peito, cobrindo-a com uma teia pegajosa de desejo. A sensação era diferente de tudo que ela já havia experimentado — repugnante e incrivelmente excitante ao mesmo tempo. Alex rapidamente aproveitou a situação e mirou um de seus jatos no rosto de Nanda, atingindo-o entre o nariz e os olhos. Uma sensação de prazer e domínio tomou conta de Alex. Nada ficou surpresa com a ação do irmão e reagiu contorcendo o rosto. Ela sentiu o calor do sêmen dele em sua bochecha, escorregando para a boca. Instintivamente, ela mostrou a língua e provou. O gosto era estranho, mas não desagradável, e ela ficou surpresa ao descobrir que gostou.
Seus olhares se encontraram novamente, e desta vez não havia dúvida no olhar de Alex — apenas uma fome crua e sem filtros. Nanda sentiu um arrepio de excitação percorrer sua espinha, seu corpo respondendo à intensidade do olhar dele. A linha que haviam cruzado era tão tabu, tão errada, mas ela não conseguia evitar a forma como sua vagina se contraiu ao pensar no que tinham acabado de compartilhar.
"É isso que você quer, Nanda?" A voz de Alex era um rosnado baixo, sua mão ainda envolvendo seu pau amolecido. "Que eu goze em você assim?"
Nanda olhou para ele com os olhos arregalados, as bochechas coradas. "Sim", ela sussurrou, a palavra quase um sussurro. "Eu quero tudo."
Os olhos de Alex brilharam com uma fome selvagem, e ele sabia que não havia mais como voltar atrás. A tensão incestuosa que se acumulava em sua casa finalmente se rompera, e ambos estavam em queda livre no abismo de seus desejos mais obscuros. Ele estendeu a mão e tocou o rosto dela, o polegar traçando o caminho do seu sêmen até os lábios dela. Nanda abriu a boca e colocou o polegar dele dentro, sugando-o até limpá-lo, sem tirar os olhos dos dele.
A mãe deles, Isabella, sem saber, havia preparado o cenário para essa dança distorcida de luxúria, sendo seus próprios desejos pela filha um catalisador para o fogo que agora ardia entre eles. E enquanto estavam sentados ali, na penumbra do quarto dele, irmão e irmã, unidos pelo sangue e agora pelo mais proibido dos atos, sabiam que a pandemia não apenas os havia aproximado, como também havia libertado um monstro dentro da família que jamais poderia ser enjaulado novamente.
O silêncio entre eles era denso com a compreensão tácita de que o relacionamento deles havia mudado, se transformado em algo mais sombrio, algo que jamais poderia ser desfeito. A mão de Alex pairava sobre o peito da irmã, o calor pegajoso de seu sêmen um lembrete gritante da transgressão que compartilhavam. A respiração de Nanda era superficial, seu coração disparado enquanto sentia o corpo reagir ao toque tabu. Ela olhou para ele, os olhos cheios de uma mistura de medo e excitação, os lábios ainda entreabertos pela confissão recente.
Alex se aproximou, o cheiro da excitação deles ainda pairando no ar. Ele podia sentir o calor que emanava dela, o encanto inconfundível de seu corpo jovem e maduro. A visão do próprio sêmen na pele dela era como uma marca, marcando-a como sua, e o pensamento lhe provocou uma excitação tão aterrorizante quanto estimulante. Ele nunca desejara nada mais do que prová-la, reivindicá-la da maneira mais primitiva possível.
Nanda foi para o seu quarto com uma sensação de poder instintivo percorrendo-a. Ela nem se deu ao trabalho de se limpar. Pelo contrário, queria dormir com a lembrança da aventura escandalosa que acabara de vivenciar.