Dia de samba

Um conto erótico de Preto_32
Categoria: Heterossexual
Contém 690 palavras
Data: 28/08/2025 01:35:14

A batucada ecoava forte, o cheiro de cerveja e suor se misturava com o perfume doce que vinha dela. Eu estava ali, com meus 32 anos, 1,96 de altura, pele preta brilhando sob a luz fraca, sentindo os olhares cruzarem o salão cheio. A cada vez que nossos olhos se encontravam, eu percebia: tinha um fogo crescendo ali.

Ela tinha 21, sorriso atrevido, vestido curto que subia demais quando ela dançava. Não demorou até que, em meio a um giro, ela deixou o olhar demorar um pouco mais em mim. Sorri de volta. O ritmo do samba fazia meu corpo pulsar, mas era outra batida que acelerava dentro do peito: a vontade dela.

Dei um passo na direção dela, e quando nossas mãos se encostaram pela primeira vez, parecia que o calor da roda de samba não era nada perto do que veio. Ficamos um tempo ali, trocando olhares, até que ela falou baixinho, quase num sussurro:

— Aqui tá cheio demais...

Eu entendi o convite. Fiz um sinal discreto e saímos pela lateral, indo para a rua de trás, quase escura, longe do som abafado do samba. A rua estava vazia, mas o silêncio só serviu pra aumentar a tensão.

Ela me encostou na parede primeiro, como quem queria provar que tinha coragem. Mas quando passei minhas mãos pela cintura dela e puxei com força, foi ela quem perdeu o fôlego. Nossos lábios se encontraram com urgência, um beijo molhado, cheio de língua, cheio de desejo acumulado. Eu sentia a respiração dela acelerar no mesmo ritmo da minha.

Minhas mãos desceram pelas curvas do corpo dela, firmes, explorando cada pedaço, apertando a bunda pequena e dura sob o vestido. Ela gemeu baixinho no meu ouvido, e esse som me fez crescer ainda mais dentro da calça.

— Você é enorme... — ela sussurrou, a mão já roçando por cima da minha calça.

Arfei. O toque dela me deixou duro na hora. Segurei a mão dela e a pressionei contra a minha ereção, deixando ela sentir o volume. O olhar dela brilhou de tesão.

Não aguentei. Levantei o vestido dela até a cintura, revelando a calcinha molhada. Enfiei a mão por dentro, sentindo a boceta quente e escorregadia. Ela se arqueou contra meu corpo, mordendo os lábios para não gemer alto demais na rua silenciosa.

— Tá encharcada... — murmurei, enfiando um dedo, depois dois, sentindo ela se abrir.

Ela agarrou minha nuca, me puxando com força, enquanto rebolava na minha mão, se esfregando em mim como se precisasse mais. Tirei a mão e lambi os dedos na frente dela, e os olhos dela brilharam com tesão puro.

Não deu pra segurar. Abri o zíper, puxei meu pau duro, latejando, e encostei na entrada molhada dela. Ela gemeu alto dessa vez, mas eu tampei a boca dela com a minha, num beijo possessivo.

Empurrei devagar no começo, mas o corpo dela pedia mais. Ela se abriu pra mim, e eu entrei fundo, sentindo o calor apertado dela me engolir inteiro. A sensação era tão intensa que tive que morder o ombro dela pra não perder o controle rápido demais.

Ela agarrava minhas costas, gemendo no meu ouvido:

— Mete... mete com força...

Obedeci. Segurei firme nas coxas dela e comecei a meter forte, o som do impacto dos nossos corpos ecoando na rua vazia. O vestido levantado, a calcinha jogada pro lado, meu pau entrando e saindo rápido, cada estocada fazendo ela gemer mais alto.

O corpo dela tremia, e eu sentia a boceta pulsando, apertando mais e mais. Ela gozou primeiro, se arqueando toda, gemendo o meu nome entre dentes, enquanto se agarrava em mim como se fosse desabar. A sensação dela gozando apertada em volta de mim quase me fez explodir.

Agarrei mais forte, empurrei até o fundo e gozei dentro dela, jorrando com força, gemendo rouco contra o pescoço dela. O mundo sumiu por alguns segundos — só existia o calor dela, meu corpo inteiro estremecendo junto.

Ficamos ali, ofegantes, suados, rindo baixinho do risco de alguém aparecer. Mas naquele instante, nada importava. Só o tesão, o samba que ainda ecoava ao longe, e a sensação de que a noite só tinha começado.

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